Audio Profissional
Como montar seu home studio – Capítulo III
Publicado
8 anos agoon
Por
Saulo Wanderley
Chegou o momento de falar sobre as interfaces para nosso home studio, mas primeiro começamos com uma pequena história da gravação.
E aqui estamos para entender melhor o que é esse tal de home studio, do que se compõe, como funciona e para quê serve. Historiando um pouco, vamos entrar no túnel do tempo e voltar à época em que só havia um microfone disponível para gravar cantor e seus acompanhantes, toda a banda, ou mesmo uma orquestra inteira. E olhe que tem muita gente que mesmo nos dias de hoje começa com um microfone só…
Em se tratando de uma canção – poema musicado – o mais importante era quem cuidava do vocal, que ficava mais perto do microfone. Em seguida, por ordem de distância, vinham os instrumentos de som delicado e baixo volume, que por isso mesmo precisavam ser gravados mais de perto, e à medida que os instrumentos fossem mais cheios de volume, eram colocados mais à distância do microfone. Talvez isso explique porque os bateristas são seres algo distantes e solitários…
Todos eram gravados ao mesmo tempo. Então os ensaios eram primordiais, tanto os individuais como os coletivos. Gravar um show ao vivo era um exercício um tanto impossível, mas há registros destas proezas, certamente feita por um técnico audacioso. Vale lembrar que – por mais que alguns músicos ainda se oponham – ensaiar faz parte da produção musical, e não é uma etapa a ser realizada dentro do estúdio, o que ainda acontece com frequência.
Então foram se sucedendo as invenções, desde mais de um microfone, gravadores diversos desde os que gravavam no sulco de uma matriz de disco, gravadores de fita magnética, até chegar nas gravações digitais feitas com em fita magnética – como o DAT, Digital Audio Tape – até o uso dos discos rígidos dos computadores. O precursor do home studio talvez tenha sido o “porta studio”, um gravador de quatro canais do final do século passado.
Este era um gravador de fita cassete, com controles para gravar 4 canais ao mesmo tempo, que depois podiam ser resumidos em um só canal, e a este se somavam os outros 3 para se regravar mais instrumentos e assim por diante. Um banda chamada The Beatles usou muito este recurso no seu começo. Então já não era necessário gravar todo mundo ao mesmo tempo, e começou a ficar mais fácil gravar de forma mais elaborada.
E A PLACA EMPLACOU

Um simples amplificador, com seus estágios de pré-amplificação e potência, já era pouco. Ao mesmo tempo, os gravadores foram cedendo lugar a outras formas de armazenar o som, que começaram a ser guardados em discos rígidos, vários tipos de disquetes e outros dispositivos digitais. A informática e sua linguagem passou a dialogar com a eletrônica, e o tradutor desta conversa musical foi a interface, popularmente conhecida como “placa de som”.
A princípio era placas “espetadas” na placa principal dos computadores – as “placas-mãe” – com suas entradas e saídas para microfone, sinal de áudio, fones de ouvido ou dispositivos que amplificassem o som e o recebessem. Mais tarde, as placas começaram a ser externas, envoltas em vários tipos de estruturas em formatos diversos, e com a portabilidade podiam viajar com seus usuários, sem precisar levarem junto todo o computador.
Marcas e modelos começaram a procriar como coelhos. Linhas e séries com nomes criativos, desde os de ilhas do Caribe até nomes de espaçonaves, brigavam nas prateleiras das lojas de áudio e eletrônica. Os preços proibitivos começaram a dar lugar a modelos populares, e, até hoje, a questão principal era a quantidade de entradas e saídas que uma interface oferecia, além dos recursos os mais diversos que acompanhavam os produtos.
TIPOS DE CONEXÃO

