Instrumentos de Corda
Kepma Guitars: do segredo melhor guardado da China ao disruptor global
Publicado
11 meses agoon
Como um fabricante de violões de alta tecnologia com raízes familiares, robôs na fábrica e alma artesanal está reformulando expectativas — e se preparando para conquistar a América Latina e além.
A Música & Mercado teve o prazer de conversar com a equipe da Kepma Guitars USA — Tony Moscal, cofundador e CEO, Brandon Foster, diretor executivo, e Pauline France, gerente de relações públicas — para saber mais sobre os violões, como são construídos e seus interessantes planos futuros.
Antes de se tornarem os representantes da Kepma Guitars nos EUA, Tony e Brandon construíram longas e respeitadas carreiras na indústria musical. Ambos veteranos da St. Louis Music — empresa por trás de marcas como os amplificadores Crate, Ampeg e violões Alvarez — trabalharam juntos por mais de uma década, acumulando vasta experiência em desenvolvimento de produtos, relações com artistas e distribuição global.
Moscal fundou um negócio de internet bem-sucedido e depois ingressou na Peavey, onde passou 15 anos liderando o desenvolvimento internacional. Foi durante esse período na Peavey que ele trabalhou com uma colega que teve papel crucial em sua eventual descoberta da Kepma. Essa colega era responsável por aprovar fábricas chinesas para a produção da Peavey — e, como se descobriu, seu cunhado era dono de um dos segredos melhor guardados da China na fabricação de violões.
“Perguntei a ela: ‘Por que você nunca nos contou sobre essa fábrica quando estávamos na Peavey?’”, lembra Moscal. “Ela disse: ‘Porque eles nunca quiseram fazer negócios fora da China. Há 1,4 bilhão de pessoas aqui. Por que precisariam do mercado dos EUA?’”
Mas Moscal ficou intrigado. Quando finalmente visitou a fábrica da Kepma, encontrou uma instalação diferente de tudo o que já havia visto — totalmente modernizada com sistemas robóticos, cortadores a laser e um nível de engenharia de precisão que rivalizava com os melhores do mundo. “Era uma operação incrível”, diz ele. “E eu soube imediatamente que esses violões mereciam um público global.”
Na época, a Kepma produzia e vendia 25.000 violões por mês — inteiramente dentro da China. “Eles não tinham interesse em exportar”, diz Foster. “Em alguns meses, a fábrica literalmente ficava vazia porque vendiam todo o estoque. Estavam prosperando sem a gente.”


Moscal levou mais de três anos construindo relacionamento, visitando a fábrica e participando de jantares em família até convencer a Kepma a permitir exportações para os EUA. “Não foi um acordo comercial típico”, diz ele. “Era sobre confiança e familiaridade. A cunhada de um dos donos foi quem ajudou a abrir a porta.”
Depois de obterem o sinal verde, Moscal e Foster começaram importando uma linha limitada de dreadnoughts da Kepma, usando sua rede de revendedores e contatos para apresentar a marca. “Sabíamos que os violões eram excepcionais”, diz Foster. “Então pedimos a pessoas de confiança que dessem uma chance — e elas deram.”
Os primeiros modelos lançados nos EUA eram configurados com máquinas Plek para trastes perfeitos e submetidos a 300 horas de testes de vibração — simulando mais de um ano de uso. Os modelos de alto padrão vinham com cases rígidos, construção toda em madeira maciça, acabamentos premium e regulagem de fábrica prontos para tocar.
A partir daí, a reputação da Kepma se espalhou rapidamente. “Usamos os modelos premium para atrair artistas, especialmente compositores em Nashville”, diz Foster. “E uma vez que tocavam, a reação era sempre a mesma: ‘Como esse violão pode ser tão bom — e tão acessível?’”
Hoje, a presença da Kepma nos EUA continua crescendo, oferecendo uma linha completa de modelos, desde os de entrada até os profissionais. Mas a identidade central da marca continua enraizada no compromisso inicial com a excelência.
