SOS Técnica, com apoio do SATED/SP, entregará abaixo assinado e pleito da categoria às Secretarias de Cultura de São Paulo
Movimento liderado pelo Comitê Representativo de Técnicos da Arte, Cultura e Entretenimento no Estado de São Paulo com Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões do Estado de São Paulo (SATED/SP) querem soluções para a classe trabalhadora da técnica.
Movimento dos trabalhadores do setor busca soluções para conter o impacto financeiro na categoria mediante a paralização setorial pelas medidas sanitárias face ao coronavírus. Em 16 de julho, SOS Técnica e SATED/SP realizaram um manifesto em frente à Sala São Paulo.
Sala São Paulo: Movimento pioneiro do SOS Técnica com apoio do SATED/SP realizado no dia 16 de junho.
A classe dos técnicos de eventos vem se manifestando desde o início da quarentena quando todos os eventos foram cancelados. A categoria teme por ser uma das últimas a voltarem ao trabalho devido aos protocolos sanitários dos Estados.
O movimento espera recolher até duas mil assinaturas até o dia 5 de agosto, e realizar um ato simbólico para a entrega aos Secretários de Cultura da Prefeitura, Hugo Possolo e Sérgio Sá Leitão, do Governo do Estado.
Medidas sugeridas pelo movimento
I. A necessidade (obrigatoriedade) da contratação dos serviços de técnicos e operadores por parte dos teatros, espaços culturais, escolas, companhias teatrais e demais organizações beneficiadas pela Lei nº 14.017/2020/ALDIR BLANC, observando a lei 6.533/78 e Decreto 82.385/78.
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II. Criação de programas de formação e qualificação com remuneração dos ministrantes e dos profissionais inscritos, através do sistema de bolsa prêmio, independente destes terem recebido o auxílio emergencial federal, considerando que o custo de vida no estado de São Paulo é muito superior à média nacional.
III. Abertura de editais que contemplem projetos de acervo e memória das técnicas e tecnologias da cultura e do entretenimento e a promoção de encontros, palestras e debates com profissionais para coleta de relatos, materiais e imateriais que resgatem a memória histórica da área técnica com a construção de acervo para consulta e pesquisa.
IV. Criação de um cadastro único estadual, “Rede da Arte, Cultura e Entretenimento SP”, através de plataforma digital livre e gratuita, que sirva de base para pesquisa e organização do trabalho na área de entretenimento; Sistematizar um canal específico de comunicação e visibilidade entre profissionais, empresas e demais assuntos concernentes ao setor; Facilitar e garantir o acesso às informações para todas as partes envolvidas e de forma democratizada; Simplificar e potencializar os processos de trabalho, fomentando uma espécie de ‘vitrine’ na área em questão;
V. A Inclusão no cadastro, através de auto-declaração, de função via comprovações, de acordo com os parâmetros determinados pela Lei Federal nº 14.017/2020 – Aldir Blanc. Ex.: provas documentais de exercício da função como: contratos de trabalho, comprovantes de trabalhos, recibos de pagamento, notas fiscais, materiais de divulgação, comprovantes de cursos, oficinas e/ou workshops.
Em casos de contestação, o profissional passaria por avaliação de um conselho constituído por representantes de organizações de classe, muitos desses inerentes ao Sated/SP (Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões do Estado de SP); e outras representações.
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VI. Visando a estruturação para o enfrentamento de situações adversas futuras que venham a colocar em risco a sobrevivência dos profissionais da cadeia de produção cultural, no caso da não utilização plena dos 80% do recurso de auxílio emergencial da LEI 14.017/2020 / ALDIR BLANC, que o saldo remanescente seja destinado à criação de uma organização civil de gestão de um fundo da classe dos trabalhadores do setor da arte, cultura e entretenimento.
VII. Inclusão de, no mínimo, um representante da classe técnica na constituição das comissões de redação dos editais públicos de fomento à produção cultural.Como aderir ao movimento
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Nota do editor: Este movimento não possui relação com a Passeata com Cases que reuniu trabalhadores e empresas do setor no último domingo, dia 2 de agosto, em São Paulo.
A plataforma de amplificação Duecanali, da Powersoft, tornou-se a base sonora de concertos, oficinas e atividades comunitárias na rede de unidades do Sesc São Paulo, que já conta com mais de 100 amplificadores Duecanali 1604 instalados em todo o estado.
O projeto é liderado pelo designer e consultor Reinaldo Pargas, da AVM Projetos e Consultoria em Tecnologia, parceiro do Sesc desde 2003. A instituição — fundada em 1964 e com 43 unidades ativas em 2025 — oferece diariamente cursos, exposições, espetáculos e programas educativos em diversas cidades paulistas.