Mais recentemente tivemos o aparecimento de uma tecnologia que permite passar o sinal através de cabos de rede Ethernet – aqueles azuis usados para ligar modems – em alta velocidade e capazes de conduzir muitos canais simultaneamente. Para escolher a sua interface você terá que verificar quais entradas/saídas tem o seu computador. PCs rodando Windows geralmente usam USB e Macs usam USB, Firewire, e os mais recentes Thunderbolt. Adaptadores existem, mas não os recomendo.
A maioria das interfaces mais acessíveis aos iniciantes usa o protocolo USB, aquele mesmo que liga sua impressora, HDs externos e outros itens ao computador, e há inclusive microfones razoáveis que se conectam via USB. A versão mais nova é a 3, então uma interface com USB 2 terá menor velocidade. Neste momento entramos em um polêmico assunto que é a obsolescência programada das interfaces, que atinge também outros itens de home studio, gerando reclamações dos usuários.
A interface precisa ser compatível com o sistema operacional que você está usando no computador. Entre as versões do Windows 7, 8 e 10 há muitas interfaces que funcionam ou não, o mesmo acontecendo entre os sistemas da Apple – OS X – 10.9, 10.10, 10.11, 10.12 e 10.13. O cidadão compra uma interface, o sistema operacional é atualizado, e o fabricante não tem o driver – pequeno aplicativo que faz funcionar a interface – atualizado. Ou pior: resolve não produzir mais o driver, e avisa explicitamente sua opção.
Para ficar em um só exemplo, a marca M-Audio sempre produziu boas interfaces USB e Firewire. Mas foi vendida para outros conglomerados empresariais por duas vezes, e estes resolveram descontinuar o desenvolvimento dos drivers, deixando os consumidores a ver navios, inclusive este que vos escreve neste momento. Outro caso clássico é a atualização dos sistemas da Apple, anuais, e que vão deixando os usuários em apuros principalmente quanto ao uso de interfaces. Os últimos Macs simplesmente aboliram as entradas Firewire de sua linha.
Para quem está começando, aconselharia as interfaces USB básicas, quase todas com apenas 2 canais de entrada, uma saída para a amplificação – monitores amplificados ou amplificadores e monitores passivos (ver Home Studio 2) – uma saída para fones de ouvido, algum tipo de pré-amplificador, circuito Phanton Power para microfones condensadores (ver Home Studio 1) e controles de volume de entrada e saída. Geralmente uma entrada é para microfone e a outra para um instrumento musical.
Isso não significa que você só poderá gravar voz e guitarra, por exemplo. Simultanemente sim, mas com o uso do programa de gravação – as chamadas DAWs, Digital Audio Workstations – poderão ser gravados inúmeros canais, sempre usando apenas uma entrada. Logo, interfaces mais simples ainda, com apenas uma entrada, também servirão. Há modelos bem baratos, que podem ser usados até que, naturalmente, você continue a equipar melhor o seu home studio. Consulte a parte do texto “O Que Temos No Mercado Nacional” com os preços.
ÁUDIO & MIDI

