Eagle apresenta novos modelos para a série Master
Publicado
8 anos agoon
Série da Eagle foi ampliada para oferecer mais opções de violões e baixolões para os músicos, com diferentes madeiras, acabamentos e muitas características próprias.
A série de violões e baixolões Master, da Eagle, nasceu com dois modelos lançados inicialmente, o EMD 660 e o EMA 663, que têm as mesmas características de construção, diferindo apenas no formato — um dreadnought e um auditorium.
Esta série foi muito bem-aceita pelo mercado, por isso a Eagle decidiu lançar mais modelos com novas alternativas de madeiras e acabamentos, além de opções de 12 cordas e também baixolões.
“O lançamento desses novos produtos foi uma necessidade natural de ampliar a série Master. Eles são desenvolvidos no Brasil e fabricados na Ásia”, disse Wagner Camoleze, coordenador de marketing e design da Eagle.
São oito violões e dois baixolões, totalizando dez lançamentos:
- EMA 433 CE, com tampo, laterais e fundo em koa.
- EMD 270 CE, com tampo em sitka spruce e laterais e fundo em ovangkol.
- EMD 370 CE, com tampo em sitka spruce e laterais e fundo em zebrano.
- EMD 430 CE, com tampo, laterais e fundo em koa.
- EMD 470 CE, com tampo em sitka spruce e laterais e fundo em koa.
- EMD 430 CE12 (12 cordas), com tampo, laterais e fundo em koa.
- EMD 470 CE12 (12 cordas), com tampo em sitka spruce, laterais e fundo em koa.
- EMD 477 CE7 (7 cordas), com tampo em sitka spruce, laterais e fundo em koa.
- EMB 90 CE (baixolão 4 cordas), com tampo, laterais e fundo em mogno.
- EMB 97 CE5 (baixolão 5 cordas), com tampo, laterais e fundo em mogno.
Todos os modelos da série Master possuem tampo sólido, captação híbrida (piezo + microfone interno) Fishman Presys Blend e acompanha estojo rígido exclusivo da Eagle.
Quer saber mais? O Wagner explica tudo a seguir.
M&M: Por que vocês consideram que o violão de 7 cordas é o lançamento mais especial?
Wagner: O conceito para um violão folk de 7 cordas surgiu em uma reunião com nosso endorser Leo Mancini, quando apresentei o projeto de ampliar a série Master e solicitei a ele algumas sugestões, assim como fizemos com outros músicos parceiros. A ideia partiu de uma necessidade prática do Leo (na época guitarrista da banda Noturnall). Eles estavam elaborando apresentações com versões acústicas de algumas músicas compostas para guitarra de 7 cordas que, na adaptação para o violão, perdiam muito do “punch”, além de exigirem certos contorcionismos por causa de afinações alternativas.
Quando Leo lançou a pergunta inusitada: “Vocês já pensaram em fabricar um violão folk de 7 cordas?”, a reação instantânea foi de perplexidade. Fizemos ali mesmo uma rápida pesquisa por instrumentos disponíveis no mercado e constatamos que não havia essa opção. É sempre instigante poder apresentar algo novo e esta se mostrou uma aposta acertada, pois o resultado ficou acima das expectativas.
M&M: Por que escolheram a captação Fishman Presys Blend?
Wagner: Os modelos anteriores, e ainda em linha, EMD 660 e EMA 663, assim como toda a linha de entrada Eagle, possuem captação e pré-amplificação Promix, desenvolvidas pela Eagle e com qualidade e características semelhantes ao Presys Blend. A Fishman é uma marca referência de mercado e incluímos essa captação nos novos modelos não só como um upgrade, mas para que os consumidores possam comparar objetivamente ambos e constatar que nossa captação também é de excelente qualidade.
M&M: Os lançamentos já estão à venda?
Wagner: Sim, os novos modelos já estão disponíveis e a aceitação de clientes e músicos tem sido ótima. Alcançamos o objetivo de ampliar nossa série premium com modelos que já eram demandados há bastante tempo, como os de 12 cordas e baixolões, e ainda com uma excelente relação investimento/retorno, que os coloca em posição de competir com os melhores instrumentos do mercado.
Entre as ações iniciais de lançamento, fizemos um vídeo em parceria com o Cifra Club, e alguns dos novos modelos já estão em uso nas videoaulas, com alcance para mais de 4 milhões de inscritos somente no YouTube. Também estamos preparando um evento em parceria com a escola EM&T, no qual os violões estarão à disposição para teste, além de realizar anúncios em revistas especializadas, como a Total Guitar.
M&M: Que outras ações realizaram para posicionar os novos produtos no mercado local?
Wagner: Comercialmente, a fórmula continua simples e é a mesma que garantiu à empresa uma posição sólida no mercado: produtos de ótima qualidade por preços acessíveis. Poderíamos lançar os novos modelos de forma cadenciada ao longo do ano, mas optamos por uma estratégia de marketing bastante agressiva, apresentando de uma só vez dez novos lançamentos, o que mostra, em um momento ainda de recuperação do mercado, a força da marca e a confiança que temos em nossos produtos.
