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Como montar seu home studio – Capítulo XVIII 

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Notação esperta com o Sibelius. Conheça o software e suas características.

O Sibelius atualmente é distribuído pela Avid. Há 3 versões: a First, limitada a 4 instrumentos, a simplesmente Sibelius, para até 16 instrumentos e a Ultimate, sem limite de instrumentos. Para os atuais candidatos a produtor, um editor de partitura e tablaturas pode parecer muito técnico, mas para quem pretende gerenciar instrumentistas – mesmo não o sendo – é um item muito importante em um home studio, seja pelo simples fato de gerar partituras para agilizar e acelerar o processo das tomadas de som, seja para registrar as composições autorais, passando por arranjos e ensaios.

Apresenta recursos bem úteis, como a possibilidade de configurar teclados e guitarras controladores, barramento IAC e outros itens presentes em qualquer setup funcional do século 21. Permite a exportação de áudio, vídeo (partituras animadas até em full HD), PDF, gráficos, xml, MIDI e formatos de versões anteriores do Sibelius. Um plug-in de navegador – Avid Scorch – permite alguns procedimentos em arquivos do programa sem a sua instalação, como tocar, transpor, trocar timbres, salvar e imprimir.

 

Captura de Tela às

 

Talvez devido à forma da sua GUI como uma fita (Ribbon), o Sibelius é estranhado por iniciantes. O software é bastante completo, e vale a pena entender seu funcionamento, para se fazer uma opção antes de escolher entre vários editores. Sua biblioteca de timbres é bem razoável, o suficiente para preparar partituras de estudo para os músicos envolvidos nos projetos de estúdios domésticos, médios e profissionais. Os preços variam desde uma versão anual de 100 dólares até uma versão Ultimate perpétua por 600 dólares.

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A versão Ultimate vem com os interessantes PhotoScore, que permite escanear partituras impressas e manuscritas para o formato do Sibelius, e o AudioScore, que gera partituras a partir de arquivos ou tomadas de áudio e MIDI. Não espere milagres como capturar apogiaturas ou bending notes rabiscadas em papel de pão, ou criar uma parte do ronco do seu avô depois da macarronada de domingo. Mas estes aplicativos podem facilitar a vida de alguns produtores musicais, pelo menos os que sabem ler e escrever música.

O Guia de Referência é o manual do programa, o caminho completo para todos os recursos do Sibelius. Para explicações sobre os recursos mais básicos do software, e quando se familiarizar com o programa, você provavelmente vai achar que é mais fácil usar os tutoriais, que podem ser encontrados em File -> Help dentro do programa. O Guia de Referência existe como PDF, e como impresso opcional, que pode ser baixado da Avid, seu atual distribuidor, em vários idiomas, inclusive o português.

Os capítulos e tópicos

O Guia de Referência está dividido em 11 capítulos, correspondentes às 11 abas no topo da janela do Sibelius, contendo sub-temas. Você vai encontrar uma lista de todos esses tópicos em Contents, além encontrar no Index informações sobre áreas específicas do programa. Confira o Visual Index se você sabe qual é sua dúvida, mas você não sabe como é chamado o assunto. O Glossary explica termos musicais e técnicos.

Referências na tela

Para iniciar o Guia de Referência na tela do Sibelius, clique no botão❓no final do lado direito da barra superior, ou no Help na guia File, ou digite um dos atalhos F1 (Win) ou ⌘? (Mac).

Qualquer que seja o seu aplicativo de computador para visualizar arquivos PDF irá se abrir – no Windows isso é normalmente o Adobe Reader, e no Mac é normalmente o Preview – e o Guia de Referência com as instruções aparecerá na tela. Para navegar pelo guia na tela de referência, você pode usar os bookmarks Edit -> Find funcionalidades incorporadas ao Adobe Reader e ao Preview.

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Bookmarks são como uma tabela de conteúdo que você pode ter aberta ao lado do documento que está lendo, o que lhe permite saltar para qualquer capítulo, tópico ou até mesmo sub-tópicos no Guia de Referência. Para mostrar os bookmarks:

* No Adobe Reader, escolha View -> Navigation Panels -> Bookmarks; um painel como o mostrado abaixo, à esquerda aparecerá no lado esquerdo da sua tela

 

 

Na visualização no Mac, selecione View -> Sidebar -> Show Sidebar; e um painel como o mostrado acima, à direita irá deslizar para fora do lado direito da janela.

