Amplificadores
Como escolher o melhor amplificador valvulado para guitarra
Um guia rápido e eficiente para ajudar você a escolher o melhor amplificador valvulado para guitarra
Publicado
7 anos agoon
Um guia rápido e eficiente para ajudar você a escolher o melhor amplificador valvulado para guitarra
Crescemos ouvindo que amplificadores valvulados são os melhores e leva tempo até entendermos as razões que fazem com que praticamente todos os seus ídolos usem valvulados ao invés de transistorizados. Dessa forma, o sonho de ter um aumenta até que chega uma hora que é possível realizá-lo. Aí pesquisamos e muitas dúvidas surgem, alguns mitos e algumas verdades. Preparei esta matéria com a intenção de ajudar você a entender o que é preciso primeiramente para se escolher e, posteriormente, para manter em bom funcionamento um amplificador valvulado, o sonho de todo guitarrista.
Como sei qual o melhor amplificador valvulado em termos de timbre?
É muito subjetivo, então cada pessoa tem sua preferência ou até mais de uma. Se for para simplificar muito, em síntese, podemos dividir os timbres em duas categorias: Californiano e Britânico. Dentro de cada categoria temos várias marcas, por exemplo:
- Californiano: Fender, Mesa/Boogie, Dumble
- Britânico: Marshall, Vox, Orange
Cada marca possui diversos modelos:
- Fender: Vibrochamp, Blues Júnior, Bassman, etc…
- Mesa/Boogie: Mark V, Nomad, Heartbreaker, Triple Rectfier, etc…
- Marshall: JCM800, Plexi, JTM45, etc…
Cada modelo possui suas diferenças de timbre, mas se você não está familiarizado com os timbres, comece a observar as diferenças entre as duas categorias principais que mencionei: Californiano e Britânico. Algumas bandas e artistas usam ao mesmo tempo várias marcas e modelos de amplificadores valvulados, cada uma para um uso diferente, aproveitando o que eles têm de melhor. Por exemplo, usando um Fender Vibrochamp para sons limpos e um Marshall JCM800 para drives. Mas muitos também são fiéis a uma marca e até mesmo a um modelo.
Válvulas do amplificador Mesa/Boogie Dual Rectifier
O que torna o som de um amplificador valvulado melhor do que um transistorizado?
As válvulas enaltecem os harmônicos pares da série harmônica, que é o componente de qualquer timbre, incluindo o timbre de sua guitarra. Estes harmônicos pares são mais agradáveis ao ouvido humano do que a mistura de harmônicos pares e ímpares que é enriquecida pelos transistores. Costumo dizer que esta é uma explicação que não explica porquê, a não ser que você saiba o que é série harmônica e seus harmônicos, ela não ajuda muito a entender o que torna o valvulado melhor, mas é a melhor explicação falando da parte técnica. Falando de forma artística, o valvulado tem o som mais quente, mais orgânico, em contrapartida ao som frio de um transistorizado.
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Mais pesado para transportar?
Sim, se você comparar dois amplificadores de mesma potência, um valvulado e outro transistorizado, o valvulado será mais pesado, principalmente pelos transformadores utilizados.
Porque o amplificador valvulado tem duas chaves para ligar?
São duas chaves, normalmente Power e Stand By. Você deve ligar a chave Power primeiro e aguardar alguns minutos (o tempo exato é controverso, há quem diga que não são necessários mais do que 30 segundos) para a baixa voltagem aquecer as válvulas e só então ligar a Stand By que deixará a alta voltagem passar. A intenção é prevenir danos às válvulas ao receber alta voltagem ainda frias e aumentar a vida útil das mesmas. Enquanto a chave Stand By estiver desligada, nenhum som é gerado pelo amp.
Alguns amplificadores valvulados possuem apenas chave liga/desliga, não necessitando da chave Stand By.
E na hora de desligar?
O indicado é desligar primeiro a chave Stand By, aguardar alguns segundos e posteriormente desligar a chave Power. Alguns afirmam ser possível desligar as duas chaves de uma vez sem danos ao amp. Por precaução eu prefiro a primeira opção.
Válvulas podem quebrar quando transportadas ainda quentes.
Como o vidro delas dilata com o calor gerado pelo amplificador, ele fica mais frágil enquanto quente. É recomendado que as espere esfriar antes de mover o amp. Caso não seja possível esperar, evite movimentos bruscos e pancadas para não quebra-las.