M&M: Estarão oferecendo algum benefício especial para as lojas que venderem esses novos instrumentos?
Wagner: Além de condições comerciais especiais de lançamento, procuramos fazer um trabalho diferenciado com lojistas parceiros. Recebemos diariamente muitas mensagens, pelo site e por redes sociais, de consumidores que buscam pelos nossos lançamentos. Procuramos dar atenção especial a todos, indicando e colocando-os em contato com as lojas físicas mais próximas que ofereçam os novos instrumentos. Em breve também teremos no site uma forma de destacar essas lojas. É nossa maneira de contribuir para as vendas de nossos parceiros.
M&M: Pensam em ampliar a linha com mais modelos no futuro?
Wagner: Sim. Embora seja bastante ousado lançar dez modelos de uma só vez, estamos sempre estudando novos lançamentos. Além disso, vamos procurar reforçar nossas ações de branding e a presença digital da empresa. Para o ano, também teremos novos lançamentos em outras linhas.
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Este texto é um recorte de uma viagem que já dura mais de cinquenta anos.
Meu objetivo é mapear, de forma direta, os principais modos de uso do órgão Hammond no Brasil e, sobretudo, registrar o papel dos músicos que ajudaram a construir o que chamo de “som do órgão brasileiro”. No centro dessa história está Walter Wanderley.
O Hammond é um instrumento singular. Criado em 1935 por Laurens Hammond como alternativa aos órgãos de tubos, rapidamente encontrou espaço em igrejas e cinemas — práticas que moldaram suas primeiras técnicas e sonoridades. Já em 1937 havia representação comercial da marca no Brasil.
Ao observar sua trajetória na música popular do século 20, identifico pelo menos quatro grandes tradições de uso do Hammond.
A primeira ganhou projeção internacional com Ethel Smith, nos anos 1940, ao misturar a tradição do órgão de teatro (usado em salas de cinema, no tempo do cinema mudo) com repertório latino. Esse período ficou marcado pelo chamado “som antigo”, anterior à popularização da caixa Leslie.
No final dos anos 1940, a introdução da caixa Leslie mudou definitivamente a identidade do instrumento e consolidou o “som moderno”.
A segunda tradição surge nos anos 1950 com Jimmy Smith, que levou o Hammond ao centro do jazz e do blues. Seu estilo virtuoso redefiniu o órgão como instrumento solista e influenciou gerações no mundo inteiro.
No Brasil, nesse mesmo período, o Hammond ocupava o centro das boates e clubes, tocando boleros e sambas com músicos como Djalma Ferreira, Ed Lincoln, Waldir Calmon e outros. Mas logo ficou claro que aquelas sonoridades importadas não dialogavam adequadamente com o samba ou com a bossa nova.
É nesse ponto que surge a transformação mais profunda, a “terceira tradição”.
Walter Wanderley e o nascimento do “órgão brasileiro”
Egresso do acordeão, Walter Wanderley promoveu uma ruptura estética decisiva. Ele criou uma forma inédita de tocar ao transpor para o pedal de expressão a técnica do fole do acordeão.
Sua gravação de “Samba de Verão” (1966) é a mais famosa e representativa do que chamo de “som do órgão brasileiro”. Não foi apenas uma questão do uso de novos timbres. Seus contemporâneos – como Renato Mendes, Juarez Santana e René Faria Terra – adotaram diretamente seus modos de tocar e suas escolhas sonoras.
Foi uma mudança de paradigma: o órgão passou a ser usado a partir de outra linhagem da família dos teclados.
O Hammond no rock brasileiro
A quarta tradição se consolida no rock. Nos EUA e no Reino Unido, o Hammond substituiu o piano como teclado central das bandas a partir dos anos 1960, com nomes como Billy Preston, Jon Lord, Keith Emerson e Rick Wakeman.
No Brasil, o instrumento aparece desde a Jovem Guarda passando pelas bandas de rock progressivo e artistas da MPB dos anos 1970, com músicos como Arnaldo Baptista, Wagner Tiso, Flávio Venturini e, mais tarde, com Maurício de Barros, no Barão Vermelho. Diversamente ao que fez Walter Wanderley para o samba e a bossa, neste gênero, os usos do Hammond têm sido fiéis às referências internacionais.
Enquanto o uso do órgão no samba hoje soa mais datado para ouvidos contemporâneos, no rock ele permanece plenamente vivo como referência estética e sonora. (Cortar tudo)
Mais do que um instrumento
A história do Hammond no Brasil não é apenas a história de um teclado importado. É a história da construção de uma linguagem própria, sobretudo a partir da síntese criada por Walter Wanderley.
O “órgão brasileiro” não nasceu de uma cópia: nasceu de uma reinvenção.
