Music Business
Marketing digital para cantores: o que você, como artista, deve esperar ao fazer
Muitos cantores não sabem ao certo como um bom marketing digital pode fazer mudanças significativas em sua carreira. Saiba o que esperar, caso decida contratar o serviço!
O marketing digital para cantores é um tipo de marketing específico que atua diretamente no nicho musical da internet. Ou seja, ele seguirá métricas e estratégias que façam sentido com a proposta e o público-alvo de cada artista e o seu gênero musical de aposta.
Esse processo pode parecer estressante e entediante, especialmente se você nunca teve contato com isso e não sabe como ele funciona exatamente. Em uma definição rápida e breve: sua música ou o seu conteúdo será colocado no centro das atenções e, como consequência, isso irá atrair diversas repercussões.
E, mesmo tendo um marketing musical digital bem sucedido, ele pode acabar trazendo irritações, visto que, a todo momento o engajamento da Internet é mudado e as pessoas passam a consumir outro conteúdo em questões de dias.
Pensando nisso a New Music Brasil montou uma lista para te ajudar a entender o que pode acontecer quando você contrata com um marketing digital para cantores. Mas, antes de partirmos para a lista, vamos entender brevemente o que conceitua o marketing musical digital?
Mas, afinal, o que é o marketing digital para cantores?
O marketing digital revolucionou a maneira de ‘‘panfletar’’ a música. O analógico, shows, rádios e televisão não são mais as únicas fontes de recursos para os artistas, que agora possuem mais uma: a Internet.
As redes sociais e as plataformas digitais são opções orgânicas. Ou seja, se trabalhado da maneira correta, o investimento nelas não precisa ser alto, do jeito que vemos no analógico. Claro, que, quando se é contratado um marketing digital, você também precisa se certificar que ela também é Google Partner, dessa maneira, você garante estratégias de alta-qualidade.
O digital também chegou a abrir portas para novos talentos, que muitas vezes não tinham condições de investir em uma equipe completa que abrisse as portas em rádios e televisões.
Mediante isso, as estratégias implementadas no marketing digital, servem para gerar engajamento nos perfis do artista em todas as redes sociais e plataformas de streaming, impactando, também, diretamente no analógico.
Com o conceito do marketing digital levemente pautado, agora você deve estar se perguntando:
O que esperar do Marketing Musical Digital?
Podemos garantir que um bom marketing musical digital trará frutos a curto, médio e longo prazo. Contudo, há etapas que não podem ser puladas e os resultados são diversos, tanto positivos, quanto negativos.
Por isso, é importante ter em mente as possíveis frustrações que podem ser encontradas ao longo do caminho. Confira a lista com as 10 coisas que você deve esperar ao fazer o marketing digital da sua música!
1. Números orgânicos
Como foi citado brevemente acima, os números orgânicos são uma das consequências positivas que um bom marketing digital traz para a sua música.
Ao realizar uma campanha, uma divulgação da música nas redes sociais e ter um link de pre save, você garante com que o seu lançamento receba números orgânicos.
Isso se deve ao fato de que uma divulgação bem segmentada irá alcançar o seu público-alvo, e ele será o responsável por mostrar a sua música a potenciais fãs.
2. Engajamento maior
O engajamento, especialmente das redes sociais, é mutável e instável. Ou seja, ele sofre transformações periódicas e é necessário sempre estar estudando todas elas com a intenção de sempre estar presente dentro dessas ondas.
Ao respeitar essa mudança de algoritmos das redes sociais, as plataformas passam a mostrar mais a sua conta, e é nesse processo onde o engajamento começa a aumentar.
Contudo, não é apenas fazer as trends do momento e colocar as hashtags mais populares, é entender o que o algoritmo crê que é saudável e o que não é.
3. Gastar dinheiro para ganhar dinheiro
Embora o marketing digital preze primeiro por números orgânicos, preferindo estratégias que não utilizam do dinheiro, ainda há outras que serão necessárias atribuir um investimento nelas.
