Linha de pedais TC Electronic está disponível no Brasil
Publicado
9 anos agoon
A ProShows trás ao Brasil a nova linha de pedais da TC Electronic, a Smorgasboard of Tones. São 13 novos modelos que prometem balançar o mercado de pedais de efeitos para guitarra
Esta linha da TC Electronic já vinha sendo muito aguardada no mercado mundial e recebeu ótimas críticas de revistas especializadas no segmento. Os novos pedais prometem entregar muita qualidade por um custo beneficio amplo (nesta categoria). Além disso, os modelos contam com uma construção robusta, controles objetivos, circuito True Bypass e conexões no painel traseiro que otimizam a acomodação em qualquer PedalBoard.
Confira abaixo mais especificações sobre os novos modelos que estão disponíveis para venda no Brasil:
RUSTY FUZZ: O Rusty Fuzz da TC Electronic é um pedal de saturação analógico simples, que oferece uma larga gama de sonoridades (graças ao seu controle de ganho super ajustável) que remetem aos antigos amps valvulado.
RUSH BOOSTER: O Rush Booster da TC Electronic é um pedal totalmente analógico e que oferece até 20dBs de Boost. O modelo para solos ou reforço para riffs. Toda essa potência é construída com a tecnologia True Bypass.
TAILSPIN VIBRATO: O pedal Tailspin Vibrato da TC Electronic oferece uma série de timbres vintage de vibrato em um gabinete compacto e robusto. Equipado com um circuito analógico, este pedal mantém uma frequência perfeita e proporciona um vibrato natural com diversas aplicações.
CINDERS OVERDRIVE: O pedal Cinders Overdrive é a ferramenta para amantes de Blues e roqueiros. Seu circuito totalmente analógico é muito convincente ao recriar a distorção harmônica associada com amplificadores valvulado. Além disso, o modelo conta com um alcance de ganho muito grande, seu timbre ficará transparente em todos os momentos.
AFTERGLOW CHORUS: O pedal Afterglow Chorus foi projetado para guitarristas apaixonados pelo Vintage. Seu circuito totalmente analógico usa o BBD (Bucket Brigade Device) para criar uma ampla gama de sons clássicos de modulação. Desde o menor vibrato até a oscilação mais selvagem.
THUNDERSTORM FLANGER: O Thunderstorm Flanger capta os sons de flanger analógicos clássicos do passado, tudo isso em um gabinete compacto e extremamente acessível.
GRAND MAGUS DISTORTION: O pedal Grand Magus Distortion está transbordando com sons de distorção de amp orgânico, compressão natural de válvula e um caractere tonal consistente e rico, assim como o som do Rock N Roll. Tudo isso em um
compartimento de metal compacto com Bypass verdadeiro.
SKYSURFER REVERB: O pedal Skysurfer Reverb é a solução para suas necessidades básicas de reverberação, não importa se você quer mergulhar em oceanos profundos ou navegar tranquilamente, o Skysurfer permite que você faça isso através de seus três algoritmos de reverberação, todos alojados em um pedal resistente e compacto.
ECHOBRAIN ANALOG DELAY: O pedal EchoBrain é a escolha natural para amantes do delay. Ostentando um design clássico, totalmente analógico, este pedal está pronto para oferecer os ecos e delays que você possa precisar.
THE PROPHET DIGITAL DELAY: O pedal Prophet Digital Delay possibilita efeito delay de estúdio de alta qualidade.
BLOOD MOON PHASER: O pedal Blood Moon Phaser ressuscita os sons de Phaser de antigamente e transcende com uma gama de recursos modernos. Então, se os sons clássicos dos Phasers dos anos 70 fazem seu coração bater mais rápido, prepare-se para um ataque cardíaco.
FANGS METAL DISTORTION: O pedal Fangs Metal Distortion vai de sons de thrash ultra consistentes a grossas paredes de distorção de Doom Metal.
FORCEFIELD COMPRESSOR: O pedal Forcefield veio para oferecer diversos os timbres vintage e compressão. A partir de pequenas regulagens podem ser feitas melhorias para nivelar o sinal e todo o caminho para a compressão.
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Este texto é um recorte de uma viagem que já dura mais de cinquenta anos.
