Músico
Entrevista com Marquinho Sax: O som do saxofone
Publicado
6 anos agoon
Um segmento do qual não falamos com muita frequência: os instrumentos de sopro e metais. Para conhecer mais sobre a atualidade do setor, conversamos com Marquinho Sax. Confira!
Marquinho Sax é saxofonista, professor de saxofone e palestrante. Atua na área há 26 anos e constantemente participa de atividades culturais relacionadas com o sax. Veja a seguir um bate-papo interessante para descobrir sobre o presente desse tipo de instrumento

Marquinho Sax
M&M: Nos seus anos tocando saxofone, o que mudou no mercado mundial de instrumentos de sopro e metais?
Marquinho: O que mais me impressionou ao longo desses 26 anos desde que iniciei com o saxofone foi a avalanche de novas marcas que surgiram. Poucas delas de fato têm boa qualidade ou oferecem alguma novidade. Em sua maioria são instrumentos com origem nas mesmas fábricas, porém com “nomes personalizados” (criados pelo importador), o que não foi ruim, pois na década de 1990 havia pouquíssimas opções disponíveis em nosso mercado. Em resumo, podemos contar nos dedos de uma das mãos os instrumentos com boa qualidade de empresas que surgiram ou já existiam e começaram a ser importados para o Brasil durante esse período.
M&M: Qual você destacaria no mercado local?
Marquinho: Durante esse período, uma fabricante brasileira evoluiu com os seus instrumentos de forma notória, porém, eu enxergo que mesmo com a evolução na qualidade, a fama e, consequentemente, o sucesso nas vendas, essa marca sucumbiu à entrada de tantos outros instrumentos provenientes da China, com preços muito mais atraentes. Mesmo muitas das vezes não oferecendo a mesma qualidade, ainda assim conquistaram uma enorme fatia dos consumidores dessa categoria.
M&M: Como você analisaria a fabricação local desse tipo de instrumento?
Marquinho: A fabricação local evoluiu, e muito, falando não apenas de instrumentos musicais, mas também dos acessórios para esses instrumentos. Mas os fabricantes locais deparam com dois grandes entraves: o primeiro está relacionado com as importações da China e o segundo é o mais triste: trata-se de um “ranço” herdado por gerações de professores e antigos formadores de opinião que, em sua época, experimentaram tais instrumentos e/ou acessórios quando a qualidade talvez ainda não tivesse passado por um aprimoramento (que é natural em qualquer empresa em todo o globo) e, consequentemente, esses instrumentos e acessórios até hoje são estigmatizados. Olhando pelo lado positivo, conheço marcas brasileiras que têm um incrível reconhecimento internacional de seus produtos graças à busca pela excelência.
M&M: Que marcas locais poderia destacar como referência nesse segmento?
Marquinho: No Brasil temos marcas que se destacam pela alta qualidade que oferecem em seus produtos. Elas se preocupam em disponibilizar ao mercado produtos com qualidade equivalente e muitas vezes superior a de famosas marcas internacionais que já estão em nosso mercado. Posso citar como exemplo Marcus Bonna Cases (MB Cases), Barkley Brazil (boquilhas, bocais e outros acessórios), Ebano Handicraft (saxofones) e Eagle (diversos instrumentos de sopro), sendo que as duas últimas têm seus instrumentos fabricados em outros países, mas concebidos no Brasil, e trata-se de marcas brasileiras.
M&M: O que é importante levar em consideração no momento de escolher um saxofone?