Você pode, por exemplo, criar uma bateria, baixo e teclado MIDI, inserindo notas com o mouse ou usando o teclado comum de digitação do seu computador de mesa ou notebook, sem o uso de um teclado MIDI. Terá então uma espécie de “playback” para gravar seu violão ou outro instrumento real. Nos dias de hoje, a qualidade dos instrumentos virtuais é muito satisfatória, e muitos ouvintes espertos costumam ser enganados, tomando como real o que é virtual, até mesmo um saxofone tocado via guitarra MIDI.
Se reconhecem as interfaces com MIDI pelas entradas e saídas de forma redonda, com 5 furinhos, onde se conectam os cabos MIDI, com plugs de 5 pinos. Curiosamente, este tipo de conexão era usada nos antigos gravadores de fita cassete Philips para o áudio. Foi a contribuição da empresa para a criação do protocolo MIDI – em hardware e software – quando ela, Roland, e outras empresas se reuniram para a sua criação, deixando de lado a concorrência e beneficiando o usuário. Bons tempos que poderiam ter feito escola, mas…
Feita a escolha entre interface apenas de áudio ou também com MIDI, o que encarecerá um pouco esta última opção, resta saber a quantidade de entradas e saídas de que você vai precisar. Quanto mais entradas e saídas, mais cara a interface. Mas há uma grande quantidade de pequenas interfaces com 2, 4, 6 e 8 entradas e saídas, que podem ser uma opção para, desde o início, você ter possibilidades de gravar simultaneamente sua banda com qualidade. A partir de mais entradas e saídas, chegamos na praia das interfaces semi, ou profissionais.
Outro parâmetro de medição da qualidade das interfaces é a proporção bits / kHz (bits por kilohertz, ou 1.000 Hertz). Um CD tem 16 bits / 44 kHz, mas há interfaces que suportam 24 bits / 48 kHz, ou 24 bits / 96 kHz, ou 24 bits / 192 kHz. Vamos entrar neste assunto mais complexo em outras edições. Mas números maiores nem sempre indicam que o som estará melhor, ou ainda, se o seu ouvido vai perceber alguma diferença entre estes valores. Parta do princípio que uma interface de 24 bits / 96 kHz é uma ótima escolha.
O QUE TEMOS NO MERCADO NACIONAL
Muita gente começa a ideia de montar um home studio a partir de um tablet, ou mesmo um smartphone. E muita gente tem feito até gravações de trabalhos profissionais usando, por exemplo, um iPad, eu me incluo nessa turma. Então vamos enumerar 10 interfaces, de 1 a 8 canais, como sugestão para quem está começando. As primeiras são interfaces extremamente portáteis, cabem no bolso, têm uma qualidade de áudio e MIDI que nada deixa a desejar, e funcionam com iPhones e iPads, além de PCs e Macs.
IRig Pro I/O
Resolução de 24 bits / 96 kHz, Phanton Power, pré-amplificador, conexão lightning USB, 1 entrada / 1 saída, preço médio R$ 1.100 / áudio e MIDI (mini-DIN)

IRig Pro DUO
Resolução de 24 bits / 96 kHz, Phanton Power, pré-amplificador, conexão lightning USB, 2 entradas / 2 saídas, preço médio R$ 1.500 / áudio e MIDI (mini-DIN)

Behringer UCA 202
Resolução de 24 bits / 48 kHz, USB, saída para fones de ouvido e saída ótica, 2 entradas / 2 saídas padrão plug RCA, preço médio de R$ 300 / só áudio

Behringer UMC 202 HD
Resolução de até 24 bits / 192 kHz, Phanton Power, pré-amplificador Midas, USB, saída para fones de ouvido, 2 entradas / 2 saídas, preço médio de R$ 500 / só áudio

Behringer UMC 204
Resolução de 24 bits / 96 kHz, Phanton Power, pré-amplificador, USB, saída para fones de ouvido, 2 entradas / 2 saídas, preço médio de R$ 700 / áudio e MIDI

Focusrite Solo
Resolução de até 24 bits / 192 kHz, Phanton Power, pré-amplificador, USB, saída para fones de ouvido, 1 entrada / 1 saída, preço médio de R$ 850 / só áudio

Focusrite Scarlett 2i2
Resolução de até 24 bits / 192 kHz, Phanton Power, pré-amplificador, USB, saída para fones de ouvido, 2 entradas / 2 saídas, preço médio de R$ 1.000 / só áudio

Focusrite Scarlett 2i4
Resolução de até 24 bits / 192 kHz, Phanton Power, pré-amplificador, USB, saída para fones de ouvido, 2 entradas / 2 saídas, preço médio de R$ 1.300 / áudio e MIDI

Focusrite Scarlett 18i8
Resolução de até 24 bits / 192 kHz, Phanton Power, pré-amplificador, USB, saída para fones de ouvido, 4 entradas / 4 saídas, preço médio de R$ 2.500 / áudio e MIDI

