Gestão
5 tendências que irão simplificar o marketing
Publicado
5 anos agoon
Veja aqui cinco previsões que ajudarão os profissionais de marketing a melhorar o desempenho, alavancar dados e simplificar a experiência do cliente
Há um equívoco entre os líderes de marketing de que oferecer melhores experiências ao cliente significa sempre fazer mais: enviando mais e-mails, gastando mais em campanhas publicitárias, produzindo mais vídeos e comprando ferramentas de marketing mais complexas No entanto, só porque uma marca está produzindo um alto volume de conteúdo não significa que isso realmente segure clientes.
Agora com cada negócio aumentando sua estratégia digital e fazendo mais barulho, os profissionais de marketing precisam de uma abordagem mais autêntica para se conectar com os clientes, e o estímulo para um marketing mais simples e ágil começa por dentro. Os CMOs precisarão armar suas equipes com as ferramentas certas para ajudá-los a trabalhar de forma mais eficiente e demonstrar valor em toda a organização.
À medida que avançamos em 2021, muitos de nós estamos lidando com a incerteza e o burnout em outros aspectos de nossas vidas. Assim, as marcas que se tornarem menos complexas irão ganhar confiança e lealdade do cliente. Na Acquia, prevemos que essas estratégias serão fundamentais para criar uma abordagem aberta e unificada para a transformação digital.
1. Mensagens de marketing sem jargão
Muitos profissionais de marketing têm o mau hábito do buzzword. Cair em frases populares pode irritar seus clientes e acabar com a reputação da marca, fazendo você soar como todo mundo. Quando seu marketing não tem identidade, parece desinteressante e falso.
Em 2021, a linguagem de marketing verá menos o uso do jargão e será mais genuína. O impacto da pandemia do COVID-19 ensinou aos profissionais de marketing o valor da comunicação direta e a valorização das mensagens baseadas em valores. Os consumidores recebem uma enxurrada de mensagens de uma variedade de fontes e isso levou a um período de atenção reduzida e fadiga, em termos genéricos: “o novo normal”.
Os profissionais de marketing estão cansados de usá-los, e também daqui para frente, os CMOs devem abraçar a criatividade e abandonar os clichês. Esperamos ver mais profissionais de marketing desenvolvendo peças mais curtas, mais pessoais, de conteúdo e comunicações mais autênticas e conectadas aos seus valores de marca.
2. A busca por mais dados do cliente consolidará as martechs
Há anos, os profissionais de marketing estão obcecados com os dados dos clientes e tentando executar uma forte estratégia de marketing orientada a dados para substituir a “adivinhação” do que seus clientes querem. Mas, embora os dados facilitem as coisas para os profissionais de marketing, o enorme aumento no número de canais digitais emparelhados com a explosão de diferentes ferramentas de gerenciamento de dados e análises tem deixado muitas organizações receosas.
De acordo com a pesquisa de Scott Brinker, as martechs cresceram 13,6% – e isso é um problema. Com tantos sistemas e plataformas diferentes que não conversam entre si, é quase impossível ter uma visão unificada do seu verdadeiro cliente.
Em 2021, o mercado de martech verá uma consolidação de alguns players menores de analytics. Em vez de gastar dinheiro e esforço em diferentes ferramentas de inteligência de negócios, em que cada uma oferece um relatório diferente,as organizações estão se movendo em direção a uma única fonte de dados. A necessidade dos profissionais de marketing por dados consistentes será um importante ponto de inflexão para a consolidação entre muitos dos fornecedores no mercado, e esperamos poder dizer adeus aos dados fragmentados.
3. Anos em meses: ferramentas amigáveis ao marketing irão encurtar os cronogramas de transformação digital
Uma forte e bem pensada estratégia de transformação digital será necessária para este ano. Antes do COVID-19, as organizações viam a transformação digital como um esforço de vários anos. A pandemia acelerou a necessidade do pivô para o digital e as marcas estão rapidamente percebendo que precisam se “adaptar ou morrer”, uma mensagem que tem sido apoiada pela pesquisa do Gartner. Em 2021, grande parte dessa transformação cairá nas mãos dos CMOs.
Os profissionais de marketing não são necessariamente técnicos, por isso procurarão ferramentas low-code ou no-code que ofereçam facilidade de uso e possam ser vendidas para a C-suite de forma simples e direta. A tecnologia amigável ao marketing também tira o fardo extra das equipes de TI para que eles possam priorizar iniciativas digitais de maior escala. Ferramentas low-code ou no-code serão a arma secreta para ajudar tanto os CMOs quanto os CIOs a cumprir seus objetivos, resultando em transformação digital acelerada em toda a empresa.