Campanhas para plataformas de streamings como o YouTube, são necessárias para darem o pontapé inicial do lançamento da sua música. Isso não é uma prática tóxica, muito pelo contrário, quando os dias da campanha acabarem, a responsabilidade será passada para o seu público-alvo.
Investir em uma equipe de marketing digital que entenda ambos processos, do orgânico ao Google Partners, é extremamente necessário. Para que uma campanha seja bem sucedida, ela precisa ser paga. Dessa maneira, ela irá andar mais fácil e alcançará o seu público-alvo.
É necessário ressaltar, que há chances de você não conseguir recuperar o dinheiro gasto em uma campanha, mesmo que ela seja bem-sucedida. Entretanto, mesmo não recebendo o dinheiro de volta, você continua ganhando acessos e novos seguidores.
4. Desafios
Suposições diante dos desafios é normal! O que é sucesso? Quem faz parte do seu público-alvo? Em qual estado do Brasil a sua música tem mais acessos? O videoclipe da sua música precisa ter investimento?
A resposta diante de todas essas perguntas é simples, curta e clara: o seu público-alvo que decide! O público-alvo é uma das partes mais importantes dentro de uma estratégia de marketing.
Quando você descobre quem faz parte do seu público-alvo, você passa a entender os próximos movimentos que precisa tomar. Por exemplo, se o seus seguidores são maiormente adolescentes da Geração Z, entende-se que as estratégias serão focadas principalmente em apps que eles utilizam, como o TikTok e o Instagram.
Agora, quando falamos em uma geração mais velha, é mais interessante conversar com eles em apps onde eles predominam, como o Facebook e o Whatsapp.
5. Rejeição e Indiferença
Sabe a maré que você passa até conquistar os seus seguidores fiéis que irão estar sempre em cada lançamento? Pois então, essa maré é aquela onde você irá encontrar rejeição e indiferença de diversas pessoas que caíram de supetão nos seus conteúdos.
E isso não é uma regra apenas para artistas pequenos, mas para artistas extremamente famosos também. Ao estar como figura pública na internet, você estará sujeito a comentários e a indiferença de pessoas que realmente não são o seu público-alvo e elas irão reagir da sua maneira a sua arte.
Lembre-se: você não pode agradar a todos e está tudo bem.
6. Análise todas as métricas frequentemente;
O marketing musical não é uma coisa mecânica. Não caia no achismo de que ele possui um molde e deve ser seguido. O marketing é extremamente mutável e deve ser gerenciado e otimizado a todo momento.
E isso significa investimento de horas, dias, noites e tardes. É um trabalho completo que requer atenção, estudos e estar a par com todas as atualizações do Google e das redes sociais.
7. Estar par a par com a Internet
A partir do momento que você começa a fazer uma análise de todas as métricas, o estar par a par com a Internet é uma consequência. Quando o marketing digital é acionado dentro da carreira de um artista, é extremamente necessário que ele também acompanhe de perto todo esse processo.
E, ao acompanhar tudo isso, é consequência estar par a par com o público digital. A Internet é a potência do momento e não temos como negar esse fato, e, quanto mais você entende como ela funciona, melhor ela pode ser utilizada dentro das estratégias de marketing digital.
8. Nicho específico custa mais
Vamos pensar em números em um primeiro momento. Se de mil pessoas que são atingidas por um anúncio sem ser nichado, apenas 400 são o seu público-alvo e vão ouvir ou ver o seu conteúdo. Não seria muito mais fácil segmentar o seu anúncio para 400 pessoas que são parte do seu alvo?
Contudo, quanto mais segmentado estiver o seu público, mais cara será sua campanha. E voltamos ao ponto número três: gaste dinheiro para ganhar dinheiro. Saber dados demográficos específicos, como idade, região, gênero ou classe social, tende a custar mais caro do que um marketing para todos os públicos.
Mas, um maior alcance por menos dinheiro não é algo ruim. Muito pelo contrário, ele é a porta de entrada para encontrar diversos fãs que ainda não tiveram a oportunidade de contar com o seu trabalho.