“Nunca foi apenas sobre vender produto”, diz Moscal. “Era sobre mostrar ao mundo que uma empresa chinesa poderia fabricar alguns dos melhores violões do mundo — e fazer isso com integridade.”


Construindo pontes para a América Latina e além
Enquanto a expansão da Kepma na América do Norte foi lenta e deliberada, agora a empresa está voltando sua atenção para novas fronteiras — particularmente México, América Central e América do Sul.
“No momento, não estamos oficialmente operando nesses mercados”, diz Tony Moscal. “E é pelo mesmo motivo que inicialmente hesitaram nos EUA: a Kepma estava sendo cautelosa. Eles não sabiam em quem confiar.” No entanto, Moscal e Foster, ambos com vasta experiência na América Latina desde seus tempos na Peavey e na St. Louis Music, estão trabalhando para mudar isso.
“Estamos explorando ativamente — eu diria entusiasticamente — o mercado latino-americano”, acrescenta Pauline, que apoia a equipe da Kepma nos EUA em marketing e traz ideias inovadoras continuamente. “Há um reconhecimento de quão rápido a região está crescendo em influência musical e demanda.”
Segundo Moscal, diversos grandes distribuidores — ainda não revelados, mas reconhecíveis — já estão em negociação. “Todos querem fazer parte”, diz ele. “Estamos perto de conseguir oferecer uma ampla gama de produtos Kepma em toda a região.”


Essa estratégia é sustentada por uma robusta cadeia de fornecedores globais e parcerias com empresas de componentes premium. A Kepma usa cordas Elixir, trabalha com a Graph Tech para rastilhos e pestanas TUSQ, e foi o primeiro fabricante da China a implementar máquinas Plek na produção.
“Temos mais máquinas Plek do que qualquer fabricante de violões, além da Gibson”, diz Moscal. “A maioria usa para reparos. Nós usamos na fabricação. Todo violão de alto nível da Kepma sai perfeitamente regulado da fábrica.”
Foster acrescenta que esse nível de qualidade gera valor não apenas para músicos, mas também para varejistas. “Os violões são acessíveis, mas parecem e tocam como instrumentos premium”, diz ele. “Exigem pouca ou nenhuma regulagem. É um produto dos sonhos para os lojistas.”
O que diferencia a Kepma não é só a automação. “Claro, usamos robôs, lasers — e isso nos dá consistência”, diz Moscal. “Mas quando você toca um Kepma, ainda sente que ele é feito à mão.”
France concorda. Violonista de fingerstyle, ela inicialmente recusou a proposta de trabalhar com a empresa. “Então eu toquei um”, diz ela. “Agora é o único violão que uso. Ele simplesmente tem alma.”

Uma visão baseada na reinvenção
O compromisso da Kepma com a inovação ficou claro desde o início. Moscal lembra-se de ter visitado a imensa Music China em Xangai — feira maior que a NAMM ou a Musikmesse. “Havia centenas de fabricantes de violões, muitos produzindo para marcas dos EUA ou da Europa”, diz ele. “Perguntei ao Kevin [um dos fundadores da Kepma]: ‘Como vocês se destacaram nisso tudo?’ Ele disse: ‘A gente só queria construir um violão melhor.’”
Essa busca implacável por melhorias levou até marcas consagradas a procurarem a Kepma. “Alguns dos mais prestigiados luthiers espanhóis procuraram a Kepma para fabricar seus instrumentos”, revela Moscal. “Um grande fabricante de violões dos EUA até ofereceu à Kepma uma licença para fabricar violões com sua marca para toda a Ásia. Eles recusaram.”
Por quê? Porque a Kepma se recusa a fabricar OEM para outras marcas. “Fazer isso teria matado nossa identidade”, diz Foster. “Não haveria marca Kepma se fôssemos por esse caminho.”
Em vez disso, a empresa está dobrando sua aposta no próprio nome — e agora, em algo totalmente novo: violões espanhóis premium voltados para o mercado sul-americano.