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Para pesquisar dentro do guia na tela de referência, use Edit -> Find ou, alternativamente:

* No Adobe Reader, você pode simplesmente digitar na caixa Find na barra de ferramentas mostrada abaixo, à esquerda, e em seguida, usar os botões próximo e anterior de resultados para saltar para a frente e para trás .

No Preview do Mac, você pode digitar  na caixa Search, mostrada abaixo à direita, e clicar na lista de resultados para avançar e retroceder.

 

 

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Tipografia e referências cruzadas

Os nomes das teclas do computador, menus e diálogos são escritos em negrito.

A principal forma em que se encontra comandos em Sibelius é através da ribbon (fita), uma faixa larga de botões de comando que aparece no topo da tela quando você clica em uma guia como File ou Home. Cada guia descreve um conjunto relacionado de comandos (Note Input, Notations, Text, Layout, etc); quando você clica em uma guia, a ribbon muda para mostrar os botões que permitem que você use esses comandos. Cada guia da ribbon contém um número de grupos de comandos relacionados.

Como uma maneira rápida de descrever o acesso a um determinado comando, o Guia de Referência usa o seguinte formato: “escolher Home -> Instruments -> Add or Remove” o que significa “clique na guia Home, procure o grupo Instruments, e clique no botão Add or Remove.”

A ribbon é explicada em mais detalhes nas páginas seguintes, por isso, se tudo ainda soa misterioso para você, não se preocupe. O Sibelius é meio temperamental…

? 9.1 Working with parts significa: “ver o tópico Working with parts no início do capítulo 9 do Guia de Referência.”

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Terminologia básica

A maior parte da terminologia de computador usada neste Guia de Referência será compreendido por quase todos os leitores, mas foi aqui incluída no caso de um ou dois dos termos serem desconhecidos:

 

 

Observe como é um pouco confusa a tecla Ctrl (ou Control, de acordo com o modelo do seu teclado) que no Mac não é o mesmo que a chave Ctrl do Windows. Atalhos do Mac usando Ctrl são muito raros em Sibelius, mas onde eles aparecem, eles são escritos usando o símbolo ^ (como aparece em menus, etc., no Mac) para evitar confusão para os usuários do Windows.

O Sibelius é quase idêntico no Windows e Mac, mas onde há diferenças, principalmente em atalhos de teclado, a convenção do Windows está listado em primeiro lugar. Para mais informações sobre as diferenças entre Mac e atalhos de teclado do Windows, use os ?Keyboard shortcuts no final do Guia de Referência, que lista todos os atalhos de teclado disponíveis.

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“Digitar Ctrl+A ou ⌘A” significa manter pressionada a tecla Ctrl (Windows) ou ⌘ (Mac) e digitar A. Mesmo que A seja escrito como uma letra maiúscula, não digite Shift a menos que seja explicitamente dito para fazê-lo. Da mesma forma, para os atalhos padrão, como Ctrl+? ou ⌘? onde ambos os caracteres / e ? existiem na mesma tecla, você deve digitar Ctrl+/ ou ⌘/ sem usar Shift.

Da mesma forma, ” Alt+click ou ⌥-click ” significa pressionar as teclas Alt (Windows) ou ⌥ (Mac) e clicar.

“Click” em algo significa mover a seta do mouse sobre este algo e clicar com o botão esquerdo do mouse. “Right-click”” em algo significa apontar para o algo com o mouse e clicar com o botão direito do mouse. Se você estiver usando um MacBook ou outro Mac portátil, para fazer o equivalente a um clique com o botão direito, segure a tecla Ctrl e clique no trackpad.

Para “Drag” (arrastar) algo significa apontar para este algo com o mouse e clicar segurando o botão esquerdo do mouse enquanto move o mouse. Para terminar de arrastar, apenas solte o botão do mouse.

Um “Dialog” é uma janela com botões. Alguns diálogos são divididos em várias páginas e têm abas rotuladas no topo, ou uma caixa de listagem no lado esquerdo, que você pode clicar para alternar entre as páginas da caixa de diálogo.

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* O teclado numérico está é retângulo de números e outros caracteres no lado direito do teclado do computador. Computadores (Notebook ou laptop) geralmente não têm um teclado numérico separado. (Veja  ? Keyboard shortcuts para obter mais informações.)

“Return” é a grande chave à direita das teclas de letras. Em alguns teclados é identificado com “Enter” ou um símbolo de seta especial, mas no Sibelius vamos sempre chamá-lo de Return.

