As maiores organizações do mundo estão unindo serviços de conferência a equipamentos de áudio inteligentes que levam as reuniões a um novo patamar de produtividade e eficiência, conclui a Frost & Sullivan.
Ferramentas de colaboração, especialmente conferências em multimídia, têm estado em alta graças à migração global das empresas para um modelo de trabalho híbrido. Com um esperado aumento do trabalho remoto e híbrido, a organização colaborativa do futuro precisará equipar salas de reunião com equipamentos (AV) avançados que complementem a adoção generalizada de modernos serviços de conferência na nuvem para que seus profissionais tenham acesso, seja qual for o local de realização do trabalho. O áudio deve ser de alta qualidade, sem falhas, natural, confiável e fácil de usar para possibilitar uma experiência do usuário realmente superior e mais produtiva.
O mais recente artigo técnico de liderança do pensamento da Frost & Sullivan, “Sete passos para melhorar reuniões virtuais em uma nova era de trabalho.”, analisa o papel de soluções de áudio inovadoras para assegurar a facilidade de realizar negócios no atual ambiente de trabalho distribuído. O documento avalia os diversos benefícios tecnológicos de um áudio de alta qualidade e como ele agrega valor e retorno sobre o investimento (ROI) de soluções de colaboração.
Para baixar gratuitamente o artigo técnico em inglês, acesse https://frost.ly/4r7.
“Quando os escritórios reabrirem, regulamentações de saúde e bem-estar exigirão que os funcionários tenham mínimo contato em áreas de uso comum. Portanto, haverá uma enorme demanda por conferências sem contato”, explicou Robert Arnold, Analista Principal de Trabalho Remoto da Frost & Sullivan. “As empresas vêm desenvolvendo um robusto ecossistema de conferências, e a adoção de tecnologias de AV que ajudem na implementação simples, na operação intuitiva e na total compatibilidade com as mais importantes plataformas de colaboração apresentará um crescimento considerável.”
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Jim Schanz, vice-presidente de vendas globais de sistemas integrados da Shure, comentou: “Para otimizarem o desempenho de áudio em salas conectadas a qualquer serviço de conferência e simplificarem a gestão de áudio de salas, as organizações devem considerar a padronização de equipamentos de áudio certificados. Como nenhuma reunião pode ser eficaz sem um áudio de alta qualidade, investir em uma infraestrutura com capacidade de escala pode posicionar empresas de qualquer porte para obterem mais sucesso enquanto se esforçam para enfrentar os fatores de mercado em evolução”.
Compradores de tecnologia e influenciadores de investimentos precisam realizar uma minuciosa análise prévia na busca de identificar a melhor solução para suas necessidades específicas. Estão entre os benefícios mais importantes:
Propriedade aprimorada com o uso de um único fornecedor que simplifique a compra e a implementação, e atue como ponto de contato único para suporte.
Padronização que oferece um conjunto comum de funcionalidades de monitoramento e gestão para simplificar tarefas rotineiras de TI realizadas de qualquer lugar e a qualquer momento, reduzir solicitações de suporte, além de garantir segurança uniforme e experiências de usuário consistentes para qualquer reunião por toda a organização.
Interoperabilidade certificada com os serviços de conferência mais adotados de outros desenvolvedores, o que amplia a aplicação e os casos de uso para acelerar o ROI.
A Spector anunciou no final do ano passado a Limited Euro LX Series, uma releitura moderna de um dos seus baixos mais reconhecidos.
Inspirada no Custom Shop, a linha incorpora escala de maple, um elemento pouco comum na série Euro que acrescenta mais brilho e definição. Cada modelo também inclui headstock em maple figurado combinando e três acabamentos gloss de alto impacto.
Os instrumentos apresentam top arqueado de maple figurado sobre corpo de aliso europeu, braço neck-thru de três peças de maple norte-americano e os característicos inlays Crown em madrepérola.
O coração do som vem do Spector Legacy preamp, desenvolvido em parceria com a Darkglass Electronics, combinado com captadores EMG, resultando no clássico “Spector growl” com maior versatilidade tonal.
A série da Spector está disponível em versões de 4 cordas (34”) e 5 cordas (35”), com os acabamentos Black Cherry, Ultra Violet e Black Stain, todos com ferragens douradas.
Os modelos Black Cherry e Ultra Violet já estão disponíveis em revendedores autorizados, enquanto o Black Stain é oferecido exclusivamente pela Sweetwater.
Como proteger madeiras, acabamentos e componentes em ambientes úmidos.
A conservação de instrumentos acústicos apresenta desafios específicos em regiões tropicais, onde a combinação de altas temperaturas e umidade constante acelera o desgaste de madeiras, cordas e partes estruturais. Dados citados por associações de luteria na América Latina indicam que níveis de umidade relativa acima de 70% podem causar deformações, perda de estabilidade tonal e falhas em colagens internas.
Umidade: o principal fator de risco
Em climas tropicais, a alta umidade afeta diretamente violões, guitarras acústicas, ukuleles, violinos, contrabaixos e instrumentos de percussão feitos de madeira. Entre os efeitos mais observados, luthiers destacam:
Dilatação e retração das madeiras, causando trastejamento, abaulamento da tampa e alterações no braço.
Enfraquecimento de colas e junções internas pela absorção de água.
Envelhecimento acelerado das cordas e perda de definição tonal.
A umidade excessiva também favorece o surgimento de fungos, especialmente em instrumentos guardados por longos períodos em estojos fechados.
