Expomusic: Lançamento da Hit Sound e seus cajons!
A empresa nasceu recentemente, há quase nove meses, na necessidade de criar um cajon com uma condição diferente de recursos e tocabilidade. Conheça a Hit Sound aqui!

Rivaldo Junior
Os proprietários da Hit Sound nunca foram fabricantes e nunca tiveram experiência na fabricação de cajons até começar este projeto, atuando anteriormente em um ramo de atividade totalmente diferente, relacionado com jogos, lazer e diversão.
O cajon apareceu na história porque Rivaldo Junior, sócio-proprietário da Hit Sound, toca desde os 12 anos de idade “então a gente tem uma intimidade já com a música”, disse.
O cajon nasceu dessa necessidade e ideia pois ele queria juntar o som do cajon peruano com o som do cajon flamenco ”e a gente conseguiu!”.
Um hobby que acabou virando uma atividade comercial
Em menos de um ano a Hit Sound já realizou sua primeira participação na Expomusic, uma coisa que poucas empresas conseguiram na história. “Temos poucos clientes mas agora, com a presença aqui, vamos fazer essa captação de representantes e clientes”, comentou.
Em uma breve entrevista realizada durante a feira, Rivaldo Junior conta mais sobre a nova empresa.

Sistema de esteira móvel
Música & Mercado: O que diferencia seus cajons?
Rivaldo: A sonoridade e o sistema de esteira que usamos. Na maioria dos cajons a esteira é fixa na parte de cima, por isso você não consegue alterar o som dessa esteira e você nunca vai conseguir o som do cajon peruano, porque esse cajon não tem esteira; é um som só de pele e caixa.
Nós temos um sistema de esteira móvel pois você pode tirar a esteira para ter o som do cajon peruano mas se quiser um som mais grave, vai pegar o abafador e pressionar contra a esteira. Se quiser um som flamenco vai soltar mais a esteira. Tudo é feito internamente desde a parte detrás, não precisa retirar a pele. No Brasil ninguém faz isso!
M&M: Vocês têm diferentes modelos ou todos incorporam a mesma tecnologia?
Rivaldo: Sim, todos incorporam o mesmo sistema de esteira. Só que cada um tem sua própria característica de profundidade e sonoridade, mais graves, mais médios ou mais agudos. Então cada cajon que estamos expondo tem um som diferente, vai depender só do gosto do músico.
M&M: Onde fica sua fábrica?
Rivaldo: Em Caieiras, São Paulo.
M&M: Que tipo de madeiras usam?
Rivaldo: A chapa frontal, que é a pele do cajon, a gente pediu para desenvolver especialmente. É uma chapa de compensado desenvolvida só para nós. A parte da caixa do cajon é um MDS fornecido pela empresa Arauco do Chile. É um material de alta densidade que proporciona sonoridade, pois quanto maior a densidade melhor a sonoridade.