“Este é um grande anúncio”, diz Moscal. “Kevin se comprometeu a desenvolver uma linha completa de violões espanhóis de alto padrão — não apenas com cordas de náilon, mas verdadeiros instrumentos espanhóis — pensados especificamente para músicos sul-americanos.”
Com a América Latina no horizonte e uma recusa clara em comprometer qualidade ou integridade da marca, a Kepma parece pronta para causar o mesmo impacto que teve nos EUA.


Atenção da indústria, resistência do mercado — e rompendo barreiras
A ascensão silenciosa da Kepma não passou despercebida na indústria. Quando a empresa participou pela primeira vez da feira NAMM nos Estados Unidos, as reações dos concorrentes foram reveladoras.
“Tivemos um fluxo constante de funcionários de um grande fabricante do sul da Califórnia — você provavelmente adivinha qual — visitando nosso estande”, diz Brandon Foster. “Tínhamos headsets de realidade virtual oferecendo tours pela fábrica, e literalmente temos fotos da equipe deles, com crachás e tudo, parados ali com nosso logo na frente assistindo nossos robôs construírem violões.”
Foster conta uma conversa com um executivo que, após assistir à apresentação da Kepma, admitiu: “A maior ameaça à nossa empresa nos próximos cinco anos é a Kepma.”
Apesar da disrupção que a Kepma está causando, veteranos da indústria como Bob Taylor — agora aposentado — desenvolveram laços amistosos com a empresa. “Usamos uma enorme quantidade de ébano, e Bob faz parte da cadeia de suprimentos global dessa madeira”, diz Moscal.
Ele também acrescenta que as capacidades da Kepma no processamento de madeira são incomparáveis. “Até torrefamos nossas madeiras, e não só os tampos, mas pontes, reforços e mais — uma técnica que trata a madeira com calor para maior resistência e estabilidade — mesmo nos nossos modelos de entrada.”
A operação madeireira da empresa, segundo ele, deixou profissionais experientes boquiabertos. “Recebemos uma visita de alguém da TKL — o fabricante de cases da Gibson e da Martin — na nossa fábrica. Quando ele viu o que fazemos, ficou pasmo.”


Ainda assim, os desafios permanecem. Um dos maiores? A percepção persistente de que produtos feitos na China são de baixa qualidade.
“Já trabalhei para marcas que compravam os violões mais baratos possíveis da China — e eram marcas grandes e respeitadas”, diz Moscal. “Mas essa não é a Kepma. Eles fazem violões premium. E por anos, se recusaram a exportar porque não queriam comprometer a qualidade.”
Foster acrescenta que a melhor forma de quebrar esse estigma é simples: colocar um Kepma nas mãos de alguém. “Depois que você toca, para de se importar de onde ele veio”, diz ele. “E os músicos mais jovens? Eles não ligam nem um pouco. Só querem um violões que soe bem e tenha uma pegada ótima.”
Para melhorar ainda mais a experiência do músico, a Kepma desenvolveu seu próprio sistema de captação AcoustiFex. A tecnologia oferece uma combinação de captador sob o rastilho e microfone interno, com um diferencial: quando não está plugado, o sistema oferece reverb, delay e chorus embutidos — direto do próprio violão.
“Isso deixa as pessoas impressionadas”, diz Foster. “Você está na sala de estar, liga e, de repente, tem profundidade e ambiência — sem precisar de amplificador.”
A versão mais recente do AcoustiFex adiciona streaming via Bluetooth, permitindo que músicos toquem junto com trilhas de apoio ou aulas diretamente pelo violão. Também inclui um app com afinador, beat drum, looper, gravador e até gravação OTG para celulares.
“E isso não vem em um violão de mil dólares”, observa Moscal. “Estamos falando de modelos de US$ 249, US$ 299.”