“Enter” é a grande chave na parte inferior direita do teclado numérico. Em alguns teclados é sem rótulo, mas ainda significa Enter.

Mais sobre terminologia menos conhecida está no Glossary, no final do guia.

Inglês americano e britânico

Sibelius e seu guia usam o Inglês Americano, mas para o benefício dos leitores de outros países, alguns termos não-americanos, como “crotchet (semínima)” estão incluídos entre parênteses.

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Leitores britânicos podem estar interessado em saber que nos Estados Unidos, tanto o “bar” e “measure” são usados ​​(mas no Sibelius se optou por “bar”), e “staff” significa no britânico “stave”. Quaisquer leitores britânicos que se sintam ofendidos com a ortografia americana de “center”, “color” e assim por diante só vai ter que usar uma caneta para alterar a ortografia no livro ou (menos eficiente) na tela…

A Ribbon (fita)

A fita é a grande faixa de botões de comando que aparece na parte superior da janela do Sibelius, abrigando todos os recursos do programa, organizados de acordo com a tarefa. Além da fita, cada janela de documento Sibelius também contém outros controles úteis.

A janela do Sibelius

A figura abaixo mostra uma janela típica Sibelius, para que você possa ver onde fica a fita, e vários outros controles úteis na parte superior e inferior da janela:

 

 

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Aqui está uma viagem rápida pela janela do Sibelius, começando no topo e seguindo para baixo:

Quick Access Toolbar (somente no Windows): tem três botões importantes: Save, Undo e Redo. O botões Undo e Redo também têm menus que lhes são inerentes, o que lhe permite desfazer ou refazer a qualquer momento desde que você trabalhe rapidamente. (No Mac, essas opções são encontradas nos menus File e Edit, respectivamente.)

Title bar: mostra o nome do arquivo do documento, bem como o nome da parte dinâmica atual ou a versão que está sendo vista (se aplicável). No Windows, você verá um asterisco (*) após o nome do arquivo, se ele tem alterações não salvas. (No Mac, você vai ver, em vez de um asterisco um ponto preto no interior do botão de fechar vermelho no canto superior esquerdo da janela.)

Window buttons: contém um conjunto de botões para trabalhar com a janela atual. No Windows, estes botões aparecem no canto superior direito, enquanto que no Mac eles aparecem no canto superior esquerdo.

Minimize é o primeiro dos três botões no Windows, e o do meio dos três no Mac. clique

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isso para fazer sua janela desaparecer da tela sem fechar o arquivo.

Restore down/Maximize (chamado de zoom no Mac) é o segundo dos três botões no Windows, e é o terceiro dos três botões no Mac. Este botão redimensiona a janela do documento. Ao clicar neste botão se alterna entre a janela no tamanho máximo ou o seu tamanho anterior.

Close é o terceiro dos três botões no Windows, e o primeiro no Mac. Como o nome sugere, clicar neste botão fecha a janela atual.

Findbox: Digite uma ou mais palavras-chave nesta caixa para ver ums lista de controles sugeridos das guias da fita; muito útil para encontrar alguma coisa se você não consegue se lembrar exatamente onde ela está. Conforme você digita, o Sibelius mostra uma lista de controles correspondentes: use setas acima e abaixo para escolher o que você precisa, em seguida, digite Return. O Sibelius destaca o controle para você.

MinimizeRibbon: a fita gasta uma quantidade razoável de espaço vertical. Se você quiser ver mais de sua partitura, clique neste botão. Quando o fizer, a fita desaparece, deixando apenas as guias da faixa na parte superior da tela. Para reexibir a fita, clique no botão novamente para fazer a fita reaparecer de forma permanente, ou simplesmente clique na guia o que você deseja usar para fazer a fita reaparecer até que você tenha terminado de fazer uma escolha, e neste ponto ela desaparece novamente.

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Help: clique no botão ? para abrir o Guia de Referência em sua forma na tela. Você pode encontrar mais ajuda na guia File da fita.

The ribbon: mais detalhes a seguir (pg. ).

