A Pithy Cajon, fabricante de cajones com base em São Paulo, mostra dois modelos diferentes e particulares de cajones: O Turbo e o Standard Natural. Quer conhecê-los?
Cajon Profissional Turbo
A inclinação e assento da Cajón Turbo – resultados de um design avançado – e seu sistema de montagem permitem mais volume, projeção sonora e sons harmônicos.
“Não à toa, é o instrumento mais procurado dos modelos Pithy, pois oferece mais conforto ao tocar e uma sonoridade sem igual por conta da técnica utilizada na escolha de seus componentes”, contaram desde a empresa.
Este modelo da Pithy Cajon está disponível nas cores Claro e Escuro. Os modelos elétricos se encontram disponíveis com uma ou duas captações.
Já, o Cajón Standard foi o primeiro modelo inclinado do Brasil e logo tornou-se referência nacional.
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Cajon Standard
Desenvolvido pela Pithy Cajon, misturando o melhor dos instrumentos tradicionais e adaptado ao gosto brasileiro, seu bumbo é forte e marcante. É um cajón sofisticado e confortável, com caixa seca porém brilhante.
Disponível na cor preto com tapas nas opções natural e mogno. Os modelos elétricos se encontram disponíveis com uma ou duas captações.
O modelo ZENIT W600 G2 foi lançado em dezembro e amplia a potência e a flexibilidade do padrão de iluminação wash para uso externo.
A Cameo anunciou o lançamento da segunda geração de sua consagrada linha de projetores wash para exteriores com a apresentação do ZENIT W600 G2, modelo desenvolvido para atender desde produções teatrais e televisivas até grandes palcos de festivais.
O novo ZENIT W600 G2 mantém a base que transformou a série em um padrão do setor, incorporando um motor LED de 660 W, fluxo luminoso de 32.000 lúmens, CRI de 98 e TLCI de 95, voltados para garantir reprodução cromática precisa em aplicações profissionais.
O equipamento utiliza 40 LEDs RGBALC de 50 W e a tecnologia XColour, que integra um sistema de mistura de cores calibrado para gerar um espectro contínuo e natural. Entre os recursos criativos estão o controle vertical por segmentos, o alinhamento preciso de múltiplas unidades na vertical e horizontal e o sistema eletrônico SnapMag FX, que permite alterar rapidamente o ângulo do facho entre 18° e 54°.
Projetado para uso intenso ao ar livre, o ZENIT W600 G2 pesa 12,9 kg, conta com alça superior ergonômica, pontos de segurança estrategicamente posicionados e proteção IP65, facilitando montagem rápida e operação confiável em condições climáticas adversas.
Como parte de seu ecossistema digital, a Cameo adicionou compatibilidade com o app Cameo Connect, que permite configurar os equipamentos sem fio via NFC. O aplicativo também oferece acesso direto ao Portal de Serviços da Adam Hall, com diagnóstico, suporte técnico e atualização de firmware para uma gestão mais eficiente do parque de iluminação.
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Em termos de investimento e compatibilidade, o ZENIT W600 G2 é totalmente compatível com filtros e acessórios da série G1 e pode operar em modo legado, permitindo o uso conjunto de unidades G1 e G2 com consistência de cor, aparência e desempenho.
Quando você sabe que vem por aí uma sessão longa — seja em estúdio, ao vivo ou em um fluxo híbrido — a chave não é apenas o músico ou o engenheiro estarem prontos: o equipamento também precisa do seu próprio “pré-show”.
Prepará-lo corretamente ajuda a evitar falhas, ruídos inesperados, perda de dados e até danos custosos. A seguir, um guia prático para deixar tudo estável antes de apertar o “rec”.
Aquecimento das válvulas: a partida suave que evita dores de cabeça
Equipamentos valvulados — amplificadores, pré-amplificadores, compressores e alguns microfones — apresentam melhor desempenho após alguns minutos de aquecimento. Ligar e começar a gravar imediatamente pode provocar variações de timbre ou o surgimento de ruídos de fundo.
Recomendações rápidas:
Ligue os equipamentos valvulados 10 a 20 minutos antes de gravar.
Evite ciclos repetidos de liga/desliga; prefira períodos de uso longos e estáveis.
Verifique se há cheiro estranho ou pequenos estalos em válvulas antigas — sinais de que podem precisar de substituição.
Esse cuidado simples garante um som mais estável, consistente e previsível ao longo da sessão.
Testes de ruído: melhor identificar problemas antes do take perfeito
Quanto maior o tempo de gravação, maiores as chances de surgirem ruídos de aterramento, interferências, ventiladores, cabos desgastados ou fontes externas. Uma checagem rápida pode salvar o dia.
Checklist essencial:
Verifique os ganhos e procure picos anormais nos pré-amplificadores.
Ouça com fones se há hum de 50/60 Hz, zumbidos ou cliques.
Organize e fixe cabos para evitar movimentos ou atritos.
Confira ruídos de ar-condicionado, computadores e racks.
Faça uma gravação-teste de um minuto e reproduza — alguns ruídos só aparecem na captura.
