Audio Profissional
Como montar seu home studio – Capítulo XIV
Publicado
8 anos agoon
Por
Saulo Wanderley
OS ALUNOS – Desta vez vou fazer um depoimento pessoal e técnico do meu trabalho como educador musical, que começou com o meu próprio aprendizado.
Jean Piaget, muito mais educador do que eu, e conhecido mundialmente pelo seu trabalho, pode resumir seu trabalho em uma frase: “O principal objetivo da educação é criar pessoas capazes de fazer coisas novas e não simplesmente repetir o que as outras gerações fizeram”.
Para não ficar citando apenas estrangeiros, como Piaget, Roberto Murray Schafer, Rudolf Steiner, e Violeta Hemsy de Gainza, pessoas fundamentais no meu aprendizado, posso citar duas frases de Paulo Freire: “Quem ensina aprende ao ensinar, quem aprende ensina ao aprender” e “ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção”.
Confesso que essa introdução ao assunto “alunos” me ocorre diante da ansiedade de alguns – felizmente poucos – que parecem resumir a relação professor-aluno ao cumprimento das datas e horários das aulas, pagamento dos cursos e uma certa relação custo-benefício comercial que passa ao largo da verdadeira educação, transmissão do saber, vasos comunicantes…
Em seu livro Provocações, o diretor de teatro Peter Brook parece me definir melhor o que seja um professor: “é um guia noturno que não conhece o território, e, não obstante, vai aprender o caminho enquanto caminha”. Em se tratando de produção musical, nada me parece mais adequado do que adequar cada aluno ao seu objetivo, e não apenas propiciar condições para que ganhe dinheiro com o que aprende.

Saulo van der Ley, Violeta Hemsy de Gainza e Valéria Forte do CAEM
Em seu livro Estudos de Psicopedagogia Musical, Violeta Hemsy de Gainza reconhece e amplia Brook: “é tarefa específica da educação geral, da educação especial e da terapia musical proceder adequadamente para conduzir cada indivíduo ao seu estado ótimo de desenvolvimento pessoal. Para isso, aqueles que se interessam pelas condutas musicais e decidam observá-las sistematicamente deverão estar munidos não apenas de instrumentos de pesquisa efetivos, mas também de uma profunda experiência no contato com a música”.
O próprio termo “Produção Musical” sofre erros de interpretação fatais, quando a ele se associa algo diferente do que seja construir, estruturar e desenvolver uma composição musical. Não se trata de uma ciência que cuida apenas dos fenômenos da Física Acústica e das linguagens de computadores, e sim da relação entre uma obra musical e a leitura, aprendizado e desenvolvimento de sua tradução tecnológica.
Isso explica uma série de enganos que pessoas insatisfeitas com seus desempenhos em algumas experiências musicais procuram esconder estudando o que julgam ser “Produção Musical”. Pessoas estas que empreendem fuga da curva de aprendizado necessária para tocar um instrumento, e que há poucos anos afirmavam que estavam “tocando” CDJs, e talvez busquem o rótulo de produtor para gourmetizar o de DJ.
Assim como já tive alunos que trocavam o violão pela flauta no seu aprendizado de instrumento para carregarem menos peso ao ir para às aulas, percebo um certo desencanto com procedimentos simples de Harmonia substituídos pelos pianos-roll e outras formas de composição musical disfarçadas em traduções eletrônicas em computadores, tablets e smartphones.
Produzir música é compor música. Já citei em uma edição passada o estudo de alguns membros da AES – Audio Engineering Society Brasil em somar o estudo da tecnologia ao musical, colocando na prática notas musicais ao lado de suas frequências da física acústica, acordes musicais esmiuçados na análise dos harmônicos de seus parciais e a percepção musical analisada pelo efeito Doppler.

O saudoso mestre Conrado Silva e o eterno aluno
OS 8 TONS COLORIDOS DE VIOLETA
Trata-se agora de transmitir aos alunos e candidatos a alunos, 8 aspectos primordiais da educação – seja ela artística ou científica – presentes no desenvolvimento de qualquer obra de produção musical:
1. Um profissional em produção musical ou qualquer outra atividade é alguém que tem a capacidade de ver o objeto de sua tarefa como algo autônomo, separado dele; sendo capaz de considerá-lo como um objeto.