Roland UA 1010 Octa Capture
Resolução de até 24 bits / 192 kHz, Phanton Power, pré-amplificador, USB, saída para fones de ouvido, 8 entradas / 8 saídas, preço médio de R$ 3.700 / áudio e MIDI

2 EM 1, 3 EM 1

Por módicos R$ 400 (preço médio), a Behringer oferece um pequeno mixer equipado com interface USB, 5 entradas – sendo 4 com plugs RCA e uma P10/XLR – saídas para fones e/ou headsets (mic e fone separados) e ajuste de ganho: Xenyx 302 USB. É uma opção para quem vai trabalhar com podcasts, ou mesmo para economizar algum no início da montagem do primeiro home studio, com uma qualidade compatível com o custo-benefício.

A interface é o coração do seu home studio. Por ela são bombeados os sinais de entrada e saída dos sinais de áudio e MIDI, os fazendo chegar de suas origens aos seus destinos, com pressão adequada, mas também sujeita a variações inadequadas, se o operador abusar da alimentação, excesso de sedentarismo, etc.
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Audio Profissional
Plugin Harrison DeNoiser: limpeza de voz e diálogo em nível cinematográfico para qualquer DAW
Publicado
16 horas agoon
04/12/2025
A Harrison Audio anunciou o lançamento do Harrison DeNoiser Plug-in, uma ferramenta de limpeza de diálogo e voz com latência zero, desenvolvida para engenheiros de pós-produção, broadcasters, técnicos de som ao vivo e criadores de conteúdo.
Reconhecida por seu papel histórico no som de Hollywood, a empresa traz para o ambiente das DAWs parte da tecnologia presente em suas consolas MPC, usadas em grandes produções cinematográficas.
Ao longo de mais de cinco décadas, a Harrison esteve por trás do som de franquias como Indiana Jones, Spider-Man, James Bond, Jurassic Park, Harry Potter, Bohemian Rhapsody e Ford v Ferrari. O novo plug-in busca aplicar esse padrão de processamento a tarefas cotidianas, como diálogos gravados em ambientes desafiadores, vozes com baixo nível de sinal ou registros comprometidos por ruído ambiente.
O DeNoiser oferece redução de ruído rápida e transparente, preservando o timbre original da voz sem introduzir artefatos perceptíveis. Para isso, incorpora cinco faixas de denoise, quatro modos de relação sinal-ruído (SNR) e seis controles multibanda, que permitem ajustes precisos por frequência. Sua tela de espectro dinâmico exibe em tempo real o sinal de entrada, a impressão do ruído e a redução aplicada.
O sistema opera com zero amostras de latência, o que facilita seu uso em transmissões ao vivo, fluxos acelerados de pós-produção ou setups híbridos de estúdio. Além disso, conta com presets projetados para problemas comuns de voz e diálogo, entregando soluções rápidas em projetos com prazos apertados.
Principais recursos
Processamento em tempo real com latência zero
Cinco faixas de redução e quatro modos SNR
Seis deslizadores multibanda para ajuste por frequência
Limpeza transparente, sem artefatos
Visualização em tempo real do espectro e da redução aplicada
Presets para problemas recorrentes de voz e diálogo
Audio Profissional
Novo driver de compressão HF CDX14-3035 da Celestion
Publicado
2 dias agoon
03/12/2025
Uma atualização do CDX14-3030 com melhorias em linearidade, durabilidade e resposta em altas frequências
A Celestion anunciou o CDX14-3035, um driver de compressão de alta frequência com saída de 1,4 polegada e diafragma de titânio em peça única. O novo modelo, parte da linha CDX14, substitui o CDX14-3030 e traz melhorias voltadas a maior potência, sensibilidade otimizada e flexibilidade para aplicações de reforço sonoro.
O CDX14-3035 eleva a potência nominal para 120 W AES e a potência contínua para 240 W, superando os valores de seu antecessor. O driver também oferece 108 dB de sensibilidade e um ponto mínimo de crossover de 800 Hz (12 dB/oct), ampliando seu campo de aplicações em relação ao modelo anterior. Segundo a empresa, seu desempenho em altas frequências é equivalente ao do CDX14-3045 — versão com ímã de neodímio —, mas em um formato com ímã de ferrita pensado para instalações fixas e sistemas de grande porte, onde custo e robustez são fatores decisivos.

