Gestão
Por que a gestão da Yamaha é a mais competente do mundo?
Publicado
8 anos agoon
A Yamaha tem novo presidente no Brasil, mas será que a gestão da empresa vai mudar? Qual o segredo de sucesso por trás dela?
O mercado mundial de instrumentos musicais está passando por uma série de provações. Os negócios diminuíram muito e as empresas tradicionais não conseguem se manter ativas e operantes.
Nem preciso comentar sobre as marcas que já passaram por várias mãos, sobretudo de investidores, para se manterem abertas, vendendo seus instrumentos, influenciando o mercado.
E não estou falando de marcas pequenas, mas das marcas de renome, que influenciam e influenciaram a grande maioria dos bons músicos pelo mundo.
Na contramão dessa “dificuldade” está a Yamaha. Por que ela se mantém no mercado com solidez e fazendo a diferença diante dos demais grandes grupos do ramo?
Simples: gestão, e gestão focada nas pessoas!
Como é feito
Observe as grandes feiras, como NAMM e Musikmesse, em que a Yamaha participa fora do espaço dos outros expositores. Isso não significa “empoderamento”; significa que se a Yamaha participar do mesmo espaço dos outros fabricantes, não vai ter espaço para mais ninguém.
Então, sempre (eu disse sempre) a Yamaha expõe os seus lançamentos em espaços exclusivos, só dela.
Venho, em todas as matérias, comentando sobre a necessidade de nos profissionalizarmos, principalmente o varejo, principalmente as boas lojas do ramo.
Infelizmente, não vejo mudança de atitude e o resultado é este que estamos apreciando: lojas fechando, mercado recessivo, feiras canceladas, escolas de música com poucos alunos, enfim, o mercado sofrendo de forma violenta.
O que acontece com a Yamaha, que se distancia, cada vez mais, dos seus concorrentes e se mantém como o principal e mais rentável negócio que envolve instrumentos musicais do mundo?
Três são as respostas: primeira, a gestão; segunda, a gestão, também; terceira, mais uma vez, a gestão.
Foco nas pessoas
O instrumento musical, desde a fundação da companhia, é tratado com extremo cuidado, com o melhor que a tecnologia pode aplicar. Entretanto, no tocante à gestão, as pessoas são o principal foco da Yamaha.
Não vou me alongar em detalhes sobre o sistema de gerenciamento da empresa. Precisaríamos do espaço de várias edições da revista Música & Mercado. Mas vou comentar um, somente um e, claro, o mais importante: CSR. Você já ouviu falar em CSR? Não, não! Não é a CSR de Guarulhos-SP, que vende instrumentos musicais no formato OEM. Estou falando, mesmo, de CSR – Corporate Social Responsibility, ou Corporate Conscience, Corporate Citizenship, Responsible Business, que nada mais significa do que a companhia estabelecer políticas éticas (lembra dessa palavra, ética?) para melhorar o ambiente de trabalho, o meio ambiente, a comunidade onde a empresa atua, proporcionando inovação e segurança às pessoas que atuam no negócio.
Reparou?
Você nunca verá um executivo da Yamaha esnobando, andando de jatinho particular, com carros espetaculares, morando em palacetes e desfrutando uma vida ociosa e cheia de vícios.
Você sempre verá os executivos da empresa trabalhando em prol da companhia, das pessoas envolvidas com a empresa e, sobretudo, da comunidade onde ela atua.
Dessa forma, desde a sua criação, a Yamaha se transformou num verdadeiro “Estado”, onde toda a arrecadação de “impostos” é colocada à disposição dos colaboradores e da comunidade.
Esta é a grande diferença entre o “jeito de ser Yamaha” e o jeitinho que temos no Brasil, ou do jeitão que você observa nas grandes companhias de instrumentos musicais.
Vamos lá:
– Qual é o grupo do setor que consegue manter uma estrutura de ensino como a Yamaha Music School?
– Qual é a companhia que possui um departamento específico para “ajudar” empresas em dificuldade financeira ou, até mesmo, para aquisição do negócio?
– Qual é a empresa que consegue difundir novas tecnologias de forma tão impressionante que até os especialistas, como eu, se perguntam: como isso funciona?
– Qual é a marca que se mantém à frente do mercado por tantos e tantos anos?
– Qual é o negócio envolvendo instrumentos musicais que possui produtos com tamanha confiabilidade?
Qual? Vou parar por aqui!
Apaixonado
Se você disser, depois disso tudo, que estou apaixonado pela Yamaha, acertou. Acertou, principalmente, porque o objetivo da Yamaha é “sharing passion & performance” (compartilhar paixão e alto desempenho)!
Portanto, esta paixão não é exclusiva do Uhlik, não!
