Gestão
Como ter mais alcance com o Facebook e os vídeos
Publicado
8 anos agoon
Você está usando a ferramenta de vídeos? Saiba o que tem maior resultado: Facebook ou Youtube
Quem tem uma página no Facebook sabe que, sempre que um post é publicado, ele é entregue para uma quantidade limitada de pessoas, o que chamamos de ‘alcance reduzido’. E, com isso, o Facebook tende a diminuir de forma orgânica para uma quantidade menor de fãs o conteúdo que você publica. Fábio Ricotta, CEO da Agência Mestre e especialista em marketing digital, explica mais sobre isso.

Fabio Ricotta
Assuntos relacionados para aumentar o engajamento
Na Agência Mestre, por exemplo, estão investindo bastante em assuntos relacionados para aumentar o alcance com o Facebook. Ou seja, a fanpage do Fábio Ricotta tem foco em marketing digital e, com isso, consegue alcançar com um vídeo do mesmo assunto cerca de 2 milhões de pessoas.
Como obtiveram esse resultado ótimo? Em primeiro lugar, o vídeo tem tudo a ver com os assuntos da fanpage, uma vez que ela fala frequentemente sobre marketing digital e o vídeo também. Então, a estratégia da vez foi transformá-lo — a partir de ideias externas — em assuntos relacionados. Isso faz com que o público se engaje muito bem, fazendo com que o alcance orgânico aumente bastante.
Faça testes com vídeos
Perceberam também que os vídeos diferenciados, mesmo aqueles com pouca qualidade de gravação, podem aumentar significativamente o engajamento do público sempre que oferecerem um bom conteúdo ao usuário.
A grande sacada, então, é utilizar os vídeos para ter mais alcance com o Facebook. Por isso, se você quiser fazer um pequeno teste, comece apostando no conteúdo em vídeo. A partir do momento em que um vídeo viraliza, o Facebook entrega-o cada vez para mais pessoas, e o melhor de tudo: sem pagar nada! Além disso, outros vídeos que são postados futuramente na página também costumam ter uma entrega superior à de costume.
Descubra do que seu público gosta
A recomendação principal para ter mais alcance com o Facebook é pensar “o que o meu usuário gostaria de curtir no Facebook?” Deixe de lado as tirinhas e memes de humor — pois são sempre passageiras e nem sempre agradam a todos — e comece a entender as preferências do seu público. A partir daí, basta investir nos vídeos relacionados ao assunto para gerar engajamento.
Não deixe de fazer experimentos
Testar o conteúdo em vídeo é uma excelente forma de aumentar o alcance com o Facebook, mas é claro que, depois de entender a forma como o seu público pensa, ficará muito mais claro — e fácil — descobrir novas maneiras para expandir esse engajamento. Por exemplo, experimente diversificar os horários em que os posts vão para o ar e perceba o horário em que a sua audiência se
engaja mais.
Existem diversas outras formas de fazer experimentos para ter mais alcance com o Facebook, basta arriscar e pensar sempre na experiência do usuário.
Vídeos no YouTube ou no Facebook, qual é o melhor?
Provavelmente você presencia todos os dias uma grande guerra mundial: a competição entre YouTube e Facebook para definir quem é o maior player de vídeo da internet! Qual é o seu preferido? De fato, quem é melhor?
YouTube vs Facebook: organização
No lado esquerdo do ringue temos o YouTube, que, como o Google, é uma ferramenta de busca mais avançada, porém característica por ser uma ‘rede social’ exclusiva para vídeos. Do lado direito temos o Facebook, uma rede social de fato, que permite a publicação de vídeos e transmissões ao vivo.
Entre YouTube e Facebook, a primeira forma de distinção é a organização. No YouTube os vídeos podem ser encontrados por meio de canais e usuários, além de uma galeria relacionada aos temas específicos e pesquisas. Já no Facebook o processo é um pouco mais denso. Para encontrar um vídeo você precisa acessar páginas, conferir os conteúdos na categoria vídeos e dar play.
Uma grande vantagem do YouTube é que um vídeo antigo pode ser encontrado e ranqueado facilmente por meio de playlists, relevância e pesquisas. Já no Facebook não, pois não existe uma pesquisa específica por vídeos. Você precisa encontrar o conteúdo em questão em sua timeline ou acessar uma página, procurar a aba ‘vídeos’ e pesquisar o conteúdo antigo, que é segmentado por tempo.
