Audio Profissional
InfoComm: Audio-Technica exibe os sistemas sem fio da terceira geração da série 5000
Audio-Technica (estande C1529) está exibindo na feira em Las Vegas a terceira geração dos seus sistemas UHF sem fio da Série 5000.
Projetada para uso em turnês profissionais, estádios, salas de concertos, festivais, templos religiosos e outros ambientes com grande demanda de áudio, a série 5000 da Audio-Technica fornece qualidade de áudio e desempenho comprovado para artistas, locutores e apresentadores em todo o mundo.

O novo receptor duplo da série 5000 oferece um som ao vivo sem fio de alta qualidade, com circuitos de dupla compressão da Audio Technica que processam frequências altas e baixas separadamente e proporcionam operação em diversidade verdadeira. O receptor foi atualizado com uma largura de banda de sintonia de 148 MHz: 470 a 608 MHz e 653 a 663 MHz (intervalo duplex) e os usuários agora têm a opção de selecionar um receptor padrão com duas saídas XLR balanceadas (ATW-R5220) ou um receptor que também inclua uma saída Dante (ATW-R5220DAN). O chassi receptor com bastidor integral tem dois receptores independentes e oferece alimentação da antena, varredura de frequência, funcionalidade de sincronização de IR, chave de suspensão do terra e conector de fone de ouvido no painel frontal.
Outros recursos novos incluem uma saída em cascata da antena que conecta até oito receptores para que um único par de antenas possa alimentar até 16 canais sem fio (esses conectores também contam com um recurso de verificação de cabos de RF para auxiliar na detecção e resolução de problemas de RF), um recurso de supressão automática de interferência que ajusta automaticamente a configuração de supressão para maximizar a faixa de operação e, ao mesmo tempo, minimizar a interferência potencial, e uma frequência reserva que pode ser rapidamente selecionada pressionando o botão multifuncional do transmissor caso ocorra uma interferência inesperada. O software permite o monitoramento remoto e o controle do sistema sem fio.
Dois transmissores estão disponíveis para uso com a série 5000: o transmissor body-pack ATW-T5201 e o transmissor de mão ATW-T5202. Os dois transmissores possuem corpos metálicos robustos e ergonômicos, telas OLED de modo duplo altamente visíveis (podem alternar entre as vistas padrão e de desempenho para destacar as principais medições), recursos programáveis, controles de toque suave e potência RF chaveável (2 mW/10 mW/50 mW). Eles estão disponíveis em duas faixas de frequência diferentes – DE1 (470 a 590 MHz) e EF2 (580 a 608 MHz, 653 a 663 MHz) – para proporcionar cobertura total da largura de banda do receptor. O ATW-T5201 compacto é equipado com o novo conector robusto de 4 pinos rosqueado para baixo tipo cH da Audio-Technica para proporcionar uma conexão segura a um microfone de lapela tipo cH e microfones sobre a cabeça ou cabos da Audio-Technica. O ATW-T5202 oferece ruído de manuseio extremamente baixo e inclui um filtro passa-alta. Sua montagem roscada padrão do setor permite o uso de seis cápsulas de microfone da Audio Technica intercambiáveis, bem como outras cápsulas compatíveis. A supressão de interferência avançada digital Tone Lock™ bloqueia efetivamente a RF parasita; o tom codificado digitalmente também comunica dados do transmissor para o display do receptor.
Os componentes da série 5000 e os acessórios compatíveis são oferecidos como produtos individuais à la carte.
Componentes:
Receptor duplo ATW-R5220
Receptor duplo ATW-R5220DAN com saída Dante
Transmissor body-pack ATW-T5201
Transmissor de mão ATW-T5202 (somente cabo, cápsula vendida separadamente)
Cápsula de microfone dinâmico cardioide ATW-C510 (equivalente ao ATM510)
Cápsula de microfone condensador cardioide ATW-C710 (equivalente ao ATM710)
Cápsula de microfone dinâmico cardioide ATW-C4100 (equivalente ao AE4100)
Cápsula de microfone dinâmico hipercardioide ATW-C6100 (equivalente ao AE6100)
Cápsula de microfone condensador cardioide ATW-C3300 (equivalente ao AE3300)
Cápsula de microfone condensador cardioide ATW-C5400 (equivalente ao AE5400)
Os sistemas UHF sem fio de diversidade verdadeira com agilidade de frequência da terceira geração da série 5000 da Audio-Technica estarão disponíveis no terceiro trimestre de 2018.
Audio Profissional
Roland amplia linha móvel com GO:MIXER STUDIO
Interface portátil combina gravação multicanal, efeitos integrados e conectividade para produção em qualquer ambiente, para criadores de conteúdo e músicos.
A Roland apresentou o GO:MIXER STUDIO, mixer e interface de áudio portátil voltado a criadores de conteúdo, músicos e produtores que trabalham com dispositivos móveis e computadores.