Esta paixão é de todas as pessoas envolvidas com a companhia: executivos, colaboradores, endorsers, prestadores de serviço, dealers, distribuidores, entusiastas, professores de música, músicos, amigos de negócio!
E quais são os principais objetivos da Yamaha?
1. Promoção e popularização da música para o desenvolvimento da comunidade.
2. Introdução dos valores musicais e éticos em todos os cantos do mundo.
3. Manutenção de técnicas sustentáveis e que não coloquem em risco a natureza e a biodiversidade.
4. Ética no trato dos negócios envolvendo a companhia e seus parceiros.
5. Proteção da dignidade humana, evitando agressões que transformem o homem em máquina ou em escravo.
6. Atenção aos colaboradores, permitindo diversidade, ampla capacidade criativa e proteção da dignidade humana.
Percebeu? Tratando bem os colaboradores, a comunidade e as pessoas envolvidas no negócio, você tem o melhor produto, com a mais alta tecnologia e, principalmente, tudo de forma ética e correta.
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Gestão
Estratégia Financeira no Setor de Instrumentos Musicais e Áudio Profissional
Publicado
2 meses agoon
16/10/2025
O último trimestre do ano não só traz um aumento natural nas vendas, impulsionado por eventos como Black Friday, Cyber Monday e Natal, como também a necessidade de estabelecer as bases para o planejamento estratégico para 2026.
No setor de instrumentos musicais e áudio profissional, onde a volatilidade do dólar, os custos logísticos e as tendências de consumo ditam o tom, avaliar com precisão os resultados financeiros e operacionais torna-se fundamental para mensurar a verdadeira lucratividade do negócio.
Essa análise não apenas valida o desempenho mensal, mas também identifica onde estamos dessincronizados e quais fatores estratégicos precisamos ajustar para garantir um crescimento sustentável.
Avaliação do Desempenho Financeiro
Um diagnóstico preciso exige ir além dos números brutos e analisar indicadores-chave adaptados ao setor:
- Receita e lucratividade: Comparar as vendas de categorias críticas (caixas de som profissionais, controladores de DJ, guitarras, equipamentos de gravação) com as margens em comparação com períodos anteriores.
- Estrutura de custos: Diferenciar custos fixos (aluguel de showroom, equipe de vendas, licenças de software) de custos variáveis (importações, frete, marketing sazonal), identificando oportunidades de otimização.
- Fluxo de caixa: Meça a liquidez necessária para financiar estoques que muitas vezes são pagos em dólar, mas vendidos a prazo ao cliente final.
- Dívida: Avalie o ônus financeiro e o nível de alavancagem diante das flutuações da taxa de câmbio.
Ações Positivas e Áreas de Melhoria
Após a análise dos números, a pontuação revela o que funcionou e o que precisa de ajustes:
- Ações bem-sucedidas: Campanhas digitais em mídias sociais, acordos com academias e distribuidoras de música e o boom do e-commerce de acessórios e peças de reposição.
- Fraquezas operacionais: Estoques mal calibrados, com escassez, distribuição lenta nas regiões ou serviço de pós-venda fraco.
- Tendências de Mercado: Crescimento da música urbana e demanda por equipamentos de home studio, além de consumidores mais sensíveis a preços devido à inflação e à queda do crédito ao consumidor.
Repensando Estratégias e um Plano de Ação
Com a pontuação claramente definida, o plano deve estabelecer diretrizes específicas:
- Otimização de Custos: Negociar com fornecedores internacionais, consolidar importações e automatizar processos de estoque.
- Expansão de Mercado: Abra novos canais em regiões, exporte para países vizinhos ou explore nichos como equipamentos para igrejas e eventos corporativos.
- Fortalecimento Digital: Amplie o e-commerce com integração ERP-marketplace e aprimore campanhas segmentadas por tipo de músico.
- Treinamento de Equipe: Treine a equipe de vendas em produtos de alta qualidade, fidelização de clientes e serviços de vendas cruzadas (por exemplo, aluguel + vendas).
Implementação e Monitoramento
Toda orquestra precisa de um maestro e uma pontuação clara:
- KPIs definidos: Margem bruta por categoria, giro de estoque, vendas online vs. físicas e índice de endividamento.
- Revisão periódica: Reuniões trimestrais para avaliar o progresso e reajustar a estratégia de preços e estoque.
- Feedback contínuo: Envolva toda a equipe, do depósito ao marketing digital, na busca por eficiência e inovação.
Uma revisão financeira de 2025 é uma oportunidade para ajustar os negócios antes de entrar em uma nova temporada. Com análises rigorosas, replicando o que gerou impacto positivo e corrigindo o desempenho desafinado, a indústria de instrumentos musicais e áudio profissional pode se projetar com maior força, transformando a volatilidade em harmonia financeira a longo prazo.