O novo cajon eletrônico
M&M: Qual o modelo mais recente que estão apresentando?
Rivaldo: O cajon eletrônico, modelo Special Cajon Electronic, que tem 15 presets de som. Cada um deles com cuatro tonalidades, quatro instrumentos diferentes de som (apito, cuíca, pandeiro, tamborim, bombo, prato, caixa, até uma infinidade de 60 sons diferentes). É o nosso principal lançamento aqui!
M&M: Desde que vocês começaram com a empresa aconteceram muitas coisas no País, como tudo isso influenciou suas atividades?
Rivaldo: Na verdade a gente está aqui devido à crise porque se não fosse por ela não teríamos tempo para ter desenvolvido tudo isto, então aproveitamos e acabamos agregando ao nosso ramo de atividades uma coisa totalmente diferente. Inicialmente foi por uma necessidade e acabamos lançando essa linha de cajons. Quando você tem tempo, você cria!
Veja mais em www.hitsounds.com.br
Músico
Como evitar clipping em interfaces de áudio
Ajustes simples ajudam a preservar a qualidade da gravação e evitar distorções.
O clipping é um dos problemas mais comuns em gravações de áudio, especialmente em home
studios. Ele ocorre quando o sinal de entrada ultrapassa o limite que a interface de áudio consegue processar, resultando em distorção indesejada.
Apesar de ser frequente, o clipping pode ser evitado com ajustes básicos durante a captação.
O que é clipping e por que ele acontece
O clipping acontece quando o nível do sinal ultrapassa 0 dBFS (decibéis full scale) no ambiente digital. Quando isso ocorre, o sistema não consegue reproduzir o pico do áudio corretamente, “cortando” a forma de onda.
O resultado é uma distorção que não pode ser corrigida posteriormente.
Como identificar clipping
Alguns sinais ajudam a reconhecer o problema:
- LEDs vermelhos ou indicadores de “clip” na interface
- Picos constantes no medidor do software
- Som áspero ou distorcido na gravação
Se o medidor está encostando no máximo, o risco de clipping é alto.
Ajuste de ganho: o principal cuidado
O controle mais importante é o ganho de entrada (gain).
Boas práticas:
- Ajuste o ganho para que o sinal fique entre -18 dBFS e -6 dBFS
- Evite que o sinal chegue próximo de 0 dB
- Faça testes antes de gravar
Um sinal mais baixo é mais seguro do que um sinal alto demais.
Distância e posicionamento do microfone
O volume do sinal também depende da fonte sonora.
- Afaste o microfone de fontes muito altas
- Evite picos inesperados (gritos, ataques fortes)
- Ajuste a posição conforme a dinâmica do instrumento
Use o pad (quando disponível)
Algumas interfaces possuem botão PAD, que reduz o nível de entrada.
- Ideal para instrumentos com saída alta
- Útil em gravação de bateria, amplificadores ou vocais intensos
Monitore sempre durante a gravação
Gravar sem monitorar aumenta o risco de erro.
- Use fones ou monitores
- Observe o medidor em tempo real
- Ajuste conforme a performance
Headroom: por que deixar “folga”
Headroom é a margem de segurança antes do clipping.
No áudio digital, manter espaço evita distorção e facilita a mixagem.
Diferente do analógico, não há benefício em gravar “no limite”.
Erro comum: gravar alto demais
Muitos iniciantes acreditam que sinal alto significa melhor qualidade.
Na prática:
- Áudio digital funciona melhor com margem
- Plugins e mixagem compensam o volume depois
Evitar clipping não depende de equipamentos avançados, mas de atenção ao ganho, monitoramento e configuração básica.
Com ajustes simples, é possível garantir gravações limpas, com mais qualidade e maior controle na etapa de mixagem.
Audio Profissional
Audio-Technica amplia linha com novos microfones shotgun on-camera
Modelos ATV-SG1 e ATV-SG1LE focam na captura de áudio para produção de vídeo para criadores.
A Audio-Technica apresentou os microfones shotgun ATV-SG1 e ATV-SG1LE, desenvolvidos para uso direto em câmera e voltados a criadores de conteúdo, videomakers e produções audiovisuais.
Os dois modelos utilizam cápsula de 14 mm e tubo acústico de 100 mm, configuração que permite captação direcional do som, priorizando a fonte principal e reduzindo ruídos de ambiente.
Os microfones contam com suporte antivibração integrado e tecnologia de proteção contra interferências, com o objetivo de minimizar ruídos gerados por movimentos da câmera ou por equipamentos eletrônicos próximos.
O modelo ATV-SG1 oferece recursos adicionais, como controle de ganho, filtro de corte de graves e gravação de pista de segurança, atendendo a usuários que buscam maior controle durante a captação.
Já o ATV-SG1LE adota uma abordagem mais simples, com operação plug-and-play e alimentação direta pela câmera, dispensando bateria.
Ambos os modelos podem ser montados diretamente em câmeras DSLR ou mirrorless, reforçando a proposta de soluções compactas para captura de áudio em vídeo, em um contexto de crescimento da produção de conteúdo digital.
Captadores
Von Frankenstein Monster Gear lança novo humbucker
Captador combina design patenteado, imãs cerâmicos e construção personalizada.
A Von Frankenstein Monster Gear anunciou o lançamento do humbucker VON FRANKENSTEIN MONSTER, desenvolvido em parceria com o designer de captadores JD Mauro, da Route 30 Pickups.
O modelo é resultado de cinco anos de pesquisa e desenvolvimento, com foco em oferecer alto ganho aliado à definição sonora. O captador utiliza 12 polos do tipo hex bolt personalizados, três imãs cerâmicos de grandes dimensões e bobinas enroladas manualmente.
O projeto foi testado em diversos protótipos com o guitarrista Doyle Wolfgang Von Frankenstein, buscando adequar o desempenho ao seu estilo de execução.

Entre as especificações, o captador apresenta resistência média de 13,3 kOhms e indutância de 7,4H, características que contribuem para graves mais controlados e maior clareza em volumes elevados.
O modelo conta ainda com base em aço niquelado com acabamento preto e capa aberta com pintura eletrostática, oferecendo proteção aos componentes internos. A construção permite compatibilidade com diferentes espaçamentos de cordas em guitarras elétricas.
Segundo a empresa, o lançamento marca a expansão do portfólio, que passa a incluir soluções eletrônicas além das cordas para guitarra, com foco em músicos que buscam desempenho consistente em aplicações de alto ganho.
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