O equipamento permite capturar áudio multicanal com resolução de até 24 bits/192 kHz, reunindo funções de mixagem e processamento em um formato compacto, pensado tanto para uso em estúdio quanto em aplicações móveis.
Entre os principais recursos, o GO:MIXER STUDIO oferece até 12 canais de entrada e diversas opções de conexão, incluindo duas entradas XLR com alimentação phantom, entrada dedicada para guitarra ou baixo, entradas de linha estéreo e conexão auxiliar compatível com dispositivos móveis.
O sistema também incorpora efeitos integrados — como equalização, compressão e reverb — que podem ser utilizados durante a gravação ou no monitoramento, reduzindo a necessidade de processamento externo em setups mais simples.
Em termos operacionais, o dispositivo permite salvar configurações em memórias de cena e oferece controle direto por meio de interface física, além de compatibilidade com softwares para edição e gerenciamento em computador.
Voltado aos fluxos atuais de produção, o GO:MIXER STUDIO também se integra a aplicativos como o GO:MIXER Cam, que possibilita capturar áudio multipista sincronizado com vídeo, ampliando seu uso em streaming, criação de conteúdo e produção audiovisual.
O lançamento atende à crescente demanda por soluções portáteis capazes de entregar qualidade de estúdio em diferentes ambientes, acompanhando a convergência entre produção musical, vídeo e plataformas digitais.
Veja mais neste vídeo.
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Subwoofer CRMS-LFE18sl mkII da Alcons Audio com design ultrafino
Sistema LFE incorpora driver de 18” e resposta estendida para aplicações de alta exigência.
A Alcons Audio anunciou o CRMS-LFE18sl mkII, um subwoofer de perfil ultrafino desenvolvido para aplicações de alta exigência em ambientes de cinema, estúdios e espaços de mixagem profissional.
O modelo faz parte da série CRMS (Cinema Reference Monitor Systems) e foi projetado como um sistema LFE (Low Frequency Effects), com foco em oferecer reprodução precisa em baixas frequências, com controle de transientes e resposta linear.
O sistema integra um driver de 18 polegadas de alta excursão com dupla bobina de 3”, capaz de atingir deslocamentos de até 30 mm, o que permite maior faixa dinâmica em comparação com subwoofers convencionais.
Um dos diferenciais do CRMS-LFE18sl mkII é seu design compacto, com profundidade reduzida, o que facilita sua instalação em espaços limitados, permitindo configurações em parede, teto ou estruturas suspensas sem comprometer o desempenho acústico.
O subwoofer oferece uma resposta em ambiente que pode se estender abaixo de 10 Hz, juntamente com alta precisão na reprodução de impulsos, características essenciais para aplicações onde a fidelidade em baixas frequências é crítica.
Para sua operação, o sistema foi otimizado para trabalhar com controladores amplificados dedicados da marca, que integram processamento específico para ajuste de fase, otimização de resposta e compensação de cabeamento, com o objetivo de manter consistência em diferentes configurações.
O CRMS-LFE18sl mkII é voltado para estúdios de pós-produção, salas de mixagem, cinemas de alto padrão e ambientes onde se exige reprodução precisa de efeitos de baixa frequência, consolidando a tendência de soluções de alto desempenho em formatos mais compactos.
Audio Profissional
BandBox chega ao Brasil e inaugura categoria de amp portátil inteligente com IA que trabalha sem internet
Solo a R$ 1.699 e Trio a R$ 3.599 chegam ao mercado nacional com separação de instrumentos em tempo real, mixer de quatro canais e até 10 horas de autonomia
Existe um problema que todo músico que estuda, ensina ou cria fora do estúdio conhece bem. O cubo de prática básico não entrega o que o músico de hoje precisa. Montar um rig com pedalboard, amplificador e ferramenta de aprendizado custa espaço, peso e dinheiro. E os amplificadores portáteis com entrada para instrumento que existem no mercado, em geral, funcionam mais como alto-falante do que como equipamento de músico de verdade.
O JBL BandBox foi construído para atacar exatamente essa lacuna — e chegou ao Brasil no dia 7 de abril de 2026 com um lançamento que, por si só, já disse alguma coisa sobre a proposta do produto.
Um palco para quem usa instrumento de verdade
O evento aconteceu em São Paulo e foi conduzido por Fabiano Carelli, guitarrista do Capital Inicial há mais de duas décadas. Não um apresentador de palco, não um influenciador de tecnologia — um músico profissional que conhece a rotina de quem toca ao vivo e em estúdio.
Ao lado dele, uma lista que atravessou gerações e estilos: Clemente, fundador dos Inocentes e figura central da Plebe Rude; Charles Gavin, baterista da primeira formação dos Titãs; Rayane Fortes, cantora, guitarrista e multi-instrumentista cearense que virou todas as cadeiras no The Voice Brasil e hoje acumula projeção internacional; Thaide, nome do hip-hop nacional; e Felipe Vassão, produtor com múltiplos Grammy Latinos no currículo — responsável por álbuns de Emicida e Jota.pê, com mais de 400 mil seguidores no Instagram e um canal ativo sobre produção musical.
