Lojista
Loja: Guarani Musical mostra seu lado humano
Publicado
6 anos agoon
A loja Guarani Musical tem mais de 40 anos de trabalho no Paraná, onde se destaca não só pelo seu mix de produtos, mas pelo relacionamento humano com colaboradores e a comunidade
A Guarani Musical foi fundada pelos pais do atual sócio e administrador Arnulfo Meaurio, Roque Jacinto Samaniego Meaurio e Nair Paulina Meaurio (in memoriam) há mais de 40 anos. “No início, trabalhávamos com discos de vinil e fitas cassete. Aos poucos foram inseridos instrumentos musicais e acessórios no mix”, lembra Arnulfo. “Começamos com poucas marcas, mas com margens maiores. Hoje a variedade de produtos é muito grande. Temos muitos parceiros comerciais que nos ajudam a oferecer um mix maior, com mais qualidade e preços justos, tendo sempre como prioridade o bom atendimento ao cliente e suas necesidades.”
A loja fica no centro de Medianeira, no Paraná, e foca sua atenção no mercado on-line como plano para o futuro. “O volume de informação que nós e o cliente temos hoje em dia é infinitamente maior. A variedade de marcas e fornecedores, também. A internet deixou de ser um meio de informação e está sempre aumentando sua participação na comercialização.”
Com o passar de 40 anos
Nas quatro décadas de vida da Guarani Musical, o mix de produtos aumentou muito, com mais marcas, mais modelos, mais fornecedores, sempre buscando combinar qualidade e preço justo.
“Uma grande e fundamental ajuda que nos possibilitou melhorar muito é a participação na Rede da Música, uma associação de lojistas de instrumentos musicais e áudio criada no Paraná e em Santa Catarina. Estamos sempre nos ajudando, trocando experiências, boas práticas, dificuldades, soluções. Tornamo-nos uma grande família”, contou Arnulfo. “Também é fundamental a atuação de alguns fabricantes, importadores e representantes que, além da venda, trabalham para fomentar o amadurecimento, a profissionalização do setor.”
Com todo esse mix à disposição, a loja estará trabalhando as vendas on-line por meio de marketplace. “Cada vez mais um completa o outro. As informações da internet, das redes sociais completam a venda na loja física. Às vezes ajudam e às vezes atrapalham, mas a presença vem aumentando.”
Na Guarani Musical é possível encontrar instrumentos de corda, percussão, teclas, sopro e acessórios. No setor de áudio, caixas de som, potências, mesas, processadores, periféricos, plugues, microfones… “Quase tudo que o mercado oferece conseguimos para nossos clientes.”
As marcas? Takamine, D’Addario, Promark, Shure, Tagima, Evans, On Stage, Spirit, Yamaha, Fender, Washburn, Roland, Memphis, JBL, Groove, Dunlop, Remo e muitas outras. “Nosso relacionamento com os distribuidores e importadores é de muito respeito e profissionalismo”, disse.
Também conta com marcas nacionais, como Giannini, Tagima, Izzo, Luen, Contemporânea, Liverpool, SG Strings, Strinberg, Rozini, Oneal, Attack, Frahm, Di Giorgio, Hayoni, entre outras.
Arnulfo destaca: “Todas as marcas têm o seu mercado, têm o seu público. Antes, somente as importadas eram associadas à alta qualidade. Hoje temos produtos nacionais com excelente qualidade, assim como produtos voltados para a concorrência com base em preços baixos”.
Além dos produtos, a loja oferece serviços de luthieria, serviços profissionais de instalação e manutenção em sistemas de som e de videoprojeção para igrejas, bares, auditórios, escolas, home theaters e outros.
O lado humano
Arnulfo enfatizou que o destaque da sua loja vem pelo lado humano, pela equipe de colaboradores, dos fornecedores e da vontade de atender à necessidade musical dos clientes de uma forma sincera e honesta. “É importante aprender, se profissionalizar, melhorar a capacidade de atender nossos clientes a um preço justo”, disse.
Outro ponto que vem sendo destacado pela loja é a educação musical. “Como exemplo, tínhamos em nossa região um projeto chamado Viola Lindeira, que por meio do ensino de viola, da música raiz, estimulava um comportamento mais correto, mais humano, mais família. Foram mais de 20 cidades atendidas, e por volta de mil alunos, ou seja, mil famílias transformadas pela música!”, contou. “Ninguém faz nada sozinho, nem vive sozinho. Precisamos uns dos outros, precisamos estar sempre agradecendo e sempre empenhados em nos profissionalizar, em melhorar a nós e aos processos. A cada colaborador, a cada fornecedor, a cada cliente: gracias, gracias, gracias.”
