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Inside: A tecnologia dos amplificadores Crown Série XTi-2
A série de amplificadores Crown XTi-2 tem se firmado com uma das opções mais robustas no cenário profissional
Com o passar do tempo, os fabricantes de amplificadores estão incluindo cada vez mais sofisticação em termos de processamento de sinal digital interno como regra geral. Certamente há exceções, mas a maioria dos amplificadores modernos de nível profissional oferece muito mais processamento interno do que seus antecessores. Normalmente, esses amplificadores trazem equalização, crossovers, delays e certas limitações para a proteger os alto-falantes.
Lançada em 2010, a série de amplificadores de potência XTi-2 da Crown passou por diversas revisões e quem ganhou com isto foram os profissionais do áudio profissional
A linha XTi-2 foi projetada para oferecer potência limpa, sem ruídos, em um formato robusto e leve, esses amplificadores compactos de dois canais tem se mostrado eficientes, controláveis em rede e apresentam um conjunto de ferramentas de processamento integradas que substituem racks de equipamentos como crossovers e processadores externos
Configurações do Crown XTi-2
Disponível em configurações de potência de 500W, 1.200W e 2.100W e pesando menos de 11 Kg, os amplificadores XTi-2 são destinados para bandas, DJs e aplicações de reforço de som portáteis e fixas.
Além de oferecer gerenciamento robusto de DSP e crossover, os amplificadores XTi-2 funcionam com o software gratuito da Harman HiQnet Band Manager, que simplifica a configuração e o gerenciamento do sistema; e o software Audio Architect, que fornece maneiras intuitivas, criativas e poderosas de projetar e implementar um sistema de som completo Harman.
O que tudo isso significa quando se trata de desempenho do sistema? Vamos mergulhar mais fundo nesses amplificadores e seus recursos.