Controle ambiental: a medida mais eficaz
Especialistas recomendam manter a umidade relativa entre 45% e 55% como faixa segura para instrumentos acústicos. Para alcançar esse nível em regiões tropicais, as estratégias mais utilizadas incluem:
Desumidificadores portáteis em salas de ensaio, estúdios e ambientes pequenos.
Sacos dessecantes dentro de estojos rígidos.
Evitar exposição direta a locais abafados, varandas ou ambientes sem climatização.
Ao contrário das regiões secas, o uso de humidificadores internos não é indicado, pois pode agravar o excesso de umidade na madeira.
Temperatura e incidência solar
As variações térmicas influenciam diretamente o comportamento estrutural dos instrumentos. Temperaturas altas podem amolecer colas e afetar acabamentos. As recomendações incluem:
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Não deixar instrumentos dentro de veículos.
Evitar exposição prolongada ao sol em ensaios ao ar livre.
Manter estojos afastados de fontes de calor e paredes externas.
Armazenamento seguro em regiões tropicais
A forma de guardar o instrumento tem impacto direto em sua estabilidade:
Estojos rígidos oferecem proteção superior a capas, reduzindo a influência de variações ambientais.
Armazenar o instrumento na posição vertical diminui a pressão sobre a tampa e o braço.
Em áreas costeiras, técnicos recomendam revisão semestral de ferragens devido ao risco de corrosão salina.
Manutenção periódica
Um cronograma de manutenção ajuda a prevenir danos e prolonga a vida útil:
Inspeção do ângulo do braço e do estado da ponte.
Lubrificação discreta de tarraxas e verificação dos trastes.
Limpeza com pano seco e produtos neutros, evitando ceras ou óleos inadequados.
Troca regular de cordas, que se deterioram mais rapidamente em ambientes úmidos.
No caso de instrumentos de percussão, como congas e bongôs, o cuidado com peles naturais é essencial, já que absorvem umidade com facilidade.
Por que o clima tropical exige atenção constante
Luthiers de vários países observam que a degradação em climas quentes e úmidos ocorre de forma cumulativa. Pequenas variações diárias de temperatura e umidade modificam continuamente o comportamento das madeiras, exigindo monitoramento frequente e estratégias preventivas mais rigorosas do que em regiões de clima seco ou temperado.
Tecnologia, materiais e funções que estão transformando o equipamento do músico.
O mercado de acessórios musicais passa por um momento de transformação. Sem depender do lançamento de instrumentos “estrela”, a inovação se concentra em materiais avançados, sensores, conectividade, ergonomia e sustentabilidade. A seguir, apresentamos uma seleção curada de acessórios que representam essas tendências.
1) Cabos inteligentes com monitoramento de sinal
O que oferecem: sensores que detectam ruído, queda de sinal e problemas de impedância. Por que importa: reduz falhas ao vivo e facilita diagnósticos rápidos, essenciais em palcos profissionais e estúdios móveis.
2) Afinadores inteligentes com app e análise de vibração
O que oferecem: precisão superior, leitura por vibração, presets para diferentes instrumentos e funções de treinamento auditivo. Tendência: acessórios conectados que ensinam e acompanham a prática diária.
3) Correias premium com materiais sustentáveis e alívio de tensão
O que oferecem: couros veganos, fibras recicladas, gel ergonômico para o ombro e sistema anti-torção. Motivo da tendência: estética + consciência ambiental + ergonomia para sessões longas.
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4) Cases e gigbags ultraleves com materiais técnicos
O que oferecem: fibras compostas, espuma aeroespacial, resistência à umidade e impactos, peso reduzido. Segmento em alta: músicos viajantes, criadores móveis e turnês independentes.
5) Pedais e controladores miniaturizados
O que oferecem: footprint reduzido, alimentação USB-C, bypass silencioso, chips mais eficientes. Por que crescem: setups compactos, home studio e turnês com bagagem reduzida.
6) Peles e baquetas híbridas para bateristas
O que oferecem: madeiras tratadas, polímeros recicláveis, sensores opcionais para medir desgaste e técnica. Motivo: crescimento do estudo silencioso e da gravação caseira; foco em durabilidade.
7) Suportes dobráveis e hardware modular
O que oferecem: alumínio aeronáutico, mecanismos magnéticos ou de travamento rápido, estabilidade com peso mínimo. Contexto: o músico profissional valoriza agilidade, transporte e confiabilidade.
8) Protetores acústicos e controle de reverberação “portátil”
O que oferecem: painéis flexíveis, espumas de nova geração, tecidos reciclados, designs decorativos. Tendência: mais gravação caseira exige controle sonoro acessível e estético.
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9) Monitores in-ear personalizados com impressão 3D
O que oferecem: ergonomia exata, isolamento, drivers híbridos mais compactos. Mudança de paradigma: do “in-ear premium para turnês” ao “in-ear para criadores”.
10) Ferramentas de manutenção digitalizada
O que oferecem: lubrificantes ecológicos, limpadores antimicrobianos, apps que orientam a calibragem, kits compactos para viagem. Razão: maior investimento em cuidado e longevidade do instrumento.
O que essas tendências significam para o mercado
O acessório musical é um componente estratégico do ecossistema criativo. Tecnologia, design e sustentabilidade se tornam vantagens competitivas reais.
Para fabricantes e lojas, apostar nesses desenvolvimentos significa falar a língua do novo músico: móvel, informado e exigente. E você, como está preparando o seu negócio?