Distribuição
Takamine e Sonotec trazem novos modelos
Publicado
6 anos agoon
Os violões da Takamine são altamente reconhecidos no mercado brasileiro, e não é à toa, pois a distribuidora Sonotec vem fazendo um trabalho destacado com eles há três décadas. Conheça os novos modelos para 2020.
Quando se fala em violões é impossível não citar a Takamine. Criada na cidade de Sakashita, no Japão, aos pés do Monte Takamine, há quase 60 anos, a companhia é um marco na história dos instrumentos musicais devido às inovações tecnológicas e ao design de seus produtos.
O que começou como uma empresa familiar hoje é uma das principais marcas do mundo, distribuída em mais de 60 países. Os negócios internacionais da Takamine ganharam força comercial em 1975. A produção de violões elétricos e seus modelos de captadores definiram um padrão de qualidade e sofisticação para a indústria, além de a empresa ser pioneira no controle deslizante para o pré-amplificador estilo acústico.
A fábrica da Takamine e o escritório estão em Gifu, no Japão, e também existem companhias irmãs na Coreia do Sul e na China. A empresa negocia seus produtos diretamente com os distribuidores de cada país onde atua.
Para garantir um posicionamento positivo das vendas, a Takamine tem como estratégia trabalhar em forma de triângulo: do topo (marcas high-end) ao mais baixo (menos expressivas).
Além disso, a indústria tem de estar atenta às matérias-primas dos violões. Como são feitos de madeira, antes de exportar seus produtos, sempre consideram as mudanças no meio ambiente.
A Takamine iniciou negócios com a América Latina há mais de 30 anos e este ainda é um mercado sedutor para a empresa, pois nesses países se utilizam instrumentos com cordas de náilon, como na música folclórica, flamenca e no samba, sendo que cerca de 10% da produção da empresa é de produtos com esse perfil.
Quando se fala em crescimento, a Takamine não cruza os braços. Investe constantemente em novas ações para adequar-se ao mercado em que atua.
No Brasil
A Sonotec assumiu a distribuição dos produtos da Takamine em 1991, quando houve a abertura dos portos para importações por parte do governo Collor. Desde então, a marca pôde chegar às lojas brasileiras com mais facilidade e seus violões ocupam uma posição privilegiada no ranking, colocando-se como alguns dos melhores no País. É um produto de qualidade, com uma variedade de modelos que permite ao consumidor escolher aquele que melhor atenda à sua necessidade, além do suporte que recebe da Sonotec, é claro.
Northon Vanalli, gerente de marketing da Sonotec (parte do Grupo Renaer), conta mais a seguir.
M&M: Como foi a evolução da Takamine no Brasil desde que a Sonotec virou distribuidora da marca?
Northon: A chegada foi em 1991 e, como qualquer marca que aporta em um novo mercado, era relativamente desconhecida. A construção da marca foi feita de forma gradual, porém com constância, seriedade, solidez e investimento, o que, ao longo do tempo, trouxe credibilidade tanto para o produto quanto para a empresa, ambos sólidos até os dias de hoje.
M&M: Como é hoje o trabalho que a Sonotec faz com a Takamine?
Northon: O trabalho é feito com muito esmero e profissionalismo, qualidades que se estendem também para as outras marcas que distribuímos. Em 2021, celebraremos 30 anos como distribuidores da marca Takamine no Brasil. Durante esse tempo, tivemos oportunidade de aprender com o mercado, lojistas, músicos e artistas a melhor maneira de conduzir o trabalho com a marca. E, assim, fomos nos adequando conforme a necessidade.
O mercado brasileiro é um pouco diferente do dos outros países da América Latina, pois temos um território enorme, idioma diferente, música distinta — características que nos levaram à criatividade e à inovação. Tendo ciência disso, desde o início, a Sonotec procurou uma maneira peculiar de construção de mercado, pois sabíamos que somente assim a marca subsistiria, como realmente tem acontecido.
M&M: A Sonotec tem uma equipe especial que se encarrega só dessa marca?