Tipos de válvulas para amplificadores de guitarra
Antes de mais nada é importante saber que existem válvulas de pré-amplificador e de power. Falando de forma muito geral as de pré são responsáveis pelo timbre e ganho (bem como, claro, todo o projeto). As de power são responsáveis pelo volume. Lembrando que estou falando de uma forma geral pois os ganhos das válvulas de pré irão interferir no volume, principalmente no som limpo (no drive terá mais ganho ou menos ganho) e as de power também imprimem uma característica marcante ao timbre.
Válvulas de pré-amp

Modelos distintos de válvulas 12AX7
Dentro da categoria de pré, temos vários tipos. Os mais conhecidos são da família 12ax7 e suas variantes 12au7, 12at7, 12ay7, etc. O que muda entre elas é basicamente o ganho. A 12ax7 tem 100% de ganho, enquanto a 12at7 tem 60% de ganho, a 12ay7 tem 45% de ganho, a 12av7 tem 40% de ganho, a 12au7 tem 20% de ganho (valores aproximados)… Veja aqui um vídeo mostrando a diferença de ganhos entre as válvulas!
Nos muitos testes que já fiz até hoje eu identifico mais diferença de timbre entre marcas (JJ Tesla, Mullard, Electro-Harmonix, Sovtek, etc…) do que entre tipos diferentes de uma mesma marca. Por exemplo: Vejo mais diferença entre uma 12ax7 da Mullard e uma 12ax7 da Sovtek do que entre 12ax7 e uma 12au7 ambas da Mullard. Mas cada pessoa tem uma percepção diferente do som e é importante você mesmo fazer os testes. Lembrando que, entre válvulas de tipos diferentes, há mudança no ganho/volume portanto a diferença que menciono aqui é relativa ao TIMBRE.
Válvulas de power-amp
Na categoria de power, temos também vários modelos. Os mais conhecidos provavelmente são as famosas 6L6 e as da família EL (EL34, EL84). As 6L6 são responsáveis pelo som conhecido como Californiano uma vez que são comuns em amplificadores construídos naquela região como os clássicos Fender e Mesa/Boogie. As da família EL, por outro lado, são responsáveis pelo som Britânico presentes em amps como os também clássicos Marshall, Vox e Orange.

Válvulas 6L6 do amplificador Mesa/Boogie
É possível que um fabricante que frequentemente usa um tipo de válvula construa modelos de amps com outros tipos. A Mesa/Boogie, por exemplo, que normalmente usa 6L6, tem modelos com as EL. Inclusive há modelos que aceitam os dois tipos de válvulas ao mesmo tempo podendo alterar entre elas através de uma chave comutadora, onde você consegue o melhor de cada universo. Californiano e Britânico, entretanto, são apenas referências sonoras pelos quais os timbres ficaram conhecidos e não se limitam necessariamente à região geográfica onde se localizam as fábricas.
A razão para que válvulas diferentes fossem usadas pelos fabricantes de cada região é por quê as 6L6 usadas pela californiana Fender eram muito caras na Grã-Bretanha, portanto Jim Marshall, lendário fundador da empresa batizada com o seu sobrenome, desenvolveu amplificadores com válvulas mais acessíveis em seu país, bem como os demais fabricantes britânicos.
Falando ainda de tipos de válvulas é importante dizer que alguns nomes variam entre os EUA e a Europa. A 12ax7, por exemplo, é chamada de ECC83 na Europa.
Fonte: Blog Reinaldo Figueiredo
Aviso: As opiniões expostas pelos seus autores não necessariamente refletem a opinião do Música & Mercado ou dos outros autores que aqui escrevem.
A Aguilar anunciou o lançamento do Tone Hammer 210 Combo, um novo amplificador combo para baixo.
Desenvolvido para oferecer o som, a resposta e o desempenho de um sistema completo da marca em situações em que o espaço é limitado, mas o timbre e a confiabilidade continuam sendo fundamentais.
Pensado para baixistas profissionais, o Tone Hammer 210 Combo não foi concebido como uma solução “reduzida”. Segundo a marca, o projeto partiu dos ambientes reais de trabalho do músico: palcos pequenos e médios, estúdios, fossos de teatro e templos, onde a clareza sonora, a consistência e as saídas diretas são tão importantes quanto o volume no palco.
O equipamento é construído em torno de um gabinete 2×10 em orientação vertical, que combina portabilidade com uma projeção mais natural e uma sensação de palco mais próxima à de um rig tradicional. Sua altura é semelhante à de um cabeçote Tone Hammer com uma caixa SL 410, facilitando que o baixista se ouça com clareza sem a necessidade de volume excessivo. O módulo do amplificador é fisicamente separado do gabinete, preservando o volume interno e a ressonância acústica, evitando o caráter “embarrado” típico de muitos combos.
