Os 10 melhores pedais wah-wah internacionais de 2020
Confira aqui uma análise dos 10 melhores pedais wah-wah de marcas estrangeiras disponíveis em 2020 para que seu som de guitarra tenha ainda mais expressão!
Por conta da natureza relativamente simples do efeito wah, existe no mercado uma enorme variedade de opções disponíveis quando se trata da escolha dos melhores pedais de wah. No entanto, embora a mecânica do wah tenha permanecido praticamente inalterada ao longo dos anos, recentemente sua caixa pesada e volumosa foi reduzida o que gerou vários novos formatos seguindo a tendência de mini pedais para efeitos de guitarra.
Confira a seguir os 10 pedais escolhidos:
1. Dunlop Cry Baby Mini 535Q
O melhor pedal wah por sua versatilidade e portabilidade.

Controles: Boost switch, seletor de faixa, controle de volumen e controle Q | Plugues: entrada, saída, potencia | Bypass: True bypass | Requisitos de energia: fonte de alimentação de 9V, bateria de 9V
- Adapta-se perfeitamente à sua pedaleira
- Grande capacidade de ajuste
- O interruptor Boost é ideal para solos
O Cry Baby é talvez o pedal de wah mais conhecido e um padrão da indústria em todo o mundo, mas esta mini-encarnação mais recente oferece variação suficiente para todos os músicos e ocupa um espaço mínimo nas pedaleiras. Há um indutor Fasel vermelho a bordo do wacka-wacka com voz vintage, além de vários extras para adaptar o wah às suas preferências pessoais.
A chave entre eles é a escolha de quatro faixas de frequência para passar de sweeps mais baixos a mais altos, enquanto um botão Q ajusta a intensidade do efeito. Os solistas também terão prazer em notar o interruptor boost, que envolve um aumento de até 16 dB para realmente fazer esses trechos dispararem.
2. Electro-Harmonix Wailer Wah
O melhor pedal wah para guitarristas com orçamento limitado

Controles: nenhum | Plugues: entrada, saída e potencia| Bypass: True bypass | Requisitos de energia: fonte de alimentação de 9V, bateria de 9V
- Super acessível
- Leve
- Ótimo som pelo preço (custo x benefício)
- O sistema mecânico não é para todos
O Wailer Wah é essencialmente a versão da EHX do Cry Baby, mas com vários ajustes contemporâneos. Obviamente, o principal é o preço, mas a empresa também reduziu o peso, facilitando a manipulação das pedaleiras.
Crucialmente, o tom foi revisado, com o sweep de faixa alta de de wah substituído por uma transição suave e redonda entre graves e agudos e uma qualidade rica e quase sintetizada. Ele ainda usa a abordagem mecânica de pinhão e cremalheira, que certamente pode ser sentida sob os pés, mas a relação tonal por dólar gasto supera quaisquer dúvidas menores em relação à sensação.
3. Vox V847-A Wah
Este durável e acessível pedal é um dos favoritos e ainda continua sendo forte.

Controles: nenhum | Plugues: entrada, saída, potência | Bypass: Buffered | Requisitos de energia: fonte de alimentação de 9V, bateria de 9V
- Aparência elegante
- Funcionalidade simples
- Preço acessível
- O acesso à bateria pode ser difícil
Não dá para confundir o acabamento cromado do Vox V847, juntamente com o Cry Baby, é um elemento básica das pedaleiras em todo o mundo, e isso se deve principalmente a duas coisas: seu preço e sua simplicidade.
É verdade que não há características adicionais aqui, e o acesso à bateria não é ideal, mas seu peso satisfatório o mantém enraizado no lugar, enquanto o mecanismo é mais suave do que muitos de seus concorrentes. Fundamentalmente, o tom também está lá, com um indutor reprojetado, destinado a simular o original, como usado por Page e Hendrix, e uma entrada amortecida para manter seu tom sob controle.
4. Morley Steve Vai Bad Horsie 2 Contour Wah
O melhor pedal wah, se você quiser um do tipo sem interruptor

Controles: interruptor de contorno, nível, contorno | Plugues: entrada, saída, potência | Bypass: Buffered | Requisitos de energia: fonte de alimentação de 9 V, bateria de 9 V
- Muita capacidade de ajuste
- Fácil de usar
- Menos manutenção necessária
- Tom wah de estilo martelo não é possível
A Morley é famosa por sua variedade de wahs sem switch com mola, o que significa que você não precisa pisar no pedal com um interruptor de pedal; você coloca o pé no wah e começa a trabalhar quando quiser se divertir. No entanto, isso significa que é buffered em vez de true bypass, e que tons de wah de estilo martelo estão fora de questão para todos os músicos, exceto aqueles com um pé mais confiante.
Ainda assim, este modelo característico de Steve Vai é um bom exemplo, com um sweep especialmente vocal e muita gama média, enquanto um modo Contorno adicional fornece a opção de ajustar a frequência e o tom. Além disso, com o design eletro-óptico da Morley, não há chance de que você precise substituir o pot no futuro.
5. Dunlop Cry Baby GCB-95
O padrão da indústria ainda dá o tom certo