4. Machine learning vai se popularizar
Inteligência artificial e machine learning ajudam os profissionais de marketing a trabalhar de forma mais inteligente e rápida. Segundo a Gartner, uma das tendências que as empresas devem estar atentas é a “democratização da IA”.
As pessoas estão vendo que a IA e machine learning não são mais apenas para cientistas de dados. Se os profissionais de marketing podem automatizar tarefas tediosas, como limpeza de dados, eles têm mais tempo para priorizar projetos de alto valor. Aplicações práticas destas tecnologias irão decolar ainda em 2021, à medida que os profissionais desenvolvem maiores volumes de conteúdo direcionados a cada etapa do ciclo de vida do cliente. O machine learning ajudará a adequar a entrega de conteúdo relevante em escala para as necessidades únicas de cada cliente, em cada ponto de sua jornada. Ao automatizar o trabalho, o machine learning permite que os profissionais de marketing personalizem experiências para milhares de clientes e antecipem comportamentos futuros.
Em 2021, esperamos que mais profissionais de marketing reconheçam a oportunidade substancial em modelos de machine learning para otimizar processos como gerenciamento do ciclo de vida do cliente, eficiência promocional e de gastos.
5. Open marketing triunfará
Ser capaz de trazer experiências digitais sem esforço aos clientes exigirá uma abordagem flexível da tecnologia de marketing. Um dos principais bloqueadores para criação de experiências totalmente integradas aos clientes decorre de opções limitadas de tecnologia que não podem se adaptar às prioridades futuras. Sem a capacidade de reunir todas as suas fontes de dados e abraçar novas tecnologias quando necessário, os profissionais de marketing não serão capazes de acompanhar novos padrões de comportamento do cliente e ficarão atrás da curva de inovação.
No passado, pode ter sido aceitável que os profissionais de marketing usassem soluções diferentes para resolver um problema, mas agora a necessidade de consolidação de dados criará uma estratégia para que mais fornecedores abram suas APIs e dados para fluírem livremente entre sistemas diferentes. Os profissionais de marketing precisarão de todas as ferramentas disponíveis para interagir uns com os outros, a fim de acelerar a pivotagem das marcas para o digital.
Essa nova abordagem de open marketing será fundamental para criar experiências que ressoem entre os clientes de uma ação para outra. O open marketing ajudará as marcas a desenvolver relações mais profundas com os clientes ao longo do tempo e ajudará as marcas a terem conversas autênticas e contínuas com seus consumidores, em vez de falar por eles.
*Autor: Brenno Valerio, Managing Director, US & Latin America, da Acquia.
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Gestão
Tendências de gestão para 2026 que as lojas de música devem adotar
Publicado
2 semanas agoon
15/01/2026
Eficiência operacional, inteligência de dados e cultura de serviço impulsionam o novo ciclo do varejo musical.
O setor de instrumentos musicais entra em 2026 com desafios claros: consumidores mais informados, margens pressionadas, concorrência digital global e cadeias logísticas que ainda se ajustam após anos de disrupções.
Para se manterem competitivas, as lojas especializadas precisam transformar sua gestão interna — não apenas o marketing ou a força de vendas. A seguir, as principais tendências de gestão empresarial que devem definir o varejo musical em 2026 — e como aplicá-las.
1) Gestão orientada por dados (Data-driven retail)
A intuição dá lugar à evidência.
O que envolve
- KPIs de giro por categoria (guitarras, áudio, teclados, percussão)
- Margem por fornecedor e por SKU
- Dados de abandono, recompra e ticket médio
- Análise de estoque versus sazonalidade
Ferramentas recomendadas
- CRM
- ERP integrado ao e-commerce
- Painéis simplificados de BI
Objetivo: decisões mais precisas e compras mais inteligentes.
2) Redução estratégica de estoque
Não se trata de ter mais produtos, mas os produtos certos.
Práticas para 2026
- Curadoria de portfólio baseada em giro
- Redução de SKUs pouco rentáveis
- Modelos de consignação com marcas
- Previsão de demanda baseada em dados históricos e sazonalidade (volta às aulas, festivais, fim de ano)
Resultado: menos capital imobilizado e fluxo de caixa mais saudável.
3) Cultura de serviço e experiência
O cliente não compara apenas preço, mas atendimento, suporte e confiança.
Foco em
- Onboarding do cliente no pós-venda
- Programas de fidelização reais (aulas, manutenção, ofertas premium)
- Protocolos de atendimento claros e mensuráveis
- Guias internos para demonstrações, linguagem e experiência em loja
Diferencial: a loja deixa de ser apenas um ponto de venda e passa a atuar como centro de apoio musical.
4) Profissionalização da equipe
Embora a indústria musical dependa historicamente de talento apaixonado, 2026 exige capacitação formal e metas claras de desempenho.