Meu objetivo é mapear, de forma direta, os principais modos de uso do órgão Hammond no Brasil e, sobretudo, registrar o papel dos músicos que ajudaram a construir o que chamo de “som do órgão brasileiro”. No centro dessa história está Walter Wanderley.
O Hammond é um instrumento singular. Criado em 1935 por Laurens Hammond como alternativa aos órgãos de tubos, rapidamente encontrou espaço em igrejas e cinemas — práticas que moldaram suas primeiras técnicas e sonoridades. Já em 1937 havia representação comercial da marca no Brasil.
Ao observar sua trajetória na música popular do século 20, identifico pelo menos quatro grandes tradições de uso do Hammond.
A primeira ganhou projeção internacional com Ethel Smith, nos anos 1940, ao misturar a tradição do órgão de teatro (usado em salas de cinema, no tempo do cinema mudo) com repertório latino. Esse período ficou marcado pelo chamado “som antigo”, anterior à popularização da caixa Leslie.
No final dos anos 1940, a introdução da caixa Leslie mudou definitivamente a identidade do instrumento e consolidou o “som moderno”.
A segunda tradição surge nos anos 1950 com Jimmy Smith, que levou o Hammond ao centro do jazz e do blues. Seu estilo virtuoso redefiniu o órgão como instrumento solista e influenciou gerações no mundo inteiro.
No Brasil, nesse mesmo período, o Hammond ocupava o centro das boates e clubes, tocando boleros e sambas com músicos como Djalma Ferreira, Ed Lincoln, Waldir Calmon e outros. Mas logo ficou claro que aquelas sonoridades importadas não dialogavam adequadamente com o samba ou com a bossa nova.
É nesse ponto que surge a transformação mais profunda, a “terceira tradição”.
Walter Wanderley e o nascimento do “órgão brasileiro”
Egresso do acordeão, Walter Wanderley promoveu uma ruptura estética decisiva. Ele criou uma forma inédita de tocar ao transpor para o pedal de expressão a técnica do fole do acordeão.
Sua gravação de “Samba de Verão” (1966) é a mais famosa e representativa do que chamo de “som do órgão brasileiro”. Não foi apenas uma questão do uso de novos timbres. Seus contemporâneos – como Renato Mendes, Juarez Santana e René Faria Terra – adotaram diretamente seus modos de tocar e suas escolhas sonoras.
Foi uma mudança de paradigma: o órgão passou a ser usado a partir de outra linhagem da família dos teclados.
O Hammond no rock brasileiro
A quarta tradição se consolida no rock. Nos EUA e no Reino Unido, o Hammond substituiu o piano como teclado central das bandas a partir dos anos 1960, com nomes como Billy Preston, Jon Lord, Keith Emerson e Rick Wakeman.
No Brasil, o instrumento aparece desde a Jovem Guarda passando pelas bandas de rock progressivo e artistas da MPB dos anos 1970, com músicos como Arnaldo Baptista, Wagner Tiso, Flávio Venturini e, mais tarde, com Maurício de Barros, no Barão Vermelho. Diversamente ao que fez Walter Wanderley para o samba e a bossa, neste gênero, os usos do Hammond têm sido fiéis às referências internacionais.
Enquanto o uso do órgão no samba hoje soa mais datado para ouvidos contemporâneos, no rock ele permanece plenamente vivo como referência estética e sonora. (Cortar tudo)
Mais do que um instrumento
A história do Hammond no Brasil não é apenas a história de um teclado importado. É a história da construção de uma linguagem própria, sobretudo a partir da síntese criada por Walter Wanderley.
O “órgão brasileiro” não nasceu de uma cópia: nasceu de uma reinvenção.
Autor: Felipe Radicetti. Site oficial: www.feliperadicetti.com
Iluminação
X-Laser lança novo site com identidade renovada e experiência de usuário aprimorada
Publicado
23 horas agoon
26/01/2026
A X-Laser anunciou o lançamento de seu novo site oficial, xlaser.com, marcando uma nova fase na evolução da marca como parte do grupo Elation.
Desenvolvida em menos de três meses e apresentada a tempo da LDI 2025, a nova plataforma aposta em uma navegação mais clara, fluida e alinhada à forma como o mercado pesquisa e adquire sistemas de laser atualmente.