O gabinete é equipado com dois falantes cerâmicos de 10 polegadas desenvolvidos especialmente pela Aguilar, inspirados na série DB. Esses alto-falantes oferecem graves firmes e controlados, médios definidos e uma resposta clara que se mantém presente na mixagem ao vivo.
Na parte superior encontra-se uma versão de 300 watts do amplificador Tone Hammer de segunda geração, que entrega o caráter sonoro característico da série: quente, rico e com inspiração valvulada, mas com flexibilidade para ir de sons vintage a timbres mais modernos.
O painel traseiro foi projetado para atender às exigências atuais, com duas saídas XLR para roteamento ao PA e monitoramento ou in-ear, respostas a impulso de gabinete integradas para um som direto consistente e compatibilidade com o aplicativo Aguilar Cabinet Suite para edição via computador. O combo também inclui saída para fones de ouvido e entrada auxiliar para prática silenciosa, além de um novo sistema de refrigeração ultrassilencioso, adequado para estúdios e ambientes sensíveis a ruído.
Amplificadores
NAMM 2026: VOX apresenta os novos AC15 e AC30 Hand-Wired Greenback
Publicado
2 semanas agoon
23/01/2026
A VOX anunciou duas novas adições à sua clássica família de amplificadores AC: o AC15 Hand-Wired Greenback e o AC30 Hand-Wired Greenback.
Os novos modelos são voltados a guitarristas que buscam o caráter tradicional da marca, mas com um timbre mais quente, médios mais presentes e saturação mais precoce, graças ao uso de falantes Celestion Greenback.
Ambos os amplificadores são construídos com circuitos fiéis aos projetos vintage, montagem totalmente hand-wired e recursos modernos que ampliam a versatilidade em estúdio e no palco. A proposta não é simplesmente recriar os modelos antigos, mas oferecer uma nova voz dentro da linha AC, mantendo o DNA sonoro da VOX.
O AC15HWR1 Greenback preserva o brilho, a dinâmica e a resposta ao toque que consagraram o AC15, mas adiciona um caráter mais encorpado e focado nos médios. A seção de potência com válvulas EL84, combinada com o Greenback, permite atingir a saturação mais cedo e explorar o overdrive britânico em volumes mais controláveis. O modelo inclui master volume, loop de efeitos com buffer FET (com bypass) e reverb de mola valvulado com controles independentes de nível e tonalidade.
Já o AC30HWR2 Greenback aplica o mesmo conceito ao lendário formato de 30 watts com dois falantes Greenback de 12”. O resultado é um AC30 com caráter um pouco mais escuro, médios mais presentes e uma transição ao overdrive mais suave, sem perder o headroom e a projeção típicos do modelo. Ele também conta com reverb valvulado dedicado e loop de efeitos transparente.
Com essas novas versões, a VOX atende músicos que valorizam o feeling dos amplificadores clássicos, mas querem mais controle, confiabilidade e uma resposta sonora diferente tanto no palco quanto no estúdio. Os novos modelos podem ser vistos no estande #6802 da VOX na NAMM.
Amplificadores
NAMM 2026: Ashdown anuncia nova fase do retorno à fabricação no Reino Unido
Publicado
2 semanas agoon
22/01/2026
A Ashdown Engineering anunciou durante o NAMM Show 2026 a Fase 2 do seu retorno à fabricação no Reino Unido.
Ampliando a estratégia iniciada em setembro de 202, a empresa lança os cabeçotes ABM EVO IV e as linhas de gabinetes UK-ABM e Classic produzidos em território britânico.
De acordo com a empresa, este novo passo reforça um compromisso de longo prazo com o design, a engenharia e a produção britânica. Para 2026, a Ashdown prepara o lançamento de cinco novas linhas de amplificadores fabricados no Reino Unido, todas com início de entregas previsto ainda para o mesmo ano.
Entre as novidades, a marca destaca a nova série UK-RBM, voltada a baixistas profissionais que buscam potência, controle tonal e flexibilidade em um formato moderno e mais leve. A linha inclui cabeçotes e novos gabinetes desenvolvidos especialmente para este sistema.

Os cabeçotes UK-RBM contam com recursos como Sub-Harmonic Generator, compressão integrada, overdrive com simulação de válvula e Analogue Cab Sim, permitindo ir de timbres modernos e definidos a sons mais encorpados e complexos. Já os gabinetes foram redesenhados e utilizam falantes italianos Sica NEO com tweeters ajustáveis, em caixas de madeira leve, pensadas para oferecer resposta rápida, clareza e projeção controlada.
Fabricada artesanalmente no Reino Unido e com componentes premium, a série UK-RBM representa mais um passo importante da Ashdown em sua nova fase de produção local, com foco em músicos profissionais e aplicações de alto nível.
Áudio
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