A empresa de cabos para áudio e vídeo apresenta sua estratégia de diferenciação no competitivo mercado brasileiro
Aurea e Alexandre
A Mancini Cabos tem 2 anos de vida e surgiu por meio da Cordeiro Cabos Elétricos, que está no mercado há 37 anos com uma gama de produtos totalmente diferente do que hoje a Mancini disponibiliza.
A Mancini foi criada por Carlos Alberto Cordeiro com o intuito de marcar um grande diferencial, principalmente para atender à necessidade do cliente e focar o que ele procura nesse mercado, um segmento muito amplo para cabos especiais.
“Quando se fala em cabos especiais, estamos falando daquele cliente que quer um cabo azul com bolinhas roxas e ninguém faz. Então, a Mancini vai lá conversar com o responsável pela empresa e tenta trazer esse produto”, contou Áurea Regia, do departamento comercial da Mancini Cabos.
Na empresa colocam especial atenção na pós-venda, realizando um trabalho detalhado para ajudar o cliente e medir o grau de satisfação com os cabos. Parte desse trabalho também é feita pelo Alexandre Nascimento, gerente regional, que trabalha no departamento comercial com a Áurea e se encarrega tanto do relacionamento com representantes quanto visitando as lojas. “Tentamos agregar, junto com os representantes, um produto de qualidade. Buscamos realmente ver onde está o erro no mercado, que é esse pós-venda que não existe”, ele comentou.
Momento dos cabos
Na situação atual, em que o varejo não está fazendo estoque de productos, mas trabalhando com o que já tem, as empresas se concentram no que os consumidores necessitam, e é nesse momento que a Mancini participa do processo, ouvindo as necessidades de cada cliente particular para satisfazer uma demanda mais personalizada.
Alexandre declarou: “Com essa crise econômica, todos ficam até com receio de fazer as compras, ou seja, compram só o que precisam no momento. Hoje não existe mais estoque. O pessoal antigamente comprava 20 quilômetros de cabo; hoje compra um e já é suficiente para atender o mercado”.
Publicidade
Diante desse panorama, a Mancini trabalha com 16 representantes externos, mais cinco vendedores internos dando suporte pós-venda. “Com 24 anos no Grupo Cordeiro, posso dizer que antigamente o cliente procurava a empresa, hoje não existe mais isso. Hoje você tem de fazer muito marketing ativo para poder trazer seu cliente para dentro da empresa”, adicionou Áurea. “Sabemos que estamos recém-começando com a Mancini, mas já percebemos a satisfação do cliente em termos de qualidade, mas não só do produto, mas da qualidade de manter o cliente dentro da empresa.”
Os produtos
Outro ponto importante em relação à qualidade dos cabos da empresa é a tecnologia usada, as máquinas e os fornecedores de matéria-prima. “Temos um provedor de PVC e borracha que é uma das maiores empresas do Brasil”, explicou Áurea. “Também destacamos o processo do cobre, pois o nosso é eletrolítico, puro. Aliás, temos cabos que são 100% cobre. Em nosso produto existe também um processo de estanho que dá uma durabilidade maior ao cabo. Trabalhamos com o filamento 0,16, para que seja um cabo muito mais flexível. Esses são alguns diferenciais dos nossos productos.”
A turnê de estádios de Lana Del Rey pelo Reino Unido e Irlanda contou com consoles Solid State Logic Live L550 Plus tanto no FOH quanto nos monitores.
O trecho incluiu os principais estádios da Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda, encerrando com duas noites no Estádio de Wembley.
O engenheiro de FOH, Dani Muñoz, que trabalha com consoles SSL Live desde 2017, destaca a arquitetura aberta e a flexibilidade de roteamento como fatores decisivos para o design sonoro do show. Segundo ele, a mesa permite gerenciar a mixagem com precisão, inclusive nos momentos em que a artista canta à frente do sistema de P.A., situação que exige controlar vazamentos e manter clareza na voz. Para isso, utiliza o plug-in Sourcerer, essencial para reduzir ruído ambiente e ajustar as reverberações.