Controles: nenhum | Plugues: entrada, saída, potência | Bypass: Buffered | Requisitos de energia: fonte de alimentação de 9V, bateria de 9V
- Obtém sons suaves de wah
- Corta o som
- Design testado e aprovado
- Sem ajuste
Houveram muitas interações do Cry Baby ao longo dos anos e muitas versões do wah de menor preço no catálogo da Dunlop, mas o GCB95 é ideal para iniciar. A sua versão mais recente é talvez a melhor. Agora está equipado com o indutor Fasel vermelho encontrado em vários wahs vintage para um sweep mais doce, enquanto um potenciômetro Hot Potz de 100k ohms cria um dos sons wah mais suaves do mercado.
Claro, você não está recebendo sweep ajustável, boosts ou qualquer outra coisa, mas o sweep agressivo do GCB95 o torna um dos melhores wah para cortar através de faixas de distorção.
6. Fulltone USA Clyde Standard
O melhor pedal wah para autênticos tons de Hendrix e Clapton

Controles: Ressonância (interna) | Plugues: entrada, saída, potência | Bypass: True bypass | Requisitos de energia: fonte de alimentação de 9V, bateria de 9V
- Ajustável
- Robusto
- Se é bom o suficiente para Jimi…
- Não é grande coisa
Ainda amplamente considerado como a melhor recreação do wah original Vox Clyde McCoy, que foi o mesmo modelo usado por Jimi Hendrix e Eric Clapton, o Clyde Standard da Fulltone usa um indutor de halo feito à mão, com controle de ressonância interna adicional para ajustar baixos e ganho.
É também uma melhoria em relação ao original, com menos ruído, construção mais consistente e pot wah duradouro: as versões mais recentes do pedal também apresentam um controle de boost/amortecimento comutável para operação mais amigável com fuzz. Quando se trata da coisa real, McCoy, não tem nada melhor do que isso.
7. Dunlop CAE Wah Pedal
Um dos pedais wah-wah mais versátil que você pode comprar

Controles: Boost level, boost kickswitch, Fasel kickswitch; Q, ganho (interno) | Plugues: entrada, saída, potência | Bypass: True bypass | Requisitos de energia: fonte de alimentação de 9V, bateria de 9V
- Uma colaboração poderosa
- Indutores Fasel vermelhos e amarelos
- Cargas de ajustabilidade
- Não é barato
A equipe de design do Cry Baby da Dunlop fez parceria com a lenda em design de plataformas Bob Bradshaw, da Custom Audio Electronics, para este wah que abrange tudo. Não apenas inclui indutores Fasel vermelhos e amarelos para alterar a ressonância do sweep, mas também possui um MXR MC401 Boost/LineDriver embutido.
Ambas as opções podem ser alteradas em tempo real através dos comutadores laterais do pedal, enquanto também existem pots internos para ajustes de ganho e Q. Um botão CTS duradouro, true bypass e indicadores LED completam as especificações impressionantes.
8. Hotone Soul Press
Você quer wah, volume e expressão? Este é o melhor pedal wah para você

Controles: interruptor de modo, valor inferior de volume | Plugues: entrada, saída, potência | Bypass: True bypass | Requisitos de energia: fonte de alimentação de 9V, bateria de 9V
- Pedal multiuso
- Som mais completo do que o Cry Baby
- Ideal para leads distorcidas
- O som pode ser muito para alguns
Um pouco maior que o Cry Baby Mini, o Hotone Soul Press é uma raridade no mundo wah, oferecendo capacidades de wah, volume e expressão. Seu tom lembra o Cry Baby, mas possui um sweep mais áspero e cheio de voz que atinge um ponto doce entre a ressonância de gama alta e baixa.
Deve-se notar que o som está longe de ser sutil, tornando-se um ótimo recurso para leads distorcidos, mas não tanto para os fãs do wah vintage. Ele também tem uma execução bastante curta, o que não é ideal para pés grandes, mas os modos perfeitamente funcionais de volume e expressão valem o preço pago.
9. Xotic XW-1 Wah
O pedal wah de estilo vintage mais versátil