Olhando para o futuro: uma marca pronta para o mundo
À medida que a Kepma entra na próxima fase de sua expansão global, o foco permanece em encontrar os parceiros certos — especialmente na América Latina. “É mais do que distribuição”, diz Pauline France. “É sobre construir relevância cultural e conexão emocional.”
France, que tem raízes na América Latina, tem desempenhado um papel importante ao propor uma linha de violões espanhóis premium desenvolvidos especificamente para esse mercado. “Existe um equívoco de que a América Latina é só corda de náilon”, diz ela. “Estamos chegando com força com modelos de aço — alta qualidade com preços acessíveis.”
A ideia, inicialmente sugerida em conversa com Kevin, cofundador da Kepma, já começou a tomar forma. “Somos capazes de produzir violões espanhóis de nível mundial?”, pergunta Moscal. “Com certeza.”
Foster concorda. “Eles já fabricam dreadnought, grand auditorium, até um modelo de 36 polegadas que soa maior do que um full-size. Violões espanhóis são apenas a próxima evolução.”
E embora superar preconceitos geográficos e de mercado leve tempo, a Kepma está trilhando um caminho já percorrido por marcas icônicas. “A IKEA levou 40 anos para entrar nos EUA”, diz Moscal. “A Mercedes não vendeu um carro sequer por lá até os anos 1960. Grandes empresas geralmente demoram. E nós também vamos.”
Com consistência incomparável, tecnologia inovadora e uma base crescente de artistas e revendedores, a Kepma deixou de ser o segredo melhor guardado da China. Está rapidamente se tornando uma força global — um violão por vez.

Você pode gostar
Instrumentos Musicais
Guild apresenta F-412 Standard, violões jumbo de 12 cordas fabricados nos EUA
Publicado
5 dias agoon
02/03/2026
Nova série amplia a oferta de modelos profissionais da marca com opção de captação L.R. Baggs e foco em músicos de palco e estúdio.
A Guild anunciou a chegada dos novos F-412 Standard Natural e F-412 Standard Pacific Sunset Burst, violões acústicos jumbo de 12 cordas fabricados nos Estados Unidos. Os modelos marcam o retorno da marca à produção de violões 12 cordas com corpo em mogno feitos no país após vários anos.
Segundo Nick Beach, gerente de produto da divisão de instrumentos com trastes da Guild, a proposta da série é oferecer instrumentos profissionais mais acessíveis dentro do portfólio da marca, aproximando esse tipo de violão de músicos que trabalham regularmente em palco e estúdio.
Construção voltada para som amplo e definido
Os dois modelos compartilham a mesma construção, diferenciando-se apenas pelo acabamento. O corpo utiliza fundo e laterais em mogno africano maciço, enquanto o tampo em abeto Sitka maciço busca equilibrar calor tonal e definição, característica tradicional dos violões jumbo de 12 cordas da Guild.
A combinação resulta em um som amplo e com forte presença harmônica — qualidade normalmente associada a gravações de folk, rock acústico e pop, onde o efeito “chorus natural” das 12 cordas cria camadas densas sem necessidade de processamento adicional.
O braço em mogno com perfil em “C” foi projetado para maior conforto apesar da tensão típica de instrumentos de 12 cordas, acompanhado por escala em rosewood indiano e tarraxas vintage open-gear.


Opção pronta para palco e gravação
As versões F-412E Standard incluem o sistema ativo L.R. Baggs Element VTC, com controles discretos de volume e tonalidade. A inclusão do captador amplia o uso do instrumento em apresentações ao vivo e gravações diretas, mantendo a resposta acústica original.
Cada unidade acompanha case rígido com controle de umidade e certificado de autenticidade.
Retorno estratégico ao segmento 12 cordas
O lançamento reforça a presença da Guild em um nicho que voltou a ganhar espaço entre compositores, produtores e artistas que buscam texturas acústicas mais ricas sem recorrer a múltiplas camadas de gravação.
Ao posicionar o modelo abaixo das séries topo de linha, a marca amplia o acesso a instrumentos fabricados nos EUA dentro da categoria profissional — um movimento alinhado à crescente demanda por violões premium voltados ao uso real em turnês e estúdios.