Nos monitores, Caleb Rodrigues afirma que a velocidade de operação da L550 Plus tem sido fundamental para administrar dezenas de entradas, incluindo até 40 canais de talkback. O recurso Query tornou-se central para visualizar rapidamente os sinais que alimentam cada envio e reorganizar rotas conforme necessário.
A equipe também fez uso extensivo de stems para otimizar a mixagem da banda, dos técnicos e da própria artista, permitindo ajustes gerais mais eficientes. No FOH, Muñoz incorporou funções do software SSL Live V6, como o Fusion Effect Rack e o compressor Blitzer, o que aprimorou o controle sobre cadeias de inserção e a coloração sonora.
Para ambos os engenheiros, a SSL Live foi crucial para o desempenho técnico da turnê. “É um console com um som excelente e eu recomendo amplamente”, conclui Muñoz.
A Waves Audio apresentou duas atualizações importantes para sua console de mixagem ao vivo eMotion LV1.
A primeira é a nova expansão opcional de 80 canais, que transforma qualquer sistema LV1 de 64 canais — incluindo o recém-lançado LV1 Classic — em uma mesa com 80 canais estéreo, 160 entradas e 52 buses, permitindo atender produções de maior porte.
A ampliação adiciona oito buses extras que podem ser configurados em dois modos: Groups, que eleva o total para 16 grupos, ou Monitors, que aumenta para 24 os envios de monitor. Para ativar esse recurso, os usuários devem possuir um LV1 de 64 canais atualizado para o novo LV1 v16, além de adquirir a licença de expansão.
O engenheiro de FOH Ken “Pooch” Van Druten destacou o avanço: “Ter 80 canais estéreo e 160 entradas em uma console tão compacta abre novas possibilidades. Eu levaria essa console para uma turnê de arenas sem hesitar.”
A segunda novidade é o software LV1 v16, disponível gratuitamente para os usuários do LV1 Classic. A nova versão traz melhorias na eficiência do DSP, novos filtros de Scenes & Recall Safe, teclas rápidas personalizáveis, avanços no Aux Send Flip e otimizações na navegação, no roteamento e no fluxo de trabalho.
A plataforma de amplificação Duecanali, da Powersoft, tornou-se a base sonora de concertos, oficinas e atividades comunitárias na rede de unidades do Sesc São Paulo, que já conta com mais de 100 amplificadores Duecanali 1604 instalados em todo o estado.
O projeto é liderado pelo designer e consultor Reinaldo Pargas, da AVM Projetos e Consultoria em Tecnologia, parceiro do Sesc desde 2003. A instituição — fundada em 1964 e com 43 unidades ativas em 2025 — oferece diariamente cursos, exposições, espetáculos e programas educativos em diversas cidades paulistas.
Os amplificadores Duecanali 1604 de Powersoft garantem áudio de alta qualidade com baixo consumo de energia e mínima dissipação de calor, algo essencial em espaços que recebem, em um mesmo dia, oficinas pela manhã, shows à tarde e palestras à noite. O modelo entrega 800 W por canal (4/8 Ω) e até 2.000 W em bridge, permitindo alimentar caixas de baixa impedância ou linhas distribuídas de 70/100 V.
A AVM optou pela versão DSP+D, com processamento interno e conectividade Dante/AES67, possibilitando roteamento via IP e ajustes diretos no ArmoníaPlus, sem necessidade de DSP externo.
Segundo Pargas, a combinação de tamanho compacto, eficiência e baixa distorção tem sido decisiva para garantir sonoridade consistente em salas de diferentes formatos, otimizar rack rooms e reduzir o consumo energético. Além disso, o sistema permite atender às diretrizes técnicas rigorosas do Sesc e às demandas de artistas em circulação.
Publicidade
A rede Sesc seguirá em expansão nos próximos meses, com novas unidades previstas em Marília e no Parque Dom Pedro II, onde a Powersoft deve novamente integrar a infraestrutura principal de áudio.