* Document tabs: você pode abrir múltiplas janelas do mesmo documento – por exemplo o arranjo inteiro e as partes dos instrumentos individuais – dentro de uma única janela , e alternar entre elas usando essas guias. Quando você inicia uma nova partitura, apenas uma guia será mostrada, rotulada de Full Score. Você pode abrir novas abas usando o botão + ao lado direito da barra de guia do documento, ou através de outras opções para mudar a visão (por exemplo, teclar W entre a Full Score e uma parte correspondente à seleção atual). Você pode reordenar as abas simplesmente arrastando-as, e pode “arrancar” uma guia ou parte para abrir em uma nova janela do seu próprio arquivo: clique e segure uma guia, e arraste-a para cima ou para baixo; um ícone do Sibelius aparece sob o ponteiro do mouse. Solte o botão do mouse, e uma nova janela é criada onde você deixou estiver com o ícone do Sibelius.

Open new tab: este botão + lhe permite abrir uma nova aba com uma outra visão da partitura atual, incluindo partes que estão sendo trabalhadas e versões salvas. Você também pode escolher uma nova janela, que abre a guia atual em uma nova janela. Você não precisa clicar no botão para abrir o menu: basta usar o botão direito do mouse em qualquer lugar ao longo da barra de guias de documento para fazer a mesma coisa.

Switch tabs: se tiver muitas abas abertas ao mesmo tempo, pode não ver claramente na barra de tabs. Clique nesse botão para mostrar um menu listando todas as abas abertas na janela atual, que lhe permite alternar rapidamente para qualquer um deles.

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Status bar: rola no fundo abaixo da janela, dá informações sobre o documento atual e tem alguns botões úteis para acesso rápido.

Information read-outs: à esquerda da Status bar há uma série de informações úteis. Da esquerda para a direita: a página atual e o número total de páginas; o número total de compassos; o instrumento da seleção corrente, se houver; o tamanho da seleção atual, se houver; o timecode da seleção atual; as afinações das notas selecionadas (ou a primeira nota ou acorde de uma passagem, se você tem uma série de músicas selecionadas); a harmonia do acorde composto por todas as notas seleccionadas no início da selecção exibida como um símbolo de acorde; uma descrição da operação atual (por exemplo, Edit Passage ou Edit Text); se ou não a visão atual é atualmente exibida na afinação do arranjo (in concert) ou de transposição; se Layout -> Hiding Staves -> Focus on Staves está ligada; se ou não o Magnetic Layout está ativado ou desativado para os objetos selecionados; e/ou o tamanho da fonte e o ponto do objeto de texto selecionado.

Zoom controls: do lado direito da Status bar está um slider com botões de + e de – que lhe permitem alterar o nível de zoom da visão atual de forma rápida e fácil. À esquerda do controle deslizante há uma leitura do nível de zoom atual, em percentagem.

Document view buttons: à esquerda dos controles de zoom está um conjunto de botões que permitem alternar entre diferentes tipos de visão rapidamente, por exemplo, entre mostrar as páginas de sua partitura estabelecidos horizontalmente e a visão Panorama. Estes botões também são encontrados na guia View da fita.

As abas da fita

A fita em si é dividida em 11 abas. A primeira aba, File, é diferente das outras guias: clicar nela esconde a partitura completamente e mostra uma visão especial chamado Backstage, que contém tudo o que você pode querer fazer com um arquivo (ao contrário do que você pode fazer no arquivo, que é o que as outras 10 abas fazem).

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Na aba File, você pode criar, abrir, salvar e fechar arquivos, importar e exportá-los em diferentes formatos, imprimir, acessar os recursos especiais de ensino e aprendizagem, obter ajuda detalhada, e muito mais. (O primeiro capítulo deste guia é dedicada às operações que podem ser executadas a partir da guia File.)

As outras 10 abas são ordenadas de acordo com a ordem em que você costuma executar tarefas enquanto trabalhava em uma partitura, de modo que você faça o seu caminho a partir do início de um projeto para o seu fim, normalmente trabalhando através de mais de uma das abas da fita a partir da esquerda para a direita. (Este guia é também ordenado de acordo com a ordem das guias.)

Estas 10 abas contêm os seguintes tipos de comandos:

 

 

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Home: setup da partitura básica, como a adição ou remoção de instrumentos e compassos, além de operações de edição chave, incluindo as operações da área de transferência e filtros poderosos de Sibelius.

Note Input: os comandos relativos a input alfabético, em step-time e Flex Time, além de operações de edição de notas, ferramentas de composição como expandir/reduzir e transformações como retroceder, inverter, e assim por diante.

Notations: todas as outras marcações que não sejam notas, pausas e textos, incluindo claves, armaduras de clave e barras de compasso, linhas de compasso especiais, linhas, símbolos, tipos de cabeca de nota, etc.

