Microfones
Descubra o microfone sem fio TSI-X1 UHF da TSI
O microfone TSI-X1 é um sistema com 100 canais que trabalha na frequência UHF, conta com tecnologia de ponta inovadora e funcional. Veja mais a seguir.
A série X1 da TSI dispõe de saída P2, sensor infravermelho e conexão via USB e é homologado pela Anatel.
Sua tecnologia nova e funcional é baseada em estudo profundos de teoria sobre recepção de sinais eletromagnéticos em alta frequência e antena receptora de alta performance.
A série X1 dispõe de saída P2 , sensor infravermelho e conexão via USB.
Especificações Técnicas do Receptor:
- Frequência de trabalho em UHF de 660 a 675 Mhz (Frequências homologadas pela Anatel).
- Receptor Super-Heterodino
- Resposta de frequência 30 a 20 khz+-3db
- Estabilidade de frequência < 0,1%
- Distorção harmônica > 05% (1khz)
- Relação sinal/ruído:> 96 dBT.H.D.:<0.5%@1kHz
- Sensibilidade: -94db
- Rejeição de imagem > 90 db
- Alimentação externa USB 5V
- Antena: Cabo P2/P10
Especificações Técnicas do Microfone:
- Frequência de trabalho: de 660 a 675 MHz (Frequências homologadas pela Anatel).
- Estabilidade de frequência: -0,0005%
- Modulação: π / 4-DQPSK
- Alimentação: 3 V duas pilhas AA
- Antena: Interna
- Padrão Polar: Cardióide
- Sampling ratio: 48 Kz
- Cápsula: Dinâmica
Mais informações no site da TSI ou entre em contato com um representante TSI da sua região.
Audio Profissional
Maroon 5 migra para monitoramento digital com Spectera
Uso do sistema Spectera em turnê sinaliza mudança do áudio sem fio analógico para fluxos totalmente digitais em estádios.
A turnê de 2025 do Maroon 5 marcou uma mudança tecnológica importante no monitoramento ao vivo. O engenheiro de monitores Dave Rupsch implementou o sistema Spectera, da Sennheiser, uma solução sem fio digital de banda larga voltada a substituir sistemas in-ear analógicos tradicionais.
A decisão foi motivada pela crescente saturação do espectro UHF e pela busca por um fluxo de áudio totalmente digital, do console até os artistas no palco.


Do analógico ao digital no monitoramento pessoal
Durante a turnê, o sistema demonstrou vantagens ao eliminar artefatos comuns da transmissão analógica, como ruídos e interferências, oferecendo maior clareza nas mixagens de retorno.
O que começou como um teste limitado acabou sendo adotado por toda a banda após os primeiros minutos de uso, com destaque para a melhora na definição sonora e na imagem estéreo percebida pelos músicos.
Mudanças no fluxo técnico de produção
Além do ganho de áudio, o sistema trouxe alterações práticas no setup. A utilização de cabos Cat5 para antenas substituiu o tradicional cabeamento BNC, simplificando montagem e logística em produções itinerantes.
A configuração incluiu múltiplas antenas distribuídas entre palco, áreas laterais e backstage, garantindo conexão estável mesmo com grande movimentação dos artistas.
Esse modelo multiponto ajuda a manter cobertura contínua em ambientes complexos como estádios, reduzindo riscos de falha de sinal.

