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Descubra a importância da curva de resposta de referência acústica AKG
Curva de referência de resposta acústica AKG, por que ela é importante para uma audição crítica?
Algo especial aconteceu quando a marca AKG apresentou ao mercado os fones de ouvido AKG K371: eles foram os primeiros fones de ouvido a serem sintonizados (calibrados) com a curva de referência acústica da AKG. Antes de nos aprofundarmos nisso, é importante explicar o que queremos dizer com “calibrados em uma curva”.

A maioria dos dispositivos de escuta, sejam fones de ouvido ou alto-falantes, são projetados com o objetivo de reproduzir som com determinadas características de frequência. Para atingir esse objetivo, os fabricantes de fones de ouvido e alto-falantes desenvolvem uma curva de resposta de frequência, que representa as características tonais desejadas e, em seguida, projetam seus produtos para tentar corresponder a esta curva. Até agora, essas características eram muitas vezes decisões arbitrárias tomadas por engenheiros de produto para fazer o produto soar de uma certa maneira, ou eram adaptadas às preferências do cliente (o que explica os graves e agudos exagerados encontrados em produtos de consumo).
No âmbito profissional, frequências exageradas ou artificialmente acentuadas não são desejáveis. Para tomar decisões precisas de mixagem ou edição, o ideal é ouvir as coisas como elas estão em seu estado natural sem coloração. Isso significa que seus dispositivos de escuta devem ter uma resposta de frequência o mais plana ou neutra possível. Muitos audiófilos também consideram isso uma qualidade fundamental pois oferece a oportunidade de apreciar a música no plano original no qual foi concebida por artistas, engenheiros de gravação e produtores.
Ajustar alto-falantes e monitores de estúdio para serem neutros (quando medidos por instrumentação de teste acústico) é o caminho a seguir. Mas ao longo dos anos, a equipe de engenheiros da AKG, descobriu que ajustar fones de ouvido para serem absolutamente neutros apresenta um problema: eles simplesmente não soam bem para os ouvintes. Você pode estar se perguntando o porquê. O que ocorre tem a ver com a maneira como o ouvido humano processa o som recebido. Nossos ouvidos evoluíram para ouvir o som com mais precisão na direção em que seus olhos estão enxergando. Os alto-falantes são frequentemente colocados na frente de um ouvinte, portanto, se estiverem sintonizados de forma neutra, serão ouvidos como tal. Quando você gira um alto-falante (e isso é essencialmente o que são fones de ouvido, alto-falantes minúsculos) e o aponta diretamente para o ouvido de lado, a geometria do seu ouvido reflete o som e coloração de maneira diferente comparado com a percepção do som recebido de frente.
Isso apresenta um verdadeiro dilema para o desenvolvimento profissional de fones de ouvido: uma representação cientificamente neutra de um som não soa “neutra” quando assimilada através de fones de ouvido. A AKG decidiu resolver o problema e embarcou em um exaustivo estudo de cinco anos para entender como o cérebro humano percebe o som., consistindo em uma vasta faixa etária e demográfica. O resultado foi Curva Alvo da HARMAN, que quando aplicada em headphones tornou-se a Curva de Referência de Resposta Acústica da AKG.