2. O objeto precisa estar diferenciado do sujeito, e a música, que deveria ser um objeto, aparece às vezes como algo etéreo, abstrato. Como os sons não podem ser guardados no bolso, dão por vezes a sensação de ser imateriais, não reais.
3. Qualquer melodia tonal ou atonal é um sistema ou estrutura cuja compreensão e aprendizado depende de se chegar ao seu código, para se relatar o que acontece na melodia, harmonia ou ritmo. Não se trata apenas de inspiração.
4. Com a mínima capacidade auditiva qualquer pessoa pode decodificar a informação que recebe. Quando não consegue é porque não realiza uma atividade mental em relação ao código da linguagem musical. Ou tem preguiça de realizar.
5. Para um verdadeiro produtor musical o som deveria ser tão físico quanto uma mesa ou cadeira. As percepções visuais são muito débeis quando comparadas com as percepções auditivas. A cor do som existe, e é audível.
6. A compreensão da produção musical supõe a existência e o domínio de seu código. O ouvido em si mesmo constitui apenas o meio, a porta de entrada do material e da informação sonora. Isso inclui os plug-ins milagrosos.
7. Profissional é quem mantém uma relação madura e objetiva com sua criação, podendo introjetar nela partes ou aspectos de si mesmo, de maneira voluntária ou não, mas sem alterar ou perder sua própria essência, nem a da criação.
8. Somos vítimas de certos conceitos pedagógicos caducos, como o de que para ensinar bem música não é preciso conhecer e tocar música. A diferença entre a pedagogia antiga e a moderna é a capacidade ativa do professor diante da música. E da sua produção.
PRODUZIR MÚSICA É COMPOR MÚSICA
Dito isso, baseado no que aprendi com a querida Violeta Hemsy de Gainza, algumas coisas que a experiência como professor de produção musical me ensinou, e que sempre procuro desenvolver, atualizar e adaptar às aulas:
PROCURE CONHECER O SEU HARDWARE: Em um encontro de comunidades rurais em São Lourenço/MG, um palestrante falava sobre a necessidade de conhecermos o que há por dentro dos aparelhos, para consertá-los e também para não “inventarmos” algo que já foi inventado. Foi interrompido por alguém querendo transmitir um aviso sobre um vazamento de gasolina no estacionamento do evento. Era o meu carro que vazava. Corri até lá, e diante da gasolina indo embora, simplesmente não sabia onde tapar o vazamento, porque não conhecia o caminho do tanque até por onde saía o combustível. Desconhecimento de hardware na prática.
ANALISE COMPOSIÇÕES PARA NÃO REPETÍ-LAS: Você pode estar criando uma excelente composição, que já existe. A memória musical pode te induzir ao plágio. Analisando Mussorgsky em uma aula na UNICAMP, detectamos fragmentos da canção Frère Jacques, francesa, na obra do compositor russo. Na sua infância, época dos Tzares russos, alguma babá pode ter-lhe cantado a canção provavelmente repetidas vezes, e tais fragmentos afluíram na sua obra Pictures At An Exhibition, de 1874. Esta suíte para piano foi regravada um século depois com instrumentação eletrônica vintage em 1971 pelo trio progressivo Emerson, Lake & Palmer.
TRANSCREVA COMPOSIÇÕES PARA CONHECER ESTILOS: O guitarrista Steve Vai foi “contratado” para tocar com Frank Zappa no início de sua carreira depois de entregar a Zappa um manuscrito de sua apresentação (dele, Zappa), com solos de guitarra de difícil execução. Vai escrevia solos de outros guitarristas para se exercitar na percepção e escrita musicais, e o ato de transcrever – popularmente conhecido como “tirar” uma música – é um bom caminho, tanto para aprender escrita e leitura musical, e consequentemente estudar a estrutura de solos, como para evitar a repetição de estilos popularmente chamada de “influências”. Gravadores que alteram o andamento sem alterar a afinação são bons ajudantes tecnológicos para a percepção. Este recurso está presente em várias DAWs.