A escolha pela potência
Quando você está configurando um amplificador com um P.A, uma boa regra geral é escolher um amplificador que possa fornecer potência igual ao dobro do programa/potência contínua do transdutor.
Por exemplo, um alto-falante com impedância nominal de 8 ohms e uma classificação de programa de 400 watts exigirá um amplificador que possa produzir 800 watts em uma carga de 8 ohms. Se você estiver alimentando um par de alto falantes, o amplificador deve ser classificado em 800 watts por canal em 8 ohms.
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Permitir um suficiente headroom do amplificador, espaço entre os níveis de operação mínimo e máximo sem distorção, garante que o amplificador envie energia limpa e sem distorções para o seu P.A. Os picos dinâmicos da música colocam demandas extremamente flutuantes em seu sistema, portanto, certifique-se de que ele sempre tenha espaço para operar com desempenho máximo sem clipping.
Ao determinar os requisitos de potência para seu sistema de P.A, é importante entender os requisitos de aplicação. Pressionar um amplificador para alimentar um alto-falante para o qual não foi projetado é colocar o equipamento em um grande risco de dano.
Disponibilidade do amplificador Crown XTi-2 no Brasil
No Brasil, a Harman disponibiliza três modelos do amplificador Crown XTi-2, que atendem a todas suas necessidades. A série de amplificadores de dois canais inclui o XTi 1002, oferecendo 500W contínuos/canal em 4 ohms; o XTi 4002, oferecendo 1.200W contínuo/canal em 4 ohms e o XTi 6002, oferecendo 2.100W contínuo/canal em 4 ohms. Vejamos como esta potência pode ser configurada.
CROWN XTI-2 MATRIZ DE POTÊNCIA Modelo Canais 2Ω dual 4Ω dual 8Ω dual 8Ω ponte 4Ω ponte ✅ 1002 2 700W 500W 275W 1.400W 1.000W ✅ 4002 2 1.600W 1.200W 650W 3.200W 2.400W ✅ 6002 2 3.000W 2.100W 1.200W 6.000W 4.200W
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Aproveitando o DSP
Ao escolher um amplificador com DSP integrado, você evitará as despesas com equipamentos externos de processamento de sistemas de alto-falantes, garantindo que seu sistema esteja operando com desempenho máximo e soando o melhor possível em qualquer cenário. Quando se trata de processamento interno, os amplificadores modernos continuam a se tornar cada vez mais sofisticados, e a Série XTi-2 vem liderando essa área.
Vamos dar uma olhada nos recursos disponíveis.
Depois de escolher as configurações ideais para seu sistema e aplicação, você pode salvar tudo em um dos 30 locais predefinidos.
Duas unidades de rack de alto desempenho
Cada painel frontal da série XTi-2 apresenta uma tela LCD brilhante, retro iluminada indicando status, DSP, posição de operação ponte (bridged), estéreo ou mono; o painel é composto por botões de medição e atenuação de entrada para cada canal do amplificador. Os painéis traseiros apresentam duas entradas XLR, 2 saídas XLR Link, 2 saídas Speakon®, 2 saídas de conexão direta borne (em paralelo com conectores Speakon®), uma saída de ventilação e uma porta USB para conexão ao HiQnet®.
Tudo está montado em um chassi de aço robusto com alças integradas de alumínio fundido. Uma fonte de alimentação chaveada que reduz o consumo de energia elétrica, desperdiçado em calor e oferece comutação universal (120/220); uma presilha de travamento do cabo de alimentação fornece uma conexão segura entre o amplificador e o cabo de alimentação.
Os amplificadores da série Crown XTi-2 são a escolha ideal para qualquer sistema de som de médio porte: eles são versáteis, fáceis de usar e são um upgrade para qualquer sistema. E com o abrangente conjunto de recursos, seu valor é difícil de superar.
Para conhecer mais sobre a série Crown XTI-2, visite este link.
Faça download do manual da Série XTi-2 em PDF a seguir
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Roland amplia linha móvel com GO:MIXER STUDIO
Interface portátil combina gravação multicanal, efeitos integrados e conectividade para produção em qualquer ambiente, para criadores de conteúdo e músicos.
A Roland apresentou o GO:MIXER STUDIO, mixer e interface de áudio portátil voltado a criadores de conteúdo, músicos e produtores que trabalham com dispositivos móveis e computadores.
O equipamento permite capturar áudio multicanal com resolução de até 24 bits/192 kHz, reunindo funções de mixagem e processamento em um formato compacto, pensado tanto para uso em estúdio quanto em aplicações móveis.
Entre os principais recursos, o GO:MIXER STUDIO oferece até 12 canais de entrada e diversas opções de conexão, incluindo duas entradas XLR com alimentação phantom, entrada dedicada para guitarra ou baixo, entradas de linha estéreo e conexão auxiliar compatível com dispositivos móveis.

