A Casio anuncia ao mercado brasileiro seu mais novo lançamento, o teclado Casiotone CT-S1000V, como objetivo de redefinir o conceito de teclado tradicional e a maneira como o instrumento é tocado.
Para o lançamento oficial no país, a Casio realizou um evento, no último dia 26 de abril, no Sky Hall Terrace Bar, em São Paulo (SP), que contou com André Vasco como mestre de cerimônia e apresentações de peso de músicos como Sérgio Britto, do Titãs; Robledo Silva, do Capital Inicial; Orlan Charles, tecladista da dupla Edson e Hudson; Billy Forghieri, da Banda Blitz; e Paulinho Vaz, da Banda Supercombo, além de uma programação cheia de surpresas com mais outros 20 artistas endorsers da Casio.
Teclado que pode cantar
O CT-S1000V conta com a exclusiva tecnologia de fonte de som Vocal Synthesis da Casio, que permite aos músicos irem além da apresentação convencional, abrindo novas possibilidades criativas e oferecendo ainda mais liberdade para fomentar a expressão musical.
O instrumento não é um sintetizador ou teclado convencional, nem um simples dispositivo de produção, pois entra em um território totalmente novo e torna possível criar letras usando um celular ou tablete, e depois reproduzi-las musicalmente usando as teclas. Desta forma, os criadores podem falar ou digitar suas letras no aplicativo Lyric Creator, gratuito para Android e iOS, e exportá-las para o teclado.
Para músicos que tocam o instrumento, mas não têm uma ótima voz para cantar, o mais recente teclado digital da Casio permite acrescentar vocais à apresentação de forma totalmente intuitiva, como se uma pessoa mesmo estivesse cantando.
Publicidade
À medida que o teclado é tocado, as palavras da letra são cantadas na sequência para criar uma linha vocal. Sem se limitar a uma melodia específica, é possível se inspirar e experimentar ideias musicais diferentes. O CT-S1000V permite ainda alterar o timbre de voz, e adicionar e ajustar efeitos em tempo real enquanto toca.
O CT-S1000V vem com 100 letras já pré-integradas, mas a diversão real acontece ao criar e salvar as próprias letras no aplicativo da Casio. São 22 timbres vocais pré-definidos, cada um com sua própria personalidade característica. Cada tom de voz pode ser manipulado com controles no painel frontal de acordo com idade, gênero, vibrato e muito mais.
Uma variedade de outras configurações também está disponível para personalizar os vocais. Parâmetros como tempo de ataque, modulação, efeitos, um arpejador e uma função retrigger que produz uma série rápida de combinações de tecla quando uma tecla é mantida pressionada.
O CT-S1000V também inclui recursos de amostragem com a capacidade de gravar até 10 segundos de áudio de alta qualidade ou várias amostras de três segundos para criar batidas de bateria por meio de um conector de entrada estéreo de 1,8 polegadas. O teclado ainda é totalmente compatível com MIDI e pode ser conectado (via cabo ou Bluetooth) a um computador ou dispositivo móvel para expandir seus recursos de desempenho.
A partir de maio, o Casiotone CT-S1000V poderá ser adquirido nas lojas autorizadas Casio em todo o território nacional.
O novo pedal de overdrive amplia o circuito original com opções avançadas de mistura e controle.
A DOD anunciou o lançamento do Badder Monkey, pedal de overdrive que parte da base do consagrado Bad Monkey e incorpora novos circuitos e recursos. Longe de ser uma simples reedição, o modelo oferece abordagem mais flexível de ganho e equalização para guitarristas e baixistas.
O Badder Monkey mantém o circuito original como núcleo e adiciona dois novos circuitos, Behaved e Badder. A arquitetura inclui o Barrel Control de 360 graus, tecnologia com patente em tramitação que permite misturar qualquer par de circuitos em diferentes proporções, criando múltiplas variações de overdrive em uma única unidade.
Uma chave de três posições amplia as possibilidades. Na posição superior, o circuito Bad opera em fase com os demais; na inferior, atua fora de fase, gerando variações harmônicas mais evidentes; no centro, o Troop Mode combina simultaneamente os três circuitos, desativando o Barrel Control.
No aspecto mecânico, o pedal incorpora o StagePlate reversível, permitindo o uso com base antiderrapante ou velcro para pedalboards. A troca entre as configurações é feita com a simples inversão da placa.
Publicidade
O controle inclui knob de ganho, equalização Grunt e Screech, além de True Bypass. A alimentação é feita por entrada padrão 9V DC.