Marquinho: Excelente pergunta. Eu recebo diariamente mensagens com pedidos de orientação a esse respeito e, ao contrário do que muitos pensam, não saio recomendando o mesmo instrumento que eu uso. Aliás, isso é muito comum no mundo inteiro: professores indicam o instrumento que utilizam aos seus alunos, mas não consideram o grau de instrução, o poder aquisitivo ou o objetivo do aluno, pois nem sempre o instrumento ideal para o aluno é o mesmo do professor. Em minha opinião, o principal requisito no momento da compra de um instrumento (principalmente de sopro) é a sua durabilidade, pois o timbre é o músico que faz. A estética é baseada apenas no gosto pessoal e a afinação em um instrumento moderno (de 2010 em diante) é sempre muito boa, mesmo em instrumentos mais baratos, independentemente da categoria (estudante, intermediário, profissional, custom ou signature). A marca ainda é erroneamente levada em consideração como principal atributo. Vejo com frequência músicos buscando “grife” e até trocando instrumentos de categoria intermediária ou profissional de marca “menos famosa” por instrumentos de categoria estudante de marcas famosas levando em conta apenas a grife e, em muitos casos, fazendo um mau negócio.
M&M: Que tendências você está percebendo no mundo a respeito desse tipo de instrumento?
Marquinho: Falando em tendência, uma que cresceu bastante foi a busca pela “personalidade estética” — mostrar uma identidade visual hoje é mais comum do que no passado. Além dos instrumentos coloridos que já compunham as opções de acabamento há décadas, os instrumentos envelhecidos ou vintage e unlaquered (sem banho) caíram no gosto popular. Também há os músicos que enviam os instrumentos para ser “desplacados”, em um processo de remoção do Iaque; várias empresas, percebendo essa tendência, adicionaram ao catálogo instrumentos com essas características. A demanda segue em constante crescimento devido à facilidade do acesso aos instrumentos (preços). Em geral, não houve mudanças significativas em relação ao material, exceto por algumas empresas que vêm se destacando por oferecer instrumentos de categoria profissional fabricados em bronze, que conferem aos instrumentos um timbre muito rico, com a presença de muito mais harmônicos do que os fabricados em latão. Acessórios para instrumentos de sopro são criados constantemente, desde ferramentas que auxiliam o músico nos estudos até complementos que evitam a perda de harmônicos e/ou aumentam a projeção destes. Porém, o destaque está na constante evolução das boquilhas, palhetas e bocais, e se há algo em que a maioria dos músicos de sopro investe constantemente é nesses acessórios.
M&M: O saxofone, assim como outros instrumentos de sopro/metais, nunca foi um dos mais procurados pelas pessoas querendo aprender música. Isso ainda é assim?
Marquinho: O saxofone realmente nunca teve uma busca como o violão, por exemplo. Isso se deve à relação de preços. Mas exatamente pelo preço mais acessível desde que houve a abertura comercial para os produtos importados, a busca por saxofones cresceu notoriamente e continua crescendo até os dias atuais.
M&M: Você é endorsee da Eagle, certo?

Sax alto SAX-510s
Marquinho: Sim, eu endosso os saxofones Eagle e a nossa história é muito interessante, exatamente pela essência. Em uma época em que eu precisava de dinheiro para finalizar uma construção, vendi os dois saxofones franceses que possuía e comprei o meu primeiro Eagle (2004), com a intenção de me suprir até eu me recapitalizar e poder comprar novamente outros franceses. Porém, o tempo foi passando e eu o utilizava para fazer shows, gravar CDs, DVDs, e notei que ele resistiu bravamente à estrada, sem requerer manutenção, como eu imaginava que iria. Foi quando percebi que eu tinha em mãos um ótimo instrumento, que me atendia muito bem em todas as situações e que definitivamente, mesmo já recapitalizado, comprar outro instrumento caro seria apenas por questão de status e não por necessidade. Faço questão de deixar registrado que, em minha opinião, existem instrumentos franceses, taiwaneses e japoneses que são excelentes e superam os nossos em alguns aspectos, como mecânica e acabamento. Mas, devido à altíssima carga tributária em nosso país, a diferença de preços ainda é muito grande e isso, somado à ótima qualidade, faz com que os saxofones Eagle continuem sendo os mais recomendados por regentes, maestros e professores sérios (que não possuem vínculos artísticos ou comerciais com outras empresas).