Engajamento de live
Uma grande vantagem do Facebook é o engajamento das lives (transmissões ao vivo). Atualmente, a rede social tem preferência e entrega organicamente suas publicações ao vivo para mais usuários, vencendo o alcance dos vídeos comuns. Já no YouTube isso não acontece. A ferramenta analisa apenas a retenção do usuário na live, número de acessos e comentários. A partir daí você pode aparecer nas sugestões para os usuários.
A grande sacada para lives no YouTube é trabalhar um conteúdo que retenha, gere engajamento e seja publicado com cuidados de SEO, facilitando a busca dos usuários.
Promoção da ferramenta
Entre YouTube e Facebook, a promoção da ferramenta feita pelo Google é muito superior à do Face. Recentemente, na cidade de São Paulo, eles investiram pesado em anúncios out of home, nos metrôs, nos ônibus, nos pontos de parada de transporte coletivo, grandes avenidas e outras praças. Esses anúncios promoveram vários youtubers como a Kéfera e, consequentemente, essa pressão do YouTube acaba gerando tráfego para vários outros vídeos, podendo favorecer o seu.
Televisão alternativa e monetização
Os dois podem ser opções e brigam pelo espaço conquistado há vários anos pela televisão. Contudo, o YouTube está mais presente nessa disputa, que ainda inclui outros adversários como os serviços de streaming Netflix e Globo Play, entre outros.
O quesito monetização também chama a atenção, devido aos inúmeros formatos de anúncios no YouTube, inclusive alguns muito agressivos no meio e ao final do vídeo. Já no Facebook não existe nenhum tipo de anúncio que interrompa sua experiência de vídeo (ainda). Portanto, é bom ficar atento.
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Gestão
Tendências de gestão para 2026 que as lojas de música devem adotar
Publicado
2 semanas agoon
15/01/2026
Eficiência operacional, inteligência de dados e cultura de serviço impulsionam o novo ciclo do varejo musical.
O setor de instrumentos musicais entra em 2026 com desafios claros: consumidores mais informados, margens pressionadas, concorrência digital global e cadeias logísticas que ainda se ajustam após anos de disrupções.
Para se manterem competitivas, as lojas especializadas precisam transformar sua gestão interna — não apenas o marketing ou a força de vendas. A seguir, as principais tendências de gestão empresarial que devem definir o varejo musical em 2026 — e como aplicá-las.
1) Gestão orientada por dados (Data-driven retail)
A intuição dá lugar à evidência.
O que envolve
- KPIs de giro por categoria (guitarras, áudio, teclados, percussão)
- Margem por fornecedor e por SKU
- Dados de abandono, recompra e ticket médio
- Análise de estoque versus sazonalidade
Ferramentas recomendadas
- CRM
- ERP integrado ao e-commerce
- Painéis simplificados de BI
Objetivo: decisões mais precisas e compras mais inteligentes.
2) Redução estratégica de estoque
Não se trata de ter mais produtos, mas os produtos certos.
Práticas para 2026
- Curadoria de portfólio baseada em giro
- Redução de SKUs pouco rentáveis
- Modelos de consignação com marcas
- Previsão de demanda baseada em dados históricos e sazonalidade (volta às aulas, festivais, fim de ano)
Resultado: menos capital imobilizado e fluxo de caixa mais saudável.
3) Cultura de serviço e experiência
O cliente não compara apenas preço, mas atendimento, suporte e confiança.
Foco em
- Onboarding do cliente no pós-venda
- Programas de fidelização reais (aulas, manutenção, ofertas premium)
- Protocolos de atendimento claros e mensuráveis
- Guias internos para demonstrações, linguagem e experiência em loja
Diferencial: a loja deixa de ser apenas um ponto de venda e passa a atuar como centro de apoio musical.
4) Profissionalização da equipe
Embora a indústria musical dependa historicamente de talento apaixonado, 2026 exige capacitação formal e metas claras de desempenho.
Ações
- Plano de formação: vendas consultivas, áudio e manutenção básica
- Avaliações trimestrais e objetivos mensuráveis
- Bonificação vinculada à satisfação do cliente, e não apenas ao volume de vendas
5) Serviços integrados como modelo de negócio
O valor não está apenas no produto.
Novos pilares
- Luthieria e manutenção
- Locação e test-drive estendido
- Escola de música integrada
- Salas privadas de ensaio
- Assistência técnica em pro-audio e informática musical
Essa diversificação reduz a dependência exclusiva das vendas e aumenta a fidelização.