Text: controles de estilos de fonte e tamanhos, escolhas de estilos de texto, letras, cifras, marcas de ensaio, e opções de numeração de páginas e compassos.

Play: escolha de configuração de reprodução, mixagem, controles de transporte (na reprodução), Live Tempo , Live Playback, as opções de como o Sibelius deve interpretar a sua partitura durante a reprodução, e os recursos para escrever música para vídeo.

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Layout: Opções do documento como tamanho da página e pautas, espaçamento entre pautas, claves ocultas, opções de layout magnético, além de controles de formatação.

Appearance: opções que afetam a aparência visual de sua partitura, incluindo a escolha do estilo padrão, espaçamento de notas e formato do nome do instrumento, além de comandos para redefinir ou alterar o design ou a posição dos objetos em sua partitura.

Parts: opções relativas a partes de instrumentos.

Review: adicionar e revisar comentários de revisão, criar e gerenciar várias versões da mesma partitura, comparar revisões e acessar vários plug-ins de leitura.

View: alterar o layout e tamanho das músicas na tela, mostrar ou ocultar várias coisas “invisíveis” e outras marcações úteis que fornecem informações úteis sobre a sua partitura, ocultar ou exibir painéis extras para operação avançada e organizar ou alternar entre o espaço aberto de janelas de documentos.

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Como podem observar, trata-se de um editor de partituras bem diferente dos outros, não pelas funções, mas pela maneira como estão dispostas. Um de seus pontos fortes é a possibilidade do uso de seus plug-ins no fluxo de trabalho de um estúdio. Produzir música é COMPOR música, fazer arranjos, conduzir ensaios e outros procedimentos requerem um conhecimento de música, assunto iniciado no encontro anual da AES – Audio Engineering Society Brasil de 2014 e que tem um painel sobre assunto correlato neste encontro de 2019. Pensando na necessidade de músicos conhecerem melhor os assuntos de áudio, acústica e informática, e de técnicos conhecerem melhor os assuntos de composição, arranjos e instrumentação, aplicando tudo de maneira prática no seu trabalho diário, fica fácil de entender a importância de um programa editor de partituras e tablaturas que converse com os recursos de seu estúdio. Algumas DAWs têm recursos de edição de partes, e talvez o Sibelius seja o editor com melhor interação neste ambiente. Com opções de assinatura mensal a partir de 10 dólares e uma versão gratuita para os amigos da Lei de Gerson… A MÚSICA & MERCADO ESTÁ NO WHATSAPP!Noticias que ajudam seu trabalho com a música. Acesse o Canal de WhatsApp

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Roland amplia linha móvel com GO:MIXER STUDIO

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Roland go mixer studio 750x500

Interface portátil combina gravação multicanal, efeitos integrados e conectividade para produção em qualquer ambiente, para criadores de conteúdo e músicos.

A Roland apresentou o GO:MIXER STUDIO, mixer e interface de áudio portátil voltado a criadores de conteúdo, músicos e produtores que trabalham com dispositivos móveis e computadores.

O equipamento permite capturar áudio multicanal com resolução de até 24 bits/192 kHz, reunindo funções de mixagem e processamento em um formato compacto, pensado tanto para uso em estúdio quanto em aplicações móveis.

Entre os principais recursos, o GO:MIXER STUDIO oferece até 12 canais de entrada e diversas opções de conexão, incluindo duas entradas XLR com alimentação phantom, entrada dedicada para guitarra ou baixo, entradas de linha estéreo e conexão auxiliar compatível com dispositivos móveis.

O sistema também incorpora efeitos integrados — como equalização, compressão e reverb — que podem ser utilizados durante a gravação ou no monitoramento, reduzindo a necessidade de processamento externo em setups mais simples.

Em termos operacionais, o dispositivo permite salvar configurações em memórias de cena e oferece controle direto por meio de interface física, além de compatibilidade com softwares para edição e gerenciamento em computador.

Voltado aos fluxos atuais de produção, o GO:MIXER STUDIO também se integra a aplicativos como o GO:MIXER Cam, que possibilita capturar áudio multipista sincronizado com vídeo, ampliando seu uso em streaming, criação de conteúdo e produção audiovisual.

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O lançamento atende à crescente demanda por soluções portáteis capazes de entregar qualidade de estúdio em diferentes ambientes, acompanhando a convergência entre produção musical, vídeo e plataformas digitais.

Veja mais neste vídeo.

