Instrumentos Musicais
ProShows e Novation apresentam linha Launchkey MK4 em evento em São Paulo
No último dia 22 de outubro, o auditório da Faculdade Souza Lima, em São Paulo, recebeu o lançamento oficial da nova linha de controladores Launchkey MK4 da Novation. O evento reuniu artistas, músicos e parceiros da marca em um ambiente que destacou a inovação tecnológica no universo musical.
O encontro proporcionou aos participantes uma experiência prática e interativa. A apresentação das funcionalidades do Launchkey MK4 incluiu demonstrações ao vivo e a possibilidade de esclarecer dúvidas diretamente com especialistas da Novation. A nova linha foi amplamente elogiada pelos presentes, superando expectativas e reforçando o compromisso da marca com a excelência.
Professor Mario Cunha (Diretor da Faculdade Souza Lima), Emerson Jordão, Thiago Adamo, Dan Petrucii, Johnny Essi, Itamir Barros e Pedro Dyllan.
Destaques e reações positivas
“O público ficou impressionado com os diferenciais da linha LK MK4, que se destacam no mercado, especialmente pela rápida e eficiente integração com as DAWs disponíveis atualmente”, afirmou Emerson Jordão, Sales and Marketing Manager da Focusrite Group no Brasil.
Durante o evento, o produtor musical e especialista de produtos da Focusrite Group, Johnny Essi, também compartilhou suas impressões sobre o Launchkey MK4. Ele destacou a importância das novas tecnologias para o processo criativo dos músicos e elogiou a versatilidade do controlador. “Os encoders, pads e modos personalizados tornam o Launchkey MK4 uma ferramenta extremamente adaptável para diferentes performances e produções musicais”, comentou.
Essi ainda enfatizou características que tornam o MK4 uma opção inovadora no mercado: “Os 4 modos personalizados para faders, botões e encoders oferecem flexibilidade inigualável. Além disso, a garantia e os softwares inclusos agregam ainda mais valor ao investimento”.
Funcionalidades e diferenciais do Launchkey MK4
A nova linha Launchkey MK4 foi projetada para oferecer uma experiência ainda mais completa e personalizada a músicos e produtores. Com modelos disponíveis em versões de 25, 37, 49 e 61 teclas e os Launchkey Mini de 25 e 37 teclas, os controladores se destacam por sua integração otimizada com as principais DAWs do mercado, incluindo Ableton Live, Logic Pro, Cubase e outros softwares.
Entre os destaques técnicos estão:
- Pads RGB sensíveis à velocidade: Ótimos para criar beats, disparar loops ou controlar efeitos de maneira intuitiva.
- Encoders e faders totalmente personalizáveis: Configurações flexíveis que permitem adaptação às necessidades específicas de cada produção.
- 4 modos personalizados: Esses modos permitem mapear faders, encoders e botões para qualquer função dentro da DAW, aumentando a versatilidade e eficiência no trabalho.
- Teclas semi-pesadas: Proporcionam um toque expressivo, ideal para músicos que buscam maior precisão em suas performances.
- Conexões MIDI Out e USB-C: Oferecem compatibilidade com equipamentos externos e conectividade moderna para diversos setups.
Além disso, o Launchkey MK4 inclui ferramentas adicionais, como arpejadores avançados com controle rítmico, modos de escala para facilitar a composição, e a funcionalidade de acordes fixos, que permite criar harmonias complexas com um único toque.
Um marco na conexão com músicos brasileiros
O lançamento da linha Launchkey MK4 reforça a conexão da Novation com músicos e profissionais brasileiros. A inclusão de softwares de ponta, como o Ableton Live Lite, e ferramentas educacionais garantem que usuários de todos os níveis possam explorar todo o potencial dos controladores.
Combinando tecnologia avançada, design funcional e preços acessíveis, a nova linha promete atender tanto iniciantes quanto profissionais exigentes. Quer saber mais? Você pode falar com a ProShows.
Guitarra
Nova KX600 Infinite da Cort
Nova guitarra elétrica da série KX chega com construção neck-thru-body, captadores Fishman Fluence Modern e foco em sustain, precisão e versatilidade.
A Cort Guitars anunciou o lançamento da KX600 Infinite, novo modelo da série KX de guitarras elétricas modernas. Segundo a marca, o instrumento foi desenvolvido para músicos que buscam mais sustain, timbre atual e desempenho consistente tanto no palco quanto no estúdio.
A KX600 Infinite usa construção neck-thru-body, solução voltada a melhorar sustain e resposta tonal. O corpo é de basswood, enquanto o braço de cinco peças combina maple torrado e walnut, configuração que, de acordo com a fabricante, oferece estabilidade, ressonância e maior durabilidade. O modelo tem escala de 25,5 polegadas e perfil de braço esculpido para favorecer execução rápida e confortável.
A guitarra também traz trastes jumbo de aço inoxidável, pensados para maior vida útil e para facilitar a tocabilidade técnica. A isso se somam pestana Graph Tech Black TUSQ de 43 mm, voltada a melhorar sustain e riqueza harmônica, e duas opções de acabamento: Orange Crush Satin e Black Satin.
Na parte eletrônica, a KX600 Infinite vem equipada com um conjunto de captadores Fishman Fluence Modern. O sistema de controles inclui apenas um knob de volume com função push-pull e chave seletora de três posições. Segundo a Cort, essa configuração permite acesso simples a uma paleta ampla de timbres para bases e solos.
O hardware inclui tarraxas com trava Cort Locking Tuners e ponte fixa Cort Hardtail. A marca afirma que esse conjunto ajuda a reforçar a estabilidade de afinação e o sustain, tanto no uso ao vivo quanto em gravações.