6) Alianças estratégicas
Em vez de competir de forma isolada, as lojas ganham força ao se conectar ao ecossistema:
- Produtores locais
- Escolas e professores
- Casas de shows e igrejas
- Influenciadores e criadores
- Marcas boutique e luthiers
7) Digitalização operacional e automação
Menos tarefas repetitivas, mais foco no cliente.
Exemplos
- Controle automatizado de estoque
- Sistema de tickets para pós-venda
- Confirmações automáticas via WhatsApp
- Integração entre catálogo, faturamento e envio
8) Enfoque financeiro conservador e resiliente
Estabilidade será decisiva em 2026.
Boas práticas
- Reservas financeiras equivalentes a 3–6 meses de custos fixos
- Crédito negociado com fornecedores
- Planejamento de compras por sazonalidade
- Auditorias semestrais
As lojas de instrumentos musicais que prosperarão em 2026 serão as que conseguirem combinar:
- Visão estratégica e controle operacional
- Tecnologia e cultura de serviço
- Diversificação e eficiência
- Capacitação da equipe e proximidade com a comunidade
O instrumento já não é vendido apenas pela paixão: ele é gerido com disciplina, informação e experiência humana.
A mensagem-chave do ano: profissionalizar sem perder a alma musical.
Gestão
Tendências de marketing para 2026 que as lojas de música devem adotar
Publicado
3 semanas agoon
06/01/2026
Segmentação precisa, conteúdo educativo e experiências híbridas impulsionam a próxima fase do varejo musical.
O mercado de instrumentos musicais entra em 2026 mais competitivo e digital do que nunca.
Após anos de transformação acelerada pelo e-commerce, pelo conteúdo curto e pela profissionalização dos músicos independentes, as lojas especializadas precisam atualizar suas estratégias para dialogar com um consumidor mais informado, exigente e multicanal.
A seguir, as principais tendências de marketing que os retailers do setor musical devem considerar para manter relevância e aumentar conversão.
1) Conteúdo educativo como núcleo da estratégia
Músicos — especialmente iniciantes e intermediários — buscam orientação antes de comprar.
Em 2026, as lojas mais bem-sucedidas não apenas vendem: ensinam.
O que fazer
- Séries de vídeos curtos com dicas de instrumentos
- Lives semanais com testes de equipamentos e Q&A
- Comparativos técnicos e guias de compra por estilo musical
- Minicursos gratuitos para geração de leads
Resultado esperado: mais autoridade de marca, maior retenção e conversão orgânica.
2) Microinfluenciadores e artistas locais
O marketing de influência continua forte, mas migra para perfis regionais, credíveis e próximos do público real.
Bandas da cidade, professores, técnicos e criadores independentes funcionam melhor do que celebridades.
Estratégias
- Embaixadores locais com incentivos reais
- Ativações em escolas e estúdios
- Depoimentos autênticos, sem roteiro comercial
3) Experiência híbrida: loja física + digital
O cliente quer tocar o instrumento e pesquisar/comprar online.
Ações eficazes
- Tours digitais da loja
- Agendamento para testes privados
- Chat ao vivo com especialistas
- “Compre e retire” + áreas de teste rápido
A venda presencial segue forte, sustentada por suporte digital contínuo.
4) Personalização e CRM aplicado
A segmentação refinada deixa de ser opcional.
O músico valoriza recomendações personalizadas de acordo com nível, estilo e orçamento.
Como implementar
- CRM com histórico de preferências e compras
- E-mails segmentados (bateristas, guitarristas, escolas, igrejas)
- Ofertas personalizadas e upselling técnico (cordas, peles, interfaces, cabos premium)
5) Conteúdo focado no processo criativo
O músico atual quer mostrar como cria, não apenas o que compra.
Formatos-chave
- Demos criativas
- Conteúdo “direto do home studio”
- Bastidores de gravação: “como fiz este loop/riff/groove”
- Play-along com instrumentos da loja
A criação emociona mais do que um catálogo frio.
6) Marketing educativo para pais
O aumento de estudantes jovens recoloca os pais no centro da decisão.
É fundamental uma comunicação clara, sem excessos técnicos, focada em valor pedagógico, durabilidade e serviço.
Mensagens importantes
- Guias “primeiro instrumento”
- Benefícios cognitivos da música
- Planos de upgrade e manutenção
7) Comunidade como diferencial competitivo
No mercado globalizado, a loja local vence quando se torna um ponto de cultura.
Propostas
- Jam sessions e showcases
- Clínicas com artistas
- Sessões de teste guiado para iniciantes
- Programas de fidelização para professores
Quem cria comunidade, mantém relevância.