O sistema também incorpora efeitos integrados — como equalização, compressão e reverb — que podem ser utilizados durante a gravação ou no monitoramento, reduzindo a necessidade de processamento externo em setups mais simples.
Em termos operacionais, o dispositivo permite salvar configurações em memórias de cena e oferece controle direto por meio de interface física, além de compatibilidade com softwares para edição e gerenciamento em computador.
Voltado aos fluxos atuais de produção, o GO:MIXER STUDIO também se integra a aplicativos como o GO:MIXER Cam, que possibilita capturar áudio multipista sincronizado com vídeo, ampliando seu uso em streaming, criação de conteúdo e produção audiovisual.
O lançamento atende à crescente demanda por soluções portáteis capazes de entregar qualidade de estúdio em diferentes ambientes, acompanhando a convergência entre produção musical, vídeo e plataformas digitais.
Veja mais neste vídeo.
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Subwoofer CRMS-LFE18sl mkII da Alcons Audio com design ultrafino
Sistema LFE incorpora driver de 18” e resposta estendida para aplicações de alta exigência.
A Alcons Audio anunciou o CRMS-LFE18sl mkII, um subwoofer de perfil ultrafino desenvolvido para aplicações de alta exigência em ambientes de cinema, estúdios e espaços de mixagem profissional.
O modelo faz parte da série CRMS (Cinema Reference Monitor Systems) e foi projetado como um sistema LFE (Low Frequency Effects), com foco em oferecer reprodução precisa em baixas frequências, com controle de transientes e resposta linear.
O sistema integra um driver de 18 polegadas de alta excursão com dupla bobina de 3”, capaz de atingir deslocamentos de até 30 mm, o que permite maior faixa dinâmica em comparação com subwoofers convencionais.
Um dos diferenciais do CRMS-LFE18sl mkII é seu design compacto, com profundidade reduzida, o que facilita sua instalação em espaços limitados, permitindo configurações em parede, teto ou estruturas suspensas sem comprometer o desempenho acústico.
O subwoofer oferece uma resposta em ambiente que pode se estender abaixo de 10 Hz, juntamente com alta precisão na reprodução de impulsos, características essenciais para aplicações onde a fidelidade em baixas frequências é crítica.
Para sua operação, o sistema foi otimizado para trabalhar com controladores amplificados dedicados da marca, que integram processamento específico para ajuste de fase, otimização de resposta e compensação de cabeamento, com o objetivo de manter consistência em diferentes configurações.
O CRMS-LFE18sl mkII é voltado para estúdios de pós-produção, salas de mixagem, cinemas de alto padrão e ambientes onde se exige reprodução precisa de efeitos de baixa frequência, consolidando a tendência de soluções de alto desempenho em formatos mais compactos.
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BandBox chega ao Brasil e inaugura categoria de amp portátil inteligente com IA que trabalha sem internet
Solo a R$ 1.699 e Trio a R$ 3.599 chegam ao mercado nacional com separação de instrumentos em tempo real, mixer de quatro canais e até 10 horas de autonomia
Existe um problema que todo músico que estuda, ensina ou cria fora do estúdio conhece bem. O cubo de prática básico não entrega o que o músico de hoje precisa. Montar um rig com pedalboard, amplificador e ferramenta de aprendizado custa espaço, peso e dinheiro. E os amplificadores portáteis com entrada para instrumento que existem no mercado, em geral, funcionam mais como alto-falante do que como equipamento de músico de verdade.
O JBL BandBox foi construído para atacar exatamente essa lacuna — e chegou ao Brasil no dia 7 de abril de 2026 com um lançamento que, por si só, já disse alguma coisa sobre a proposta do produto.
Um palco para quem usa instrumento de verdade
O evento aconteceu em São Paulo e foi conduzido por Fabiano Carelli, guitarrista do Capital Inicial há mais de duas décadas. Não um apresentador de palco, não um influenciador de tecnologia — um músico profissional que conhece a rotina de quem toca ao vivo e em estúdio.
Ao lado dele, uma lista que atravessou gerações e estilos: Clemente, fundador dos Inocentes e figura central da Plebe Rude; Charles Gavin, baterista da primeira formação dos Titãs; Rayane Fortes, cantora, guitarrista e multi-instrumentista cearense que virou todas as cadeiras no The Voice Brasil e hoje acumula projeção internacional; Thaide, nome do hip-hop nacional; e Felipe Vassão, produtor com múltiplos Grammy Latinos no currículo — responsável por álbuns de Emicida e Jota.pê, com mais de 400 mil seguidores no Instagram e um canal ativo sobre produção musical.

O evento foi lotado, com presença de jornalistas, lojistas de todo o Brasil, criadores de conteúdo e convidados do mercado. E o que aconteceu no palco não foi demonstração controlada: os músicos pegaram o BandBox ao vivo, sem ensaio prévio, e mostraram o equipamento em uso real. O resultado surpreendeu. Ver um instrumento sendo amplificado, efeitos sendo trocados em tempo real e a separação de elementos funcionando diante de uma plateia que entende de som é diferente de ver um vídeo institucional. É a diferença entre acreditar no produto e entender o que ele faz.
O que é o BandBox — e por que o enquadramento importa
A linha tem dois modelos. O BandBox Solo é compacto: até 30W de saída, uma entrada de guitarra ou microfone, reprodução de música via Bluetooth, afinador, metrônomo, looper, pitch shifter, modelos de amplificador e efeitos clássicos como phaser, chorus, tremolo e reverb. A bateria dura até seis horas. Conecta ao computador por USB-C e funciona como interface de áudio direta para o DAW — sem equipamento adicional.