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Lojista
Lojista: Como aumentar o ticket médio sem forçar a venda no balcão
Publicado
2 dias agoon
10/02/2026
Dicas práticas para vender soluções completas, gerar confiança e melhorar o resultado da loja.
Aumentar o ticket médio é um dos objetivos mais recorrentes no varejo de instrumentos musicais e áudio, mas também um dos mais mal interpretados. Ainda é comum associar esse crescimento à insistência, à oferta excessiva ou à tentativa de empurrar produtos que o cliente não planejava comprar. Na prática, o caminho mais consistente costuma ser outro: vender melhor, não vender mais à força.
No balcão, o cliente raramente entra buscando uma “solução incompleta”. Ele pede um instrumento, um microfone ou uma interface, mas quase sempre existe um contexto de uso por trás dessa escolha — home studio, apresentações ao vivo, aulas online, igreja, bar pequeno ou streaming. Quando o vendedor entende esse cenário, indicar produtos complementares deixa de ser pressão e passa a ser orientação técnica.
O ponto central está em organizar o raciocínio da venda. Em vez da pergunta genérica “quer levar mais alguma coisa?”, que costuma gerar resistência, o atendimento ganha força quando o vendedor explica o uso real do produto: “Para utilizar esse equipamento da forma que você descreveu, normalmente são necessários estes itens”.
Essa mudança simples de abordagem transforma o complemento em parte da solução, e não em venda adicional.
Outro fator decisivo é a comparação orientada. Muitos clientes aceitam investir um pouco mais quando entendem, de forma objetiva, a diferença prática entre dois modelos próximos de preço. Não se trata de defender o produto mais caro, mas de explicar limites, durabilidade, conectividade, qualidade sonora e impacto no uso cotidiano.
No médio prazo, lojas que adotam esse modelo percebem um efeito claro: clientes melhor atendidos voltam, indicam e compram novamente. O ticket médio cresce como consequência da credibilidade, não da insistência.
Dicas práticas para aplicar no dia a dia da loja
- Comece pelo uso, não pelo produto : Antes de indicar qualquer item adicional, entenda onde, como e com que frequência o cliente pretende usar o equipamento.
- Venda o conjunto, não o item isolado : Apresente acessórios e complementos como parte natural da experiência: cabos, suportes, fontes, cases, pedais, interfaces ou monitores.
- Troque a pergunta por explicação: Explique por que algo é necessário em vez de perguntar se o cliente quer comprar mais.
- Compare com critério técnico, não com preço : Mostre diferenças reais entre modelos próximos, destacando vantagens práticas e limitações de cada um.
- Evite surpresas no pós-venda: Quando o cliente entende tudo o que precisa no momento da compra, a chance de devolução cai e a satisfação aumenta.
- Pense no longo prazo: Um cliente que confia no atendimento tende a voltar e ampliar o sistema aos poucos, elevando o ticket médio ao longo do tempo.
Lojista
Geração Z e Alpha: o novo comprador que está redefinindo as lojas de música
Publicado
1 semana agoon
03/02/2026
Como pensam, como aprendem e o que esperam das lojas e marcas de instrumentos.
O mercado de instrumentos musicais e tecnologia de áudio está entrando em uma nova fase impulsionada por duas gerações que já estão mudando a forma como os produtos são descobertos, avaliados e comprados: a Geração Z e a Geração Alpha. Para as lojas de música, entender essa mudança deixou de ser uma questão de marketing e passou a ser uma questão de sobrevivência comercial.
A Geração Z, formada por quem nasceu aproximadamente entre 1997 e 2012, já é um público economicamente ativo, com renda própria e grande influência nas decisões de compra. A Geração Alpha, nascida a partir de 2013, ainda está em formação, mas já influencia compras familiares e será o núcleo do mercado nos próximos anos. Ambas são gerações verdadeiramente nativas digitais: não se adaptaram à tecnologia, cresceram dentro dela.
Isso se reflete diretamente na forma como se relacionam com marcas e lojas. Para esses novos compradores, o produto isolado importa menos do que o contexto que o cerca. Eles avaliam se a marca é confiável, se o que promete corresponde ao que entrega e se outros criadores reais estão usando. A decisão de compra já não se apoia principalmente na publicidade ou no discurso do vendedor, mas no que veem em vídeos, reviews, redes sociais e comunidades online. O ponto de venda deixou de ser o início do processo e passou a ser, muitas vezes, o último passo.
