Instalações em Hopkinton, Massachusetts, celebram legado da marca e impulsionam nova fase como empresa independente.
A Bose Professional deu mais um passo importante em sua trajetória ao inaugurar oficialmente sua nova sede global em Hopkinton, Massachusetts (EUA). O complexo de 4.665 m² reúne escritórios, laboratórios de engenharia, um museu corporativo e um moderno centro de experiências, marcando a consolidação da empresa em sua nova fase como companhia independente. O projeto, desenvolvido pelo escritório OTJ Architecture, construído pela J. Calnan & Associates Construction e com consultoria acústica da Acentech, simboliza a interseção entre o passado icônico da marca e sua visão de futuro. O novo espaço abriga amplos laboratórios de testes, áreas administrativas e ambientes colaborativos, reforçando o compromisso da Bose Professional em liderar soluções de áudio que transformam espaços e experiências. “O crescimento que tivemos nesses dois primeiros anos de independência foi monumental”, afirma John Maier, CEO da empresa. “Estabelecemos uma organização global, criamos uma nova cadeia de suprimentos e desenvolvemos uma infraestrutura completa de TI. Nossa sede em Hopkinton é agora o verdadeiro lar da nossa equipe global e um centro para inovar, criar e crescer.”
Museu e centro de experiências
Um dos destaques do novo campus é o museu corporativo, que reúne uma coleção histórica de alto-falantes, softwares, eletrônicos e sistemas portáteis que marcaram a evolução da marca ao longo de mais de 50 anos. “Ter um museu no campus é uma forma incrível de manter viva nossa história enquanto escrevemos o próximo capítulo”, comenta Adam Castillo, vice-presidente de Marketing Global. Já o Experience Center é um ambiente imersivo de 520 m² onde os visitantes podem testar os sistemas de áudio da marca em condições reais de uso. O espaço foi desenvolvido para capacitações e demonstrações com foco em desempenho, clareza sonora e facilidade de integração. “Esse espaço foi pensado com base nas necessidades dos nossos clientes e ambientes de instalação”, afirma Adam Shulman, diretor de Design de Sistemas de Áudio. Com uma infraestrutura impressionante, o edifício conta com 6,4 km de cabeamento de dados e áudio, 743 m² de revestimento acústico, 300 metros de dutos metálicos e 70.000 watts de potência distribuídos entre áudio, vídeo e iluminação.
Inovação em engenharia
O novo complexo abriga laboratórios de ponta dedicados a engenharia mecânica, elétrica, controle de qualidade, testes e fabricação. Entre os destaques está o Klippel Lab, uma câmara acusticamente isolada projetada para testes acústicos avançados. “Esses laboratórios são o centro da nossa inovação”, explica Kenn LeGault, vice-presidente de Engenharia. “É aqui que transformamos desafios reais em soluções de áudio revolucionárias.”
Um espaço para crescer
As áreas destinadas a Finanças, TI, Marketing, Desenvolvimento de Produto, Operações e Cultura Corporativa foram desenhadas para promover a colaboração, com espaços abertos, salas de reunião, estações de trabalho comunitárias e áreas de convivência estrategicamente distribuídas. “Estamos extremamente orgulhosos da nossa história de excelência. Com essa nova sede, celebramos nosso legado e criamos as bases para os próximos 50 anos de liderança e inovação no mercado de áudio”, conclui John Maier.
A Celestion anunciou a disponibilidade do TSQ2460, seu novo driver de baixa frequência de 24 polegadas que lidera a série Ten Squared (TSQ).
Projetado para subwoofers de alto desempenho e sistemas line array de grande formato, o modelo se posiciona como um novo padrão para aplicações de som profissional que exigem potência extrema e confiabilidade prolongada.
O TSQ2460 da Celestion oferece 4800 W contínuos, 98 dB de sensibilidade e uma bobina de 6 polegadas, integrando tecnologias-chave como o sistema de ventilação PTV (Precision Tuned Venting), que reduz significativamente a temperatura da bobina e minimiza a compressão por potência.
Sua suspensão laminada de alta resistência e o sistema Xprotection garantem excursão controlada e baixa distorção mesmo sob uso intensivo.
A Behringer adicionou um novo modelo à sua linha de sintetizadores analógicos com o UB-Xa MINI, um instrumento portátil que condensa o caráter sonoro do UB-Xa original em um formato reduzido.
Mesmo compacto, o sintetizador mantém uma rota de sinal totalmente analógica e três VCOs capazes de recriar texturas polifônicas inspiradas nos anos 1980.
O UB-Xa MINI da Behringer inclui 27 teclas sensíveis ao toque, painel de controle direto e um motor de síntese projetado para oferecer resposta expressiva sem menus complexos. Seu filtro analógico comutável de 12/24 dB permite esculpir o som com precisão, enquanto o LFO com três formas de onda modula pitch, cutoff e largura de pulso.
O instrumento traz ainda um sequenciador de 16 passos, ring modulator e parâmetros pensados para uso em estúdio ou ao vivo. Em um mercado onde mobilidade e rapidez são essenciais, o UB-Xa MINI se posiciona como uma opção acessível para músicos que buscam um sintetizador analógico polifônico potente e fácil de transportar.
A turnê de estádios de Lana Del Rey pelo Reino Unido e Irlanda contou com consoles Solid State Logic Live L550 Plus tanto no FOH quanto nos monitores.
O trecho incluiu os principais estádios da Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda, encerrando com duas noites no Estádio de Wembley.
O engenheiro de FOH, Dani Muñoz, que trabalha com consoles SSL Live desde 2017, destaca a arquitetura aberta e a flexibilidade de roteamento como fatores decisivos para o design sonoro do show. Segundo ele, a mesa permite gerenciar a mixagem com precisão, inclusive nos momentos em que a artista canta à frente do sistema de P.A., situação que exige controlar vazamentos e manter clareza na voz. Para isso, utiliza o plug-in Sourcerer, essencial para reduzir ruído ambiente e ajustar as reverberações.
Nos monitores, Caleb Rodrigues afirma que a velocidade de operação da L550 Plus tem sido fundamental para administrar dezenas de entradas, incluindo até 40 canais de talkback. O recurso Query tornou-se central para visualizar rapidamente os sinais que alimentam cada envio e reorganizar rotas conforme necessário.
A equipe também fez uso extensivo de stems para otimizar a mixagem da banda, dos técnicos e da própria artista, permitindo ajustes gerais mais eficientes. No FOH, Muñoz incorporou funções do software SSL Live V6, como o Fusion Effect Rack e o compressor Blitzer, o que aprimorou o controle sobre cadeias de inserção e a coloração sonora.
Para ambos os engenheiros, a SSL Live foi crucial para o desempenho técnico da turnê. “É um console com um som excelente e eu recomendo amplamente”, conclui Muñoz.