9. CTA e Link Building são pagos
Uma coisa muito pontual sobre as mídias sociais é: elas não querem que o seu usuário saia do aplicativo. Logo, os anúncios que possuem links que redigiram a pessoa para outro site, vão acabar custando mais.
O CTA é a sigla para ‘‘Call-To-Action’’, que é a famosa chamada de atenção para o indivíduo clicar no anúncio. Mas, esse não seria o problema em si, a questão está em que o CTA deixará aquele anúncio com cara de anúncio, e, hoje, as redes sociais não aconselham essa prática, visto que, preferem campanhas que pareçam com conteúdo nativo, orgânico e viral.
10. Frequência maior de conteúdos
Ao começar a realizar um marketing musical digital para a sua carreira, a demanda de conteúdos deve manter uma frequência necessária. Hoje em dia, para estar sempre relevante nas mídias sociais, é indispensável ser visto e ser notado.
Logo, espere uma demanda cada vez maior por postar fotos, vídeos e músicas.
Investir em um marketing musical digital é extremamente pontual e necessário na carreira de um artista atualmente. As redes sociais e as plataformas de streamings tornaram-se pilares dentro do caminho que deve ser traçado pelo artista.
Logo, o que você deve esperar após fazê-lo é uma exposição cada vez maior. Claro que, há casos e casos e o marketing possui metas de curto, médio e longo prazo. A maioria das estratégias são pensadas a longo prazo, para construir um engajamento maiormente orgânico.
Music Business
Deezer reformula plataforma de parcerias e amplia atuação com Deezer for Business
Iniciativa conecta marcas a novas oportunidades com foco em tecnologia, catálogo e experiência musical.
A Deezer anunciou a reformulação de sua plataforma de parcerias, agora consolidada como Deezer for Business, uma solução voltada à criação de experiências musicais para marcas, com base em catálogo licenciado, tecnologia de streaming e serviços especializados.
A proposta busca ampliar a atuação da empresa no segmento B2B, oferecendo ferramentas para engajamento, fidelização e monetização por meio da música.
“Há mais de 15 anos, a Deezer ajuda marcas a se diferenciarem e a construírem relacionamentos significativos com os consumidores por meio do poder da música. Com o lançamento da Deezer for Business, damos o próximo passo nessa jornada, prontos para atender a qualquer necessidade e gerar impacto mensurável para nossos parceiros”, afirma Julien Delbourg, Chief Commercial Officer da Deezer.
Segundo a empresa, a nova estrutura foi desenvolvida para acelerar o crescimento e apoiar negócios a partir de cinco pilares estratégicos, que abrangem desde integração de serviços até soluções de publicidade e experiências físicas.
Entre as frentes estão a oferta de música como serviço, permitindo que empresas criem plataformas próprias de streaming, além de soluções para anunciantes e ambientes comerciais, com playlists editoriais e tecnologia personalizada.
“O Brasil é um dos mercados mais apaixonados por música do mundo. Isso cria uma oportunidade única para as marcas — não apenas de estarem presentes, mas de construírem conexões reais com as pessoas”, afirma Rodrigo Vicentini, General Manager da Deezer na América Latina.
A plataforma também incorpora soluções de publicidade em áudio e integração com ecossistemas parceiros, além de ferramentas voltadas a profissionais que buscam ambientação sonora em espaços físicos.
Outro destaque é a tecnologia de detecção de músicas geradas por inteligência artificial, que permite identificar esse tipo de conteúdo e evitar sua inclusão em recomendações, além de oferecer suporte a organizações do setor para monitoramento e controle.
Com a iniciativa, a Deezer amplia sua estratégia de atuação junto a empresas, posicionando a música como ferramenta de diferenciação e relacionamento com consumidores.
Music Business
Laboratório de Música da Periferia lança álbum com jovens artistas de Belo Horizonte
Projeto reúne oito participantes e apresenta disco colaborativo com nove faixas.
O Laboratório de Música da Periferia lançou o álbum “Laboratório de Música da Periferia – Vol. 1”, resultado de um processo formativo e colaborativo realizado com jovens artistas de Belo Horizonte. O projeto foi viabilizado por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura, com patrocínio da Alctel, e o disco está disponível nas plataformas digitais via ONErpm desde 27 de março.