Também mudou profundamente a forma como aprendem. Manuais longos e fichas técnicas já não são o primeiro contato. Essas gerações aprendem vendo vídeos curtos, tutoriais práticos e exemplos reais de uso. Querem entender rapidamente o que podem fazer com um produto e como ele se encaixa no seu fluxo criativo. Para a loja, isso significa que não basta ter o produto na prateleira: é preciso saber explicá-lo em termos de uso, resultado e possibilidades.
Na escolha dos produtos, o critério já não é apenas “qualidade máxima” ou “nível profissional”. Eles procuram ferramentas versáteis, que integrem bem com software, apps e redes, que sejam práticas, portáteis e com uma relação clara entre preço e valor. Mais do que o melhor equipamento do mundo, querem o equipamento que permita criar, gravar, publicar e evoluir mais rápido.
Esse movimento também afeta as marcas que conseguem se conectar melhor com esse público. As que funcionam costumam ter uma comunicação mais humana, menos corporativa, com presença real nas redes e relação visível com artistas e criadores. Um discurso rígido ou excessivamente publicitário gera rejeição imediata. Existe uma sensibilidade muito grande à autenticidade: se a marca parece forçada ou incoerente, ela simplesmente é ignorada.
Dentro da loja física, isso transforma o papel do vendedor. Já não basta saber preço e especificações técnicas. O novo comprador espera encontrar alguém que entenda seu projeto, seu estilo e seu nível, e que consiga recomendar soluções, não apenas produtos. O vendedor passa a ser um curador, um orientador dentro de um universo cada vez mais complexo de opções.
Para o varejo musical, a mensagem é clara: a nova geração não compra apenas instrumentos, interfaces ou equipamentos. Compra possibilidades criativas, identidade e ferramentas para se expressar. As lojas que entenderem essa mudança e adaptarem sua forma de comunicar, expor e atender não só vão vender mais. Vão continuar sendo relevantes.
Instrumentos Musicais
O “quiet tech” musical: como a tecnologia silenciosa está mudando a prática urbana
Publicado
2 semanas agoon
26/01/2026
Equipamentos mais silenciosos, compactos e portáteis redefinem a forma de estudar, produzir e criar música nas grandes cidades.
A vida urbana vem transformando profundamente a relação de músicos, produtores e criadores com seus instrumentos e equipamentos. Em apartamentos, home studios e espaços compartilhados, o volume deixou de ser apenas uma questão artística para se tornar também um fator prático do dia a dia. Nesse cenário, ganha força uma nova tendência: o “quiet tech” musical.
O termo engloba uma nova geração de equipamentos pensados para reduzir o impacto sonoro sem abrir mão de qualidade, sensação e funcionalidade. Entre os exemplos mais visíveis estão as baterias híbridas e eletrônicas com soluções de prática silenciosa, os monitores de estúdio compactos otimizados para trabalhar em volumes moderados e as soluções de tratamento acústico portátil, voltadas para espaços temporários ou não dedicados.
A cidade como motor da mudança
O crescimento das grandes cidades, somado à consolidação do home studio como principal ambiente de produção musical, acelerou esse movimento. Cada vez mais músicos trabalham em apartamentos, quartos multifuncionais ou estúdios improvisados, onde o controle de ruído é tão importante quanto a qualidade sonora.
Diante dessa realidade, fabricantes vêm respondendo com produtos mais eficientes, compactos e silenciosos, que permitem estudar, gravar e produzir sem conflitos com vizinhos, horários ou limitações de espaço.
Menos volume, mais controle
As baterias híbridas e eletrônicas, por exemplo, deixaram de ser apenas ferramentas de palco ou estúdio e passaram a ocupar um papel central como instrumentos de prática silenciosa, preservando a sensação física da execução. O mesmo acontece com os monitores nearfield de nova geração, projetados para oferecer resposta precisa mesmo em níveis de pressão sonora mais baixos.
A isso se soma o crescimento das soluções de acústica modular e portátil, como painéis dobráveis, cabines móveis e sistemas de absorção temporários, que permitem transformar rapidamente um ambiente comum em um espaço de trabalho funcional.
Uma tendência com impacto direto no mercado
O “quiet tech” não é uma moda passageira, mas sim uma resposta estrutural às mudanças na forma de criar música. Para marcas, distribuidores e lojas especializadas, esse segmento representa uma oportunidade clara de crescimento, especialmente entre músicos urbanos, produtores independentes e criadores de conteúdo.
Mais do que vender potência e volume, o mercado passa a valorizar controle, eficiência, portabilidade e convivência. Nas grandes cidades, a tecnologia silenciosa deixa de ser diferencial e passa a fazer parte do novo padrão da produção musical.
Você tem algum produto quiet tech na sua loja? Conte-nos!
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