Controles: Bias, Wah-Q, agudos, graves; ganho de entrada, faixa de frequência de ressonância wah (interna) | Plugues: entrada, saída, potência | Bypass: True bypass, buffered | Requisitos de energia: fonte de alimentação de 9V, bateria de 9V
- Aparência elegante e descolada
- Controle versátil
- Construção e características premium
- Este wah boutique tem um preço a pagar
Para o glamuroso XW-1 Wah, a boutique americana Xotic Effects procurou fixar o som do altamente procurado Clyde McCoy original, cortesia de um indutor de halo. O fator de versatilidade é bastante aumentado com a adição de controles de bias, wah-Q, agudos e graves, com os botões de EQ oferecendo até 15 dB de aumento ou corte.
Existem até controles internos para ganho de entrada, além de chaves DIP internas para ajustar a faixa de frequência de ressonância wah. Com ele você também irá obter comutação de bypass real baseada em relé, uma caixa ligeiramente reduzida em relação a outros wah padrão, um circuito de amortecimento para uso com fuzzes fugazes, tensão ajustável do balancim e um pivô de bucha de nylon autolubrificante para reduzir guinchos.
10. Boss PW-3 Wah
Um wah-wah totalmente analógico que se destaca na multidão

Controles: Vintage / Rich switch | Plugues: entrada, saída, potência | Bypass: Buffered | Requisitos de energia: fonte de alimentação de 9V, bateria de 9V
- Aparência única
- Extensas opções de som
- Ótima relação qualidade-preço
- O look não é para todos
O PW-3 é totalmente analógico e fica em algum lugar entre o tradicional e o mini Cry Baby em termos de tamanho.Seu chassi fundido a pressão marca um diferencial estético entre a multidão. Seu tom também o diferencia, com a escolha de dois sons diferentes de wah, passado e presente.
A opção Vintage marca uma aproximação aos sons de Hendrix/Clapton do passado com uma queda nos graves, mas mudar para Rich mantém as baixas frequências e aumenta a saída para um som gutural que implora para ser combinado com chicotes de ganho. Existem melhores opções para ambos os sons individuais, mas é a combinação dos dois que dá ao PW-3 um espaço aqui.
Autor: Michael Astley-Brown. Artigo postado originalmente em MusicRadar.
Tradução e adaptação de texto: Música & Mercado
Músico
Cena independente perde Michel Kuaker
Guitarrista, produtor e fundador do Wah Wah Studio, ele trabalhou com nomes da cena alternativa e seguia ativo à frente do selo Black and Roll Recordings.
O mercado de música independente perde não só um músico, mas uma peça de bastidor que ajudava a dar forma ao som de artistas, bandas e selos. Michel Kuaker, guitarrista e produtor musical com longa atuação em São Paulo, morreu nesta semana, segundo homenagens publicadas por pessoas e perfis ligados à cena underground e ao seu círculo profissional.
Kuaker construiu uma trajetória que passava por palco, estúdio e direção criativa. Ele iniciou a carreira nos palcos no começo dos anos 1990 com a banda Yo Ho Delic e, na sequência, tocou com a Vertigo, projeto ligado ao cantor Dinho Ouro Preto. Nos anos seguintes, consolidou seu nome principalmente como produtor e dono do Wah Wah Studio, em São Paulo.
O estúdio ajudou a moldar parte da sonoridade da cena alternativa
Ao lado do músico e produtor Mitar Subotic, Kuaker participou da criação do Wah Wah Studio, espaço que se tornou referência para artistas e projetos ligados ao rock, ao punk e a vertentes alternativas da produção paulistana. Seu nome aparece associado à produção, gravação ou mixagem de trabalhos de artistas e bandas como Edgard Scandurra, Supla, Blind Pigs, Inocentes e outros nomes do circuito independente.
Mais do que produtor de estúdio, Kuaker operava como articulador sonoro de uma rede criativa que unia artistas, selos e repertórios fora do centro mais comercial do mercado. Essa leitura se sustenta pelo volume e pela diversidade dos créditos públicos associados ao seu trabalho ao longo dos anos.
Black and Roll mantinha Michel Kuaker em atividade recente
Nos trabalhos mais recentes, Kuaker aparecia à frente da Black and Roll Recordings, selo paulistano fundado em 2024 e associado a lançamentos independentes.
Michel Kuaker deixa a esposa, Natascha, além de uma rede ampla de amigos e colaboradores que conviveram com sua atuação musical e humana.
O velório será hoje (09/04) entre as 16:00 e 20:00 no Funeral Velar Morumbi, sito na Av. Giovanni Gronchi, 1358.
Lojista
A onda do “pro-am”: sua loja está preparada?
Músicos amadores impulsionam a demanda por equipamentos de nível profissional para home studio e live streaming.
Nos últimos anos, o mercado musical vem consolidando um perfil de consumidor que desafia as categorias tradicionais: o pro-am (professional-amateur). Trata-se de músicos não profissionais — ou sem dedicação exclusiva — que investem em equipamentos comparáveis aos utilizados em estúdios, produtoras e palcos profissionais, tanto para produção musical em casa quanto para transmissões ao vivo.