Northon: Sim e não. Explico: temos uma equipe de revisão interna que verifica individualmente todos os nossos instrumentos/produtos antes de enviá-los para o mercado. No entanto, uma parte dessa equipe é técnica especializada em Takamine. Isso proporciona uma grande segurança para nós e para os lojistas, diminuindo enormemente o retorno dos instrumentos para algum tipo de reparo. Todo o restante da equipe, como vendedores internos, marketing, representantes comerciais, logística, financeiro e administrativo, é o mesmo que trabalha para todas as nossas marcas conjuntamente e sem distinção. Temos uma assistência técnica e luthieria que são reconhecidas pelo mercado por sua eficácia e agilidade, conferindo
credibilidade e fortalecimento à marca.
M&M: Conte sobre os artistas que usam Takamine no Brasil.
Northon: Hoje a Takamine tem um casting grande e relevante de artistas que estão posicionados entre os mais variados estilos musicais, tais como sertanejo, pop, rock, samba/pagode, gospel e reggae, entre outros. Esse trabalho, que se iniciou logo que a marca chegou ao Brasil, foi, de certa forma, inovador e inédito. Acredito ter sido um divisor de águas para que a marca alcançasse prestígio no mercado. Atualmente, devido à grande quantidade de artistas renomados usando a marca Takamine, ela é vista com muita frequência em DVDs, programas de TV, redes sociais como YouTube, Instagram e Facebook, e shows ao vivo.
Fica até difícil para nós, da Sonotec, quantificar a importância de toda essa mídia realizada por meio dos nossos patrocinados, mas com certeza foi e continua sendo fundamental. Posso me arriscar a dizer que essa “força artística” elevou a Takamine ao patamar de “objeto de desejo”.
M&M: O que significa para a Sonotec ter a Takamine entre suas marcas representadas?
Northon: Para nós, hoje, a marca Takamine tem uma enorme relevância, pois abre portas comerciais. Inclusive para os lojistas parceiros, tornou-se importante tê-la em seu mix de produtos. Um segundo significado a ser ressaltado é o orgulho que temos por — durante esses quase 30 anos — termos conseguido edificar uma marca tão importante no âmbito comercial e extremamente desejada pelo universo artístico.
M&M: Quais os produtos mais recentes da marca?
Northon: Destacamos os modelos da G Series, como GY93E (New Yorker eletroacústico com faixa em quilted maple no fundo), GD90CE ZC (Dreadnough eletroacústico com fundo e laterais em ziricote), GN75CE TBK (Nex eletroacústico na cor Trans Black), GN75CE WR (Nex eletroacústico na cor Wine Red), GN77KCE Nat (Nex eletroacústico com corpo em koa) e ainda o modelo GC6CE, um clássico náilon com boca oval.
Dentre os modelos Made in Japan, ressaltamos os flats TSP138C TBS e TSP148NC NS, da série Thinline, já disponíveis no Brasil, além do LTD2020 “Peace”, a série limitada da Takamine que chegará ao nosso país ainda no primeiro semestre. Como você pode notar, a Takamine tem um carinho especial pelo Brasil e renova sua linha com a frequência que o mercado brasileiro exige.
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Distribuição
Yamaha Musical do Brasil assume distribuição de Line 6, Ampeg, Guild e Córdoba
Publicado
1 semana agoon
12/01/2026
Movimento amplia portfólio da companhia no país e reforça estratégia global de aproximar marcas do mercado local.
A Yamaha Musical do Brasil Ltda. anunciou que passa a ser a representante e distribuidora oficial no Brasil das marcas Line 6, Ampeg, Guild e Córdoba a partir de 1º de janeiro de 2026.
A decisão integra a estratégia global da Yamaha de centralizar a gestão de marcas do grupo em suas subsidiárias locais, fortalecendo a presença regional e o relacionamento com o mercado.
As quatro marcas fazem parte da Yamaha Guitar Group Inc., subsidiária norte-americana da Yamaha Corporation, sediada no Japão, criada em 2014 após a aquisição inicial da Line 6. Para TJ Martin, vice-presidente de Vendas Mundiais da YGG, a transição é um passo natural dentro da estrutura do grupo. “Como subsidiária brasileira da Yamaha Corporation e empresa irmã da YGG, é uma progressão natural para a YMDB assumir o gerenciamento local de nossas marcas. A adição dos produtos da YGG permite que a Yamaha no Brasil avance para se tornar um dos principais fornecedores de soluções para guitarristas, violonistas e baixistas no país”, afirma o executivo.