MENOS É MAIS: Os álbuns mais famosos dos Beatles foram gravados em gravadores de 4 pistas. Como uma das rotinas de trabalho, 2 ou 3 pistas eram copiadas para a quarta, e se faziam uma regravação sobre o que já estava pronto, e o resultado em termos comerciais não precisa de comentários. Era o tempo dos gravadores com o recurso Sound Over Sound – SOS, até hoje na ativa, como os velhos e bons AKAI 4000DS, meu primeiro instrumento de trabalho como profissional me levando ao primeiro prêmio APCA. Para que se pode querer 64, 128 ou mais pistas para uma banda sem ideias musicais? No editorial de agosto de 2018 o editor Paul White da revista inglesa SoundOnSound – SOS, continua achando que menos é mais…
OLHA MAMÃE, ESTOU PILOTANDO UM TECLADO!: Uma das gourmetizações mais burras dos aspirantes a produtores musicais é comprar um teclado para a entrada de notas MIDI nas DAWs. Desde a década de 70 a Roland desenvolveu sintetizadores e captadores para guitarras que fazem o mesmo trabalho, sem a curva de aprendizado para manusear o teclado tomar seu tempo de, por exemplo, estudar harmonia na guitarra ou violão. Mais recentemente, o aplicativo Jam Origin MIDI Guitar faz o mesmo trabalho da Roland por 100 dólares, bastando plugar seu cabo P10 na interface e fazer alguns ajustes para tocar todas as suas bibliotecas de timbres usando sua guitarra.
VOU REGISTRAR MINHA MÚSICA PRA NINGUÉM ROUBÁ-LA: Primeiro é preciso ter certeza da preciosidade da sua composição, o que já é algo um tanto difícil de avaliar. Segundo, existes “expertos” nas redes sociais se oferecendo – mediante pagamento – para registrar composições na Biblioteca Nacional, Funarte e até em cartórios de documentos. Terceiro, o ISRC – International Standard Recording Code – está disponível para gerar um registro para cada música, e inseri-lo digitalmente na sua master. Basta se associar a uma associação de músicos – algumas com anuidade gratuita – e ter acesso ao sistema internacional. DAWs como o Studio One inserem o ISRC nas faixas de um álbum ou composições avulsas.
QUAL ESTILO VAI FAZER MINHA MÚSICA FAZER SUCESSO?: Resposta: Nenhum. Explicação: Tudo o que chama a atenção auditiva é uma mistura do elemento de repetição com a surpresa da inovação. Um RAP, por exemplo, pode fazer sucesso se fugir do modo menor tonal que estrutura 98% dos raps, indo para um modo maior, e usando um tímpano no lugar do bumbo, uma clave no lugar da caixa e um afoxé no lugar do chimbal. Um blues pode fazer sucesso se for composto em compasso ternário em vez dos quaternários 4/4 ou 12/8, e em tonalidade menor, como fez o Led Zeppelin com Since I’ve Been Loving You. Conhecer a estrutura musical é mais importante do que ter o melhor e mais caro equipamento possível.
VOU GANHAR DINHEIRO PARA SOBREVIVER COM MÚSICA?: Se for pensando em fazer sucesso primeiro, não. Como em qualquer profissão, é preciso começar com uma função de iniciante, como roadie de uma banda, ou telefonista de estúdio. Eu criei 3 filhos transcrevendo canções para a revista de cifras Violão&Guitarra durante duas décadas. Um deles começou como roadie de uma banda de reggae, se tornou guitarrista da banda, começou a fazer dubs e hoje, depois de vários CDs de reggae e trance, se tornou produtor compondo trance, viajou pelo mundo sempre aprendendo o máximo. A palavra mágica para conseguir é… Necessidade.