M&M: Que modelos de instrumentos e de acessórios você usa atualmente?
Marquinho: Eu uso a linha de instrumentos Master Series (categoria profissional) sax soprano SPX-512, sax alto SAX-510s e o sax tenor. Estou usando há pouco mais de dois anos um EMS-10, um protótipo único de um modelo signature que fui convidado a customizar em parceria com a Eagle e que, após as customizações necessárias (já concluídas), será lançado em alguns meses. Em matéria de boquilhas, utilizo Barkley em todos os saxofones devido à incrível versatilidade, que me permite executar qualquer trabalho sem precisar de malabarismos. Uso palhetas Rigotti Gold (natural) e FiberReed (sintética); abraçadeiras Silverstein Works, que são atualmente reconhecidas como umas das melhores do planeta; correias Barkley (Fit e Convert) e também o Talabarte Magno, que me permite estudar e tocar por horas, aliviando a carga do instrumento. A razão de eu utilizar esses instrumentos e acessórios é basicamente uma só: conforto. Eu escolho o meu setup e oriento as pessoas que me procuram a escolher e definir o setup norteadas pelo conforto.
M&M: Gostaria de deixar alguma recomendação para os músicos do segmento?
Marquinho: Sim, aproveito a excelente oportunidade para orientar os colegas no sentido de que tomem muito cuidado com as informações obtidas nas redes sociais, principalmente em grupos, pois infelizmente essas ferramentas deram voz a todas as pessoas, e muitas vezes a pessoa sequer chegou perto de um instrumento ou acessório, mas quando alguém pergunta: “Alguém aqui já tocou com o saxofone ‘X’? E a pessoa, geralmente para se destacar no grupo, mesmo sem conhecer de fato o instrumento (ou acessório) citado, sai escrevendo ou gravando áudio elogiando ou criticando. Esses pseudoespecialistas estão espalhados por toda a internet e muitos não se interessam em pesquisar ou estudar sobre aquilo que se propõem a debater. É uma triste realidade. Então, se aceitam uma sugestão, procurem especialistas no assunto, busquem as empresas fabricantes para obter informações. Observando que uma coisa é informação, e outra é opinião.
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Estúdio de Gravação
Ovy Ayvu cria palco real para artistas autorais em São Paulo
Publicado
2 semanas agoon
06/02/2026
A Ovy Ayvu vem se consolidando como um novo agente de fortalecimento da cena musical independente paulistana ao oferecer, de forma gratuita, estrutura profissional para gravação, produção e lançamento de artistas autorais.
Desde setembro de 2025, a produtora, que também atua como selo e gravadora, passou a desenvolver o projeto Ovy Sessions, voltado à valorização dos processos criativos e à ampliação de vozes historicamente marginalizadas no mercado.
O projeto surgiu a partir da percepção de que a produção musical independente costuma ser observada apenas pelo resultado final, sem atenção ao percurso criativo, às escolhas estéticas e às histórias que antecedem cada lançamento. A partir disso, a Ovy Ayvu transformou uma sala em um pequeno palco permanente, investindo recursos próprios para criar um espaço físico de acolhimento, escuta e criação artística, onde o tempo e o processo têm a mesma importância que a obra final.
Mais do que prestar serviços técnicos, a proposta da Ovy Sessions é democratizar o acesso à criação musical em nível profissional. O projeto busca garantir que artistas independentes possam desenvolver seus trabalhos com dignidade, qualidade técnica e cuidado estético, em condições semelhantes às de grandes produções, algo ainda pouco acessível fora dos circuitos tradicionais da indústria.
Segundo Will Felix, diretor e produtor executivo da Ovy Sessions, o projeto tem sido mantido integralmente com recursos próprios. “Inscrevi o projeto em editais de cultura, mas até agora não fomos contemplados. Todos os recursos utilizados são nossos. Seguimos buscando parcerias institucionais e investimentos para ampliar o alcance e o número de artistas atendidos”, afirma. Atualmente, a produtora lança um artista por mês, com a meta de alcançar lançamentos quinzenais, dependendo da viabilidade financeira.