Guitarra
G290 Modern: guitarra da Cort aposta em versatilidade e tocabilidade moderna
Publicado
1 semana agoon
26/02/2026
Modelo reúne configuração HSS, componentes premium e design voltado à performance.
A Cort Guitars apresentou a G290 Modern, nova guitarra elétrica desenvolvida para músicos que buscam um instrumento versátil, com especificações atuais e foco em performance moderna.
O modelo foi pensado para guitarristas que atuam em diferentes estilos musicais, combinando materiais selecionados, eletrônica flexível e hardware voltado ao uso profissional em palco e estúdio.
Construção e conforto na execução
A G290 Modern utiliza corpo em poplar e braço parafusado em maple torrado, priorizando estabilidade e resposta equilibrada. O braço segue o perfil fino Ergo V da marca e escala de 25,5”, com escala em maple torrado e raio composto de 12” a 15,75”, favorecendo tanto acordes quanto execuções rápidas em regiões agudas.
O instrumento conta com 22 trastes medium-jumbo em aço inox, marcações laterais luminosas para melhor visualização em palcos escuros e nut Graph Tech Black TUSQ.



Eletrônica com foco em flexibilidade sonora
A configuração HSS combina um humbucker Seymour Duncan TB4 na ponte com dois captadores single coil Cort VTS-63 nas posições central e braço.
Os controles incluem:
- volume principal
- controle de tonalidade com função push-pull para coil split
- chave seletora de cinco posições
O conjunto permite transitar entre timbres limpos e sons mais encorpados sem necessidade de trocar de instrumento.
Hardware e acabamentos
A guitarra traz ponte tremolo Cort CFA-III S, tarraxas locking staggered e ferragens cromadas. Sai de fábrica com cordas D’Addario EXL120 e tensor de dupla ação para ajustes precisos.
O modelo está disponível nas cores Pale Graphite, Dusty Rose e Military Beige, com acabamento fosco no braço para maior conforto durante a execução.
Guitarra
Michael Kelly apresenta a nova Custom Collection Special
Publicado
2 semanas agoon
24/02/2026
A Michael Kelly Guitars anunciou a expansão de sua linha de guitarras com o lançamento da nova Custom Collection Special, apresentada oficialmente durante a NAMM 2026.
Disponível nos acabamentos Striped Ebony, Quilt Orange e Gloss Black, a Custom Collection Special estará disponível no primeiro trimestre de 2026 pelo preço MAP de US$ 549,99, por meio da rede de revendedores autorizados da marca.
Uma guitarra, inúmeras possibilidades sonoras
A Custom Collection Special reúne uma grande variedade de timbres em um único instrumento de estilo boutique. O perfil de braço Modern C e a escala em pau ferro proporcionam conforto e excelente tocabilidade.
O sistema eletrônico customizado permite diversas opções de coil split e configurações de captadores, oferecendo versatilidade tonal capaz de abranger diferentes estilos musicais, mantendo ao mesmo tempo um visual elegante e sofisticado.
O modelo conta com um sistema de ligação de captadores diferenciado:
- A chave seletora tradicional controla os humbuckers da ponte e do braço.
- Entre eles, há um captador single-coil central que pode ser ativado ou desativado de forma independente.
- Além disso, cada humbucker pode ser dividido (coil split) individualmente.
O resultado são 12 configurações diferentes de captadores, proporcionando ampla flexibilidade sonora para qualquer estilo musical.
Principais características:
- Guitarra semi-hollow com braço colado (set neck)
- Três captadores: humbuckers Rockfield® na ponte e no braço, além de single-coil central com acionamento independente
- 12 configurações disponíveis para grande variedade tonal
Áudio
Celestion apresenta tecnologia Lensguide para melhorar diretividade e coerência sonora
Nova solução de guia de onda busca eliminar limitações acústicas tradicionais em sistemas line array e reforço sonoro. Durante a...