8) Transparência e sustentabilidade
A nova geração valoriza empresas com propósito.
Aposta para 2026
- Políticas de reparo e reposição
- Programas de instrumentos recondicionados
- Comunicação ética sobre preços e procedência
Em 2026, as lojas que prosperam não competem apenas por preço ou estoque, mas por conexão, conhecimento e experiência.
As palavras-chave do ano serão:
- Ensinar antes de vender
- Integrar marketing digital + experiência in-store
- Criar comunidade musical local
- Personalizar o contato com cada músico
O consumidor já mudou. Agora, o varejo musical precisa tocar no mesmo ritmo.
Automação, venda consultiva e experiência omnichannel marcam o novo ciclo do varejo musical.
O comércio de instrumentos musicais chega a 2026 com um consumidor mais informado, digitalizado e exigente. As lojas já não podem depender apenas de estoque e atendimento tradicional: o mercado demanda experiências personalizadas, agilidade logística e assessoria especializada.
A seguir, uma análise das tendências de vendas que definirão o setor em 2026 e que os varejistas musicais precisam adotar para permanecer competitivos.
1) Venda consultiva: o vendedor se transforma em assessor musical
O cliente já pesquisou antes de chegar à loja. Ele busca confiança e orientação, não pressão.
Como aplicar
- Capacitação técnica contínua da equipe
- Scripts de recomendação por nível e estilo musical
- Demonstrações práticas e comparativas
- Acompanhamento pós-venda real (afinação, setup, dicas)
Objetivo: fidelizar e reduzir devoluções, aumentando o ticket médio.
2) Omnicanalidade real: o cliente compra onde quiser
A experiência deve ser fluida entre loja física, site e WhatsApp.
Ações
- Catálogo online atualizado com estoque real
- Click & Collect com atendimento rápido
- Testes na loja agendados pela web
- Chat com vendedor especializado em tempo real
Resultado: mais conversões e menos atrito.
3) Social selling e presença em plataformas de vídeo curto
TikTok, Instagram e YouTube Shorts já influenciam mais do que o Google nas compras musicais.
Estratégia
- Lives de venda (packs, kits, “teste e leve”)
- Catálogos integrados às redes sociais
- Vídeos curtos: demos, comparativos, dicas rápidas
- Criadores e professores locais amplificando o alcance
4) Modelos de assinatura e financiamento flexível
A acessibilidade impulsiona vendas. Gerações mais jovens preferem pagamento mensal à compra integral.
Oportunidades
- Planos Rent-to-own (aluguel com opção de compra)
- Assinatura de instrumentos para estudantes
- Pacotes mensais para estúdio (controlador + DAW + monitores)
- Financiamento em parcelas pequenas e transparentes
5) Programas de “upgrade” e recompra
O músico evolui e quer melhorar seu equipamento sem perder investimento.
Ações
- Programa de troca de instrumento
- Crédito mediante entrega de usados
- Venda certificada de produtos recondicionados
Benefício: retenção e atração de novos músicos.
6) Serviços como extensão da venda
A venda em 2026 não termina no balcão.
Serviços-chave
- Setup inicial gratuito
- Manutenção programada
- Afinação e calibração
- Upsell inteligente: cordas, baquetas, cabos premium, capas, cases
- Aulas presenciais e online associadas
7) Microexperiências na loja
A loja deixa de ser apenas ponto de venda e se torna um espaço musical.
Ideias
- Área de teste silencioso
- Miniestúdio demo
- Jam sessions intimistas
- Apresentações acústicas e clínicas
A experiência física volta a ser um diferencial.
8) Dados e CRM para segmentar e reter
O sucesso não está apenas em vender, mas em manter o cliente ativo.
Aplicações práticas
- Segmentação por instrumento, nível e orçamento
- E-mails personalizados conforme perfil
- Alertas de manutenção e reposição (cordas, peles)
- Promoções relevantes, não genéricas
É preciso fazer a diferença
O varejo musical entra em uma fase em que o diferencial está na experiência, no conhecimento e no relacionamento de longo prazo — e não apenas no estoque ou no preço.
As lojas que liderarão 2026 serão aquelas que adotarem:
- Venda consultiva e especializada
- Estratégias digitais com conteúdo útil
- Programas de financiamento, serviços e retenção
- Experiências híbridas que conectam comunidade e tecnologia
O lema do ano será claro: “Não é apenas vender instrumentos, é acompanhar a evolução do músico.”
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