Tendência em grandes turnês
O caso reforça uma tendência crescente no mercado de áudio ao vivo: a adoção de ecossistemas digitais integrados para monitoramento e transmissão sem fio.
Após a experiência com Maroon 5, o engenheiro responsável confirmou o uso da mesma tecnologia em futuras turnês de grande porte previstas para 2026.
A transmissão digital de banda larga começa a se consolidar como alternativa para produções que buscam maior estabilidade de RF, clareza sonora e eficiência operacional em shows de grande escala.
(Imagem principal de Ricky Garcia)
Foto 1: O engenheiro de monitor Dave Rupsch supervisionando a mixagem atrás do console durante a apresentação do Maroon 5 no Tokyo Dome em 2025. (Foto de Trelawny Rose).
Foto 2: O vocalista Adam Levine no palco com seu sistema de monitoramento corporal e fones de ouvido intra-auriculares Spectera durante a turnê Love Is Like do Maroon 5. (Foto de Ricky Garcia).
Foto 3: Os membros do Maroon 5, PJ Morton, James Valentine, Jesse Carmichael, Jacob Scesney e Sam Farrar, juntamente com músicos da turnê (da esquerda para a direita), recebem seus sistemas de monitoramento corporal e fones de ouvido intra-auriculares Spectera do gerente de turnê Shawn Tellez (terceiro da esquerda) – Foto de Travis Schneider.
Audio Profissional
Neumann revive uma lenda com o retorno do microfone valvulado M 50 V
A Neumann anunciou o relançamento do M 50 V, uma reedição fiel de um dos microfones mais icônicos da história da gravação.
Apresentado originalmente em 1951, o M 50 tornou-se uma referência para captação de orquestras e foi fundamental no desenvolvimento da técnica Decca Tree, ainda hoje padrão em gravações de música clássica e trilhas sonoras.
O novo M 50 V mantém o conceito acústico original, incluindo a cápsula omnidirecional de pequeno diafragma montada em uma esfera de 40 mm. Como atualização, a Neumann adotou um diafragma de titânio, que melhora a estabilidade e a durabilidade sem alterar o caráter sonoro que consagrou o modelo.

O microfone combina o circuito original com uma válvula subminiatura de ruído extremamente baixo e um conector selado contra interferências de RF, adequado às exigências dos ambientes modernos de gravação. A fonte de alimentação NM V incluída se ajusta automaticamente à tensão da rede elétrica e é compatível tanto com o novo M 50 V quanto com unidades históricas do M 50.
Segundo a Neumann, cada unidade é fabricada à mão na Alemanha, sob encomenda, com produção limitada e controle individual de qualidade. O modelo é voltado principalmente para gravações orquestrais, música para cinema e produções em estéreo, surround e formatos imersivos, preservando a mesma resposta de graves, imagem espacial e comportamento transitório que tornaram o M 50 um padrão da indústria.
Além do uso histórico na música clássica, o M 50 também foi amplamente utilizado como microfone de ambiência em gravações de pop e jazz, especialmente para baterias, metais e conjuntos, graças à sua resposta omnidirecional e à sua característica presença nas altas frequências.
Microfones
NAMM 2026: Schoeps apresentará soluções para estúdio, ao vivo e aplicações imersivas
Marca exibirá as linhas Colette e CMIT e demonstrará sistemas de gravação espacial em Anaheim.
A Schoeps Microphones confirmou sua participação no NAMM Show 2026, que acontece de 22 a 24 de janeiro no Anaheim Convention Center. A empresa estará no ACC North 1, estande #14819, onde apresentará seu portfólio completo de microfones das séries Colette e CMIT para uso em estúdio e ao vivo, além de demonstrar aplicações práticas de seus sistemas de gravação imersiva.
Com quase oito décadas de história, os microfones Schoeps são presença constante em produções de estúdio e em gravações ao vivo, reconhecidos pela transparência, profundidade sonora e musicalidade. Durante o NAMM 2026, a equipe da marca vai mostrar soluções para diferentes cenários de uso, incluindo gravação musical, instalações fixas e arrays imersivos desenvolvidos sob medida.
De acordo com a empresa, a base de cada microfone Schoeps é a fidelidade absoluta à fonte sonora, oferecendo ao engenheiro de áudio um nível elevado de detalhe e precisão. Em um momento em que a mixagem imersiva ganha cada vez mais espaço na indústria, a SCHOEPS tem direcionado seus desenvolvimentos para microfones e técnicas de captação voltados ao áudio espacial, mantendo suas características de naturalidade e definição.
Além dos microfones, a Schoeps também destacará sua ampla linha de acessórios e soluções para instalação, que permitem configurações personalizadas para espaços como igrejas, salas de conferência, instituições governamentais e ambientes corporativos. Nos Estados Unidos, a marca conta com o suporte da Redding Audio, sua distribuidora há mais de 25 anos. O CEO da Redding, Scott Boland, estará presente no evento ao lado da equipe da Schoeps.
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