A AULA PODE SER GRATUITA, MAS O PROFESSOR DEVE SER PAGO
De 2009 a 2010 administrei o projeto Centro de Música e Inclusão para Jovens – o CMIJ – no bairro do Bixiga em Sampa, um projeto da Associação Cultural Dynamite. Contratei 12 professores e 4 estagiários, um desses estagiário foi evoluindo profissionalmente e hoje é diretor da Casa de Cultura do Tremembé. Os professores recebiam salário e as aulas eram gratuitas, sendo eu mesmo um dos professores – de Produção Musical – e Coordenador Pedagógico. O projeto chegou a 3 mil alunos, com recursos do PRONAC, patrocinado pela Pepsi. Muitos alunos saíram dali para a vida profissional. Antes e depois do CMIJ também. Via aulas online o universo do aprendizado evoluiu, como qualquer espécie na natureza, que, ao mudar de habitat, tem 3 alternativas:
-Adaptar
-Migrar
-Morrer
Para bom entendedor, meia palavra basta…

Carlos Karssa, ex-aluno do CMIJ, hoje no áudio da TV Record
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Audio Profissional
Bose Professional lança DM12SE, o maior da linha DesignMax
Publicado
20 horas agoon
11/03/2026
A Bose Professional anunciou o lançamento do DesignMax DM12SE, o modelo mais potente e de maior porte da sua reconhecida família de caixas DesignMax.
O novo equipamento é um sistema coaxial de montagem em superfície, desenvolvido para oferecer áudio de faixa completa e alta durabilidade em instalações comerciais internas e externas.
O DM12SE combina a estética elegante da série DesignMax com a potência e robustez exigidas por ambientes como teatros, lojas de varejo, espaços de hospitalidade e templos religiosos. Projetado para aplicações de alta potência, a caixa oferece graves profundos capazes de preencher grandes ambientes e cobertura cônica consistente de 102 graus.
No coração do sistema está um transdutor coaxial de 12 polegadas resistente às intempéries, que proporciona clareza e equilíbrio tonal em toda a faixa de frequências. Esse design de fonte pontual alinha fisicamente os drivers de altas e baixas frequências, garantindo resposta de frequência uniforme e alinhamento de fase preciso em toda a área de cobertura.

“Este lançamento representa uma expansão estratégica da nossa atual família DesignMax de caixas de montagem em superfície, teto e pendentes”, afirmou John Maier, CEO da Bose Professional. “O novo modelo de 12 polegadas adiciona mais potência à elegante estética DesignMax e foi projetado para combinar perfeitamente com o restante da linha, oferecendo aos clientes opções para criar sistemas coesos com diferentes modelos e áudio consistente em qualquer projeto”.
Pensado para oferecer versatilidade de instalação, a caixa resistente às condições climáticas inclui um suporte metálico robusto com ajuste de inclinação e rotação para uso externo, permitindo posicionamento preciso e estabilidade de longo prazo. Isso o torna adequado para aplicações como templos religiosos, espaços de artes cênicas e áreas externas.
Integradores também poderão aproveitar configurações otimizadas de fábrica ao utilizar o DM12SE em conjunto com amplificadores e processadores Bose Professional, garantindo desempenho consistente desde a instalação inicial.
“O DM12SE representa um novo equilíbrio entre desempenho e design estético moderno nesta categoria”, afirmou Shawn Watts, vice-presidente de Produto. “Seu driver de 12 polegadas oferece extensão de graves profunda e impactante, muitas vezes eliminando a necessidade de um subwoofer separado, além de proporcionar excelente saída e headroom”.
Disponível nas cores preto ou branco, o DesignMax DM12SE foi desenvolvido para instalações permanentes, nas quais desempenho acústico e integração estética com o ambiente são igualmente importantes.
Alto Falante
Celestion apresenta tecnologia Lensguide para melhorar diretividade e coerência sonora
Publicado
6 dias agoon
06/03/2026
Nova solução de guia de onda busca eliminar limitações acústicas tradicionais em sistemas line array e reforço sonoro.
Durante a ISE 2026, a Celestion apresentou a Lensguide, uma nova tecnologia patenteada de guia de onda desenvolvida para otimizar simultaneamente a resposta em frequência e o controle de diretividade em sistemas de áudio profissional — dois fatores que historicamente exigem compromissos técnicos no projeto acústico.
A tecnologia foi demonstrada como parte de uma nova geração de designs de waveguides, horns e waveshapers voltados especialmente para aplicações de line array e reforço sonoro de alta performance.
O problema que a tecnologia busca resolver
Nos projetos tradicionais de cornetas e guias de onda existe um dilema conhecido: melhorar o controle de dispersão geralmente compromete a uniformidade da resposta em frequência, enquanto priorizar a resposta tonal tende a reduzir o controle direcional do som.
