Captadores
Captadores vintage: bate-papo com Eduardo Dias da Fullertone Pickups
Publicado
5 anos agoon
É muito comum vermos a palavra vintage sendo utilizada para designar diversos tipos de produtos no mercado de consumo. Mas afinal, o que ela quer dizer?
Sem a menor pretensão de esgotar o tema etimologicamente, podemos dizer que ela é uma palavrinha inglesa derivada do latim “vindemia” e remete à produção de vinhos. Posteriormente, o termo ganhou novo significado e passou a designar algo antigo ou “clássico” que possui características singulares. No mercado de guitarras e captadores o significado empregado não é diferente, mas guarda algumas especificidades, referindo-se ao período inicial da produção de instrumentos sólidos, que remonta às décadas de cinquenta e sessenta e, principalmente, às marcas Gibson, Fender e Gretsch.
Na seara dos captadores vintage para guitarras e contrabaixos, um fabricante tem se destacado pela qualidade sonora e fidelidade aos clássicos, trata-se da Fullertone Pickups, empresa localizada na cidade de Mogi das Cruzes/SP. Capitaneada por Eduardo Dias, um dos maiores especialistas brasileiros no assunto, a empresa oferece uma vasta gama de produtos fabricados artesanalmente (como nos velhos tempos) e atende a fabricantes nacionais de renome no mercado custom shop e a grandes músicos, como Dunamiz Guitars, o guitarrista Davi Moraes, dentre outros.
Ao longo da entrevista ele nos contou como surgiu a ideia de fabricar captadores vintage no Brasil, detalhes sobre o processo de fabricação, diferenciais dos produtos Fullertone e muito mais.
Como surgiu a ideia de fabricar captadores vintage no Brasil?
Eduardo Dias: Estudei na B&H Escola de Luthieria e meu projeto foi construir uma telecaster. Quando chegou o momento de escolher a captação percebi que os fabricantes nacionais usavam o termo “vintage” em seus produtos, mas não seguiam os critérios técnicos corretos de produção para utilizar esse termo. Com relação aos captadores importados fabricados por marcas famosas, também não enxergava um resultado correspondente, sem contar o preço ilógico…
Em consequência dos fatores citados acima, resolvi procurar meu amigo Marcus Rampazzo, músico experiente, professor, colecionador de instrumentos vintage e grande conhecedor do assunto. Ele tinha uma telecaster modelo 1954, resolvi estudá-la em todos seus detalhes. Depois disso, montei um laboratório portátil para estudar os outros instrumentos que ele possuía. Foi uma experiência ímpar em termos de aprendizado, consegui muitas informações, sendo que grande parte delas definem a linha de produtos da Fullertone.

Eduardo Dias: Sim. As pessoas têm se identificado com os produtos e com o conceito de nossa marca. Além disso, eles também perceberam que mesmo com toda tecnologia e pesquisa investida, nossos preços são bem menores que os modelos importados famosos.
A que você atribui esse sucesso?
Eduardo Dias: Acredito que esse sucesso se deve ao fato de que a sonoridade dos captadores vintage formou nossas referências musicais, pois os grandes artistas das décadas de cinquenta e sessenta utilizavam instrumentos dessas épocas.
É difícil conseguir matéria-prima para a fabricação dos produtos?
Eduardo Dias: Saber o que se usava naquela época em termos de material é fundamental, inclusive para procurar os fornecedores adequados. A partir de muito estudo e pesquisa conseguimos fornecedores de fios e ímãs fabricados nos Estados Unidos que seguem as especificações antigas, isto é, as mesmas que eram empregadas nos componentes que equipavam os captadores dos instrumentos vintage.
Quais são os prós e os contras dos modelos vintage quando comparados com modelos modernos?
Eduardo Dias: Os pontos positivos são que os captadores vintage são mais definidos e equilibrados, atendendo mais a dinâmica das mãos do músico. Além disso, os modelos bobinados à mão são peças únicas e exclusivas.
Os captadores são customizáveis ou vocês trabalham apenas com modelos pré-definidos?
Eduardo Dias: Existe a possibilidade de customizar, porém temos uma linha já definida e testada com ampla abrangência sonora.
