A EWA começa o ano com uma estratégia especial para posicionar seus instrumentos de corda no mercado, realizando treinamentos para vendedores e workshops para músicos de todo o Brasil.
O projeto da EWA para esse ano envolve duas estratégias: dar treinamentos e clínicas direcionadas aos times de vendas das lojas, mostrando os diferenciais da linha de produtos da marca e preparando os vendedores para receber o consumidor; e, para o público final, workshops com diferentes finalidades, como demonstrar os novos produtos para os clientes, gerando leads e fomento da música, e a presença do consumidor vinculada a loja e a marca.
“Estamos desenhando um cronograma que ocorrerá três semanas por mês, mas que já possui datas para os próximos meses de abril e maio no Paraná, Ceará, Piauí, Maranhão, Santa Catarina e São Paulo/SP, e depois seguirá por outros estados”, comenta Mello Jr., guitarrista e gerente de vendas da EWA.
Nos eventos estão sendo apresentados os lançamentos do segundo semestre do ano passado, como a EWR200 (uma guitarra strato com sistema de captadores coreanos Kent Armstrong Noiseless sem ruído), o violão Imperador (com tampo e fundo sólidos, com efeitos e com um aplicativo da EWA que controla os efeitos e equalização do violão via celular). Também as telecasters Ayla e Ayla Hb com madeiras e configurações similares a guitarras muito mais caras de marcas mais tradicionais, e os baixos UPX da série assinatura do Celso Pixinga, junto com os baixos estilo Jazz Bass ativos, como o Ravi Ald e Ravi Ash.
Todos esses produtos foram lançados na feira Conecta+ em 2023. “A Conecta+ contribuiu de forma muito positiva para nós, porque os clientes lojistas puderam conhecer in loco esses novos instrumentos e entender o posicionamento diferenciado deles frente ao mix habitual que já trabalhavam e ao mesmo tempo puderam ver a reação dos entusiastas e músicos que estavam empolgados no nosso estande experimentando e surpresos com a qualidade e tocabilidade da nova linha EWA”, detalhou Mello Jr.
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O que vem aí para a EWA
Todos sabemos o quanto pode ser desafiador o desenvolvimento de uma marca nova como a EWA. Mello Jr. comenta: “No passado, as marcas novas iam crescendo ao longo dos anos e se tornando uma realidade e “marca” por presença e longevidade no mercado. Hoje, a EWA entende que, em um mercado saturado como o nosso, o aceleramento e crescimento da marca depende de ações conjuntas e ininterruptas com clientes lojistas, parceiros, e consumidores finais. Ações de venda e marketing, esse é o caminho que está sendo desenhado para a marca, o da ação”.
Ele explicou que a EWA quer ser reconhecida não apenas como um importador que compra cópias e modelos disponíveis chineses e coloca sua marca, mas como uma marca que traz tendências atuais em modelos, cores, criando produtos que gerem desejo e gerem bons negócios para os parceiros da marca, “resultando em instrumentos excelentes para os músicos e entusiastas e criando história”.
“Teremos alguns lançamentos para o primeiro semestre de 2024. Já lançamos uma linha de violões “all solid” chamada Classic Pro BR, e também teremos novidades na linha de baixos e guitarras. Para o segundo semestre, estamos mirando novas linhas. Queremos ampliar as opções da linha da EWA mas de forma cirúrgica e direcionada as lacunas presentes no mercado”, concluiu.
Versão de alta potência de um dos amplificadores mais influentes do rock.
A MESA/Boogie anunciou o lançamento do 90s Triple Rectifier Solo Head, um amplificador de alta potência que se posiciona como o “irmão mais potente” do lendário Dual Rectifier e um dos modelos mais influentes na história do som da guitarra moderna.
Desde seu lançamento original em 1992, a família Rectifier se tornou referência no universo do rock e do heavy metal, ajudando a redefinir o som de alta distorção característico desses estilos. Esses amplificadores ficaram conhecidos por criar verdadeiras paredes de som com alto ganho, ideais para riffs pesados, afinações graves e linhas de baixo marcantes que marcaram uma geração.
A nova versão do Triple Rectifier chega com uma estética “blackout” em edição limitada, incluindo chassi preto, controles Speed Knobs também em preto e o clássico painel frontal Diamond Plate em acabamento escuro. O visual reforça a identidade agressiva e poderosa do amplificador.
Na parte traseira, o equipamento revela um conjunto adicional de válvulas de retificação e potência que formam uma parede de vidro iluminado, antecipando o impacto sonoro liberado ao acionar o interruptor de standby. Esse design ajuda a consolidar o Triple Rectifier como um verdadeiro ícone do rock.
