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M-Force e SuperSub no festival Coachella 2018
Novo design de subwoofer SuperSub da Rat Sound, potencializado pelo M-Force da Powersoft, fornece nova dimensão em baixa frequências para o som do festival.

“Estamos encantados que a nossa tecnologia M-Force esteja mais uma vez na frente do design de som no Coachella, desta vez desempenhando um papel essencial para que centenas de fãs possam desfrutar e interagir nesta grande experiência de áudio para festival”, comentou Francesco Fanicchi, diretor de marca e comunicações da Powersoft. “Está validando especialmente o trabalho da nossa equipe de engenharia, sabendo que podemos levar uma experiência de som massiva a novos níveis por meio de nossa inovação e design.”
Dave Rat, da Rat Sound Systems Inc., que tem tido um papel importante nos sistemas de som do Coachella por 19 anos consecutivos, criou e instalou os subwoofers SuperSub SDS30, que forneceram frequências graves massivas e consistentes para as centenas de fãs que estiveram no espaço Sahara Tent.
Festival em movimento
À medida que o próprio Coachella tem crescido e mudado em quase duas décadas, Rat também presenciou a evolução das necessidades do som. “O Coachella tem crescido bastante ao longo dos anos, e provavelmente é um dos eventos mais desafiadores do mundo da perspectiva do som”, disse. “O desafio são as áreas de cobertura massiva, minimizando o som fora do campo e a necessidade de consistência e qualidade de primeiro nível.” Essas demandas únicas têm provado ser um terreno apropriado para superar os limites das tecnologias de áudio. Isso inspirou a Rat para usar a potência do M-Force da Powersoft no seu subwoofer 
Menos equipamento, mais volume
Rat montou sistemas para sete dos palcos do Coachella que utilizavam alto-falantes da L-Acoustics, incluindo K1 e K2 como unidades principais e subwoofers L-Acoustics KS28. O Sahara Stage só apresentou um sistema, com um total de 252 alto-falantes. Ele sabia que precisava de alguma coisa a mais no espaço anteriormente nomeado para dar aos assistentes uma experiência verdadeiramente única e memorável. “Acho que para qualquer situação ou espaço de reforço sonoro ao vivo, a baixa frequência é a chave para conectar o artista com a audiência fisicamente”, disse. “Para uma imersão total na música, você tem que poder sentir o som.”
Foi então que o SuperSub SDS30 entrou em cena. Com 32” x 32” x 42”, o SuperSub é menos de 25% maior do que um duplo 18” popular de classe mundial, mas fornece significativamente mais saída em frequências muito mais baixas. “O SuperSub tem o mesmo volume que dois ou três duplos 18” de alta qualidade, mas ocupa praticamente o mesmo espaço no caminhão de transporte que apenas um”, disse Rat. Isso não só permite a Rat entregar graves tremendos de um pacote enganosamente pequeno, mas também poupa espaço significativo no transporte. “Você multiplica o nível de potência e, devido ao fato de serem autoamplificados, pois incluem racks de amplificação, você obtém cerca de 50% de economia no espaço dentro do caminhão. Então, estamos usando menos espaço tanto debaixo do palco quanto no caminhão, o que é uma vantagem enorme. Menos equipamento, mais volume de som!”
Design inspirado
“Minha inspiração para o design do SuperSub veio depois de ver o produto de motor móvel M-Force da Powersoft”, lembra Rat. O M-Force, um transdutor inovador baseado em uma estrutura de motor linear com ímã móvel patenteada que difere de uma bobina móvel tradicional, aproveita seu design único para fornecer direção de potência destacada, conversão eletromagnética, confiabilidade e SPL máximo. “Tenho trabalhado há um tempo com o uso de tubos de metal e de madeira no design de alto-falantes, e ao ver o produto M-Force e outros designs de caixas que têm sido construídos com esse produto, senti que podia fazer algo especial com ele.”