O evento foi lotado, com presença de jornalistas, lojistas de todo o Brasil, criadores de conteúdo e convidados do mercado. E o que aconteceu no palco não foi demonstração controlada: os músicos pegaram o BandBox ao vivo, sem ensaio prévio, e mostraram o equipamento em uso real. O resultado surpreendeu. Ver um instrumento sendo amplificado, efeitos sendo trocados em tempo real e a separação de elementos funcionando diante de uma plateia que entende de som é diferente de ver um vídeo institucional. É a diferença entre acreditar no produto e entender o que ele faz.
O que é o BandBox — e por que o enquadramento importa
A linha tem dois modelos. O BandBox Solo é compacto: até 30W de saída, uma entrada de guitarra ou microfone, reprodução de música via Bluetooth, afinador, metrônomo, looper, pitch shifter, modelos de amplificador e efeitos clássicos como phaser, chorus, tremolo e reverb. A bateria dura até seis horas. Conecta ao computador por USB-C e funciona como interface de áudio direta para o DAW — sem equipamento adicional.

O BandBox Trio é o modelo para grupos: 135W com woofer de 6,5″ e dois tweeters de 1″, quatro entradas simultâneas para instrumentos e microfones, mixer de quatro canais com tela LCD integrada, efeitos de microfone, bateria substituível e até 10 horas de autonomia. Dá para plugar guitarra, baixo, microfone e ainda ter canal livre. Ambos se conectam ao app JBL One para controle avançado de equalização, modelos de amp e cadeia de efeitos — mas os recursos básicos funcionam sem ele, direto no hardware.
O enquadramento correto não é caixa Bluetooth, não é cubo de prática, não é amp de palco. É uma categoria nova: amplificador portátil inteligente, com ferramentas de prática, criação e gravação no mesmo bloco.
A Stem AI: o diferencial que a imprensa internacional foi testar
O recurso central da linha é a tecnologia Stem AI: separação em tempo real de vocais, guitarra e outros elementos de qualquer música reproduzida via Bluetooth, sem necessidade de internet e sem upload prévio de arquivo. O músico escolhe o que quer remover ou isolar — a guitarra para aprender um solo, a voz para cantar por cima, a bateria para trabalhar o groove — e o processamento acontece direto no hardware.
Aplicativos como o Moises fazem algo parecido, mas exigem que o arquivo seja enviado antes. O BandBox faz isso enquanto a música toca. Essa diferença tem consequência prática real em sala de aula, em sessão de prática e no palco de um evento como o que aconteceu ontem em São Paulo.
A imprensa especializada testou e foi direta. O Guitar World classificou a ferramenta como uma das melhores que já viu para prática com IA. O Sound on Sound, referência técnica do setor de áudio, destacou que a inclusão de separação de stems em hardware autônomo, sem dependência de processamento em nuvem, é genuinamente significativa. A ressalva presente nos testes é que a separação não é perfeita em músicas com arranjos muito densos — mas o ponto relevante é que ela funciona bem o suficiente para uso prático real, e isso a imprensa confirmou com produto em mão.

O que isso inaugura para o ecossistema
Há uma geração de músicos — estudantes avançados, professores, produtores que trabalham em casa, criadores de conteúdo musical — para quem o setup ideal precisa ser compacto, completo e capaz de gravar. Esses músicos vivem hoje entre soluções parciais: o cubo básico que amplifica mas não tem recursos, o pedalboard que tem recursos mas ocupa espaço, a interface de áudio que grava mas não amplifica.
O BandBox tenta condensar tudo isso. Para professores e escolas de música, o Trio tem apelo direto: quatro entradas, ferramentas de acompanhamento com controle de elementos, looper e interface de gravação em um único equipamento portátil que substitui um rig inteiro em aulas individuais ou em grupo pequeno. Para o criador de conteúdo musical, a interface USB-C e a Stem AI são o argumento principal — gravar direto no DAW e montar acompanhamentos customizados em tempo real são funcionalidades com encaixe direto nesse perfil. Para o músico profissional que leva o instrumento de um lugar para o outro, o Solo é o equipamento que ele não encontrava nessa faixa.
E para as lojas de instrumento, o BandBox inaugura uma conversa nova. Não compete com o cubo de entrada. Compete com a decisão de não comprar nada — porque o músico ainda não encontrou um produto que fizesse tudo que ele precisava em um formato que coubesse na sua rotina.
O essencial
O JBL BandBox chega ao Brasil num momento em que o mercado de instrumentos carece de produtos que traduzam tecnologia de software em hardware portátil sem inflar o preço além do razoável. A separação de elementos em tempo real sem internet, combinada com amplificação, efeitos e interface de gravação em um só dispositivo, não tem precedente direto nessa faixa de preço e formato no Brasil — e o lançamento de ontem, com músicos de verdade mostrando o produto em uso real, foi a forma mais honesta de apresentar isso ao mercado.

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