Amplificadores
Review: Micro Ampli de bolso da Joyo e Flanger
Testamos os micro amps da Joyo e Flanger. Quem nunca precisou estudar ou tirar aquela música para o repertório e se deparou com locais ou situações que impossibilitassem tais práticas
Pensando em portabilidade, muitas empresas começaram a desenvolver os micro amps ou amplificadores de bolso. A idéia começou com as empreas chinesas e agora várias marcas famosas, como a Vox, por exemplo, possuem sua versão. Neste review, falaremos sobre dois modelos.
O Preppy Style F1 da marca chinesa Flanger. O que é interessante nestes tipos de produto é que não importa onde esteja, você poderá desfrutar da sua música sem perturbar outras pessoas. Essa é a principal proposta do Preppy Style F1.
E o JA-03, da também chinesa Joyo, um micro amplificador que inspira diversão (e prática) e oferece um som que, de acordo com o site da empresa, qualquer guitarrista inspirado irá apreciar.

Joyo micro amp: prático para estudar
As empresas dos micro amps de bolso: conhecendo quem fabrica
Flanger
A Flanger Music começou sua história com um afinador de violão com clip, com a evolução tecnológica e de mercado, a empresa vêm ampliando sua linha de acessórios para supriras necessidades dos músicos. A empresa trabalha em quatro categorias: acessórios profissionais, sintonizador/metrônomo, pads de bateria e amplificadores de guitarra.
Joyo
A Joyo Technology é uma empresa especializada na fabricação e comercialização de produtos digitais. Seus principais produtos incluem: pedais de efeitos, amplificadores de guitarra, amplificadores valvulados, metrônomos, afinadores, sistemas EQ, controladores de pedais, sintetizadores, sistemas sem fio, cabos de áudio e fontes de alimentação portáteis entre outros. A empresa tem apoio de vários especialistas do setor e também sua própria tecnologia de núcleo acústico, vem trabalhando focando em desenvolver tecnologia e design próprio de seus produtos musicais.
Primeiras impressões dos micro amps
O Preppy Style F, da Flanger, cabe na palma da mão e realmente pode ser facilmente levado no bolso. O funcionamento parece ser bem simples, uma chave On/Off e três controles gerais, que são: Volume (controla volume de saída no fone), Tone (controle a tonalidade e permite regular entre som mais grave ou mais agudo) e o Gain (controle o nível de distorção). O PSF1 possui ainda uma entrada auxiliar (P2), uma saída (P2) para fones de ouvido e ainda uma porta USB para carregamento de bateria.
O Joyo JA–03, assim como o Preppy Style, é bem compacto e cabe na palma da mão. O funcionamento também é bem simples, uma chave On/Off e três controles gerais, que são: Volume (controla volume de saída no fone), Tone (controle a tonalidade e permite regular entre som mais grave ou mais agudo) e o Gain (controle o nível de distorção). O JA-03 também possui uma entrada auxiliar (P2) e uma saída (P2) para fones de ouvido. É abastecido por 2 pilhas AAA. Esse modelo em específico tem uma proposta Metal e promete entregar um som próximo ao de amplificadores de high-gain.
Hora do teste: micro amps Flanger e Joyo
Para esse teste usamos uma guitarra Fender Stratocaster e um fone de ouvido SuperLux HD668B, a idéia foi recriar uma situação de estudo/prática utilizando os micro amps. Os controles de cada micro amp vão de 0 a 10, para facilitar usaremos “G” para Gain, “T” para Tone e “V” para Volume. Exemplo, Volume 10 (V-10).
Os áudios foram captados através de um mixer XXL Mr. Brown, todas as faixas estão com a mesma EQ e volume.
Testando o micro amp Preppy Style F1, da Flanger
A proposta desse micro amp é trazer um som baseado em um Marshall Super Lead100, vamos ver como ele se comporta de acordo com as variações dos controles.
Regulagem: G-1, T-5, V-8.
Esse é o mais próximo do som clean que vamos chegar. Tocando acordes nota-se uma saturação bem leve, porém ao tocar notas por notas, conseguimos sentir o som mais limpo. A resposta ao ataque da palheta é muito bom e não possui atraso. Se você secar minimamente o Volume do instrumento, vai conseguir limpar ainda mais o som.
Regulagem: G-3, T-5, V-8.
Nesse estágio o amp entrega um drive leve, algo como um crunch de amp valvulado, se você tirar um pouco do Tone no instrumento você irá conseguir um som meio bluesy.
Regulagem: G-5, T-5, V-8.
Aqui já conseguimos um drive um pouco mais carregado meio ao estilo ACDC com um bom sustain e boa entrega de harmônicos.
Regulagem: G-8, T-5, V-10.
