Hyper.PRO terá mais linhas em 2020
Publicado
6 anos agoon
A marca de cordas Hyper.PRO prepara várias novidades para os próximos meses, além de focar o relacionamento com os usuários e se expandir para outras regiões do Brasil.
Você já ouviu falar da Hyper.PRO, certo? A nova marca de cordas que foi lançada no Brasil no ano passado.
A Hyper.PRO surgiu em decorrência do relacionamento da Mazzaferro Monofilamentos (atual MZF4) com Tony Acosta (fundador e presidente da Luthier Music, em Nova York, uma das maiores referências no violão artesanal na cena internacional, falecido em fevereiro de 2019). Tony era grande amigo dos violonistas Jorge Morel e Paco de Lucia, e tinha como clientes artistas como Andy Summers (da banda The Police) e George Benson, sobre os quais Tony gostava de contar histórias com o violão clássico em seus trabalhos.
A Mazzaferro já produzia cordas musicais para outras marcas reconhecidas no mercado. “Tony conheceu nossas cordas anos antes e classificou nosso produto como de alta qualidade, apto a entrar no mercado com marca própria, com foco em ótima sonoridade e alta durabilidade. Com esse objetivo, Fabricio Saad, diretor de marketing da MZF4, criou o projeto Hyper.PRO, visando o mercado premium de cordas musicais para violão clássico no Brasil”, conta Júnior Parollo, especialista de produto e relacionamento com artistas da Hyper (Hyper.PRO e HyperClass, by MZF4 Strings).

Junior Parollo (foto de Thadeu Lenza)
Mas havia uma questão: a Mazzaferro produz apenas o monofilamento de náilon que, no caso das cordas para violão, são somente as três cordas agudas. As outras três cordas, graves, são formadas por um feixe de multifilamentos de náilon finíssimos, revestidos com uma espiral de liga metálica, às vezes banhada em metais como níquel e prata. Tais cordas com elementos metálicos não são produzidas pela Mazzaferro. Para suprir essa demanda, Tony Acosta indicou a empresa La Bella, dos EUA, já que a produção da Luthier era muito pequena e supria apenas sua própria necessidade.
Daí surgiu a parceria que segue até hoje, com a Mazzaferro (agora MZF4) produzindo as cordas agudas de náilon e agregando cordas metálicas importadas da La Bella na linha Hyper.PRO para violão (em quatro tensões: leve, média, pesada e extra).
“No caso das cordas para violão de aço, lançamos, em meados de 2019, a Hyper.PRO fósforo bronze, com jogos completos importados também da La Bella, embalados e distribuídos pela MZF4, nas versões 010, 011 e 012”, agrega Júnior.
Na mesma época, visando expandir o mix de produtos, foram lançadas duas novas linhas. Primeiro, a linha Hyper.PRO para ukulele em duas versões: uma para ukulele concert/tenor e outra para ukulele soprano, atendendo ao rápido crescimento do mercado de ukulele como fenômeno mundial. “Nesse caso, por ser um produto sem elementos metálicos, é totalmente produzido pela MZF4, seguindo os melhores padrões internacionais para cordas de náilon para este instrumento”, comentou.
Na sequência, foi lançada a linha HyperClass, inicialmente com cordas de náilon com tensão média, para um público amador/estudante, com preços menores e importando as cordas graves de outros fornecedores, selecionando-os após os mesmos rigorosos testes com os músicos realizados na linha Hyper.PRO.
No segundo semestre, foi adicionada à Hyper.PRO a versão com a sétima corda para violão náilon (tensão média e pesada), seguindo uma tendência de crescimento desse tipo de instrumento no mercado brasileiro, sobretudo no samba e no choro.
Júnior detalha: “Os produtos são lançados após intensa pesquisa e, desde o lançamento, não houve modificação nesses itens. Adicionamos ou modificamos alguns detalhes nas embalagens, adequando-as às exigências do varejo e trazendo mais informações para facilitar a identificação e o entendimento das características dos produtos na loja”.