Longe de ser um fenômeno marginal, essa tendência está redefinindo a relação entre fabricantes, lojas especializadas e usuários finais.
O que impulsiona o consumidor pro-am
O crescimento do home studio e do live streaming musical responde a uma combinação de fatores. Por um lado, o acesso a plataformas de distribuição e monetização digital reduziu as barreiras de entrada para publicar músicas, oferecer aulas, realizar showcases ou transmitir apresentações a partir de casa. Por outro, os avanços tecnológicos em interfaces de áudio, microfones, controladores e softwares profissionais tornaram acessíveis ferramentas que antes eram exclusivas de ambientes corporativos ou de broadcast.
Nesse contexto, muitos músicos amadores já não buscam “produtos de entrada”. Buscam qualidade sonora, estabilidade e confiabilidade — atributos tradicionalmente associados a equipamentos profissionais.
Do hobby à mentalidade profissional
A mudança não é apenas técnica, mas também cultural. O consumidor pro-am adota rotinas, critérios e referências do universo profissional: compara especificações, pesquisa fluxos de trabalho, acompanha recomendações de engenheiros e criadores de conteúdo e prioriza marcas com reputação em ambientes exigentes.
O resultado é um músico que grava em casa com padrões próximos aos de estúdio, cuida de toda a cadeia de áudio e entende que a qualidade técnica faz parte de sua identidade artística, mesmo que a música não seja sua principal fonte de renda.
Impacto no varejo especializado
Para lojas de instrumentos musicais e áudio profissional, esse perfil representa oportunidades claras — e também desafios. O pro-am não compra por impulso nem apenas por preço. Ele valoriza orientação técnica, demonstrações práticas e soluções integradas.
Kits de gravação, pacotes para streaming, combinações de microfone, interface e software, ou sistemas compactos para uso ao vivo tornam-se mais atrativos do que produtos isolados. Além disso, esse consumidor evolui rapidamente: retorna para novas compras, atualiza e expande seu sistema com maior frequência do que o amador tradicional.
Educação e conteúdo como diferencial
Outro aspecto relevante do pro-am é a busca constante por conhecimento. Tutoriais, workshops, comparativos e conteúdos educativos influenciam diretamente a decisão de compra. Para o varejo especializado, isso transforma a educação do cliente em uma ferramenta estratégica: não apenas vender equipamentos, mas explicar por que e como utilizá-los melhor.
Lojas que oferecem clínicas, demonstrações ao vivo, conteúdo próprio ou suporte pós-venda fortalecem o relacionamento com esse público e se posicionam como parceiras técnicas, e não apenas como pontos de venda.
Um mercado que veio para ficar
Tudo indica que a onda pro-am não é passageira. A profissionalização do consumo musical, mesmo fora dos circuitos tradicionais, reflete uma mudança estrutural na forma de criar, compartilhar e monetizar música. Para fabricantes e varejistas, compreender esse perfil — suas motivações, expectativas e hábitos — será fundamental para sustentar o crescimento em um mercado cada vez mais híbrido entre o amador e o profissional.
Audio Profissional
Subwoofer CRMS-LFE18sl mkII da Alcons Audio com design ultrafino
Sistema LFE incorpora driver de 18” e resposta estendida para aplicações de alta exigência.
A Alcons Audio anunciou o CRMS-LFE18sl mkII, um subwoofer de perfil ultrafino desenvolvido para aplicações de alta exigência em ambientes de cinema, estúdios e espaços de mixagem profissional.
O modelo faz parte da série CRMS (Cinema Reference Monitor Systems) e foi projetado como um sistema LFE (Low Frequency Effects), com foco em oferecer reprodução precisa em baixas frequências, com controle de transientes e resposta linear.
O sistema integra um driver de 18 polegadas de alta excursão com dupla bobina de 3”, capaz de atingir deslocamentos de até 30 mm, o que permite maior faixa dinâmica em comparação com subwoofers convencionais.
Um dos diferenciais do CRMS-LFE18sl mkII é seu design compacto, com profundidade reduzida, o que facilita sua instalação em espaços limitados, permitindo configurações em parede, teto ou estruturas suspensas sem comprometer o desempenho acústico.
O subwoofer oferece uma resposta em ambiente que pode se estender abaixo de 10 Hz, juntamente com alta precisão na reprodução de impulsos, características essenciais para aplicações onde a fidelidade em baixas frequências é crítica.
Para sua operação, o sistema foi otimizado para trabalhar com controladores amplificados dedicados da marca, que integram processamento específico para ajuste de fase, otimização de resposta e compensação de cabeamento, com o objetivo de manter consistência em diferentes configurações.
O CRMS-LFE18sl mkII é voltado para estúdios de pós-produção, salas de mixagem, cinemas de alto padrão e ambientes onde se exige reprodução precisa de efeitos de baixa frequência, consolidando a tendência de soluções de alto desempenho em formatos mais compactos.
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