Como mencionamos acima, os fones de ouvido AKG K371 são os primeiros fones de ouvido projetados para corresponder a curva de referência de resposta acústica da AKG. Mas a empresa não parou apenas nesta tecnologia: quería apresentar uma experiência de audição verdadeiramente revolucionária. Com isso em mente, foram projetados os maiores drivers (50 mm) de alto desempenho da categoria, revestidos de titânio com bobinas de cobre sem oxigênio, que foram colocamos em um fone de ouvido fechado de desenho oval.
O desenho oval também é uma inovação muito importante para a AKG. Você deve ter notado que a maioria dos fones de ouvido apresentam desenho tradicional circular, mas qual o formato das suas orelhas? Elas estão muito mais próximas de ovais do que de circular. E se você chegar abaixo de sua orelha, exatamente onde seu crânio encontra seu maxilar, você notará uma lacuna ali… lacunas significam vazamento e com fones de ouvido circulares, onde a lacuna é mais evidente, o resultado é uma sensível perda de frequências graves.
Então, quando você combina drivers de 50 mm revestidos de titânio, sintonizados com a curva de referência de resposta acústica AKG, em um design oval fechado, com almofadas de espuma de retenção lenta (que melhoram ainda mais o isolamento), o resultado é o AKG K371, um fone de ouvido que além de oferecer uma reprodução neutra do som apresenta uma faixa de frequência sem precedentes de 5Hz a 40kHz.
Esta incrível e extensa faixa de frequência possibilita uma experiência inédita de audição, onde todos os mínimos detalhes de uma música podem ser facilmente percebidos, elevando a um novo patamar o conceito de adição.
E aí, vai experimentar?
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Roland amplia linha móvel com GO:MIXER STUDIO
Interface portátil combina gravação multicanal, efeitos integrados e conectividade para produção em qualquer ambiente, para criadores de conteúdo e músicos.
A Roland apresentou o GO:MIXER STUDIO, mixer e interface de áudio portátil voltado a criadores de conteúdo, músicos e produtores que trabalham com dispositivos móveis e computadores.
O equipamento permite capturar áudio multicanal com resolução de até 24 bits/192 kHz, reunindo funções de mixagem e processamento em um formato compacto, pensado tanto para uso em estúdio quanto em aplicações móveis.
Entre os principais recursos, o GO:MIXER STUDIO oferece até 12 canais de entrada e diversas opções de conexão, incluindo duas entradas XLR com alimentação phantom, entrada dedicada para guitarra ou baixo, entradas de linha estéreo e conexão auxiliar compatível com dispositivos móveis.
O sistema também incorpora efeitos integrados — como equalização, compressão e reverb — que podem ser utilizados durante a gravação ou no monitoramento, reduzindo a necessidade de processamento externo em setups mais simples.
Em termos operacionais, o dispositivo permite salvar configurações em memórias de cena e oferece controle direto por meio de interface física, além de compatibilidade com softwares para edição e gerenciamento em computador.
Voltado aos fluxos atuais de produção, o GO:MIXER STUDIO também se integra a aplicativos como o GO:MIXER Cam, que possibilita capturar áudio multipista sincronizado com vídeo, ampliando seu uso em streaming, criação de conteúdo e produção audiovisual.
O lançamento atende à crescente demanda por soluções portáteis capazes de entregar qualidade de estúdio em diferentes ambientes, acompanhando a convergência entre produção musical, vídeo e plataformas digitais.
Veja mais neste vídeo.
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Subwoofer CRMS-LFE18sl mkII da Alcons Audio com design ultrafino
Sistema LFE incorpora driver de 18” e resposta estendida para aplicações de alta exigência.
A Alcons Audio anunciou o CRMS-LFE18sl mkII, um subwoofer de perfil ultrafino desenvolvido para aplicações de alta exigência em ambientes de cinema, estúdios e espaços de mixagem profissional.
O modelo faz parte da série CRMS (Cinema Reference Monitor Systems) e foi projetado como um sistema LFE (Low Frequency Effects), com foco em oferecer reprodução precisa em baixas frequências, com controle de transientes e resposta linear.
O sistema integra um driver de 18 polegadas de alta excursão com dupla bobina de 3”, capaz de atingir deslocamentos de até 30 mm, o que permite maior faixa dinâmica em comparação com subwoofers convencionais.
Um dos diferenciais do CRMS-LFE18sl mkII é seu design compacto, com profundidade reduzida, o que facilita sua instalação em espaços limitados, permitindo configurações em parede, teto ou estruturas suspensas sem comprometer o desempenho acústico.
O subwoofer oferece uma resposta em ambiente que pode se estender abaixo de 10 Hz, juntamente com alta precisão na reprodução de impulsos, características essenciais para aplicações onde a fidelidade em baixas frequências é crítica.
Para sua operação, o sistema foi otimizado para trabalhar com controladores amplificados dedicados da marca, que integram processamento específico para ajuste de fase, otimização de resposta e compensação de cabeamento, com o objetivo de manter consistência em diferentes configurações.
O CRMS-LFE18sl mkII é voltado para estúdios de pós-produção, salas de mixagem, cinemas de alto padrão e ambientes onde se exige reprodução precisa de efeitos de baixa frequência, consolidando a tendência de soluções de alto desempenho em formatos mais compactos.
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BandBox chega ao Brasil e inaugura categoria de amp portátil inteligente com IA que trabalha sem internet
Solo a R$ 1.699 e Trio a R$ 3.599 chegam ao mercado nacional com separação de instrumentos em tempo real, mixer de quatro canais e até 10 horas de autonomia
Existe um problema que todo músico que estuda, ensina ou cria fora do estúdio conhece bem. O cubo de prática básico não entrega o que o músico de hoje precisa. Montar um rig com pedalboard, amplificador e ferramenta de aprendizado custa espaço, peso e dinheiro. E os amplificadores portáteis com entrada para instrumento que existem no mercado, em geral, funcionam mais como alto-falante do que como equipamento de músico de verdade.
O JBL BandBox foi construído para atacar exatamente essa lacuna — e chegou ao Brasil no dia 7 de abril de 2026 com um lançamento que, por si só, já disse alguma coisa sobre a proposta do produto.
Um palco para quem usa instrumento de verdade
O evento aconteceu em São Paulo e foi conduzido por Fabiano Carelli, guitarrista do Capital Inicial há mais de duas décadas. Não um apresentador de palco, não um influenciador de tecnologia — um músico profissional que conhece a rotina de quem toca ao vivo e em estúdio.
Ao lado dele, uma lista que atravessou gerações e estilos: Clemente, fundador dos Inocentes e figura central da Plebe Rude; Charles Gavin, baterista da primeira formação dos Titãs; Rayane Fortes, cantora, guitarrista e multi-instrumentista cearense que virou todas as cadeiras no The Voice Brasil e hoje acumula projeção internacional; Thaide, nome do hip-hop nacional; e Felipe Vassão, produtor com múltiplos Grammy Latinos no currículo — responsável por álbuns de Emicida e Jota.pê, com mais de 400 mil seguidores no Instagram e um canal ativo sobre produção musical.
O evento foi lotado, com presença de jornalistas, lojistas de todo o Brasil, criadores de conteúdo e convidados do mercado. E o que aconteceu no palco não foi demonstração controlada: os músicos pegaram o BandBox ao vivo, sem ensaio prévio, e mostraram o equipamento em uso real. O resultado surpreendeu. Ver um instrumento sendo amplificado, efeitos sendo trocados em tempo real e a separação de elementos funcionando diante de uma plateia que entende de som é diferente de ver um vídeo institucional. É a diferença entre acreditar no produto e entender o que ele faz.
O que é o BandBox — e por que o enquadramento importa
A linha tem dois modelos. O BandBox Solo é compacto: até 30W de saída, uma entrada de guitarra ou microfone, reprodução de música via Bluetooth, afinador, metrônomo, looper, pitch shifter, modelos de amplificador e efeitos clássicos como phaser, chorus, tremolo e reverb. A bateria dura até seis horas. Conecta ao computador por USB-C e funciona como interface de áudio direta para o DAW — sem equipamento adicional.