Samson nomeia Ty Vaughn como líder de desenvolvimento de produtos
Executivo passa a comandar a estratégia global de inovação e o ciclo completo de novos produtos da empresa. A Samson...
Shure integra áudio, vídeo e IA na nova IntelliMix Bar Pro para salas corporativas
Solução all-in-one simplifica instalações e melhora a colaboração híbrida em ambientes corporativos. A Shure apresentou a IntelliMix Bar Pro, uma...
EarAmp XD amplia opções de monitoramento pessoal no palco
Nova solução digital da Samson aposta em praticidade, áudio estéreo e conectividade flexível para palco. A Samson apresentou o EarAmp...
Climatização em estúdios e home studios: como proteger equipamentos e melhorar o som
Temperatura, umidade e ruído ambiental influenciam diretamente a estabilidade do estúdio. A climatização ainda é um dos aspectos menos considerados...
Leia também
Iniciativa inspirada em Villa-Lobos leva concertos gratuitos a escolas públicas de SP
Brasil de Tuhu une educação, cultura e inclusão; em agosto, passa por cidades da Grande São Paulo e interior. A...
Teatro Opus Città anuncia inauguração com atrações nacionais e internacionais
Espaço cultural na Barra da Tijuca funcionará em soft opening ao longo de 2025 e terá capacidade para até 3...
Harmonias Paulistas: Série documental exalta grandes instrumentistas de SP e homenageia Tom Jobim
A música instrumental paulista ganha um novo espaço com a estreia da série Harmonias Paulistas, produzida pela Borandá Produções e...
Falece o reconhecido baterista Dudu Portes
O mundo musical despede Dudu Portes, deixando sua marca no mundo da percussão. Nascido em 1948, Eduardo Portes de Souza,...
Música transforma vidas de presos em projeto de ressocialização
A ressocialização de detentos no Brasil tem ganhado novas dimensões com projetos que unem capacitação profissional e arte. Iniciativas como...
Paraíba: Editais do ‘ICMS Cultural’ incluem projeto para estudar música
Edital do Programa de Inclusão Através da Música e das Artes (Prima) planeja oferecer 392 vagas para jovens paraibanos que...
Academia Jovem Orquestra Ouro Preto abre vagas para 2024
Criado para promover o ensino da prática orquestral, projeto abre edital para jovens músicos. As inscrições vão até 20 de...
Conselho Federal da OMB emite nota de repúdio ao Prefeito de Maceió. Entenda.
Desrespeito à legislação local acende debate sobre valorização da cultura alagoana. O conflito entre a classe artística de Maceió e...
Quem Canta Seus Males Espanta: Sandra Sofiati e seu Corpo Sonoro
Nesse novo artigo de Quem Canta Seus Males Espanta, vamos sair um pouco dos instrumentos “externos”, e nos voltar para...
Talibã Queima Instrumentos Musicais no Afeganistão
Centenas de músicos fugiram do Afeganistão para escapar das restrições do Talibã à música, afetando a cultura musical O Talibã,...
Maestro Evandro Matté fala sobre o Multipalco
À frente de três orquestras, a do próprio Theatro São Pedro, e da Orquestra Jovem, fruto de um projeto social,...
Multipalco: Viagem ao centro da arte
Música & Mercado foi ao centro da capital gaúcha visitar a história cultural do Rio Grande do Sul em uma...
Como obter patrocínio de 100 mil ou mais para realizar seu projeto de música
Adriana Sanchez mostra como obter patrocínio de 100 mil ou mais para realizar seu projeto de música. Criadora da banda...
Exportação de música brasileira, uma boa ideia!
O Brasil possui uma série de dificuldades na exportação de sua música para uma audiência internacional, mesmo assim, exportar é...
Presidente da Anafima recebe medalha de reconhecimento cultural do Governo de SP
Daniel Neves recebeu a honraria durante o Prêmio Governo do Estado de São Paulo para as Artes 2022, na noite...