Rat explica como seu design de caixa único maximiza também o funcionamento do M-Force: “Se você olha uma linha de gás de 
Potência em Graves
Com 18 SuperSub localizados na frente e no centro e complementando o massivo sistema L-Acoustics, Rat pode fornecer um reforço de grave único e potente. Além do funcionamento de som pico, o motor M-Force fornece ao SuperSub outro atributo valioso: confiabilidade. “Estamos fazendo dois fins de semana, cada um de três días, com 185 bandas por fim de semana”, explica Rat. “Combinado com os fatores ambientais, como temperatura — tanto dias quentes quanto fríos —, vento, tormentas e a grande 
Uma grande saída não é o único objetivo sonoro do SuperSub. “Procuramos cobertura ótima, uma experiência de baixa frequência melhorada e memorável”, disse Rat. “A força magnética incrível do M-Force tem um alcance mais rápido e mais forte do que qualquer alto-falante duplo de 18” ou 21” que tenho ouvido.” Sua profundidade contundente e controlada fornece impacto suficiente para Rat e sua equipe.
“Para Coachella em particular, colocamos muita atenção no controle de baixa frequência”, disse Rat. “Estamos tentando saturar a audiência sem que o som vá para lugares que não queremos. Não queremos que os escritórios de produção sejam ruidosos, por exemplo, e não queremos que pessoas a muita distância escutem e reclamem. Nossa preocupação não é só dar aos assistentes uma experiência para curtir e lembrar, mas também respeitar os vizinhos e a comunidade contígua minimizando o som projetado fora do prédio. Não é uma tarefa pequena nem simples contrabalançar esses dois aspectos muito importantes.”
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Subwoofer CRMS-LFE18sl mkII da Alcons Audio com design ultrafino
Sistema LFE incorpora driver de 18” e resposta estendida para aplicações de alta exigência.
A Alcons Audio anunciou o CRMS-LFE18sl mkII, um subwoofer de perfil ultrafino desenvolvido para aplicações de alta exigência em ambientes de cinema, estúdios e espaços de mixagem profissional.
O modelo faz parte da série CRMS (Cinema Reference Monitor Systems) e foi projetado como um sistema LFE (Low Frequency Effects), com foco em oferecer reprodução precisa em baixas frequências, com controle de transientes e resposta linear.
O sistema integra um driver de 18 polegadas de alta excursão com dupla bobina de 3”, capaz de atingir deslocamentos de até 30 mm, o que permite maior faixa dinâmica em comparação com subwoofers convencionais.
Um dos diferenciais do CRMS-LFE18sl mkII é seu design compacto, com profundidade reduzida, o que facilita sua instalação em espaços limitados, permitindo configurações em parede, teto ou estruturas suspensas sem comprometer o desempenho acústico.
O subwoofer oferece uma resposta em ambiente que pode se estender abaixo de 10 Hz, juntamente com alta precisão na reprodução de impulsos, características essenciais para aplicações onde a fidelidade em baixas frequências é crítica.
Para sua operação, o sistema foi otimizado para trabalhar com controladores amplificados dedicados da marca, que integram processamento específico para ajuste de fase, otimização de resposta e compensação de cabeamento, com o objetivo de manter consistência em diferentes configurações.
O CRMS-LFE18sl mkII é voltado para estúdios de pós-produção, salas de mixagem, cinemas de alto padrão e ambientes onde se exige reprodução precisa de efeitos de baixa frequência, consolidando a tendência de soluções de alto desempenho em formatos mais compactos.
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BandBox chega ao Brasil e inaugura categoria de amp portátil inteligente com IA que trabalha sem internet
Solo a R$ 1.699 e Trio a R$ 3.599 chegam ao mercado nacional com separação de instrumentos em tempo real, mixer de quatro canais e até 10 horas de autonomia
Existe um problema que todo músico que estuda, ensina ou cria fora do estúdio conhece bem. O cubo de prática básico não entrega o que o músico de hoje precisa. Montar um rig com pedalboard, amplificador e ferramenta de aprendizado custa espaço, peso e dinheiro. E os amplificadores portáteis com entrada para instrumento que existem no mercado, em geral, funcionam mais como alto-falante do que como equipamento de músico de verdade.