Ações
- Plano de formação: vendas consultivas, áudio e manutenção básica
- Avaliações trimestrais e objetivos mensuráveis
- Bonificação vinculada à satisfação do cliente, e não apenas ao volume de vendas
5) Serviços integrados como modelo de negócio
O valor não está apenas no produto.
Novos pilares
- Luthieria e manutenção
- Locação e test-drive estendido
- Escola de música integrada
- Salas privadas de ensaio
- Assistência técnica em pro-audio e informática musical
Essa diversificação reduz a dependência exclusiva das vendas e aumenta a fidelização.
6) Alianças estratégicas
Em vez de competir de forma isolada, as lojas ganham força ao se conectar ao ecossistema:
- Produtores locais
- Escolas e professores
- Casas de shows e igrejas
- Influenciadores e criadores
- Marcas boutique e luthiers
7) Digitalização operacional e automação
Menos tarefas repetitivas, mais foco no cliente.
Exemplos
- Controle automatizado de estoque
- Sistema de tickets para pós-venda
- Confirmações automáticas via WhatsApp
- Integração entre catálogo, faturamento e envio
8) Enfoque financeiro conservador e resiliente
Estabilidade será decisiva em 2026.
Boas práticas
- Reservas financeiras equivalentes a 3–6 meses de custos fixos
- Crédito negociado com fornecedores
- Planejamento de compras por sazonalidade
- Auditorias semestrais
As lojas de instrumentos musicais que prosperarão em 2026 serão as que conseguirem combinar:
- Visão estratégica e controle operacional
- Tecnologia e cultura de serviço
- Diversificação e eficiência
- Capacitação da equipe e proximidade com a comunidade
O instrumento já não é vendido apenas pela paixão: ele é gerido com disciplina, informação e experiência humana.
A mensagem-chave do ano: profissionalizar sem perder a alma musical.
Gestão
Tendências de marketing para 2026 que as lojas de música devem adotar
Publicado
4 semanas agoon
06/01/2026
Segmentação precisa, conteúdo educativo e experiências híbridas impulsionam a próxima fase do varejo musical.
O mercado de instrumentos musicais entra em 2026 mais competitivo e digital do que nunca.
Após anos de transformação acelerada pelo e-commerce, pelo conteúdo curto e pela profissionalização dos músicos independentes, as lojas especializadas precisam atualizar suas estratégias para dialogar com um consumidor mais informado, exigente e multicanal.
A seguir, as principais tendências de marketing que os retailers do setor musical devem considerar para manter relevância e aumentar conversão.
1) Conteúdo educativo como núcleo da estratégia
Músicos — especialmente iniciantes e intermediários — buscam orientação antes de comprar.
Em 2026, as lojas mais bem-sucedidas não apenas vendem: ensinam.
O que fazer
- Séries de vídeos curtos com dicas de instrumentos
- Lives semanais com testes de equipamentos e Q&A
- Comparativos técnicos e guias de compra por estilo musical
- Minicursos gratuitos para geração de leads
Resultado esperado: mais autoridade de marca, maior retenção e conversão orgânica.
2) Microinfluenciadores e artistas locais
O marketing de influência continua forte, mas migra para perfis regionais, credíveis e próximos do público real.
Bandas da cidade, professores, técnicos e criadores independentes funcionam melhor do que celebridades.
Estratégias
- Embaixadores locais com incentivos reais
- Ativações em escolas e estúdios
- Depoimentos autênticos, sem roteiro comercial
3) Experiência híbrida: loja física + digital
O cliente quer tocar o instrumento e pesquisar/comprar online.
Ações eficazes
- Tours digitais da loja
- Agendamento para testes privados
- Chat ao vivo com especialistas
- “Compre e retire” + áreas de teste rápido
A venda presencial segue forte, sustentada por suporte digital contínuo.
4) Personalização e CRM aplicado
A segmentação refinada deixa de ser opcional.
O músico valoriza recomendações personalizadas de acordo com nível, estilo e orçamento.
Como implementar
- CRM com histórico de preferências e compras
- E-mails segmentados (bateristas, guitarristas, escolas, igrejas)
- Ofertas personalizadas e upselling técnico (cordas, peles, interfaces, cabos premium)
5) Conteúdo focado no processo criativo
O músico atual quer mostrar como cria, não apenas o que compra.
Formatos-chave
- Demos criativas
- Conteúdo “direto do home studio”
- Bastidores de gravação: “como fiz este loop/riff/groove”
- Play-along com instrumentos da loja
A criação emociona mais do que um catálogo frio.
6) Marketing educativo para pais
O aumento de estudantes jovens recoloca os pais no centro da decisão.
É fundamental uma comunicação clara, sem excessos técnicos, focada em valor pedagógico, durabilidade e serviço.
