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beatBread lança adiantamentos de até 3 milhões para compositores

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A plataforma de financiamento musical beatBread lança adiantamentos de até US$ 3 milhões para compositores.

Desde o lançamento em 2020, a plataforma de financiamento musical beatBread oferece a artistas, gravadoras independentes e distribuidores prévias de seu catálogo e músicas inéditas.

Agora, a empresa sediada em Utah está expandindo seus serviços para compositores por meio de uma nova Divisão de Adiantamento de Composição de Músicas.

Os compositores agora serão elegíveis para adiantamentos de até US$ 3 milhões contra os direitos de publicação de seu catálogo ou catálogo + músicas futuras, anunciou recentemente a empresa.

Tal como acontece com os adiantamentos de artistas independentes, os compositores poderão personalizar o escopo, a duração e o tamanho de seus reembolsos antecipados, que são reembolsados ​​por meio de receitas de streaming e airplay obtidas por um artista, distribuidor ou compositor.

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O modelo de financiamento da beatBread provou ser popular entre o capital de risco. A beatBread anunciou em fevereiro de 2022 que havia fechado uma rodada de financiamento inicial de US$ 34 milhões liderada pela empresa de capital de risco Deciens Capital com foco em fintech, e seguiu com um fundo institucional de US$ 100 milhões com a gestora de ativos Variant Investments em novembro do ano passado.

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No entanto, a empresa foi além do investimento institucional para angariar dinheiro para os seus avanços, lançando no ano passado uma “rede de investidores exclusiva” que agrega financiamento de empresas e profissionais da música, distribuidores e indivíduos de “alto património” ao seu atual fundo de capital institucional. 

No início deste ano, a beatBread lançou uma plataforma de investimento fracionário chamada sliceNote, que permite que investidores qualificados financiem uma parte do adiantamento de um artista, em troca de uma porcentagem dos reembolsos. Os investidores podem contribuir com apenas US$ 1.000 ou até US$ 1 milhão antecipadamente.

Novo gerente geral

Para gerenciar sua nova divisão de avanço de composição, a beatBread contratou o veterano editor musical e ex-executivo da BMG, Spencer LeBoff, como seu novo gerente geral de publishing.

LeBoff trabalhou com compositores e artistas como New West, Jason Evigan (que escreveu para Maroon 5 e Dua Lipa), Lisa Scinta (Selena Gomez, Fifth Harmony), Cash Cash e Mazie.

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LeBoff já havia trabalhado com A&R na Warner Bros. Records, onde esteve envolvido com artistas como Dua Lipa, Bebe Rexha e Adam Lambert.

“Estamos oferecendo uma oportunidade única para os compositores maximizarem o valor de seus direitos autorais e, ao mesmo tempo, manterem a propriedade de seu trabalho”, disse LeBoff em comunicado. “A equipe do beatBread fez um ótimo trabalho abrindo esse caminho no lado da gravação de som e estou muito animado para estendê-lo à edição.”

O fundador e CEO da beatBread, Peter Sinclair, comentou: “Estamos entusiasmados em continuar expandindo as opções disponíveis para artistas, escritores e seus parceiros em nossa plataforma. Acreditamos que os criativos deveriam ter mais acesso, mais opções, mais transparência e mais influência do que os titulares da indústria tradicionalmente oferecem. O empoderamento criativo é a nossa estrela norte e, com esta nova iniciativa, estamos um passo mais perto do nosso objetivo de criar uma indústria musical mais aberta e amiga do criador.

“Tivemos um sucesso significativo na criação de parcerias com artistas desde o nosso lançamento em 2020, e já está claro que existe uma procura real por parte dos compositores pela nossa oferta. “Spencer é um líder excepcional e estamos entusiasmados com o rumo que este negócio está tomando, com muito mais por vir.”

beatBread usa um algoritmo de inteligência artificial chamado ChordCashAI para analisar os dados sociais e de streaming de um artista para gerar uma oferta. Seu sistema automatizado significa que o adiantamento pode chegar à conta bancária do artista alguns dias após a inscrição.