O BandBox Trio é o modelo para grupos: 135W com woofer de 6,5″ e dois tweeters de 1″, quatro entradas simultâneas para instrumentos e microfones, mixer de quatro canais com tela LCD integrada, efeitos de microfone, bateria substituível e até 10 horas de autonomia. Dá para plugar guitarra, baixo, microfone e ainda ter canal livre. Ambos se conectam ao app JBL One para controle avançado de equalização, modelos de amp e cadeia de efeitos — mas os recursos básicos funcionam sem ele, direto no hardware.
O enquadramento correto não é caixa Bluetooth, não é cubo de prática, não é amp de palco. É uma categoria nova: amplificador portátil inteligente, com ferramentas de prática, criação e gravação no mesmo bloco.
A Stem AI: o diferencial que a imprensa internacional foi testar
O recurso central da linha é a tecnologia Stem AI: separação em tempo real de vocais, guitarra e outros elementos de qualquer música reproduzida via Bluetooth, sem necessidade de internet e sem upload prévio de arquivo. O músico escolhe o que quer remover ou isolar — a guitarra para aprender um solo, a voz para cantar por cima, a bateria para trabalhar o groove — e o processamento acontece direto no hardware.
Aplicativos como o Moises fazem algo parecido, mas exigem que o arquivo seja enviado antes. O BandBox faz isso enquanto a música toca. Essa diferença tem consequência prática real em sala de aula, em sessão de prática e no palco de um evento como o que aconteceu ontem em São Paulo.
A imprensa especializada testou e foi direta. O Guitar World classificou a ferramenta como uma das melhores que já viu para prática com IA. O Sound on Sound, referência técnica do setor de áudio, destacou que a inclusão de separação de stems em hardware autônomo, sem dependência de processamento em nuvem, é genuinamente significativa. A ressalva presente nos testes é que a separação não é perfeita em músicas com arranjos muito densos — mas o ponto relevante é que ela funciona bem o suficiente para uso prático real, e isso a imprensa confirmou com produto em mão.

O que isso inaugura para o ecossistema
Há uma geração de músicos — estudantes avançados, professores, produtores que trabalham em casa, criadores de conteúdo musical — para quem o setup ideal precisa ser compacto, completo e capaz de gravar. Esses músicos vivem hoje entre soluções parciais: o cubo básico que amplifica mas não tem recursos, o pedalboard que tem recursos mas ocupa espaço, a interface de áudio que grava mas não amplifica.
O BandBox tenta condensar tudo isso. Para professores e escolas de música, o Trio tem apelo direto: quatro entradas, ferramentas de acompanhamento com controle de elementos, looper e interface de gravação em um único equipamento portátil que substitui um rig inteiro em aulas individuais ou em grupo pequeno. Para o criador de conteúdo musical, a interface USB-C e a Stem AI são o argumento principal — gravar direto no DAW e montar acompanhamentos customizados em tempo real são funcionalidades com encaixe direto nesse perfil. Para o músico profissional que leva o instrumento de um lugar para o outro, o Solo é o equipamento que ele não encontrava nessa faixa.
E para as lojas de instrumento, o BandBox inaugura uma conversa nova. Não compete com o cubo de entrada. Compete com a decisão de não comprar nada — porque o músico ainda não encontrou um produto que fizesse tudo que ele precisava em um formato que coubesse na sua rotina.
O essencial
O JBL BandBox chega ao Brasil num momento em que o mercado de instrumentos carece de produtos que traduzam tecnologia de software em hardware portátil sem inflar o preço além do razoável. A separação de elementos em tempo real sem internet, combinada com amplificação, efeitos e interface de gravação em um só dispositivo, não tem precedente direto nessa faixa de preço e formato no Brasil — e o lançamento de ontem, com músicos de verdade mostrando o produto em uso real, foi a forma mais honesta de apresentar isso ao mercado.

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