O que mudou no processo de fabricação dos captadores considerando o período inicial para os dias atuais?
Eduardo Dias: Antigamente os captadores eram feitos com bobinamento manual, isto é, o operador da máquina distribuía o fio com a mão aleatoriamente. Também existia o bobinamento automatizado com a distribuição de forma mecânica, mas gerava imprecisão nos demais parâmetros do processo.
Nos dias atuais, o processo atingiu uma precisão que gera repetição dos padrões nas bobinas, porém é isso que torna o captador moderno inferior no timbre. Entre outros aspectos, esse é um dos principais.
Os captadores Fullertone são enrolados manualmente como era feito no passado?
Eduardo Dias: Todos os produtos da nossa linha seguem exatamente os processos de produção respectivos às épocas em que foram fabricados. Como existiam algumas diferenças, existem modelos que são bobinados à mão e outros que são bobinados na máquina, repetindo a imprecisão que havia naquela época. Tudo é feito de maneira bem fiel, nos mínimos detalhes.
Quais são os diferenciais dos captadores Fullertone?
Eduardo Dias: Todos os nossos captadores foram planejados através de um aprofundado estudo técnico a partir da análise de instrumentos vintage reais que tivemos acesso. Desta forma, conseguimos identificar e desenvolver processos de bobinamento que seguem os padrões antigos.
Outro grande diferencial é que desenvolvemos um exclusivo processo de envelhecimento magnético dos ímãs, de modo a reproduzir, por exemplo, uma idade de 50 anos de fabricação, tudo de maneira uniforme. Não se trata de um processo degaussed, de desmagnetização ou de submagnetização (também estudei todos esses processos), que não são uniformes e afetam o timbre negativamente. Enfim, o cliente pode ficar seguro de que estará adquirindo um produto com tecnologia e sonoridade vintage de verdade.
Você oferece muitas opções interessantes aos clientes de acordo com épocas específicas de cada captador. Quais são os preferidos dos clientes? E os seus?
Eduardo Dias: Todos os produtos têm uma boa aceitação e gosto de todos eles igualmente.
Alguma novidade da Fullertone para esta reta final de ano?
Eduardo Dias: Somos uma empresa handmade e estamos desenvolvendo componentes aqui no país, como por exemplo, fios de pano, fios de malha, covers para humbuckers, dentre outros. Desta forma, conseguiremos uma independência no que tange às importações e conseguiremos oferecer um preço reduzido para o cliente sem perder a qualidade do produto final.
Acredito que captador bom não precisa ser caro, desta forma, você poderá substituir os captadores de uma guitarra mais modesta e obter um timbre incrível.
Como adquirir os produtos da Fullertone Pickups?
Eduardo Dias: Temos nosso próprio site com as especificações de cada modelo e links para nossas páginas em redes sociais como Instagram e Facebook. Através desses canais, os clientes poderão entrar em contato conosco para adquirir nossos produtos e sanar quaisquer dúvidas que surgirem.
Maiores informações no site, Facebook e Instagram da Fullertone Pickups.
*Autor: Álvaro Silva (ahfsilva@gmail.com) é apaixonado por música, guitarra e luteria. Criador do blog Guitarras Made In BraSil – espaço dedicado à divulgação dos trabalhos de profissionais brasileiros que produzem guitarras, contrabaixos e violões custom shop.
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Captadores
DiMarzio apresenta Colossal, novos captadores para baixo de 5 cordas
Publicado
2 meses agoon
22/09/2025
A DiMarzio anunciou o lançamento do Colossal, um conjunto de captadores passivos projetado para baixos de cinco cordas, que promete maior faixa dinâmica e versatilidade sonora tanto em estúdio quanto ao vivo.
O conjunto é composto por captadores para as posições de braço e ponte, com um design humbucking totalmente blindado, o que contribui para a redução de ruídos e maior estabilidade em gravações e apresentações ao vivo. Sua carcaça, no formato soapbar (EMG40, 37,75 mm x 101,25 mm), integra ímãs de neodímio, que oferecem nível de saída e faixa dinâmica superiores em relação aos designs tradicionais.