O JBL BandBox foi construído para atacar exatamente essa lacuna — e chegou ao Brasil no dia 7 de abril de 2026 com um lançamento que, por si só, já disse alguma coisa sobre a proposta do produto.
Um palco para quem usa instrumento de verdade
O evento aconteceu em São Paulo e foi conduzido por Fabiano Carelli, guitarrista do Capital Inicial há mais de duas décadas. Não um apresentador de palco, não um influenciador de tecnologia — um músico profissional que conhece a rotina de quem toca ao vivo e em estúdio.
Ao lado dele, uma lista que atravessou gerações e estilos: Clemente, fundador dos Inocentes e figura central da Plebe Rude; Charles Gavin, baterista da primeira formação dos Titãs; Rayane Fortes, cantora, guitarrista e multi-instrumentista cearense que virou todas as cadeiras no The Voice Brasil e hoje acumula projeção internacional; Thaide, nome do hip-hop nacional; e Felipe Vassão, produtor com múltiplos Grammy Latinos no currículo — responsável por álbuns de Emicida e Jota.pê, com mais de 400 mil seguidores no Instagram e um canal ativo sobre produção musical.
O evento foi lotado, com presença de jornalistas, lojistas de todo o Brasil, criadores de conteúdo e convidados do mercado. E o que aconteceu no palco não foi demonstração controlada: os músicos pegaram o BandBox ao vivo, sem ensaio prévio, e mostraram o equipamento em uso real. O resultado surpreendeu. Ver um instrumento sendo amplificado, efeitos sendo trocados em tempo real e a separação de elementos funcionando diante de uma plateia que entende de som é diferente de ver um vídeo institucional. É a diferença entre acreditar no produto e entender o que ele faz.
O que é o BandBox — e por que o enquadramento importa
A linha tem dois modelos. O BandBox Solo é compacto: até 30W de saída, uma entrada de guitarra ou microfone, reprodução de música via Bluetooth, afinador, metrônomo, looper, pitch shifter, modelos de amplificador e efeitos clássicos como phaser, chorus, tremolo e reverb. A bateria dura até seis horas. Conecta ao computador por USB-C e funciona como interface de áudio direta para o DAW — sem equipamento adicional.
O BandBox Trio é o modelo para grupos: 135W com woofer de 6,5″ e dois tweeters de 1″, quatro entradas simultâneas para instrumentos e microfones, mixer de quatro canais com tela LCD integrada, efeitos de microfone, bateria substituível e até 10 horas de autonomia. Dá para plugar guitarra, baixo, microfone e ainda ter canal livre. Ambos se conectam ao app JBL One para controle avançado de equalização, modelos de amp e cadeia de efeitos — mas os recursos básicos funcionam sem ele, direto no hardware.
O enquadramento correto não é caixa Bluetooth, não é cubo de prática, não é amp de palco. É uma categoria nova: amplificador portátil inteligente, com ferramentas de prática, criação e gravação no mesmo bloco.
A Stem AI: o diferencial que a imprensa internacional foi testar
O recurso central da linha é a tecnologia Stem AI: separação em tempo real de vocais, guitarra e outros elementos de qualquer música reproduzida via Bluetooth, sem necessidade de internet e sem upload prévio de arquivo. O músico escolhe o que quer remover ou isolar — a guitarra para aprender um solo, a voz para cantar por cima, a bateria para trabalhar o groove — e o processamento acontece direto no hardware.