Mensagens importantes
- Guias “primeiro instrumento”
- Benefícios cognitivos da música
- Planos de upgrade e manutenção
7) Comunidade como diferencial competitivo
No mercado globalizado, a loja local vence quando se torna um ponto de cultura.
Propostas
- Jam sessions e showcases
- Clínicas com artistas
- Sessões de teste guiado para iniciantes
- Programas de fidelização para professores
Quem cria comunidade, mantém relevância.
8) Transparência e sustentabilidade
A nova geração valoriza empresas com propósito.
Aposta para 2026
- Políticas de reparo e reposição
- Programas de instrumentos recondicionados
- Comunicação ética sobre preços e procedência
Em 2026, as lojas que prosperam não competem apenas por preço ou estoque, mas por conexão, conhecimento e experiência.
As palavras-chave do ano serão:
- Ensinar antes de vender
- Integrar marketing digital + experiência in-store
- Criar comunidade musical local
- Personalizar o contato com cada músico
O consumidor já mudou. Agora, o varejo musical precisa tocar no mesmo ritmo.
Automação, venda consultiva e experiência omnichannel marcam o novo ciclo do varejo musical.
O comércio de instrumentos musicais chega a 2026 com um consumidor mais informado, digitalizado e exigente. As lojas já não podem depender apenas de estoque e atendimento tradicional: o mercado demanda experiências personalizadas, agilidade logística e assessoria especializada.
A seguir, uma análise das tendências de vendas que definirão o setor em 2026 e que os varejistas musicais precisam adotar para permanecer competitivos.
1) Venda consultiva: o vendedor se transforma em assessor musical
O cliente já pesquisou antes de chegar à loja. Ele busca confiança e orientação, não pressão.
Como aplicar
- Capacitação técnica contínua da equipe
- Scripts de recomendação por nível e estilo musical
- Demonstrações práticas e comparativas
- Acompanhamento pós-venda real (afinação, setup, dicas)
Objetivo: fidelizar e reduzir devoluções, aumentando o ticket médio.
2) Omnicanalidade real: o cliente compra onde quiser
A experiência deve ser fluida entre loja física, site e WhatsApp.
Ações
- Catálogo online atualizado com estoque real
- Click & Collect com atendimento rápido
- Testes na loja agendados pela web
- Chat com vendedor especializado em tempo real
Resultado: mais conversões e menos atrito.
3) Social selling e presença em plataformas de vídeo curto
TikTok, Instagram e YouTube Shorts já influenciam mais do que o Google nas compras musicais.
Estratégia
- Lives de venda (packs, kits, “teste e leve”)
- Catálogos integrados às redes sociais
- Vídeos curtos: demos, comparativos, dicas rápidas
- Criadores e professores locais amplificando o alcance
4) Modelos de assinatura e financiamento flexível
A acessibilidade impulsiona vendas. Gerações mais jovens preferem pagamento mensal à compra integral.
Oportunidades
- Planos Rent-to-own (aluguel com opção de compra)
- Assinatura de instrumentos para estudantes
- Pacotes mensais para estúdio (controlador + DAW + monitores)
- Financiamento em parcelas pequenas e transparentes
5) Programas de “upgrade” e recompra
O músico evolui e quer melhorar seu equipamento sem perder investimento.
Ações
- Programa de troca de instrumento
- Crédito mediante entrega de usados
- Venda certificada de produtos recondicionados
Benefício: retenção e atração de novos músicos.
6) Serviços como extensão da venda
A venda em 2026 não termina no balcão.
Serviços-chave
- Setup inicial gratuito
- Manutenção programada
- Afinação e calibração
- Upsell inteligente: cordas, baquetas, cabos premium, capas, cases
- Aulas presenciais e online associadas
7) Microexperiências na loja
A loja deixa de ser apenas ponto de venda e se torna um espaço musical.
Ideias
- Área de teste silencioso
- Miniestúdio demo
- Jam sessions intimistas
- Apresentações acústicas e clínicas
A experiência física volta a ser um diferencial.
8) Dados e CRM para segmentar e reter
O sucesso não está apenas em vender, mas em manter o cliente ativo.
Aplicações práticas
- Segmentação por instrumento, nível e orçamento
- E-mails personalizados conforme perfil
- Alertas de manutenção e reposição (cordas, peles)
- Promoções relevantes, não genéricas
É preciso fazer a diferença
O varejo musical entra em uma fase em que o diferencial está na experiência, no conhecimento e no relacionamento de longo prazo — e não apenas no estoque ou no preço.
As lojas que liderarão 2026 serão aquelas que adotarem:
- Venda consultiva e especializada
- Estratégias digitais com conteúdo útil
- Programas de financiamento, serviços e retenção
- Experiências híbridas que conectam comunidade e tecnologia
O lema do ano será claro: “Não é apenas vender instrumentos, é acompanhar a evolução do músico.”
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