“Como a marca é frequentemente chamada apenas de Hyper, sobretudo após o lançamento da linha Class, cada vez mais vai se formando o nome/marca Hyper, tendo a linha Hyper.PRO como premium e a HyperClass como intermediária. Não visamos atingir nem associar a marca ao segmento popular com nenhuma linha, pois este já é atendido por uma ampla gama de fabricantes.”
A marca e seu conceito
A Hyper.PRO é uma marca com postura moderna, que entrou em um mercado basicamente conservador e tradicional, trazendo novas formas de comunicar e vender. No ato do lançamento, a intenção era fazer a venda essencialmente on-line, pela loja virtual própria, além de algumas parcerias com instituições de ensino musical ou plataformas especializadas.
Mas nos primeiros meses decidiu-se por focar mais o varejo, tornando a marca presente e conhecida nos pontos de venda tradicionais. E com a HyperClass foi possível atingir um público de fato maior que o premium (altamente qualificado, seletivo, mas menor em volume de mercado).
“A Hyper.PRO veio como uma marca desconhecida, que aos poucos foi se firmando com base na qualidade e com ótima relação custo-benefício. Tem preço competitivo em relação aos similares, que em geral são importados via internet ou encontrados no varejo por preços mais altos: marcas como Thomastik, Savarez, Hannabach, além da própria La Bella (no violão) e Áquila (no ukulele)”, explica Júnior.
“Entre os músicos, todos que têm contato com a Hyper.PRO reconhecem e evidenciam sua qualidade, da produção ao atendimento. Para eles, temos um produto de qualidade internacional, mas disponível em nosso varejo, que vem suprir uma antiga lacuna atendida antes por opções mais caras e menos convenientes, sujeitas à demora na entrega ou variações de preço pelo câmbio.”
Desse modo, a reputação da marca tem crescido bastante em vários locais do País, recomendada por uma gama crescente de profissionais da música e revendas. Atualmente está presente em cerca de 200 lojas no Brasil, basicamente nas regiões Sudeste, Nordeste e Sul. “Estamos agora buscando a expansão para o Norte e o Centro-Oeste. A Hyper.PRO segue posicionada no segmento premium, e a HyperClass, no intermediário”, esclarece.
Novidades para este ano
Para 2020, a marca prepara o lançamento da HyperClass para as demais tensões de violão náilon (leve, pesada e extra), além de novas linhas para violão aço, guitarra e baixo nos próximos meses.
Além disso, “continuamos apostando na relação mais direta com o consumidor, ouvindo o que o mercado realmente espera ter, mostrando as opiniões de nossos clientes em nossos canais, pois seu depoimento sobre quão satisfeitos estão com nossos produtos tem sido uma grande propaganda, além dos testemunhais dos próprios profissionais da MZF4 sobre o trabalho com a Hyper”, conta o especialista de produto.
A Hyper espera cobrir todo o território nacional e desenvolver com isso ações regionais, adaptadas à realidade de cada estado, para cada estilo de música presente no País, visando aproximar artistas, representantes e lojistas em favor de um objetivo comum, que é “ver a Hyper mais presente, mais disponível e engajada em divulgar a riqueza de nossa cultura musical. Tudo isso tende a fortalecer a imagem da marca e sua presença no mercado”, enfatizou.
“Queremos dar sempre espaço ao músico que utiliza nossos produtos, divulgando seus trabalhos que são realizados com nossas cordas. Eles gostam de se sentir parte de algo que cresce baseado na qualidade, na seriedade e na atenção ao próprio músico. Sem eles, sem sua confiança, não teríamos chegado aonde chegamos. E queremos crescer muito mais, fortalecendo ainda mais essa relação”, concluiu Júnior.
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Instrumentos Musicais
Korg apresenta phase8, um sintetizador acústico baseado em vibração real
Publicado
1 dia agoon
04/03/2026
O novo instrumento combina ressonadores físicos e controle eletrônico para uma experiência sonora mais expressiva e tátil.