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O artista então reembolsa o adiantamento como uma porcentagem de sua renda, durante um período de tempo que o artista pode escolher por si mesmo.

A plataforma atualmente oferece adiantamentos que variam de US$ 1.000 a mais de US$ 3 milhões e, no final do ano passado, a empresa pagou adiantamentos a cerca de 500 artistas e gravadoras de vários gêneros, seis continentes e uma ampla variedade de estágios de carreira por meio do cordCashAI.

*Fonte Music Business.

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Deezer/Ipsos: 97% das pessoas não distinguem música feita por IA de criação humana

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A Deezer divulgou um estudo global inédito, realizado pela Ipsos, que revela um dado alarmante: 97% das pessoas não conseguem diferenciar músicas totalmente geradas por Inteligência Artificial das produzidas por artistas humanos.

A pesquisa envolveu 9 mil participantes em oito países, incluindo o Brasil, e investigou percepções sobre IA, direitos autorais e o futuro da criação musical. Estudo aponta urgência por transparência e remuneração justa.

O levantamento indica amplo apoio a políticas de identificação clara de faixas geradas por IA, preocupação com o uso indevido de material protegido e receio quanto ao impacto econômico sobre músicos e compositores. Segundo a Deezer, cerca de 50 mil faixas criadas integralmente por IA são carregadas diariamente, representando 34% de todos os envios feitos à plataforma.

“Os resultados mostram que as pessoas se importam com a música e desejam saber se estão ouvindo IA ou humanos. Também há um consenso de que modelos de IA não devem ser treinados com obras protegidas sem autorização”, afirmou Alexis Lanternier, CEO da Deezer. A plataforma é atualmente a única a detectar e rotular faixas 100% geradas por IA.

Principais conclusões globais

  • 97% dos participantes erraram ao tentar identificar músicas de IA em teste cego.
  • 71% ficaram surpresos e 52% relataram desconforto por não diferenciar as faixas.
  • 80% defendem rotulagem clara para conteúdo gerado por IA.
  • 73% querem saber quando uma plataforma recomenda faixas feitas por IA.
  • 65% consideram inaceitável usar músicas protegidas para treinar IA.
  • 70% acreditam que a IA ameaça a remuneração de artistas.
  • Apesar das preocupações, 66% ouviriam músicas geradas por IA por curiosidade.

Brasil: curiosidade elevada e forte adesão à IA

O país se destacou como um dos mais receptivos à tecnologia:

  • 76% dos brasileiros demonstram curiosidade em relação à IA — o maior índice entre os oito países.
  • 42% utilizam ferramentas de IA semanalmente ou mais.
  • 62% acreditam que a IA pode ajudar a descobrir novas músicas.
  • 59% veem papel importante da tecnologia na criação musical nos próximos dez anos.

Por outro lado, 60% temem perda de criatividade na produção musical e 65% enxergam risco à remuneração de artistas.

Assim como no cenário global, 97% não identificaram a diferença entre faixas humanas e músicas de IA no teste proposto.

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Transparência e ética seguem como prioridades

Os brasileiros apoiam amplamente a identificação de músicas geradas por IA (77%), e 67% consideram antiético usar material protegido para criar músicas sintéticas. Além disso, 64% acreditam que o pagamento por faixas de IA deve ser menor do que o destinado a obras humanas.

A pesquisa reforça que, diante da explosão de conteúdo sintético no streaming, o futuro da música depende de transparência, responsabilidade e políticas que garantam justiça aos criadores.

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Guia prático: como regularizar o uso de música com o ECAD

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Entenda como funciona a arrecadação de direitos autorais e evite multas desnecessárias.

O ECAD (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição) é o órgão responsável pela cobrança e distribuição dos direitos autorais referentes à execução pública de música no Brasil. Isso inclui qualquer local ou evento onde músicas sejam tocadas — seja ao vivo, por rádio, TV, playlists digitais ou sistemas de som ambiente.

Se o seu negócio utiliza música como parte da experiência do público, é essencial regularizar a utilização com o ECAD para evitar cobranças retroativas e processos judiciais.