O modelo também inclui um sistema de cabeamento rápido e uma base de circuito impresso de 0,093” que facilita a instalação. A configuração permite conexões em série, paralelo ou split coil, ampliando as possibilidades tímbricas sem a necessidade de processadores digitais adicionais.
Sonoridade e resposta
De acordo com a empresa, os Colossal oferecem uma resposta sensível tanto a toques suaves quanto a técnicas mais agressivas como slap ou palhetada. Os desenvolvedores destacam uma faixa média definida e com caráter, também adequada para afinações graves, juntamente com agudos presentes sem aspereza e graves profundos e controlados.
Para melhorar o equilíbrio geral, o captador da ponte foi projetado com um nível de saída mais alto que o do braço, o que permite melhor correspondência de volumes quando utilizados em conjunto.
Ergonomia e evolução do design
Seguindo a linha dos captadores Relentless, a DiMarzio eliminou as bordas retas das coberturas metálicas e adicionou uma curvatura na parte superior. Esse ajuste aproxima as bobinas das cordas centrais, melhorando o equilíbrio de saída e ampliando a faixa dinâmica.
Disponibilidade
Os novos Colossal estarão disponíveis em três acabamentos: níquel, dourado e preto fosco, ampliando as opções estéticas para músicos e fabricantes.
DiMarzio apresentou dois novos produtos projetados para elevar o som dos guitarristas modernos: o set MuscleT para guitarras Telecaster e o SuperPAF Ceramic, uma versão de inspiração vintage dos clássicos humbuckers de cerâmica de alto ganho.
Set MuscleT Tele — Ponte e Braço
MuscleT Bridge: inspirada nos captadores dos anos 1960, ela mantém aquele som característico de médios e agudos nítidos, mas aumenta o ganho para maior sustentação, reduzindo a aspereza do som. Perfeito para quem procura um tom de Tele tradicional com projeção moderna.
MuscleT Neck: mantém a resposta dinâmica da Tele original, mas adiciona mais brilho e presença para acompanhar ritmos fortes e solos definidos. Equilibrado entre cordas e com mais volume em comparação aos modelos vintage.
Ambos os captadores são feitos à mão e testados individualmente na fábrica da DiMarzio em Nova York, garantindo qualidade e consistência em cada unidade.
Cerâmica SuperPAF
Esta nova versão combina a estética clássica dos captadores PAF com a renomada potência do Super Distortion original. Principais características:
- Alto ganho ideal para amplificadores valvulados; Definido por médios proeminentes, graves potentes e agudos encorpados.
- Versatilidade garantida: a fiação de 4 condutores permite modos divididos, em série ou em série-paralelo sem complicações.
- Som icônico presente em gravações icônicas de guitarristas como Ace Frehley, Phil Collen e Paul Gilbert, da década de 1970 até hoje.

Tanto a precisão do MuscleT quanto a potência versátil do SuperPAF Ceramic oferecem possibilidades atraentes para uma variedade de estilos de execução e demandas no estúdio ou no palco.
Captadores
Patente nos EUA para DiMarzio pelo seu novo formato de capa
Publicado
1 ano agoon
21/06/2024
A DiMarzio, em colaboração com o lendário baixista Billy Sheehan, inventou um novo formato e sensação para as capas dos captadores Precision Bass que melhoram a tocabilidade e o desempenho.
Usando a visão de Billy de formas de superfície em estilo rampa que minimizaram todas as arestas duras do corpo do captador, DiMarzio criou uma experiência de tocabilidade mais confortável. Indo um passo além, os parafusos de ajuste de altura foram realocados para que também fiquem abaixo da superfície do pickguard, eliminando o contato dos dedos.
Um subproduto deste design recentemente patenteado é um formato que permite que as bobinas gêmeas com cancelamento de zumbido sejam ajustadas mais próximas das cordas. Um benefício secundário disso é uma melhoria na dinâmica e no equilíbrio das cordas.
Para comemorar a nova patente, a DiMarzio está oferecendo um desconto de 20% nos captadores Relentless Middle, Relentless P, Relentless PJ Pair, Sixties P e Sixties PJ Pair por tempo limitado. Use o código RELENTLESS20 na finalização da compra em www.DiMarzio.com.

Áudio
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