Os amplificadores Duecanali 1604 de Powersoft garantem áudio de alta qualidade com baixo consumo de energia e mínima dissipação de calor, algo essencial em espaços que recebem, em um mesmo dia, oficinas pela manhã, shows à tarde e palestras à noite. O modelo entrega 800 W por canal (4/8 Ω) e até 2.000 W em bridge, permitindo alimentar caixas de baixa impedância ou linhas distribuídas de 70/100 V.
A AVM optou pela versão DSP+D, com processamento interno e conectividade Dante/AES67, possibilitando roteamento via IP e ajustes diretos no ArmoníaPlus, sem necessidade de DSP externo.
Segundo Pargas, a combinação de tamanho compacto, eficiência e baixa distorção tem sido decisiva para garantir sonoridade consistente em salas de diferentes formatos, otimizar rack rooms e reduzir o consumo energético. Além disso, o sistema permite atender às diretrizes técnicas rigorosas do Sesc e às demandas de artistas em circulação.
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A rede Sesc seguirá em expansão nos próximos meses, com novas unidades previstas em Marília e no Parque Dom Pedro II, onde a Powersoft deve novamente integrar a infraestrutura principal de áudio.
A IK Multimedia apresentou o iLoud Sub, um subwoofer de estúdio que promete redefinir o segmento ao combinar graves profundos e controlados com o menor formato da categoria.
O modelo se destaca por integrar o sistema de correção acústica ARC X, que calibra automaticamente o sub e qualquer monitor conectado, independentemente da marca, garantindo resposta equilibrada em diferentes ambientes.
Com extensão de graves até 25 Hz e driver de 6,5” acompanhado por dois radiadores passivos, o iLoud Sub entrega 200 W de potência de pico e foi projetado para proporcionar clareza e precisão em mixagens modernas. Segundo a fabricante, o DSP interno ajusta o comportamento do subwoofer e alinha o sistema completo, eliminando interferências acústicas e facilitando decisões de mixagem mais seguras.
O recurso de configuração automática do subwoofer — novidade do ARC X — alinha frequências graves e expande a resposta de qualquer par de monitores, revelando detalhes de kicks, baixos e efeitos sem comprometer o equilíbrio geral da mixagem.
Entre as conexões, o modelo inclui entradas e saídas XLR/RCA, USB para áudio digital e Bluetooth de alta qualidade. O produto é compatível com toda a linha iLoud e com monitores nearfield de outras marcas, além de setups compactos imersivos e salas de pós-produção.
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A IK Multimedia destaca o iLoud Sub como uma atualização para estúdios pequenos que buscam maior precisão, impacto e profundidade sonora em um formato minimalista.
iLoud Sub:
Formato compacto: Cabe em qualquer estúdio – não requer rearranjos
Extensão de graves até 25 Hz: Experimente todo o grave das produções modernas
Correção de sala ARC X: Alinhamento de sistema sem achismo
Configuração automática: Integração fácil com o estúdio e calibragem de subwoofer
Integra-se com monitores existentes: Funciona automaticamente com monitores de qualquer marca
Graves controlados, precisos e musicais: Mixagens se reproduzem facilmente em qualquer lugar
A engenheira de som direto Laura Zimmermann assinou um dos trabalhos mais marcantes do cinema brasileiro recente em Ainda Estou Aqui, filme de Walter Salles que entrou para a história ao se tornar a primeira produção brasileira a vencer o Oscar de Melhor Filme Internacional.
Seu trabalho rendeu o Grande Otelo 2025 da Academia Brasileira de Cinema.
Para atender às exigências do projeto — que recria ambientes sonoros dos anos 1970 até os dias de hoje — Zimmermann utilizou transmissores SMQV, SSM, LMB e HMa, além de receptores DSR4, SRc, DCR822 e DSQD da Lectrosonics. O foco do diretor na autenticidade levou a equipe a registrar sons reais sem interferências modernas, como gravações do mar em uma ilha remota e o som de carros de época com motores originais.
A preparação dos cenários também foi essencial. A casa principal recebeu tratamento acústico para permitir que os atores atuassem com liberdade sem comprometer a captação. Com filmagens entre Rio e São Paulo, Zimmermann destacou a estabilidade do sistema sem fio em um espectro de frequências complexo: durante seis semanas de gravação em interiores, não precisou alterar a frequência.
“Mesmo sendo o maior projeto da minha carreira, os equipamentos funcionaram com total consistência”, afirmou.
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Ainda Estou Aqui está disponível na Netflix, Apple TV, Amazon Prime Video e outras plataformas.