O BandBox Trio é o modelo para grupos: 135W com woofer de 6,5″ e dois tweeters de 1″, quatro entradas simultâneas para instrumentos e microfones, mixer de quatro canais com tela LCD integrada, efeitos de microfone, bateria substituível e até 10 horas de autonomia. Dá para plugar guitarra, baixo, microfone e ainda ter canal livre. Ambos se conectam ao app JBL One para controle avançado de equalização, modelos de amp e cadeia de efeitos — mas os recursos básicos funcionam sem ele, direto no hardware.

O enquadramento correto não é caixa Bluetooth, não é cubo de prática, não é amp de palco. É uma categoria nova: amplificador portátil inteligente, com ferramentas de prática, criação e gravação no mesmo bloco.



A Stem AI: o diferencial que a imprensa internacional foi testar
O recurso central da linha é a tecnologia Stem AI: separação em tempo real de vocais, guitarra e outros elementos de qualquer música reproduzida via Bluetooth, sem necessidade de internet e sem upload prévio de arquivo. O músico escolhe o que quer remover ou isolar — a guitarra para aprender um solo, a voz para cantar por cima, a bateria para trabalhar o groove — e o processamento acontece direto no hardware.
Aplicativos como o Moises fazem algo parecido, mas exigem que o arquivo seja enviado antes. O BandBox faz isso enquanto a música toca. Essa diferença tem consequência prática real em sala de aula, em sessão de prática e no palco de um evento como o que aconteceu ontem em São Paulo.
A imprensa especializada testou e foi direta. O Guitar World classificou a ferramenta como uma das melhores que já viu para prática com IA. O Sound on Sound, referência técnica do setor de áudio, destacou que a inclusão de separação de stems em hardware autônomo, sem dependência de processamento em nuvem, é genuinamente significativa. A ressalva presente nos testes é que a separação não é perfeita em músicas com arranjos muito densos — mas o ponto relevante é que ela funciona bem o suficiente para uso prático real, e isso a imprensa confirmou com produto em mão.

O que isso inaugura para o ecossistema
Há uma geração de músicos — estudantes avançados, professores, produtores que trabalham em casa, criadores de conteúdo musical — para quem o setup ideal precisa ser compacto, completo e capaz de gravar. Esses músicos vivem hoje entre soluções parciais: o cubo básico que amplifica mas não tem recursos, o pedalboard que tem recursos mas ocupa espaço, a interface de áudio que grava mas não amplifica.
O BandBox tenta condensar tudo isso. Para professores e escolas de música, o Trio tem apelo direto: quatro entradas, ferramentas de acompanhamento com controle de elementos, looper e interface de gravação em um único equipamento portátil que substitui um rig inteiro em aulas individuais ou em grupo pequeno. Para o criador de conteúdo musical, a interface USB-C e a Stem AI são o argumento principal — gravar direto no DAW e montar acompanhamentos customizados em tempo real são funcionalidades com encaixe direto nesse perfil. Para o músico profissional que leva o instrumento de um lugar para o outro, o Solo é o equipamento que ele não encontrava nessa faixa.
E para as lojas de instrumento, o BandBox inaugura uma conversa nova. Não compete com o cubo de entrada. Compete com a decisão de não comprar nada — porque o músico ainda não encontrou um produto que fizesse tudo que ele precisava em um formato que coubesse na sua rotina.
O essencial
O JBL BandBox chega ao Brasil num momento em que o mercado de instrumentos carece de produtos que traduzam tecnologia de software em hardware portátil sem inflar o preço além do razoável. A separação de elementos em tempo real sem internet, combinada com amplificação, efeitos e interface de gravação em um só dispositivo, não tem precedente direto nessa faixa de preço e formato no Brasil — e o lançamento de ontem, com músicos de verdade mostrando o produto em uso real, foi a forma mais honesta de apresentar isso ao mercado.

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