Autor: Felipe Radicetti. Site oficial: www.feliperadicetti.com
Iluminação
X-Laser lança novo site com identidade renovada e experiência de usuário aprimorada
Publicado
1 dia agoon
26/01/2026
A X-Laser anunciou o lançamento de seu novo site oficial, xlaser.com, marcando uma nova fase na evolução da marca como parte do grupo Elation.
Desenvolvida em menos de três meses e apresentada a tempo da LDI 2025, a nova plataforma aposta em uma navegação mais clara, fluida e alinhada à forma como o mercado pesquisa e adquire sistemas de laser atualmente.
De acordo com Eric Loader, vice-presidente global de Vendas e Marketing da Elation, o novo site fortalece a marca X-Laser e oferece uma maneira mais prática de entender como seus sistemas se encaixam em projetos e produções reais.
Navegação mais simples e orientada por aplicações
Um dos principais destaques é a reestruturação completa da navegação, que elimina o antigo modelo fragmentado e passa a apresentar uma arquitetura mais direta. Agora, os usuários podem buscar produtos por tipo de aplicação, seja para produções profissionais ou para sistemas voltados a DJs e entertainers móveis de nível inicial.
O site também foi otimizado para dispositivos móveis, atendendo aos profissionais que costumam pesquisar equipamentos enquanto estão em turnê ou em campo.
Novas opções de compra
O novo portal traz modelos de compra diferenciados conforme o tipo de produto. Acessórios, LaserCube e Aurora podem ser adquiridos diretamente online, enquanto sistemas mais avançados, como Skywriter e Triton — agora distribuídos pela Elation —, trabalham com preços sob consulta e suporte para configuração personalizada.
Conteúdo técnico e visual aprimorado
Visualmente, o site reflete a nova identidade de marca da X-Laser, com fotografias atualizadas de toda a linha de produtos. As páginas individuais agora incluem downloads de perfis de console, arquivos de demonstração e documentação técnica. As fichas técnicas também foram redesenhadas para facilitar a comparação de dados como consumo de energia, potência dos diodos laser e peso dos equipamentos.
Instrumentos Musicais
O “quiet tech” musical: como a tecnologia silenciosa está mudando a prática urbana
Publicado
1 dia agoon
26/01/2026
Equipamentos mais silenciosos, compactos e portáteis redefinem a forma de estudar, produzir e criar música nas grandes cidades.
A vida urbana vem transformando profundamente a relação de músicos, produtores e criadores com seus instrumentos e equipamentos. Em apartamentos, home studios e espaços compartilhados, o volume deixou de ser apenas uma questão artística para se tornar também um fator prático do dia a dia. Nesse cenário, ganha força uma nova tendência: o “quiet tech” musical.
O termo engloba uma nova geração de equipamentos pensados para reduzir o impacto sonoro sem abrir mão de qualidade, sensação e funcionalidade. Entre os exemplos mais visíveis estão as baterias híbridas e eletrônicas com soluções de prática silenciosa, os monitores de estúdio compactos otimizados para trabalhar em volumes moderados e as soluções de tratamento acústico portátil, voltadas para espaços temporários ou não dedicados.
A cidade como motor da mudança
O crescimento das grandes cidades, somado à consolidação do home studio como principal ambiente de produção musical, acelerou esse movimento. Cada vez mais músicos trabalham em apartamentos, quartos multifuncionais ou estúdios improvisados, onde o controle de ruído é tão importante quanto a qualidade sonora.
Diante dessa realidade, fabricantes vêm respondendo com produtos mais eficientes, compactos e silenciosos, que permitem estudar, gravar e produzir sem conflitos com vizinhos, horários ou limitações de espaço.
Menos volume, mais controle
As baterias híbridas e eletrônicas, por exemplo, deixaram de ser apenas ferramentas de palco ou estúdio e passaram a ocupar um papel central como instrumentos de prática silenciosa, preservando a sensação física da execução. O mesmo acontece com os monitores nearfield de nova geração, projetados para oferecer resposta precisa mesmo em níveis de pressão sonora mais baixos.
A isso se soma o crescimento das soluções de acústica modular e portátil, como painéis dobráveis, cabines móveis e sistemas de absorção temporários, que permitem transformar rapidamente um ambiente comum em um espaço de trabalho funcional.
Uma tendência com impacto direto no mercado
O “quiet tech” não é uma moda passageira, mas sim uma resposta estrutural às mudanças na forma de criar música. Para marcas, distribuidores e lojas especializadas, esse segmento representa uma oportunidade clara de crescimento, especialmente entre músicos urbanos, produtores independentes e criadores de conteúdo.
Mais do que vender potência e volume, o mercado passa a valorizar controle, eficiência, portabilidade e convivência. Nas grandes cidades, a tecnologia silenciosa deixa de ser diferencial e passa a fazer parte do novo padrão da produção musical.
Você tem algum produto quiet tech na sua loja? Conte-nos!
Áudio
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