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Subwoofer CRMS-LFE18sl mkII da Alcons Audio com design ultrafino

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Alcons CRMS-LFE18sl mkII 750x500

Sistema LFE incorpora driver de 18” e resposta estendida para aplicações de alta exigência.

A Alcons Audio anunciou o CRMS-LFE18sl mkII, um subwoofer de perfil ultrafino desenvolvido para aplicações de alta exigência em ambientes de cinema, estúdios e espaços de mixagem profissional.

O modelo faz parte da série CRMS (Cinema Reference Monitor Systems) e foi projetado como um sistema LFE (Low Frequency Effects), com foco em oferecer reprodução precisa em baixas frequências, com controle de transientes e resposta linear.

O sistema integra um driver de 18 polegadas de alta excursão com dupla bobina de 3”, capaz de atingir deslocamentos de até 30 mm, o que permite maior faixa dinâmica em comparação com subwoofers convencionais.

Um dos diferenciais do CRMS-LFE18sl mkII é seu design compacto, com profundidade reduzida, o que facilita sua instalação em espaços limitados, permitindo configurações em parede, teto ou estruturas suspensas sem comprometer o desempenho acústico.

O subwoofer oferece uma resposta em ambiente que pode se estender abaixo de 10 Hz, juntamente com alta precisão na reprodução de impulsos, características essenciais para aplicações onde a fidelidade em baixas frequências é crítica.

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Para sua operação, o sistema foi otimizado para trabalhar com controladores amplificados dedicados da marca, que integram processamento específico para ajuste de fase, otimização de resposta e compensação de cabeamento, com o objetivo de manter consistência em diferentes configurações.

O CRMS-LFE18sl mkII é voltado para estúdios de pós-produção, salas de mixagem, cinemas de alto padrão e ambientes onde se exige reprodução precisa de efeitos de baixa frequência, consolidando a tendência de soluções de alto desempenho em formatos mais compactos.

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BandBox chega ao Brasil e inaugura categoria de amp portátil inteligente com IA que trabalha sem internet

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JBL BandBox 750x500

Solo a R$ 1.699 e Trio a R$ 3.599 chegam ao mercado nacional com separação de instrumentos em tempo real, mixer de quatro canais e até 10 horas de autonomia

Existe um problema que todo músico que estuda, ensina ou cria fora do estúdio conhece bem. O cubo de prática básico não entrega o que o músico de hoje precisa. Montar um rig com pedalboard, amplificador e ferramenta de aprendizado custa espaço, peso e dinheiro. E os amplificadores portáteis com entrada para instrumento que existem no mercado, em geral, funcionam mais como alto-falante do que como equipamento de músico de verdade.

O JBL BandBox foi construído para atacar exatamente essa lacuna — e chegou ao Brasil no dia 7 de abril de 2026 com um lançamento que, por si só, já disse alguma coisa sobre a proposta do produto.

Um palco para quem usa instrumento de verdade

O evento aconteceu em São Paulo e foi conduzido por Fabiano Carelli, guitarrista do Capital Inicial há mais de duas décadas. Não um apresentador de palco, não um influenciador de tecnologia — um músico profissional que conhece a rotina de quem toca ao vivo e em estúdio.

Ao lado dele, uma lista que atravessou gerações e estilos: Clemente, fundador dos Inocentes e figura central da Plebe Rude; Charles Gavin, baterista da primeira formação dos Titãs; Rayane Fortes, cantora, guitarrista e multi-instrumentista cearense que virou todas as cadeiras no The Voice Brasil e hoje acumula projeção internacional; Thaide, nome do hip-hop nacional; e Felipe Vassão, produtor com múltiplos Grammy Latinos no currículo — responsável por álbuns de Emicida e Jota.pê, com mais de 400 mil seguidores no Instagram e um canal ativo sobre produção musical.

Band Box da JBL
Lançamento oficial do Band Box JBL: músicos profissionais e produtores aprovaram o produto.

O evento foi lotado, com presença de jornalistas, lojistas de todo o Brasil, criadores de conteúdo e convidados do mercado. E o que aconteceu no palco não foi demonstração controlada: os músicos pegaram o BandBox ao vivo, sem ensaio prévio, e mostraram o equipamento em uso real. O resultado surpreendeu. Ver um instrumento sendo amplificado, efeitos sendo trocados em tempo real e a separação de elementos funcionando diante de uma plateia que entende de som é diferente de ver um vídeo institucional. É a diferença entre acreditar no produto e entender o que ele faz.