Na prática, isso pode gerar:
- cobertura irregular em grandes ambientes
- variações sonoras entre diferentes áreas do público
- menor inteligibilidade fora do eixo principal
- necessidade de ajustes mais complexos durante a calibração do sistema
A proposta da Lensguide é justamente eliminar esse equilíbrio forçado.
O que muda na prática
Segundo as informações técnicas apresentadas, a inovação utiliza um design interno com corrugações acústicas calculadas com precisão, capazes de controlar o percurso do som dentro da guia de onda.
Esse controle melhora a coerência do front de onda, trazendo benefícios diretos para sistemas profissionais:
- resposta em frequência mais uniforme
- cobertura sonora mais consistente
- maior inteligibilidade vocal
- menor necessidade de correções intensivas via DSP
- comportamento mais previsível em arrays
Na operação diária, isso pode reduzir o tempo de ajuste e facilitar resultados consistentes entre diferentes eventos e instalações.
Aplicações e escalabilidade
Outro destaque da Lensguide é sua flexibilidade de aplicação. A tecnologia pode ser adaptada para:
- um único driver de compressão
- múltiplos drivers em array
- diferentes formatos de sistemas e aplicações
Essa escalabilidade amplia o potencial de uso tanto em sistemas touring quanto em instalações fixas.
Impacto para integradores e engenheiros de sistema
Para integradores e técnicos de som, o principal ganho está na previsibilidade acústica do sistema.
Um controle mais preciso do front de onda permite:
- projetos de cobertura mais eficientes
- menor interferência entre caixas
- maior correspondência entre simulação e resultado real
Em ambientes onde tempo de montagem e ajuste são fatores críticos, essas melhorias representam ganho operacional direto.
Uma tendência de desenvolvimento acústico
O lançamento da Lensguide reforça uma tendência crescente no áudio profissional: resolver desafios acústicos já no design físico do sistema, reduzindo a dependência exclusiva do processamento digital para correções posteriores.
Em vez de compensar limitações com DSP, a proposta é que o sistema já nasça acusticamente mais coerente desde sua engenharia mecânica.
Audio Profissional
Samson nomeia Ty Vaughn como líder de desenvolvimento de produtos
Publicado
7 dias agoon
05/03/2026
Executivo passa a comandar a estratégia global de inovação e o ciclo completo de novos produtos da empresa.
A Samson anunciou a nomeação de Ty Vaughn como novo Head of Product Development, cargo no qual será responsável por liderar a estratégia global de desenvolvimento de produtos e supervisionar todo o ciclo de vida das soluções da marca e de suas linhas distribuídas.
A contratação reforça o foco da empresa em inovação em um momento de transformação do mercado de áudio profissional, impulsionado por aplicações em som ao vivo, produção musical e criação de conteúdo digital.
Vaughn chega à Samson após atuar como Associate Director of Product Management em um fabricante global de equipamentos de áudio profissional, onde liderou iniciativas completas de desenvolvimento de produtos, incluindo definição estratégica, planejamento de roadmap e execução de lançamentos.
Na nova função, o executivo terá como missão definir a próxima geração de produtos da Samson, acelerar processos de inovação e desenvolver soluções alinhadas às demandas atuais de músicos, criadores e profissionais de áudio.
Além da experiência corporativa, Vaughn possui forte ligação com o meio musical, com atuação em produção ao vivo, estúdio e performance como baterista e DJ — combinação que, segundo a empresa, contribui para transformar necessidades reais de usuários em produtos competitivos.
Ty Vaughn afirmou: “É uma honra assumir o cargo de Head of Product Development na Samson. A empresa possui uma história sólida apoiando músicos e criadores, e estou animado para ajudar a construir o próximo capítulo de inovação, respeitando esse legado e olhando para o futuro”.
O presidente da Samson, Branislav Zivkovic, acrescentou: “A experiência estratégica de Ty e sua conexão com a comunidade de áudio fazem dele uma escolha ideal. Seu trabalho será essencial para impulsionar nossa próxima fase de crescimento e inovação”.
A nomeação reforça a estratégia da Samson de fortalecer uma estrutura de desenvolvimento baseada em colaboração global, flexibilidade e proximidade com os profissionais que utilizam seus produtos.
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