A Zildjian apresenta dois novos pads de prática adicionais para sua linha de acessórios: os modelos Galaxy e Graffiti, disponíveis em 6” e 12″.
Os pads de prática Zildjian Galaxy e Zildjian Graffiti oferecem uma pele visualmente divertida com bom toque, resposta e versatilidade.
Ambos os pads apresentam desenhos coloridos em suas superfícies, com o Zildjian Galaxy Pad, oferecendo uma cena espacial interestelar e a Zildjian Graffiti Pad uma versão moderna da arte do graffiti. Ambos têm uma superfície tátil sensível, uma base sólida e um fundo antiderrapante para manter a pele no lugar durante o uso. Ideal para bateristas iniciantes, esses pads de silicone fornecem uma ótima resposta para aprender a técnica da bateria.
“Independentemente do nível de habilidade, os bateristas passam uma quantidade significativa de tempo praticando com os pads”, diz Pamela Ricci, gerente de marca da Zildjian para roupas, merchandise e acessórios. “Queríamos criar pads de alta qualidade que combinam a melhor experiência de uso na sua classe com desenhos gráficos ousados para inspirar bateristas para aperfeiçoar seu trabalho”.
Estes pads estão disponíveis em versões de 6 e 12 polegadas. Disponíveis para compra agora através de distribuidores da Zildjian autorizados em todo o mundo. No Brasil: Pride Music.
Anúncio foi feito durante a Integrated Systems Europe (ISE), em Barcelona, e marca uma nova etapa da marca no mercado brasileiro.
A fabricante italiana Claypaky anunciou a nomeação da Decomac como sua nova distribuidora oficial no Brasil. A informação foi comunicada por Mauricio Brando, diretor de desenvolvimento de negócios para a América Latina da empresa, durante a Integrated Systems Europe (ISE), realizada em Barcelona.
De acordo com o comunicado, a decisão é resultado de um processo de planejamento estratégico conduzido ao longo dos últimos meses e inaugura um “novo capítulo” da Claypaky no país. A empresa afirma que a parceria com a Decomac vai além de um acordo tradicional de distribuição, com foco no fortalecimento da presença local, do suporte técnico e da proximidade com designers de iluminação, empresas de locação e profissionais do entretenimento no Brasil.
Segundo Brando, a aliança se baseia em uma visão compartilhada de longo prazo, sustentada por valores como compromisso, colaboração e continuidade no mercado. A estrutura da Decomac é apontada como um fator-chave para acompanhar clientes e profissionais do setor com maior eficiência e consistência.
O anúncio ocorre em um ano simbólico para a Claypaky, que celebra 50 anos de atuação na indústria de iluminação cênica e de espetáculos. Nesse contexto, a empresa destaca que a nova distribuição busca conectar sua trajetória histórica a uma estratégia voltada para o futuro do entretenimento ao vivo no Brasil.
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Até o momento, a Claypaky não divulgou publicamente os motivos da mudança em relação à distribuidora anterior nem detalhes comerciais do novo acordo. A companhia informou apenas que a parceria com a Decomac está alinhada a uma nova visão estratégica para os próximos cinco anos, com foco no desenvolvimento sustentável do mercado brasileiro de iluminação profissional.
Dicas práticas para vender soluções completas, gerar confiança e melhorar o resultado da loja.
Aumentar o ticket médio é um dos objetivos mais recorrentes no varejo de instrumentos musicais e áudio, mas também um dos mais mal interpretados. Ainda é comum associar esse crescimento à insistência, à oferta excessiva ou à tentativa de empurrar produtos que o cliente não planejava comprar. Na prática, o caminho mais consistente costuma ser outro: vender melhor, não vender mais à força.
No balcão, o cliente raramente entra buscando uma “solução incompleta”. Ele pede um instrumento, um microfone ou uma interface, mas quase sempre existe um contexto de uso por trás dessa escolha — home studio, apresentações ao vivo, aulas online, igreja, bar pequeno ou streaming. Quando o vendedor entende esse cenário, indicar produtos complementares deixa de ser pressão e passa a ser orientação técnica.
O ponto central está em organizar o raciocínio da venda. Em vez da pergunta genérica “quer levar mais alguma coisa?”, que costuma gerar resistência, o atendimento ganha força quando o vendedor explica o uso real do produto: “Para utilizar esse equipamento da forma que você descreveu, normalmente são necessários estes itens”.
Essa mudança simples de abordagem transforma o complemento em parte da solução, e não em venda adicional.