Aplicativos como o Moises fazem algo parecido, mas exigem que o arquivo seja enviado antes. O BandBox faz isso enquanto a música toca. Essa diferença tem consequência prática real em sala de aula, em sessão de prática e no palco de um evento como o que aconteceu ontem em São Paulo.
A imprensa especializada testou e foi direta. O Guitar World classificou a ferramenta como uma das melhores que já viu para prática com IA. O Sound on Sound, referência técnica do setor de áudio, destacou que a inclusão de separação de stems em hardware autônomo, sem dependência de processamento em nuvem, é genuinamente significativa. A ressalva presente nos testes é que a separação não é perfeita em músicas com arranjos muito densos — mas o ponto relevante é que ela funciona bem o suficiente para uso prático real, e isso a imprensa confirmou com produto em mão.

O que isso inaugura para o ecossistema
Há uma geração de músicos — estudantes avançados, professores, produtores que trabalham em casa, criadores de conteúdo musical — para quem o setup ideal precisa ser compacto, completo e capaz de gravar. Esses músicos vivem hoje entre soluções parciais: o cubo básico que amplifica mas não tem recursos, o pedalboard que tem recursos mas ocupa espaço, a interface de áudio que grava mas não amplifica.
O BandBox tenta condensar tudo isso. Para professores e escolas de música, o Trio tem apelo direto: quatro entradas, ferramentas de acompanhamento com controle de elementos, looper e interface de gravação em um único equipamento portátil que substitui um rig inteiro em aulas individuais ou em grupo pequeno. Para o criador de conteúdo musical, a interface USB-C e a Stem AI são o argumento principal — gravar direto no DAW e montar acompanhamentos customizados em tempo real são funcionalidades com encaixe direto nesse perfil. Para o músico profissional que leva o instrumento de um lugar para o outro, o Solo é o equipamento que ele não encontrava nessa faixa.
E para as lojas de instrumento, o BandBox inaugura uma conversa nova. Não compete com o cubo de entrada. Compete com a decisão de não comprar nada — porque o músico ainda não encontrou um produto que fizesse tudo que ele precisava em um formato que coubesse na sua rotina.
O essencial
O JBL BandBox chega ao Brasil num momento em que o mercado de instrumentos carece de produtos que traduzam tecnologia de software em hardware portátil sem inflar o preço além do razoável. A separação de elementos em tempo real sem internet, combinada com amplificação, efeitos e interface de gravação em um só dispositivo, não tem precedente direto nessa faixa de preço e formato no Brasil — e o lançamento de ontem, com músicos de verdade mostrando o produto em uso real, foi a forma mais honesta de apresentar isso ao mercado.
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Audio-Technica amplia linha com novos microfones shotgun on-camera
Modelos ATV-SG1 e ATV-SG1LE focam na captura de áudio para produção de vídeo para criadores.
A Audio-Technica apresentou os microfones shotgun ATV-SG1 e ATV-SG1LE, desenvolvidos para uso direto em câmera e voltados a criadores de conteúdo, videomakers e produções audiovisuais.
Os dois modelos utilizam cápsula de 14 mm e tubo acústico de 100 mm, configuração que permite captação direcional do som, priorizando a fonte principal e reduzindo ruídos de ambiente.
Os microfones contam com suporte antivibração integrado e tecnologia de proteção contra interferências, com o objetivo de minimizar ruídos gerados por movimentos da câmera ou por equipamentos eletrônicos próximos.
O modelo ATV-SG1 oferece recursos adicionais, como controle de ganho, filtro de corte de graves e gravação de pista de segurança, atendendo a usuários que buscam maior controle durante a captação.
Já o ATV-SG1LE adota uma abordagem mais simples, com operação plug-and-play e alimentação direta pela câmera, dispensando bateria.
Ambos os modelos podem ser montados diretamente em câmeras DSLR ou mirrorless, reforçando a proposta de soluções compactas para captura de áudio em vídeo, em um contexto de crescimento da produção de conteúdo digital.
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