Marca lança versões especiais de alguns de seus modelos mais famosos e captadores signature de artistas.
A fabricante EMG Pickups anunciou uma série de sets de captadores de edição limitada para comemorar seus 50 anos de inovação em captadores ativos.
Fundada na Califórnia em 1976, a empresa tornou-se referência no rock e no metal graças aos captadores ativos conhecidos por alto nível de saída, baixo ruído e grande definição mesmo com alta distorção.
Para celebrar o aniversário, a marca lançou uma coleção especial que reúne modelos clássicos com estética retrô, acabamentos exclusivos e versões especiais de captadores signature.
Sets com visual clássico
Entre os lançamentos estão os sets 81/85 e 81/60 “Original Logo”, que recuperam o logotipo histórico da marca em uma edição limitada inspirada nos primeiros anos da empresa.
Essas configurações ficaram famosas entre guitarristas de rock e metal, especialmente o modelo 81, conhecido pelo ataque definido e clareza mesmo sob alta distorção.
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Modelos signature em edição especial
A coleção também inclui versões comemorativas de captadores ligados a artistas que marcaram a história da EMG:
JH “Het” Sandblasted Set – signature de James Hetfield
KH “Bone Breaker” Spectrum Set – signature de Kirk Hammett
RT “Rip Tide” Gold Set – captador de baixo associado a Robert Trujillo
Richie Faulkner RF “Falcons” Set – modelo signature do guitarrista do Richie Faulkner
Lee Sklar P Set – reeditação de um design clássico do baixista Lee Sklar.
Mais novidades ao longo do ano
Segundo a empresa, os lançamentos fazem parte de uma série de iniciativas planejadas para celebrar o aniversário. Nos próximos meses, a marca promete anunciar novos produtos, reedições históricas e outros modelos limitados.
Com cinco décadas de história, a EMG continua sendo uma das empresas mais influentes no desenvolvimento de captadores ativos — tecnologia que utiliza um pré-amplificador alimentado por bateria para melhorar controle de sinal e reduzir ruído.
Nova série amplia a oferta de modelos profissionais da marca com opção de captação L.R. Baggs e foco em músicos de palco e estúdio.
A Guild anunciou a chegada dos novos F-412 Standard Natural e F-412 Standard Pacific Sunset Burst, violões acústicos jumbo de 12 cordas fabricados nos Estados Unidos. Os modelos marcam o retorno da marca à produção de violões 12 cordas com corpo em mogno feitos no país após vários anos.
Segundo Nick Beach, gerente de produto da divisão de instrumentos com trastes da Guild, a proposta da série é oferecer instrumentos profissionais mais acessíveis dentro do portfólio da marca, aproximando esse tipo de violão de músicos que trabalham regularmente em palco e estúdio.
Construção voltada para som amplo e definido
Os dois modelos compartilham a mesma construção, diferenciando-se apenas pelo acabamento. O corpo utiliza fundo e laterais em mogno africano maciço, enquanto o tampo em abeto Sitka maciço busca equilibrar calor tonal e definição, característica tradicional dos violões jumbo de 12 cordas da Guild.
A combinação resulta em um som amplo e com forte presença harmônica — qualidade normalmente associada a gravações de folk, rock acústico e pop, onde o efeito “chorus natural” das 12 cordas cria camadas densas sem necessidade de processamento adicional.
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O braço em mogno com perfil em “C” foi projetado para maior conforto apesar da tensão típica de instrumentos de 12 cordas, acompanhado por escala em rosewood indiano e tarraxas vintage open-gear.
Opção pronta para palco e gravação
As versões F-412E Standard incluem o sistema ativo L.R. Baggs Element VTC, com controles discretos de volume e tonalidade. A inclusão do captador amplia o uso do instrumento em apresentações ao vivo e gravações diretas, mantendo a resposta acústica original.
Cada unidade acompanha case rígido com controle de umidade e certificado de autenticidade.
Retorno estratégico ao segmento 12 cordas
O lançamento reforça a presença da Guild em um nicho que voltou a ganhar espaço entre compositores, produtores e artistas que buscam texturas acústicas mais ricas sem recorrer a múltiplas camadas de gravação.
Ao posicionar o modelo abaixo das séries topo de linha, a marca amplia o acesso a instrumentos fabricados nos EUA dentro da categoria profissional — um movimento alinhado à crescente demanda por violões premium voltados ao uso real em turnês e estúdios.