O projeto utiliza um diafragma e suspensão de titânio em peça única, com geometria revisada para melhorar a linearidade do movimento. Um anel de fixação em polímero de alta temperatura ajuda a reduzir a distorção, enquanto a bobina móvel edgewound de 3 polegadas (75 mm), feita de alumínio revestido de cobre, foi projetada para suportar maiores demandas térmicas e mecânicas. O driver opera com impedância nominal de 8 ohms e possui saída de 35 mm / 1,4 polegada.
No lançamento, Ken Weller, Marketing Manager da Celestion, destacou que o modelo “oferece o desempenho de alta frequência característico da marca em um conjunto com ferrita voltado a soluções economicamente viáveis”, ressaltando a combinação de 108 dB de sensibilidade e 240 W contínuos como fatores essenciais para aplicações que exigem confiabilidade e alto nível de pressão sonora.
Audio Profissional
Neumann apresenta VIS, mixagem imersiva reinventada para o Apple Vision Pro
Publicado
3 dias agoon
02/12/2025
Uma nova ferramenta 3D para controlar o Logic Pro e moldar o som no espaço.
A Neumann anunciou o VIS – Virtual Immersive Studio, um aplicativo desenvolvido para o Apple Vision Pro que introduz uma abordagem tridimensional para a mixagem de áudio espacial. Com a ferramenta, a empresa inaugura uma nova etapa na produção imersiva ao permitir que criadores manipulem fontes sonoras como objetos visíveis em realidade aumentada.
O VIS substitui interfaces planas tradicionais por um ambiente 3D no qual é possível visualizar, mover e posicionar elementos sonoros por meio de gestos das mãos. A automação se torna uma ação física, e a mixagem passa a ter um caráter mais performático. Segundo a empresa, a intenção é permitir que o usuário “toque” o som e o molde de forma natural.
A aplicação se integra diretamente ao Logic Pro no Mac. Após o emparelhamento, o VIS aparece como um dispositivo dentro do software e pode ser exibido em uma tela virtual ajustável no Vision Pro. A baixa latência do sistema pass-through possibilita interagir com o equipamento físico do estúdio enquanto se trabalha em um espaço de mixagem virtual.
O VIS suporta monitoramento tanto por alto-falantes quanto por fones. Para fluxos móveis ou setups sem monitores físicos, inclui o RIME, plug-in proprietário da Neumann que processa áudio espacial em até 7.1.4. Combinado ao rastreamento avançado de cabeça do Vision Pro, o sistema oferece uma percepção espacial consistente, útil tanto em estúdios profissionais quanto em ambientes remotos.
Desenvolvido com base nas tecnologias AMBEO, o VIS incorpora algoritmos de acústica virtual projetados para criar uma sensação mais realista do espaço sonoro. Essa infraestrutura técnica torna a experiência imersiva mais precisa e acessível, reduzindo a complexidade comum dos fluxos de trabalho em áudio 3D.
Principais recursos
- Ambiente visual 3D para mixagens espaciais no Apple Vision Pro
- Posicionamento de fontes sonoras por gestos
- Integração completa com o Logic Pro no Mac
- Visualização geral de todos os objetos de áudio
- Rastreamento de cabeça com 3 graus de liberdade
- Compatibilidade com monitoramento por alto-falantes ou fones via RIME
Com o VIS, a Neumann incorpora a computação espacial ao fluxo profissional de mixagem e oferece um sistema que combina hardware, software e gestos em um único ambiente. A empresa destaca que a tecnologia faz parte de uma estratégia mais ampla para impulsionar o uso de áudio imersivo e apoiar a evolução dos formatos tridimensionais.
Veja mais neste vídeo.
Áudio
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