A Ovy Ayvu mantém um processo seletivo permanente para novos participantes. Os critérios incluem trabalho exclusivamente autoral, trajetória independente e afinidade com a filosofia do projeto, que entende a música como presença, encontro, experiência e reflexão. O formulário de inscrição está disponível em www.ovyayvu.art.
Além das sessions, a Ovy Ayvu atua como selo e gravadora, sendo responsável por toda a produção audiovisual e digital dos artistas que passam pela casa. Os lançamentos são distribuídos pelo próprio selo, fortalecendo a autonomia artística e ampliando o alcance das obras. Já participaram do projeto artistas como Gabriela Capassi, Uma Luiza da Folha e Natânia Borges. Em dezembro, chega às plataformas o álbum de Brenda Umbelino. O formato prevê o lançamento de um single na primeira semana, seguido da session completa no canal da produtora no YouTube.
Para 2026, a Ovy Ayvu planeja expandir sua atuação com dois novos projetos: Ayvu Sessions e Sarau da Ovy, ambos voltados à circulação contínua, ao registro e à difusão de artistas independentes. A iniciativa reforça o papel da produtora como um espaço ativo de criação, formação de público e fortalecimento da música autoral no contexto urbano de São Paulo.
Music Business
Ecad e Secretaria da Cultura de SP firmam parceria sobre licenciamento musical no estado
Publicado
2 semanas agoon
05/02/2026
O Ecad e a Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo firmaram uma parceria para ampliar a conscientização e incentivar o licenciamento correto da execução pública de música em todo o território paulista.
A iniciativa reforça que o pagamento de direitos autorais é obrigatório por lei e essencial para valorizar compositores, intérpretes e demais criadores, garantindo a continuidade da produção musical.
O projeto foi lançado nesta segunda-feira (26/01), durante o encontro anual do governo estadual com gestores de Cultura dos 645 municípios paulistas. Entre as ações previstas estão orientações sobre a necessidade de autorização prévia para a execução pública de música e a realização de workshops de capacitação voltados a gestores culturais. As formações serão conduzidas pelo CULTSP PRO – Escolas de Profissionais da Cultura, programa de qualificação dedicado aos setores culturais e criativos.
Segundo Karina Guerreiro, gerente regional do Ecad em São Paulo, o estado ocupa uma posição estratégica no ecossistema musical brasileiro. “São Paulo tem um papel central na música do país, tanto pelo volume de arrecadação quanto pelo impacto cultural e econômico que gera. Essa parceria reforça nosso compromisso de orientar os gestores públicos sobre a importância do licenciamento musical correto, garantindo que os criadores sejam remunerados de forma justa”, afirmou.
Dados do Ecad indicam que São Paulo lidera a arrecadação de direitos autorais de execução pública no Brasil. Em 2025, o estado ultrapassou a marca de R$ 1 bilhão arrecadado, o que representa 51% do total nacional. O resultado evidencia a relevância paulista na promoção do licenciamento musical e seus reflexos positivos para a economia criativa e as políticas culturais.
Para a secretária da Cultura, Economia e Indústria Criativas, Marilia Marton, a parceria traz benefícios diretos aos municípios. “Conhecer e compreender os direitos autorais é fundamental para a gestão cultural, especialmente em um país onde a música é um dos principais pilares da cultura. Essa troca de conhecimento fará a diferença para os gestores e para o fortalecimento do setor”, concluiu.
Instrumentos Musicais
Como escolher produtos de manutenção sem arruinar o instrumento
Publicado
2 semanas agoon
04/02/2026
Guia prático para limpar, proteger e conservar guitarras, baixos, baterias, teclados e equipamentos sem riscos desnecessários.