A iniciativa selecionou oito artistas de diferentes regionais da cidade — Akin Zahin, DaVisão, Elaisa de Souza, Imane Rane, Lamartine, Lótus, Miuk e Nanda Cardoso — para participar de uma residência criativa ao longo do segundo semestre de 2025. O processo incluiu etapas de composição, produção musical, gravação, edição, mixagem e masterização, com acompanhamento de profissionais do mercado.
Segundo Hênrique Cardoso, produtor e idealizador do projeto, a proposta foi criar um ambiente de formação e experimentação voltado ao desenvolvimento artístico. “O projeto se destaca pelo caráter inovador de revelar, fortalecer e difundir a produção musical jovem e periférica, promovendo trocas, colaboração e qualificação artística em um modelo de residência criativa”, afirma.

O processo seletivo foi realizado por meio de inscrição online, com análise de perfil e trajetória dos candidatos, priorizando diversidade de gênero, raça e território. A participação foi gratuita e incluiu formação técnica, acompanhamento artístico e apoio financeiro para despesas de transporte.
Para Iasmine Amazonas, Head Global de Marketing Institucional da ONErpm, o projeto amplia o acesso à produção musical. “Com essa iniciativa, ampliamos o acesso e valorizamos vozes das periferias de Belo Horizonte”, afirma.
A coordenadora do projeto na ONErpm, Vitória Toledo, destaca o caráter coletivo da iniciativa. “O projeto envolve os participantes em todas as etapas de produção de um álbum, com resultado consolidado em um disco completo e apresentação ao vivo”, diz.
O lançamento foi acompanhado por um show realizado em 26 de março, com os participantes executando as faixas ao vivo, ao lado de uma banda base e artistas convidados.
O projeto integra ações voltadas à formação musical e circulação de novos talentos, com foco na produção independente e no fortalecimento da cena local.
Foto de: Iago Viana
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ONErpm e Todah Music renovam parceria e projetam expansão no mercado gospel
A ONErpm anunciou a renovação de contrato com a Todah Music, gravadora independente brasileira especializada em música cristã contemporânea.
O novo acordo marca o início de um ciclo estratégico focado em expansão internacional, fortalecimento de artistas e ampliação da presença da música gospel nas plataformas digitais.
Segundo Arthur Fitzgibbon, presidente da ONErpm Brasil, a renovação reforça a atuação da empresa no segmento. “A parceria consolida nossa presença no mercado gospel e amplia as oportunidades de projeção internacional para o catálogo da Todah Music”, afirmou.
Para Alessandro Porfírio, CEO e cofundador da Todah Music, o novo acordo representa um avanço na trajetória da gravadora. “Entramos em um novo ciclo com equipes mais integradas, processos mais maduros e metas claras de crescimento e alcance global”, disse.
Fundada em 2012 por Osmar Goulart e Alessandro Porfírio, a Todah Music integra o Grupo Todah, que reúne outros selos e projetos como raíSys Music, 100 Preconceito, Urban Music, Todah Covers, Todah Experience e Todah Kids. O canal oficial da gravadora no YouTube soma mais de 6,3 bilhões de visualizações e cerca de 8,2 milhões de inscritos.
O catálogo da empresa inclui artistas como Valesca Mayssa, Stella Laura, Sued Silva, Kemilly Santos, Kailane Frauches, Kellen Byanca, Canção e Louvor e Banda Som e Louvor, além da recente contratação da cantora Damares.
Nos últimos anos, artistas ligados à Todah Music também acumularam mais de 30 indicações ao Troféu Gerando Salvação, uma das premiações do segmento gospel no país.
De acordo com Jennifer Evaristo, responsável pela área gospel da ONErpm, o trabalho da gravadora tem se destacado pela capacidade de desenvolver novos talentos e repertórios que alcançam forte adesão do público. “Quando uma música ultrapassa o ambiente digital e passa a fazer parte do repertório das igrejas, seu alcance cresce de forma orgânica”, explicou.
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