A Korg anunciou o phase8, um sintetizador acústico de oito vozes que propõe uma abordagem pouco comum: gerar som por meio de vibração física real, e não apenas processamento digital.
O instrumento utiliza ressonadores de aço ativados eletromecanicamente, criando um comportamento sonoro mais próximo de um instrumento acústico do que de um sintetizador tradicional.
Som que pode ser tocado
O phase8 permite interação direta com o som. Os músicos podem golpear, pressionar ou tocar levemente os ressonadores para modificar a resposta sonora em tempo real, introduzindo variações naturais difíceis de reproduzir apenas com software.
O sistema inclui 13 ressonadores afinados cromaticamente — sendo oito utilizáveis simultaneamente — que podem ser trocados para adaptar a afinação e o caráter tonal do instrumento.
Um controle chamado AIR regula o quanto a interação física influencia o resultado final, reforçando a sensação de um instrumento “vivo”.
Pensado para performance e criação sonora
Mais do que um sintetizador convencional, o phase8 foi desenvolvido para aplicações como:
- performances eletrônicas ao vivo
- sound design experimental
- produção híbrida acústico-digital
- estúdios criativos em busca de novas texturas sonoras
A proposta acompanha uma tendência crescente entre músicos que buscam recuperar a interação física dentro de ambientes eletrônicos cada vez mais digitais.
Integração com setups atuais
O instrumento inclui sequenciador interno e conectividade completa:
- MIDI e USB-MIDI
- sincronização Sync
- controle CV para sistemas modulares
Isso permite integração direta com estúdios, rigs de palco e configurações analógicas.
Eletrônica com comportamento acústico
O phase8 representa uma abordagem híbrida no design de instrumentos ao combinar precisão eletrônica com resposta física real. Em vez de simular o comportamento acústico, o sistema produz som por vibração tangível, abrindo novas possibilidades expressivas para músicos e criadores.
ISE
ISE cria fundação para impulsionar formação, inovação e impacto social no setor AV
Publicado
1 dia agoon
04/03/2026
Nova iniciativa amplia a atuação do evento além da feira anual e aposta no desenvolvimento profissional e tecnológico da indústria audiovisual.
A Integrated Systems Europe (ISE) anunciou a criação da ISE Foundation, uma nova iniciativa voltada a fortalecer o ecossistema audiovisual e de integração de sistemas por meio de programas contínuos de formação profissional, apoio à inovação e projetos de impacto social.
Lançada durante a edição 2026 do evento, sob o lema “Powering On, Together”, a fundação nasce em parceria com as entidades AVIXA e CEDIA, além do apoio institucional da Prefeitura de Barcelona e do Governo da Catalunha. O objetivo é ampliar a contribuição da ISE para o setor ao longo de todo o ano — e não apenas durante os dias de feira.
Formação profissional como prioridade
Um dos principais focos da iniciativa é enfrentar a escassez de profissionais qualificados no setor AV, desafio apontado por fabricantes, integradores e prestadores de serviço em diversos mercados.
Entre as ações previstas está o programa Training the Trainers, que capacita educadores com competências alinhadas às demandas reais da indústria, utilizando conteúdos desenvolvidos por AVIXA e CEDIA. Após um projeto piloto realizado na Catalunha em 2025, a expectativa é expandir o programa para até 150 instituições de ensino.
A fundação também planeja iniciativas como AV Career Days e novos caminhos de formação técnica profissional a partir de 2027, criando uma ponte mais direta entre educação e empregabilidade no setor audiovisual.

Apoio contínuo a startups e inovação
Outro eixo estratégico da ISE Foundation é o incentivo à inovação. A iniciativa dá continuidade ao trabalho iniciado pelo Innovation Park, área que reuniu 130 startups durante a ISE 2026.
A proposta agora é oferecer acompanhamento após o evento, incluindo mentoria, conexão com investidores e acesso a redes internacionais do setor. A intenção é ajudar empresas emergentes a transformar protótipos em soluções comercialmente viáveis.