A Spector anunciou no final do ano passado a Limited Euro LX Series, uma releitura moderna de um dos seus baixos mais reconhecidos.
Inspirada no Custom Shop, a linha incorpora escala de maple, um elemento pouco comum na série Euro que acrescenta mais brilho e definição. Cada modelo também inclui headstock em maple figurado combinando e três acabamentos gloss de alto impacto.
Os instrumentos apresentam top arqueado de maple figurado sobre corpo de aliso europeu, braço neck-thru de três peças de maple norte-americano e os característicos inlays Crown em madrepérola.
O coração do som vem do Spector Legacy preamp, desenvolvido em parceria com a Darkglass Electronics, combinado com captadores EMG, resultando no clássico “Spector growl” com maior versatilidade tonal.
A série da Spector está disponível em versões de 4 cordas (34”) e 5 cordas (35”), com os acabamentos Black Cherry, Ultra Violet e Black Stain, todos com ferragens douradas.
Os modelos Black Cherry e Ultra Violet já estão disponíveis em revendedores autorizados, enquanto o Black Stain é oferecido exclusivamente pela Sweetwater.
Como proteger madeiras, acabamentos e componentes em ambientes úmidos.
A conservação de instrumentos acústicos apresenta desafios específicos em regiões tropicais, onde a combinação de altas temperaturas e umidade constante acelera o desgaste de madeiras, cordas e partes estruturais. Dados citados por associações de luteria na América Latina indicam que níveis de umidade relativa acima de 70% podem causar deformações, perda de estabilidade tonal e falhas em colagens internas.
Umidade: o principal fator de risco
Em climas tropicais, a alta umidade afeta diretamente violões, guitarras acústicas, ukuleles, violinos, contrabaixos e instrumentos de percussão feitos de madeira. Entre os efeitos mais observados, luthiers destacam:
Dilatação e retração das madeiras, causando trastejamento, abaulamento da tampa e alterações no braço.
Enfraquecimento de colas e junções internas pela absorção de água.
Envelhecimento acelerado das cordas e perda de definição tonal.
A umidade excessiva também favorece o surgimento de fungos, especialmente em instrumentos guardados por longos períodos em estojos fechados.
Controle ambiental: a medida mais eficaz
Especialistas recomendam manter a umidade relativa entre 45% e 55% como faixa segura para instrumentos acústicos. Para alcançar esse nível em regiões tropicais, as estratégias mais utilizadas incluem:
Desumidificadores portáteis em salas de ensaio, estúdios e ambientes pequenos.
Sacos dessecantes dentro de estojos rígidos.
Evitar exposição direta a locais abafados, varandas ou ambientes sem climatização.
Ao contrário das regiões secas, o uso de humidificadores internos não é indicado, pois pode agravar o excesso de umidade na madeira.
Temperatura e incidência solar
As variações térmicas influenciam diretamente o comportamento estrutural dos instrumentos. Temperaturas altas podem amolecer colas e afetar acabamentos. As recomendações incluem:
Publicidade
Não deixar instrumentos dentro de veículos.
Evitar exposição prolongada ao sol em ensaios ao ar livre.
Manter estojos afastados de fontes de calor e paredes externas.
Armazenamento seguro em regiões tropicais
A forma de guardar o instrumento tem impacto direto em sua estabilidade:
Estojos rígidos oferecem proteção superior a capas, reduzindo a influência de variações ambientais.
Armazenar o instrumento na posição vertical diminui a pressão sobre a tampa e o braço.
Em áreas costeiras, técnicos recomendam revisão semestral de ferragens devido ao risco de corrosão salina.
Manutenção periódica
Um cronograma de manutenção ajuda a prevenir danos e prolonga a vida útil:
Inspeção do ângulo do braço e do estado da ponte.
Lubrificação discreta de tarraxas e verificação dos trastes.
Limpeza com pano seco e produtos neutros, evitando ceras ou óleos inadequados.
Troca regular de cordas, que se deterioram mais rapidamente em ambientes úmidos.
No caso de instrumentos de percussão, como congas e bongôs, o cuidado com peles naturais é essencial, já que absorvem umidade com facilidade.
Por que o clima tropical exige atenção constante
Luthiers de vários países observam que a degradação em climas quentes e úmidos ocorre de forma cumulativa. Pequenas variações diárias de temperatura e umidade modificam continuamente o comportamento das madeiras, exigindo monitoramento frequente e estratégias preventivas mais rigorosas do que em regiões de clima seco ou temperado.