Se você gosta de um som de plexi, aqui já temos aquele som do canal 1 do Marshall Super Lead 100, com muito punch, bastante agressivo e brilhante.
Regulagem: G-10, T-5, V-10.
Rock ‘n’ Roll define!
Testando o micro amp JA-03, da Joyo
Esse micro amp tem sonoridade baseada em amplificadores High Gain, ideal para aqueles querem guitarras distorcidas e pesadas. Vamos ver como ele se comporta:
Regulagem: G-1, T-5, V-8.
Com o Gain no 1, conseguimos um som clean, mas com bastante graves. Tocando acordes percebe-se bem essa sobra de graves com pouco médio e presença razoável de agudos. A resposta ao ataque da palheta é bem fiel e não possui atraso. O volume é relativamente baixo.
Regulagem: G-3, T-5, V-8.
Com um pouco mais de ganho o JA-03 começa a “timbrar” melhor, os médios aparecem, porém, acredito que o clean não seja o forte desse amp.
Regulagem: G-5, T-5, V-8.
Aqui temos uma espécie de crunch meio fuzzy. O som não chega a ser um fuzz pesado, porém a forma com que os graves aparecem “gordos” lembram bastante um fuzz.
Regulagem: G-8, T-5, V-10.
Pronto, sinto que chegamos no “sweet spot” deste micro amp. Som característico de heavy-trash-metal. Legal para bases, porém não muito interessante para solos.
Regulagem: G-10, T-5, V-10.
Noise land, distorção e barulho!
Pontos Positivos
O Preppy Style F1, da Flanger, mostrou-se versátil e poderoso. Com um ótimo range de possibilidades e um excelente volume de saída, ele pode se tornar uma ferramenta muito útil para guitarristas e até mesmo baixistas. Achei bastante divertido e prático, acredito que no dia-a-dia o Preppy Style F1 ajudará muitos a aprimorarem sua técnica e se aprofundarem mais nos estudos. Um ponto bastante positivo é que pode ser carregado via USB e, segundo o fabricante, sua bateria suporta até 15hrs de uso.
O JA-03, da Joyo, entrega o que se propõe, possui o som do metal e acho que assim como o PSF1, ele pode se tornar uma ferramenta muito útil para guitarristas e baixistas.
- Controles
- Traseira
- Entrada Auxiliar: para tocar junto com sua track favorita
- Joyo na guitarra
- Flanger na guitarra
- Flanger micro amp
Pontos Negativos
Acho que os desenvolvedores do Preppy Style F1, poderiam ter trabalhado um pouco mais no timbre. Acho que faltou pouco para ser excelente, mas mesmo assim ainda vale muito a pena.
O JA-03, da Joyo, já sai atrás do seu concorrente pelo seguinte ponto: é abastecido por 2 pilhas AAA, enquanto o PSF1 é carregado via USB. É um amp menos versátil, o que não é necessariamente ruim, mas acho que para estudo não é tão indicado, justamente por não ser tão equilibrado. Também possui menor volume de saída que seu concorrente.
Um ponto em que ambos os fabricantes pecaram foi a marcação dos potenciômetros, não existe numeração, o que ajudaria bastante na questão da regulagem. Para chegar em uma forma de regulagem, desenvolvemos uma técnica especial (conforme GIF) onde cada potenciômetro tem duas voltas completas, sendo assim 1 volta que corresponderia a metade equivale a 5 numa escada de 0 à 10.
Considerações Finais
Os micro amps realmente são muito divertidos e, como disse anteriormente, tenho certeza que ajudarão muitos a aprimorarem sua técnica e se aprofundarem nos estudos por se tratarem de equipamentos compactos e de fácil manuseio e ter portabilidade. Claro, não se deve pensar ao adquirir um micro amp que ele será solução para seu timbre e muito menos que terá o timbre de um Marshall Plexi (no caso do Preppy Sytle F1) reproduzido fielmente, porém, ambos possuem excelente custo x benefício e preço é relativamente baixo, na faixa de R$100 cada. Ambos entregam sonoridade característica dentro de sua proposta, porém se fosse para escolher um, ficaria com o Preppy Style F1 por alguns motivos como: versatilidade, volume de saída e carregamento US
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Amplificadores
Hartke lança o cabeçote de baixo TX7500 de 800 W
Novo modelo leve combina potência para palco e recursos de conexão para estúdio.
Hartke anunciou o lançamento do TX7500, novo cabeçote de baixo que amplia a linha de amplificadores leves da série TX.
O modelo foi projetado para baixistas que atuam tanto em palco quanto em estúdio, combinando alta potência com portabilidade.
Potência para rigs de grande porte
O TX7500 entrega 800 watts a 4 ohms, permitindo alimentar desde setups compactos até sistemas de amplificação maiores.