Cuidar bem de um instrumento não é apenas uma questão estética. Uma manutenção incorreta pode danificar acabamentos, ressecar madeiras, comprometer componentes eletrônicos e reduzir drasticamente a vida útil do equipamento. Em um mercado cheio de produtos “milagrosos”, saber o que usar — e o que evitar — se tornou essencial para músicos, técnicos e lojas.
A regra de ouro é simples: nem tudo o que limpa é seguro para instrumentos musicais.
O maior inimigo: produtos domésticos
Grande parte dos danos irreversíveis em instrumentos vem do uso de produtos de limpeza comuns. Devem ser evitados:
- Álcool comum ou isopropílico em acabamentos pintados
- Limpador multiuso e limpa-vidros
- Silicone líquido ou em spray
- Desengordurantes
- Ceras automotivas
- Produtos com amônia ou solventes fortes
Esses produtos podem:
- Opacar ou rachar o verniz
- Reagir quimicamente com a pintura
- Penetrar em madeiras porosas
- Danificar plásticos, colas e serigrafias
- Deixar resíduos difíceis de remover
Nem todo acabamento é igual
Antes de usar qualquer produto, é fundamental saber qual é o tipo de acabamento do instrumento.
Nitrocelulose
- Muito comum em instrumentos vintage ou de inspiração clássica
- É um acabamento delicado e sensível
- Reage facilmente com álcool, silicone e solventes
- Deve ser limpo apenas com pano seco ou produtos específicos para nitro
Poliéster e poliuretano
- Mais resistentes e comuns em instrumentos modernos
- Aceitam uma limpeza um pouco mais firme, mas não solventes
- Ainda assim, o ideal é usar produtos próprios para instrumentos
Madeiras porosas (sem verniz ou apenas oleadas)
- Escalas de rosewood, ébano, pau-ferro etc.
- Nunca devem receber produtos com silicone
- Use apenas óleos ou condicionadores específicos, em pouca quantidade e poucas vezes por ano
Guia rápido: o que usar em cada caso
Guitarras e baixos
Corpo e acabamento:
- Pano de microfibra seco ou levemente umedecido
- Produtos específicos para instrumentos
- Nunca usar produtos de limpeza domésticos
Escala (rosewood, ébano, pau-ferro):
- Condicionador próprio 1 ou 2 vezes por ano
- Não encharcar a madeira
- Remover sempre o excesso
Trastes:
- Pano seco ou lã de aço fina (com extremo cuidado e protegendo os captadores)
Baterias
Cascos:
- Mesmo cuidado das guitarras: pano seco ou produto específico
- Nada de silicone ou cera automotiva
Ferragens:
- Pano seco
- Se houver oxidação leve, usar produto específico para metais aplicado no pano, nunca direto na peça
Peles:
- Apenas pano levemente úmido, se necessário
Teclados, synths e equipamentos eletrônicos
Carcaça:
- Pano de microfibra seco ou muito levemente umedecido
- Nunca borrifar líquido diretamente
Teclas e painéis:
- Produto neutro aplicado no pano
- Evitar álcool forte e qualquer solvente
Conectores:
- Limpador de contato específico, com moderação
Sinais de alerta
Se depois da limpeza você notar:
- Manchas esbranquiçadas
- Superfície pegajosa
- Perda de brilho ou mudança de cor
- Cheiro químico persistente
Provavelmente foi usado um produto inadequado.
Menos é mais
Um dos erros mais comuns é limpar demais. Excesso de produto:
- Satura a madeira
- Acumula resíduos
- Atrai poeira
- Acelera o desgaste
Na maioria dos casos, um pano seco e constância fazem mais pelo instrumento do que qualquer químico.
Manutenção sempre
A manutenção correta não depende de produtos caros nem de soluções milagrosas, mas de usar o que é adequado para cada material e evitar improvisos com produtos domésticos. Um instrumento bem cuidado preserva seu valor, sua estética e, principalmente, seu som.
Na manutenção, como no áudio: menos intervenção, mais fidelidade.
Áudio
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