O que é o BandBox — e por que o enquadramento importa

A linha tem dois modelos. O BandBox Solo é compacto: até 30W de saída, uma entrada de guitarra ou microfone, reprodução de música via Bluetooth, afinador, metrônomo, looper, pitch shifter, modelos de amplificador e efeitos clássicos como phaser, chorus, tremolo e reverb. A bateria dura até seis horas. Conecta ao computador por USB-C e funciona como interface de áudio direta para o DAW — sem equipamento adicional.

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Bandbox Trio: a versatilidade do produto impressiona.

O BandBox Trio é o modelo para grupos: 135W com woofer de 6,5″ e dois tweeters de 1″, quatro entradas simultâneas para instrumentos e microfones, mixer de quatro canais com tela LCD integrada, efeitos de microfone, bateria substituível e até 10 horas de autonomia. Dá para plugar guitarra, baixo, microfone e ainda ter canal livre. Ambos se conectam ao app JBL One para controle avançado de equalização, modelos de amp e cadeia de efeitos — mas os recursos básicos funcionam sem ele, direto no hardware.

Painel do BandBox Trio: interface na caixa e conexão com o App JBL ONe.

O enquadramento correto não é caixa Bluetooth, não é cubo de prática, não é amp de palco. É uma categoria nova: amplificador portátil inteligente, com ferramentas de prática, criação e gravação no mesmo bloco.

App JBL One para controle avançado de equalização, modelos de amp e cadeia de efeitos

A Stem AI: o diferencial que a imprensa internacional foi testar

O recurso central da linha é a tecnologia Stem AI: separação em tempo real de vocais, guitarra e outros elementos de qualquer música reproduzida via Bluetooth, sem necessidade de internet e sem upload prévio de arquivo. O músico escolhe o que quer remover ou isolar — a guitarra para aprender um solo, a voz para cantar por cima, a bateria para trabalhar o groove — e o processamento acontece direto no hardware.

Aplicativos como o Moises fazem algo parecido, mas exigem que o arquivo seja enviado antes. O BandBox faz isso enquanto a música toca. Essa diferença tem consequência prática real em sala de aula, em sessão de prática e no palco de um evento como o que aconteceu ontem em São Paulo.

A imprensa especializada testou e foi direta. O Guitar World classificou a ferramenta como uma das melhores que já viu para prática com IA. O Sound on Sound, referência técnica do setor de áudio, destacou que a inclusão de separação de stems em hardware autônomo, sem dependência de processamento em nuvem, é genuinamente significativa. A ressalva presente nos testes é que a separação não é perfeita em músicas com arranjos muito densos — mas o ponto relevante é que ela funciona bem o suficiente para uso prático real, e isso a imprensa confirmou com produto em mão.

O que isso inaugura para o ecossistema

Há uma geração de músicos — estudantes avançados, professores, produtores que trabalham em casa, criadores de conteúdo musical — para quem o setup ideal precisa ser compacto, completo e capaz de gravar. Esses músicos vivem hoje entre soluções parciais: o cubo básico que amplifica mas não tem recursos, o pedalboard que tem recursos mas ocupa espaço, a interface de áudio que grava mas não amplifica.

O BandBox tenta condensar tudo isso. Para professores e escolas de música, o Trio tem apelo direto: quatro entradas, ferramentas de acompanhamento com controle de elementos, looper e interface de gravação em um único equipamento portátil que substitui um rig inteiro em aulas individuais ou em grupo pequeno. Para o criador de conteúdo musical, a interface USB-C e a Stem AI são o argumento principal — gravar direto no DAW e montar acompanhamentos customizados em tempo real são funcionalidades com encaixe direto nesse perfil. Para o músico profissional que leva o instrumento de um lugar para o outro, o Solo é o equipamento que ele não encontrava nessa faixa.

E para as lojas de instrumento, o BandBox inaugura uma conversa nova. Não compete com o cubo de entrada. Compete com a decisão de não comprar nada — porque o músico ainda não encontrou um produto que fizesse tudo que ele precisava em um formato que coubesse na sua rotina.

O essencial

O JBL BandBox chega ao Brasil num momento em que o mercado de instrumentos carece de produtos que traduzam tecnologia de software em hardware portátil sem inflar o preço além do razoável. A separação de elementos em tempo real sem internet, combinada com amplificação, efeitos e interface de gravação em um só dispositivo, não tem precedente direto nessa faixa de preço e formato no Brasil — e o lançamento de ontem, com músicos de verdade mostrando o produto em uso real, foi a forma mais honesta de apresentar isso ao mercado.