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Outro fator decisivo é a comparação orientada. Muitos clientes aceitam investir um pouco mais quando entendem, de forma objetiva, a diferença prática entre dois modelos próximos de preço. Não se trata de defender o produto mais caro, mas de explicar limites, durabilidade, conectividade, qualidade sonora e impacto no uso cotidiano.
No médio prazo, lojas que adotam esse modelo percebem um efeito claro: clientes melhor atendidos voltam, indicam e compram novamente. O ticket médio cresce como consequência da credibilidade, não da insistência.
Dicas práticas para aplicar no dia a dia da loja
Comece pelo uso, não pelo produto : Antes de indicar qualquer item adicional, entenda onde, como e com que frequência o cliente pretende usar o equipamento.
Venda o conjunto, não o item isolado : Apresente acessórios e complementos como parte natural da experiência: cabos, suportes, fontes, cases, pedais, interfaces ou monitores.
Troque a pergunta por explicação: Explique por que algo é necessário em vez de perguntar se o cliente quer comprar mais.
Compare com critério técnico, não com preço : Mostre diferenças reais entre modelos próximos, destacando vantagens práticas e limitações de cada um.
Evite surpresas no pós-venda: Quando o cliente entende tudo o que precisa no momento da compra, a chance de devolução cai e a satisfação aumenta.
Pense no longo prazo: Um cliente que confia no atendimento tende a voltar e ampliar o sistema aos poucos, elevando o ticket médio ao longo do tempo.
A feira reuniu mais de 92 mil visitantes em Barcelona e consolidou seu protagonismo como o principal evento global de audiovisual e integração de sistemas.
A Integrated Systems Europe (ISE) 2026 encerrou suas atividades em Barcelona após quatro dias de programação intensa, marcada por números recordes de público, forte presença internacional e uma agenda focada em inovação, criatividade e colaboração entre os diferentes segmentos do audiovisual profissional.
Realizado nos oito pavilhões da Fira de Barcelona Gran Via, o evento recebeu 92.170 visitantes de diversas partes do mundo e contou com 1.751 expositores, sendo 323 estreantes. Com 101.000 metros quadrados de área de exposição, esta foi a maior edição da história da ISE.
O crescimento foi consistente ao longo da semana. Na quarta-feira, a feira registrou o maior público diário já alcançado, com 64.198 visitantes, enquanto o total de participantes únicos superou com folga os resultados de edições anteriores. Em relação a 2025, a ISE 2026 apresentou um crescimento de 8% na participação total, confirmando o momento de expansão do setor.
Segundo Mike Blackman, diretor-geral da Integrated Systems Events, a edição de 2026 refletiu a força da comunidade: “Durante quatro dias, celebramos tecnologia de ponta, ideias ousadas e novas conexões que estabelecem referências para o futuro da indústria”.
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Novas iniciativas e foco na comunidade
Entre as novidades, a ISE 2026 apresentou o Spark, um novo formato voltado à conexão entre criatividade e tecnologia, integrando áreas como broadcast, eventos ao vivo, marketing, design e gaming. A iniciativa funcionou como um espaço de troca entre criadores, tecnólogos e tomadores de decisão, com ênfase em novas experiências audiovisuais e formatos de conteúdo.
Outro anúncio relevante foi o lançamento da ISE Foundation, iniciativa apoiada por AVIXA e CEDIA, com suporte de instituições locais. A fundação tem como objetivo fortalecer o ecossistema de integração de sistemas por meio de educação, inovação e colaboração, sob o lema “Powering On, Together”.
Foto: MichielTon.comFoto: MichielTon.com
Conteúdo, inovação e liderança
As palestras magnas estiveram entre os destaques da programação. As apresentações de Matt Clark, sobre o mapping arquitetônico na Casa Batlló, e de Sol Rashidi, focada no impacto prático da inteligência artificial e no papel da liderança, atraíram auditórios lotados e reforçaram o papel da ISE como plataforma de debate estratégico para o setor.
A feira também contou com a presença de autoridades e delegações internacionais, incluindo representantes da América Latina, fortalecendo o posicionamento de Barcelona como polo tecnológico e ponto de encontro global do audiovisual.
Com números recordes, novas iniciativas e sinais claros de dinamismo do mercado, a ISE 2026 se consolida como um termômetro do momento vivido pela indústria audiovisual. A próxima edição já tem data confirmada: a ISE 2027 acontecerá de 2 a 5 de fevereiro de 2027, novamente em Barcelona.
Fotos de Michiel TonFoto: MichielTon.comFoto: MichielTon.com