Retomada de eventos em 2021 recuperou 300 mil postos de trabalho, sem recuperar nível de emprego de 2019
Retomada de eventos em 2021 recuperou 300 mil postos de trabalho, sem recuperar nível de emprego de 2019. A evolução...
OneBeat Virtual: inscrições de intercâmbio virtual para músicos
Embaixada e Consulados dos EUA abrem inscrições de intercâmbio virtual para músicos até 11 de fevereiro O OneBeat Virtual busca...
Manual de procedimentos do profissional da música
Guia básico sobre conceitos que os profissionais da música deveriam aplicar nas suas carreiras e no trato com outros no...
Câmara Setorial de Instrumentos Musicais do Paraná visita presidente da câmara Municipal de Curitiba
Yuris Tomsons, destacado pela Associação Comercial do Paraná para fazer a interlocução com os presidentes das comissões permanentes da Câmara...
Make Music: Robertinho Silva, Milton Nascimento e João Donato recebem homenagem no evento
Homenagem a Robertinho Silva, Milton Nascimento e João Donato: produção convida músicos de todo o Brasil para participar. Saiba como...
Presidente Prudente inaugura espaço dedicado a bandas de garagem
Espaço Garagem em Presidente Prudente contou com o apoio da loja Audiotech Music Store Presidente Prudente/SP – O prefeito Ed...
Música & Mercado apoia campanha em favor de artistas impactados pela pandemia
Idealizada e promovida pela Beetools, iniciativa destinará 25% da receita líquida das matrículas nos cursos da startup para garantir uma...
Governo anuncia liberação de R$ 408 milhões em recursos para o setor de eventos
Secretaria Especial da Cultura afirma que auxílio deve ficar disponível ainda no primeiro semestre. Na última terça-feira (9), o governo...
Brasileiro promove boa saúde entre músicos
Empresário brasileiro promove boa saúde entre músicos. Marcos Mendes, empresário, investidor no ramo de nutracêuticos, é um constante apoiador na...
Opinião: Música é agente de mudança
Arte não é algo que seja isento de ideologia, porque o pensamento e o sentimento são suas bases enquanto materia-prima....
Opinião: Me lembro como se fosse hoje
O mercado da música está passando por diversas mudanças, mas também está mudando o consumidor e o músico, com uma...
Opinião: É tempo de aprender… Música!
E lá se vai 1/3 do ano trancado em casa. Desde março, pais que trabalham, filhos que estudam, todos se...
Saúde: Automotivação no mercado da música
Todos nós fazemos música, e realizamos sonhos. Nunca se esqueça disso! Você sabe o que significa a palavra motivação? O...
Música para quem vive de música – Volume 14
Continuamos apresentando grandes discos e filmes para sua cultura musical. Hoje temos Def Leppard, Sonny Rollins e Plebe Rude. Def...
Fernando Vieira: O amor à música como legado
Jornalista Fernando Vieira faleceu e deixou um imenso legado. Cabe a todos manterem a chama da música acesa. A morte...
Trending
-
Artigos2 semanas agoVibro Sensory Musical — quando a música também é sentida
-
Instrumentos Musicais4 semanas agoLinha Diamond Strinberg: o violão que conquistou o mercado, os palcos e os estúdios
-
Instrumentos de Sopro4 semanas agoProShows entra no mercado de sopros com o lançamento da marca Windorf
-
Estúdio de Gravação4 semanas agoOvy Ayvu cria palco real para artistas autorais em São Paulo
-
Music Business4 semanas agoEcad e Secretaria da Cultura de SP firmam parceria sobre licenciamento musical no estado
-
Audio Profissional4 semanas agoRCF lança a nova série EVOX J de sistemas de coluna ativos de 3 vias
-
Instrumentos Musicais3 semanas agoAs melhores novidades de baixo e afins do NAMM Show 2026
-
Lojista4 semanas agoLojista: Como aumentar o ticket médio sem forçar a venda no balcão