  1. Quem precisa pagar o ECAD

De acordo com a Lei nº 9.610/98 (Lei dos Direitos Autorais), é considerado “execução pública” qualquer uso de música fora do ambiente doméstico.

Isso inclui:

  • Bares, restaurantes e cafés com música ambiente ou ao vivo
  • Hotéis, academias, lojas e salões de beleza
  • Festas, casamentos e eventos corporativos
  • Rádios, TVs e transmissões pela internet
  • Plataformas digitais que exibam música

Mesmo que a música seja apenas de fundo, o uso é considerado público.

  1. Como é calculado o valor

O valor da licença é definido de acordo com o Regulamento de Arrecadação do ECAD, considerando:

  • Tipo de utilização (ao vivo ou mecânica ou transmissão)
  • Tamanho da área sonorizada
  • Frequência de uso (eventual ou contínuo)
  • Capacidade de público
  • Localização e tipo de atividade do estabelecimento
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O cálculo é feito pela equipe do ECAD com base em tabelas específicas, e o pagamento pode ser mensal ou por evento.

  1. Como regularizar

O processo é simples e pode ser feito online:

1️⃣ Acesse o site oficial: www4.ecad.org.br


2️⃣ No menu “Licencie sua música”, “Eu uso música” > “Simulador de cálculo”, selecione o tipo de uso (bar, evento, academia etc.)


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3️⃣ Preencha o cadastro com as informações do local e da música utilizada


4️⃣ Receba o boleto e mantenha o pagamento regular
(Obs: no site do Ecad é possível fazer uma simulação do valor a ser pago, mas para emitir o boleto é necessário procurar a nossa unidade mais próxima).

Ao se licenciar, o ECAD emite um certificado de autorização que comprova que o uso é legal.
(Obs: não emitimos nota fiscal. O boleto quitado é o comprovante de pagamento).

  1. O que acontece se não pagar

Quem utiliza música sem autorização viola a Lei dos Direitos Autorais.

O ECAD pode:

  • Enviar notificações e realizar visitas de fiscalização
  • Cobrar valores retroativos referentes ao período de uso irregular
  • Acionar judicialmente o estabelecimento

As decisões judiciais podem incluir indenizações e pagamento de custos retroativos, além de prejudicar a reputação do negócio.

  1. Para onde vai o dinheiro

O ECAD distribui 85% de tudo o que arrecada para os titulares de direitos autorais — compositores, intérpretes, músicos e produtores fonográficos.


Os 9% restantes ficam com o ECAD para administração e 6% são destinados às associações que representam os artistas.

Isso significa que pagar o ECAD é remunerar quem cria a música — o compositor, o músico e o intérprete que tornam o ambiente mais agradável para o público.

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Dica extra: mantenha o cadastro atualizado

Empresas que mudam de endereço, ampliam área sonorizada ou passam a fazer eventos com música ao vivo precisam atualizar os dados junto ao ECAD.

Isso evita divergências e novas cobranças.

Em resumo

O ECAD é parte essencial da cadeia produtiva da música no Brasil.


Regularizar o uso musical não é apenas uma obrigação legal, mas também um gesto de respeito à arte e aos artistas.


Ao manter o licenciamento em dia, seu negócio contribui para que a música continue a inspirar e movimentar o país.

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Music Business

ECAD: O que você precisa saber

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Entidade, atividades de arrecadação e multas no setor musical brasileiro.

O ECAD — Escritório Central de Arrecadação e Distribuição — é uma entidade privada, sem fins lucrativos, encarregada da arrecadação e distribuição dos direitos autorais de execução pública musical no Brasil.

Ele é administrado por sete associações de gestão coletiva: ABRAMUS, AMAR, ASSIM, SBACEM, SICAM, SOCINPRO e UBC. 


O ECAD opera com base nas leis 9.610/98 (Lei de Direitos Autorais) e 12.853/13, que regulamentam os direitos autorais no país.