Segundo Martin, as marcas agora sob gestão da YMDB são presença constante em palcos e estúdios ao redor do mundo. “Nossos produtos carregam legado e confiabilidade para músicos e bandas em turnê. Estamos muito felizes em trabalhar com a YMDB para continuar essa jornada e fazer história no Brasil”, completa.
Com a mudança, o portfólio da Yamaha no Brasil passa a reunir Yamaha, Line 6, Ampeg, Córdoba e Guild, ampliando de forma significativa sua oferta de instrumentos e soluções para guitarristas e baixistas. Para Kentaro Hayashi, presidente da Yamaha Musical do Brasil, o movimento reforça o posicionamento estratégico da companhia no país. “A Yamaha sempre foi reconhecida como líder global em instrumentos musicais e áudio profissional. Ao trazer marcas icônicas como Line 6, Ampeg, Córdoba e Guild para o Brasil, reafirmamos nosso compromisso em oferecer aos músicos brasileiros um portfólio ainda mais completo e diversificado”, destaca.
Hayashi também ressalta o peso histórico de cada uma das marcas. “A Guild é reconhecida por seus violões e guitarras, a Ampeg é referência mundial em amplificação de baixo, a Line 6 é pioneira em tecnologia digital para guitarristas, e a Córdoba é sinônimo de qualidade em instrumentos acústicos. Essa parceria reflete nossa visão de crescimento sustentável e nossa dedicação em celebrar a música em todas as suas formas no Brasil”, afirma.
Do ponto de vista do mercado, a mudança deve impactar diretamente revendedores e distribuidores, que passam a contar com o portfólio completo dessas marcas aliado à estrutura logística, comercial e de suporte da Yamaha no Brasil. De acordo com Hayashi, a transição segue uma diretriz global da companhia. “A transferência da distribuição dessas marcas para as subsidiárias locais da Yamaha tem sido uma tendência mundial, garantindo uma relação mais próxima com cada mercado e entregando o mesmo nível de excelência e suporte que músicos de todo o mundo esperam”, conclui.
Distribuição
Taylor Guitars terá distribuição no Brasil pela Made in Brazil, confirma WMS
Publicado
2 meses agoon
18/11/2025
Mudança reorganiza o segmento de violões premium no país e reposiciona a estratégia da marca no mercado brasileiro.
A Taylor Guitars terá uma nova estrutura de distribuição no Brasil. A WMS Brasil, que representou oficialmente a marca por mais de uma década, anunciou em comunicado publicado no Instagram que encerra sua atuação como distribuidora. A operação passa agora para a rede Made in Brazil, que assume a importação e o fornecimento dos instrumentos no país.
No texto divulgado, a WMS afirmou: “Hoje encerramos um capítulo muito especial da nossa história. A WMS Brasil deixa de ser a distribuidora oficial da Taylor Guitars no Brasil, e a operação passa agora para a Made in Brazil.”
A empresa também agradeceu as parcerias construídas ao longo da última década e informou que está conduzindo uma transição transparente para consumidores e lojistas.
O movimento ocorre em um dos maiores e mais competitivos mercados latino-americanos de violões premium. O Brasil combina grande demanda com desafios estruturais importantes — como carga tributária elevada, logística extensa e forte impacto cambial — fatores que tornam o segmento de instrumentos de alto padrão especialmente sensível a preço e disponibilidade.
Nesse cenário, a Taylor passa a disputar espaço em um ambiente já consolidado por marcas como a Takamine, distribuída pela Sonotec, operação reconhecida por sua capilaridade e consistência no atendimento ao varejo especializado.
Ao longo dos últimos anos, a WMS desempenhou papel relevante na expansão da Taylor no país, fortalecendo sua presença em lojas especializadas, promovendo treinamentos e contribuindo para ampliar a visibilidade da marca entre músicos profissionais e consumidores iniciantes.
Com a chegada da Made in Brazil à operação, o setor acompanha como serão estruturadas as políticas comerciais, campanhas de marketing e a presença da marca nos principais centros consumidores. Até o momento, a nova distribuidora não divulgou detalhes adicionais sobre seus planos para a Taylor Guitars.
A Música & Mercado seguirá monitorando a transição e seus impactos no segmento de violões premium no Brasil.