A Cort informou que a KX600 Infinite já está disponível em todo o mundo por meio de revendedores autorizados e lojas online.
Instrumentos Musicais
JHS Pedals lança Coyote
Fuzz de oitava inspirado em circuito raro e pouco conhecido.
A JHS Pedals lançou o Coyote, um pedal de fuzz com oitava que, segundo a empresa, parte de uma topologia que nunca havia sido replicada para produção até agora. O modelo custa US$ 149 e concentra três efeitos em um só controle: swell, fuzz e octave.
De acordo com a fabricante, o Coyote reproduz o Moonrock Fuzz, criado por Glenn S. Wyllie, um construtor da Carolina do Norte que fazia pedais de forma artesanal e em pequena escala. A JHS afirma que o circuito não deriva de famílias clássicas de octave fuzz, como Octavia, Super Fuzz e Tone Machine.
A empresa diz que um dos traços mais incomuns do pedal está no uso de um transformador de modo diferente do habitual nessa categoria. Nesse caso, o componente não gera a oitava, mas molda a resposta do estágio de fuzz e ajuda a formar a varredura entre swell, fuzz e octave.

Segundo a JHS, o controle principal percorre três zonas sonoras. Na regulagem mínima, o pedal entrega um efeito swell com ataque gradual e caráter recortado. No meio do curso, oferece um fuzz completo. No máximo, entra em um território mais agressivo de oitava acima. A marca também destaca a sensibilidade à dinâmica da palhetada e a capacidade de limpeza pelo volume da guitarra, algo que considera raro em fuzzes com oitava.
A fabricante recomenda usar o Coyote no início da cadeia de sinal e combiná-lo com outro overdrive ou com amplificador já saturado. Também informa que o efeito de oitava aparece com mais força na posição de braço e acima da 12ª casa.
Nas especificações, o pedal oferece true bypass, alimentação de 9V DC com centro negativo e consumo de 5 mA. O gabinete mede 2,6 por 4,8 por 1,6 polegadas. A JHS alerta que o equipamento não deve ser usado com tensão superior a 9V DC, sob risco de dano e perda da garantia.
Veja mais neste vídeo.
Instrumentos Musicais
Williams leva Mike Terrana e Alexandre Aposan ao palco em São Paulo
Evento no Manifesto Bar acontece em 16 de abril e vem na sequência da entrada de Terrana no time global da marca brasileira.
A disputa por atenção no mercado de bateria não passa só por produto: passa por artista, demonstração e presença física no ponto de contato com a comunidade. É nesse terreno que a Williams tenta ganhar tração ao reunir Mike Terrana e Alexandre Aposan no Manifesto Bar, em São Paulo, em 16 de abril, poucas semanas depois de oficializar Terrana como parceiro internacional da marca.
Segundo a página de venda Clube do Ingresso, o evento terá ingressos a partir de R$50 e será realizado no Manifesto, na Vila Olímpia. A programação divulgada pela marca também inclui uma coletiva de imprensa com Mike Terrana antes da abertura ao público geral.
A ação transforma endorsement em vitrine de marca
A Williams já havia anunciado em março a entrada de Mike Terrana em seu time de artistas. No material divulgado pela própria empresa, o baterista afirmou estar animado com a parceria e destacou a “qualidade” e a “resposta sonora” dos produtos da marca brasileira — uma base autodeclarada que ajuda a explicar o peso simbólico do movimento.
No caso de Terrana, a credencial ajuda a sustentar esse avanço. O baterista construiu carreira em projetos e turnês ligados a nomes como Yngwie Malmsteen, Rage, Masterplan, Axel Rudi Pell e Tarja Turunen, o que mantém seu nome entre os mais reconhecidos do hard rock e do metal internacional. Do lado brasileiro, Alexandre Aposan amplia a conexão local da ação, com trajetória ligada a turnês, estúdio e nomes fortes do circuito nacional.
O que a Williams tenta mostrar ao mercado com essa parceria
Ao colocar Terrana e Aposan no mesmo palco, a Williams transforma um endorsement em ativação presencial. Mais do que promover um encontro entre artistas, a marca usa o evento para dar prova pública de posicionamento — algo que pesa tanto no branding quanto na conversa com varejo, representantes e público final.
Essa leitura aparece também no discurso da liderança da empresa. Segundo o release enviado pela marca, o CEO Silvio Toneli afirmou que “o Mike é um artista muito respeitado e com uma legião de fãs por todo o mundo” e que a parceria mostra ao mercado global que a Williams é “uma empresa séria e com produtos de qualidade, que atende perfeitamente desde os bateristas novatos até as grandes lendas como o Mike Terrana”. Por se tratar de declaração da própria companhia, essa fala funciona como posicionamento oficial da marca sobre o objetivo do movimento.
Quem do mercado pode tirar algo desse encontro
Para lojistas, distribuidores e representantes, o evento vale menos pelo caráter celebratório e mais pelo uso prático: artista conhecido continua sendo ferramenta de demonstração, geração de desejo e argumento comercial, especialmente em categorias nas quais confiança sonora e prova de uso pesam tanto quanto preço.
No caso da Williams, a combinação entre um nome global do metal e um baterista de forte reconhecimento no mercado brasileiro reforça essa ponte entre branding e canal. Quando a marca leva a parceria ao palco logo depois do anúncio, ela deixa de vender só produto e passa a vender percepção de relevância.
O essencial
A Williams não está apenas promovendo um encontro entre dois bateristas de peso. Está usando a chegada de Mike Terrana para transformar endorsement em presença de mercado, com impacto potencial em branding, demonstração e conversa comercial.
Para o canal, o sinal é claro: quando a marca coloca artista e discurso institucional na mesma ação, ela está tentando converter prestígio em posicionamento de mercado.
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