O que o ECAD faz

As principais funções do ECAD são:

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  • Cobrar direitos autorais sempre que houver execução pública de músicas — em rádio, TV, eventos, shows, ambientes comerciais, plataformas digitais, etc.
  • Receber os valores pagos por esses usos, identificar as músicas executadas, apurar os titulares dos direitos e distribuir os valores às associações que representam esses titulares.
  • Manter em funcionamento o sistema de gestão coletiva: os titulares se filiam a uma das associações, cadastram suas obras musicais e fonogramas, e passam a ter direito de remuneração pelas execuções públicas.

Como funciona o sistema de arrecadação

a) Quem paga e quando

  • Qualquer utilização pública de música configura obrigação de pagamento, como bares, restaurantes, academias, shows, eventos, streaming e outros.
  • O valor é calculado com base em critérios que constam no Regulamento de Arrecadação, definido pelas associações que administram o ECAD. Fatores como o tipo de utilização (ao vivo ou mecânica), o ramo de atividade, a área sonorizada e a região socioeconômica podem influenciar o valor.
  • A cobrança pode ocorrer mediante boleto bancário e pode ser mensal (como para rádios, TVs, plataformas) ou eventual (como para shows ou eventos específicos).

b) Processo de identificação e distribuição

  • Os usuários de música fornecem informações como roteiro musical (setlist) ou relatórios de execução. Em alguns casos, o ECAD faz visitas em estabelecimentos para registrar execuções ao vivo ou com som ambiente.
  • Após identificação das músicas tocadas, o ECAD faz a distribuição dos valores arrecadados. Dos valores arrecadados, 85% são repassados para os titulares (compositores, intérpretes, músicos, produtores fonográficos). Outros 6% são para as associações e 9% ficam com o ECAD para sua administração.

Multas e sanções

  • A utilização pública de música sem pagamento ou licenciamento constitui violação da Lei 9.610/98. O ECAD alerta que, no caso de falta de pagamento, o infrator pode responder judicialmente por uso não autorizado de obras musicais e fonogramas.
  • No entanto, é importante destacar que o ECAD não pode multar diretamente o usuário no local; eventuais sanções costumam resultar em processo judicial.
  • Algumas empresas ou setores que não regularizam o licenciamento podem ser alvo de fiscalização e autuação. Por exemplo, bares ou lojas que toquem música ambiente sem pagar direitos autorais podem ter risco de cobrança retroativa.

Críticas e transparência

  • O ECAD já foi alvo de críticas quanto à transparência na arrecadação e distribuição, à forma de cobrança e aos critérios utilizados. Em comissão da Câmara dos Deputados houve questionamentos públicos.
  • Mas é importante dizer que todos os balanços e relatórios anuais são publicados anualmente no site da ECAD, dando transparência aos números, resultados e atuação. Além disso, a própria Lei 9.610/98 estabelece que o ECAD é o único órgão no Brasil habilitado a atuar na arrecadação e distribuição dos direitos autorais de execução pública de músicas. Já que não pode existir outro órgão com a mesma função, o Ecad é sim um monopólio, mas um monopólio previsto em lei.

Por que isso importa para músicos, produtores e empreendimentos

  • Para músicos, compositores e produtores: estar filiado a uma associação e manter suas obras cadastradas significa ter direito à remuneração sempre que essas obras forem executadas publicamente.
  • Para empreendimentos que utilizam música (bares, academias, eventos, shows, plataformas digitais): é necessário verificar se há licenciamento adequado junto ao ECAD. O não pagamento coloca o estabelecimento em situação de risco legal.
  • Para o mercado em geral: o sistema de arrecadação e distribuição garante que a música, como expressão artística e negócio cultural, seja remunerada e sustentável.

O ECAD opera como um elo central entre os criadores de música e os espaços que utilizam essas obras. Por meio da arrecadação e distribuição dos direitos autorais de execução pública, ele cumpre papel essencial na cadeia produtiva da música no Brasil. Entender seu funcionamento — quem paga, como se calcula, como se distribui e quais os riscos de não regularização — é fundamental para músicos, editoras, produtores e usuários de música.

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