De acordo com Eric Loader, vice-presidente global de Vendas e Marketing da Elation, o novo site fortalece a marca X-Laser e oferece uma maneira mais prática de entender como seus sistemas se encaixam em projetos e produções reais.
Navegação mais simples e orientada por aplicações
Um dos principais destaques é a reestruturação completa da navegação, que elimina o antigo modelo fragmentado e passa a apresentar uma arquitetura mais direta. Agora, os usuários podem buscar produtos por tipo de aplicação, seja para produções profissionais ou para sistemas voltados a DJs e entertainers móveis de nível inicial.
O site também foi otimizado para dispositivos móveis, atendendo aos profissionais que costumam pesquisar equipamentos enquanto estão em turnê ou em campo.
Novas opções de compra
O novo portal traz modelos de compra diferenciados conforme o tipo de produto. Acessórios, LaserCube e Aurora podem ser adquiridos diretamente online, enquanto sistemas mais avançados, como Skywriter e Triton — agora distribuídos pela Elation —, trabalham com preços sob consulta e suporte para configuração personalizada.
Conteúdo técnico e visual aprimorado
Visualmente, o site reflete a nova identidade de marca da X-Laser, com fotografias atualizadas de toda a linha de produtos. As páginas individuais agora incluem downloads de perfis de console, arquivos de demonstração e documentação técnica. As fichas técnicas também foram redesenhadas para facilitar a comparação de dados como consumo de energia, potência dos diodos laser e peso dos equipamentos.
Instrumentos Musicais
O “quiet tech” musical: como a tecnologia silenciosa está mudando a prática urbana
Publicado
23 horas agoon
26/01/2026
Equipamentos mais silenciosos, compactos e portáteis redefinem a forma de estudar, produzir e criar música nas grandes cidades.
A vida urbana vem transformando profundamente a relação de músicos, produtores e criadores com seus instrumentos e equipamentos. Em apartamentos, home studios e espaços compartilhados, o volume deixou de ser apenas uma questão artística para se tornar também um fator prático do dia a dia. Nesse cenário, ganha força uma nova tendência: o “quiet tech” musical.
O termo engloba uma nova geração de equipamentos pensados para reduzir o impacto sonoro sem abrir mão de qualidade, sensação e funcionalidade. Entre os exemplos mais visíveis estão as baterias híbridas e eletrônicas com soluções de prática silenciosa, os monitores de estúdio compactos otimizados para trabalhar em volumes moderados e as soluções de tratamento acústico portátil, voltadas para espaços temporários ou não dedicados.
A cidade como motor da mudança
O crescimento das grandes cidades, somado à consolidação do home studio como principal ambiente de produção musical, acelerou esse movimento. Cada vez mais músicos trabalham em apartamentos, quartos multifuncionais ou estúdios improvisados, onde o controle de ruído é tão importante quanto a qualidade sonora.
Diante dessa realidade, fabricantes vêm respondendo com produtos mais eficientes, compactos e silenciosos, que permitem estudar, gravar e produzir sem conflitos com vizinhos, horários ou limitações de espaço.
Menos volume, mais controle
As baterias híbridas e eletrônicas, por exemplo, deixaram de ser apenas ferramentas de palco ou estúdio e passaram a ocupar um papel central como instrumentos de prática silenciosa, preservando a sensação física da execução. O mesmo acontece com os monitores nearfield de nova geração, projetados para oferecer resposta precisa mesmo em níveis de pressão sonora mais baixos.
A isso se soma o crescimento das soluções de acústica modular e portátil, como painéis dobráveis, cabines móveis e sistemas de absorção temporários, que permitem transformar rapidamente um ambiente comum em um espaço de trabalho funcional.
Uma tendência com impacto direto no mercado
O “quiet tech” não é uma moda passageira, mas sim uma resposta estrutural às mudanças na forma de criar música. Para marcas, distribuidores e lojas especializadas, esse segmento representa uma oportunidade clara de crescimento, especialmente entre músicos urbanos, produtores independentes e criadores de conteúdo.
Mais do que vender potência e volume, o mercado passa a valorizar controle, eficiência, portabilidade e convivência. Nas grandes cidades, a tecnologia silenciosa deixa de ser diferencial e passa a fazer parte do novo padrão da produção musical.
Você tem algum produto quiet tech na sua loja? Conte-nos!
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