O equipamento possui saídas 1/4” e SpeakOn, possibilitando conexão com diferentes tipos de caixas de baixo.
O sistema também inclui ventilação ativa por ventoinha, permitindo operação contínua em apresentações ou sessões prolongadas.
Construção leve para músicos em turnê
O cabeçote utiliza chassi metálico, desenvolvido para suportar o uso em turnês e transporte frequente.
Mesmo com essa construção robusta, o equipamento pesa cerca de 3,8 kg (8,5 lb) e conta com alça integrada para facilitar o transporte.
Pés de borracha de grande tamanho ajudam a manter o amplificador estável sobre a caixa mesmo em volumes elevados.
Recursos de timbre e gravação
O TX7500 também inclui funções voltadas para gravação e modelagem de timbre:
- controle de Drive para adicionar saturação
- compressor para controle de dinâmica
- equalizador gráfico e controles de frequência
- botões Brite e Shape para ajuste de agudos e graves
O modelo também oferece loop de efeitos com conexões send/return de 1/4” e saída direta XLR com ground lift, permitindo enviar sinal direto para sistemas de PA ou interfaces de gravação.
Amplificadores
MESA/Boogie revive o 90s Triple Rectifier Solo Head
Versão de alta potência de um dos amplificadores mais influentes do rock.
A MESA/Boogie anunciou o lançamento do 90s Triple Rectifier Solo Head, um amplificador de alta potência que se posiciona como o “irmão mais potente” do lendário Dual Rectifier e um dos modelos mais influentes na história do som da guitarra moderna.
Desde seu lançamento original em 1992, a família Rectifier se tornou referência no universo do rock e do heavy metal, ajudando a redefinir o som de alta distorção característico desses estilos. Esses amplificadores ficaram conhecidos por criar verdadeiras paredes de som com alto ganho, ideais para riffs pesados, afinações graves e linhas de baixo marcantes que marcaram uma geração.

A nova versão do Triple Rectifier chega com uma estética “blackout” em edição limitada, incluindo chassi preto, controles Speed Knobs também em preto e o clássico painel frontal Diamond Plate em acabamento escuro. O visual reforça a identidade agressiva e poderosa do amplificador.
Na parte traseira, o equipamento revela um conjunto adicional de válvulas de retificação e potência que formam uma parede de vidro iluminado, antecipando o impacto sonoro liberado ao acionar o interruptor de standby. Esse design ajuda a consolidar o Triple Rectifier como um verdadeiro ícone do rock.
Amplificadores
Aguilar tem o novo Tone Hammer 210 Combo
A Aguilar anunciou o lançamento do Tone Hammer 210 Combo, um novo amplificador combo para baixo.
Desenvolvido para oferecer o som, a resposta e o desempenho de um sistema completo da marca em situações em que o espaço é limitado, mas o timbre e a confiabilidade continuam sendo fundamentais.
Pensado para baixistas profissionais, o Tone Hammer 210 Combo não foi concebido como uma solução “reduzida”. Segundo a marca, o projeto partiu dos ambientes reais de trabalho do músico: palcos pequenos e médios, estúdios, fossos de teatro e templos, onde a clareza sonora, a consistência e as saídas diretas são tão importantes quanto o volume no palco.
O equipamento é construído em torno de um gabinete 2×10 em orientação vertical, que combina portabilidade com uma projeção mais natural e uma sensação de palco mais próxima à de um rig tradicional. Sua altura é semelhante à de um cabeçote Tone Hammer com uma caixa SL 410, facilitando que o baixista se ouça com clareza sem a necessidade de volume excessivo. O módulo do amplificador é fisicamente separado do gabinete, preservando o volume interno e a ressonância acústica, evitando o caráter “embarrado” típico de muitos combos.
O gabinete é equipado com dois falantes cerâmicos de 10 polegadas desenvolvidos especialmente pela Aguilar, inspirados na série DB. Esses alto-falantes oferecem graves firmes e controlados, médios definidos e uma resposta clara que se mantém presente na mixagem ao vivo.
Na parte superior encontra-se uma versão de 300 watts do amplificador Tone Hammer de segunda geração, que entrega o caráter sonoro característico da série: quente, rico e com inspiração valvulada, mas com flexibilidade para ir de sons vintage a timbres mais modernos.
O painel traseiro foi projetado para atender às exigências atuais, com duas saídas XLR para roteamento ao PA e monitoramento ou in-ear, respostas a impulso de gabinete integradas para um som direto consistente e compatibilidade com o aplicativo Aguilar Cabinet Suite para edição via computador. O combo também inclui saída para fones de ouvido e entrada auxiliar para prática silenciosa, além de um novo sistema de refrigeração ultrassilencioso, adequado para estúdios e ambientes sensíveis a ruído.
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