Distribuição
Às vésperas dos 40 anos, Habro Music triplica faturamento
Publicado
4 meses agoon
02/10/2025Por
Redação
Com uma sucessão planejada e a injeção de uma liderança mais ousada, a distribuidora sai do modo “discreto” e projeta crescimento três vezes maior em 2025.
No competitivo tabuleiro do mercado musical brasileiro, a Habro Music era, até recentemente, o paradoxo de um gigante adormecido. Detentora de um portfólio invejável e com uma saúde financeira inquestionável, a empresa operava em um ritmo quase de manutenção, levando o mercado a percebê-la como tradicional, sem ego e “apagada”. Lojistas ouvidos pela Música & Mercado afirmavam que a visão externa era a de “uma empresa que sentou em cima de um monte de marca porque tem dinheiro, mas perdeu a vontade de brilhar”.
Essa era acabou
Em setembro de 2025, a Habro comemorou 40 anos de história. O ano de celebração coincidiu com mudanças que não estavam no radar do mercado, considerando o ritmo adotado nos últimos anos pela companhia. Convenhamos: a importadora, através de seus fundadores Alfred e Alec Haiat, era reconhecida como bem administrada e sólida financeiramente, mas também avessa a riscos e conservadora.

O ponto de virada veio com o processo de sucessão, agora sob a direção de Phillipe Haiat, filho de Alfred, que assumiu como COO. Phillipe promoveu uma reforma estrutural — ou, como eles mesmos definem, “um novo palco”. “Hoje estou à frente do negócio talvez com a mesma energia que os fundadores tinham há alguns anos. Mas acredito que nada se faz sozinho, e por isso me apoio em gente competente ao meu redor”, explica Phillipe Haiat. Entre as mudanças, desde outubro de 2024, Flávio Desenzi passou a liderar a diretoria comercial da Habro.

Sem ego, sem fogos de artifício
Com diretrizes claras, Desenzi enfatiza: “Está sendo apresentada nesta edição do Habro Sales Experience — HSE — nossa nova fase e posicionamento, reafirmando o compromisso de liderar o setor de instrumentos musicais com inovação, solidez e as marcas mais desejadas do mercado”. A 2ª edição do Habro Sales Experience, convenção da Habro Music, acontece de 2 a 5 de outubro no interior de São Paulo. “Iremos apresentar grandes novidades e estratégias para 2026, além de celebrar as conquistas e o crescimento notório da empresa”, complementa Samuel Galdino, gerente de marketing.
Em vez de campanhas pontuais, a empresa decidiu mexer no que realmente impacta o dia a dia do Lojista: estoque próprio pago, menos portas por SKU para proteger preço, representantes com metas e bônus, janelas de abastecimento mais curtas e um e-commerce que atua como laboratório — testando discurso, SEO, imagens e vídeos — para devolver à ponta um “pacote de venda” pronto para integrar ao site e às redes sociais da loja.
Os números confirmam a mudança: o faturamento triplicou em cerca de dez meses, e a projeção é encerrar o ano três vezes acima de 2024. Ninguém empilha esse gráfico só com boas intenções. O que está em jogo é uma filosofia antiga, agora aplicada com método: ninguém ganha sozinho. Se a margem não fecha na loja, a distribuidora não sustenta crescimento — e a Habro escolheu tornar isso regra de operação, não apenas slogan.

New Stage
A mudança começa por onde quase ninguém gosta de mexer: poder e processo. Os fundadores seguem próximos, como mentores e guardiões do jeito de fazer — empresa própria, não de banco; disciplina de caixa; aversão a prazos mirabolantes — e mantendo a tradição de representar muitas marcas. Entre os destaques, está o empenho na linha de áudio profissional, com a Alto, além da experiência passada na distribuição de marcas como Mackie e Focusrite.
“Vivemos hoje, sem dúvida, o melhor momento da empresa nos últimos 13 anos. Basta olhar ao redor do escritório para sentir uma empresa viva, motivada e confiante”, afirma Phillipe.
Em conversa com representantes comerciais, a Música & Mercado apurou que a Habro importará, até o fim de 2025, uma linha de produtos que trará três efeitos claros: Lojistas e consumidores animados e concorrentes preocupados. É hora de prestar mais atenção na quarentona Habro.
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