Tecnologia com impacto social
A fundação também incorpora um pilar de responsabilidade social, buscando aplicar tecnologias audiovisuais em projetos ligados à saúde, educação e cultura.
Parcerias já estão sendo desenvolvidas com organizações como o Hospital Sant Joan de Déu, a Fundació Joan Miró e iniciativas culturais vinculadas à Casa Batlló, explorando o uso do AV para ampliar acessibilidade e experiências educacionais.
Segundo Mike Blackman, diretor-geral da Integrated Systems Events, a criação da fundação formaliza um compromisso de longo prazo com o setor e com a cidade anfitriã: “A ISE Foundation fortalece nossa conexão com a indústria e com Barcelona, criando um legado duradouro baseado em inovação, desenvolvimento de talentos e colaboração.”
Uma ISE além da feira
Com a nova estrutura, a ISE passa a atuar não apenas como ponto de encontro anual do mercado, mas também como plataforma permanente de desenvolvimento profissional e tecnológico.
Mais detalhes sobre governança e cronograma dos programas deverão ser divulgados nos próximos meses, à medida que a fundação avança para sua fase operacional.
Equipamento para DJs
Música eletrônica passa a ser reconhecida como patrimônio cultural em São Paulo
Publicado
2 dias agoon
03/03/2026
Reconhecimento fortalece mercado, legitima a atuação de DJs e pode abrir caminho para inclusão em políticas públicas de incentivo.
O recente reconhecimento da música eletrônica como patrimônio cultural do Estado de São Paulo através da Lei nº 18.400/26 marca um novo capítulo para o setor no Brasil. Mais do que um gesto simbólico, a medida é vista por profissionais da área como um passo em direção à consolidação institucional e econômica de um segmento que movimenta eventos, festivais, turismo e produção cultural.
Para Taty Aguiar, DJ e empresária do setor, criadora do E-LAB Instituto, o mercado recebeu a notícia com entusiasmo. “Isto traz mais profissionalização e mais pessoas interessadas na música e em fazer música”, afirma.
De nicho a indústria estruturada
Nas últimas duas décadas, a música eletrônica deixou de ser restrita a clubes noturnos para ocupar múltiplos espaços.
Segundo Taty, o DJ ampliou sua atuação. “Não só em boates, mas em ambientes corporativos, em grandes shows, no cinema. Viraram parceiros em outros eventos, como no Carnaval e em projetos com outros ritmos musicais. A música se comunica e se integra em outros contextos.”
Essa transversalidade ajudou a consolidar o setor como parte relevante da cadeia produtiva da música, envolvendo produtores, técnicos de áudio, empresas de iluminação, marcas de equipamentos e estruturas de grande porte.

Impacto no mercado
O reconhecimento cultural tende a gerar três efeitos principais:
- Maior legitimidade institucional para o segmento
- Estímulo à formação profissional
- Fortalecimento da percepção pública sobre a atividade
Além disso, o enquadramento como patrimônio cultural pode abrir discussão sobre inclusão em políticas de fomento. “A lei de incentivos tem que incluir também”, defende Taty Aguiar.
A inclusão formal da música eletrônica em mecanismos de incentivo pode ampliar acesso a editais, financiamentos e programas culturais, equiparando o segmento a outras expressões já consolidadas.
Profissionalização em expansão
O perfil do DJ também mudou. Hoje, além da performance, o profissional atua como produtor musical, curador artístico e, muitas vezes, empreendedor.
Com maior reconhecimento institucional, a tendência é de aumento na oferta de cursos, formação técnica e estruturação empresarial do setor.
Um movimento cultural e econômico
A música eletrônica movimenta festivais, turismo, tecnologia, produção audiovisual e marcas globais. O reconhecimento como patrimônio cultural formaliza um fenômeno que já vinha se consolidando economicamente.
O próximo passo, segundo profissionais do setor, será garantir que esse reconhecimento se traduza em políticas públicas concretas e oportunidades reais de desenvolvimento.
Áudio
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