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Música & Mercado foi ao centro da capital gaúcha visitar a história cultural do Rio Grande do Sul em uma...

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Cultura3 anos ago

Como obter patrocínio de 100 mil ou mais para realizar seu projeto de música

Adriana Sanchez mostra como obter patrocínio de 100 mil ou mais para realizar seu projeto de música. Criadora da banda...

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Artigos3 anos ago

Exportação de música brasileira, uma boa ideia!

O Brasil possui uma série de dificuldades na exportação de sua música para uma audiência internacional, mesmo assim, exportar é...

Presidente da Anafima recebe medalha de reconhecimento cultural do Governo de SP Presidente da Anafima recebe medalha de reconhecimento cultural do Governo de SP
Cultura3 anos ago

Presidente da Anafima recebe medalha de reconhecimento cultural do Governo de SP

Daniel Neves recebeu a honraria durante o Prêmio Governo do Estado de São Paulo para as Artes 2022, na noite...

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Cultura4 anos ago

Retomada de eventos em 2021 recuperou 300 mil postos de trabalho, sem recuperar nível de emprego de 2019

Retomada de eventos em 2021 recuperou 300 mil postos de trabalho, sem recuperar nível de emprego de 2019. A evolução...

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Cultura4 anos ago

OneBeat Virtual: inscrições de intercâmbio virtual para músicos 

Embaixada e Consulados dos EUA abrem inscrições de intercâmbio virtual para músicos até 11 de fevereiro O OneBeat Virtual busca...

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Artigos4 anos ago

Manual de procedimentos do profissional da música

Guia básico sobre conceitos que os profissionais da música deveriam aplicar nas suas carreiras e no trato com outros no...

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Cultura5 anos ago

Câmara Setorial de Instrumentos Musicais do Paraná visita presidente da câmara Municipal de Curitiba

Yuris Tomsons, destacado pela Associação Comercial do Paraná para fazer a interlocução com os presidentes das comissões permanentes da Câmara...

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Cultura5 anos ago

Make Music: Robertinho Silva, Milton Nascimento e João Donato recebem homenagem no evento

Homenagem a Robertinho Silva, Milton Nascimento e João Donato: produção convida músicos de todo o Brasil para participar. Saiba como...

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Cultura5 anos ago

Presidente Prudente inaugura espaço dedicado a bandas de garagem

Espaço Garagem em Presidente Prudente contou com o apoio da loja Audiotech Music Store  Presidente Prudente/SP – O prefeito Ed...

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Cultura5 anos ago

Música & Mercado apoia campanha em favor de artistas impactados pela pandemia

Idealizada e promovida pela Beetools, iniciativa destinará 25% da receita líquida das matrículas nos cursos da startup para garantir uma...

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Cultura5 anos ago

Governo anuncia liberação de R$ 408 milhões em recursos para o setor de eventos

Secretaria Especial da Cultura afirma que auxílio deve ficar disponível ainda no primeiro semestre. Na última terça-feira (9), o governo...

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Cultura5 anos ago

Brasileiro promove boa saúde entre músicos

Empresário brasileiro promove boa saúde entre músicos. Marcos Mendes, empresário, investidor no ramo de nutracêuticos, é um constante apoiador na...

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Artigos5 anos ago

Opinião: Música é agente de mudança

Arte não é algo que seja isento de ideologia, porque o pensamento e o sentimento são suas bases enquanto materia-prima....

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Cultura5 anos ago

Opinião: Me lembro como se fosse hoje

O mercado da música está passando por diversas mudanças, mas também está mudando o consumidor e o músico, com uma...

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Cultura5 anos ago

Opinião: É tempo de aprender… Música!

E lá se vai 1/3 do ano trancado em casa. Desde março, pais que trabalham, filhos que estudam, todos se...

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Cultura5 anos ago

Saúde: Automotivação no mercado da música

Todos nós fazemos música, e realizamos sonhos. Nunca se esqueça disso! Você sabe o que significa a palavra motivação? O...

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Cultura5 anos ago

Música para quem vive de música – Volume 14

Continuamos apresentando grandes discos e filmes para sua cultura musical. Hoje temos Def Leppard, Sonny Rollins e Plebe Rude. Def...

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Cultura6 anos ago

Fernando Vieira: O amor à música como legado

Jornalista Fernando Vieira faleceu e deixou um imenso legado. Cabe a todos manterem a chama da música acesa. A morte...

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