Detectar um problema antes evita retrabalho e ajuda a preservar o momento criativo.
Backup de configurações em DSPs e pedaleiras: seguro contra imprevistos
Equipamentos digitais — DSPs, pedaleiras multiefeito, modeladores, mesas e processadores — dependem de presets e configurações que podem se perder por falhas elétricas, erros de firmware ou ajustes acidentais.
Antes de sessões longas:
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Faça sempre backup.
Exporte presets e cenas para USB ou nuvem, quando disponível.
Em sistemas como Helix, Quad Cortex, Headrush, Axe-FX ou Kemper, salve uma cópia completa da sessão ou projeto.
Em DSPs de estúdio ou sala, preserve o arquivo do projeto antes de qualquer alteração.
Leva poucos minutos e pode evitar horas de reconstrução.
Gestão de energia e proteção contra picos: o inimigo silencioso
Em sessões longas, o risco não está apenas no cansaço, mas também na instabilidade da rede elétrica. Uma alimentação inadequada pode gerar ruídos, perda de presets e até danos permanentes ao equipamento.
Boas práticas:
Use reguladores de tensão ou power conditioners confiáveis.
Instale protetores contra surtos em racks e pedaleiras.
Sempre que possível, utilize um UPS (no-break) para evitar desligamentos repentinos.
Não conecte equipamentos sensíveis no mesmo circuito de cafeteiras, iluminação ou ferramentas elétricas.
Com energia estável, o equipamento dura mais e a sessão flui sem interrupções.
Uma sessão longa de gravação não é apenas uma questão de resistência, mas de prevenção. Aquecer válvulas, checar ruídos, fazer backup de configurações e proteger a energia cria um ambiente confiável para que músicos, técnicos e engenheiros se concentrem no que realmente importa: capturar uma performance memorável.
Movimento amplia portfólio da companhia no país e reforça estratégia global de aproximar marcas do mercado local.
A Yamaha Musical do Brasil Ltda. anunciou que passa a ser a representante e distribuidora oficial no Brasil das marcas Line 6, Ampeg, Guild e Córdoba a partir de 1º de janeiro de 2026.
A decisão integra a estratégia global da Yamaha de centralizar a gestão de marcas do grupo em suas subsidiárias locais, fortalecendo a presença regional e o relacionamento com o mercado.
As quatro marcas fazem parte da Yamaha Guitar Group Inc., subsidiária norte-americana da Yamaha Corporation, sediada no Japão, criada em 2014 após a aquisição inicial da Line 6. Para TJ Martin, vice-presidente de Vendas Mundiais da YGG, a transição é um passo natural dentro da estrutura do grupo. “Como subsidiária brasileira da Yamaha Corporation e empresa irmã da YGG, é uma progressão natural para a YMDB assumir o gerenciamento local de nossas marcas. A adição dos produtos da YGG permite que a Yamaha no Brasil avance para se tornar um dos principais fornecedores de soluções para guitarristas, violonistas e baixistas no país”, afirma o executivo.
Segundo Martin, as marcas agora sob gestão da YMDB são presença constante em palcos e estúdios ao redor do mundo. “Nossos produtos carregam legado e confiabilidade para músicos e bandas em turnê. Estamos muito felizes em trabalhar com a YMDB para continuar essa jornada e fazer história no Brasil”, completa.
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Com a mudança, o portfólio da Yamaha no Brasil passa a reunir Yamaha, Line 6, Ampeg, Córdoba e Guild, ampliando de forma significativa sua oferta de instrumentos e soluções para guitarristas e baixistas. Para Kentaro Hayashi, presidente da Yamaha Musical do Brasil, o movimento reforça o posicionamento estratégico da companhia no país. “A Yamaha sempre foi reconhecida como líder global em instrumentos musicais e áudio profissional. Ao trazer marcas icônicas como Line 6, Ampeg, Córdoba e Guild para o Brasil, reafirmamos nosso compromisso em oferecer aos músicos brasileiros um portfólio ainda mais completo e diversificado”, destaca.
Hayashi também ressalta o peso histórico de cada uma das marcas. “A Guild é reconhecida por seus violões e guitarras, a Ampeg é referência mundial em amplificação de baixo, a Line 6 é pioneira em tecnologia digital para guitarristas, e a Córdoba é sinônimo de qualidade em instrumentos acústicos. Essa parceria reflete nossa visão de crescimento sustentável e nossa dedicação em celebrar a música em todas as suas formas no Brasil”, afirma.
Do ponto de vista do mercado, a mudança deve impactar diretamente revendedores e distribuidores, que passam a contar com o portfólio completo dessas marcas aliado à estrutura logística, comercial e de suporte da Yamaha no Brasil. De acordo com Hayashi, a transição segue uma diretriz global da companhia. “A transferência da distribuição dessas marcas para as subsidiárias locais da Yamaha tem sido uma tendência mundial, garantindo uma relação mais próxima com cada mercado e entregando o mesmo nível de excelência e suporte que músicos de todo o mundo esperam”, conclui.