*Autor: Camilo Ramírez
Mestre em Administração de Empresas (MBA) pela Universidad del Desarrollo, Mestre em Gestão Financeira pela Universidad Adolfo Ibáñez, Diploma em Gestão Financeira pela Universidad Adolfo Ibáñez, Diploma em Finanças Corporativas pela IEDE Business School Chile e Bacharel em Administração de Empresas e Administração Universitária pela Universidad de las Américas.
Sócio Sênior da Price Capital Spa.
E-mail: corporativo@pricecapital.cl
Visite: www.pricecapital.cl
Gestão
C. F. Martin & Co. nomeia Scott Gervais como Diretor de Operações
Publicado
3 meses agoon
01/09/2025
A histórica fabricante de violões cria um cargo de COO para impulsionar a excelência operacional e sua próxima fase de crescimento.
A C. F. Martin & Co., Inc. anunciou a nomeação de Scott Gervais como Diretor de Operações (COO). Com mais de duas décadas de liderança executiva em operações, manufatura, compras e gestão da cadeia de suprimentos, Gervais ocupou cargos de liderança na Polaris Marine e na Conn-Selmer, Inc., onde liderou e expandiu operações globais com melhorias mensuráveis em segurança, qualidade, eficiência e satisfação do cliente.
Violonista acústico de longa data, Gervais enfatizou a conexão pessoal com sua nova função: “É uma verdadeira honra ingressar na C. F. Martin & Co., uma empresa que admiro desde que peguei em um violão pela primeira vez. A Martin sempre representou o auge da arte acústica para mim, e agora contribuir para seu legado é ao mesmo tempo gratificante e inspirador. Esta posição alinha minha carreira em operações com meu amor pela música.”
Da empresa, o Presidente do Conselho, Chris Martin IV, comemorou a chegada: “Estou muito feliz que Scott esteja se juntando à minha empresa familiar. Sua experiência e entusiasmo serão um trunfo para nossas equipes de fabricação e compras.”
Por sua vez, o Presidente e CEO Thomas Ripsam enfatizou que o COO é uma posição recém-criada com foco na excelência operacional: “É um componente crítico para possibilitar a próxima onda de crescimento e lidar com a crescente complexidade e custos do negócio. Estou confiante de que o talento e a experiência de Scott nos ajudarão a enfrentar com sucesso essas oportunidades e desafios.”
Gervais é bacharel em administração de empresas pela Universidade Purdue e possui certificações profissionais como Lean Six Sigma Black Belt e Certified Supply Chain Professional. Com sua chegada, Martin busca fortalecer processos, eficiência e capacidade de resposta em um contexto de expansão e aumento da demanda global por seus instrumentos acústicos.
A experiência de compra mudou. Hoje, os consumidores não separam mais o digital do físico: esperam o melhor dos dois mundos.
Nesse contexto, o conceito “figital” — a integração entre os ambientes físico e digital — torna-se uma estratégia essencial para lojas de instrumentos musicais que desejam se manter competitivas.
Do balcão ao smartphone
Para muitas lojas, o primeiro passo rumo ao figital é construir um ambiente digital que complemente a experiência presencial. Ter um site atualizado, com catálogo, preços, disponibilidade e informações técnicas, é fundamental. Mas não basta estar online: é preciso garantir uma navegação rápida, compatibilidade com dispositivos móveis e canais de contato acessíveis.
Presença que conecta
As redes sociais permitem apresentar produtos, processos de luteria, unboxings, reviews e conteúdos educativos. Não se trata apenas de vender, mas de construir comunidade. Mostrar como soa um pedal, como ajustar uma guitarra ou montar uma bateria ao vivo gera proximidade e confiança.
O físico continua essencial
No universo figital, a loja física não desaparece — ela ganha protagonismo. Muitos clientes pesquisam online, mas querem experimentar o instrumento antes de comprar. Oferecer atendimentos personalizados, testes com especialistas ou experiências imersivas na loja pode ser um grande diferencial.
Click & collect: o melhor dos dois mundos
Uma das práticas mais eficazes do figital é permitir que o cliente compre online e retire na loja. Essa opção acelera a venda, elimina custos de frete e atrai novos consumidores ao espaço físico. Além disso, abre espaço para vendas adicionais no momento da retirada.
Tecnologia a favor da música
Implementar recursos como catálogos interativos em tablets, sistemas de estoque integrados entre a loja e o e-commerce, ou até QR codes nos instrumentos com acesso às fichas técnicas, são soluções simples que melhoram a experiência de compra.
Capacitação da equipe
A transformação não é apenas tecnológica. A equipe de vendas também precisa estar preparada para atuar em um ambiente híbrido. Saber responder dúvidas via WhatsApp, oferecer suporte nas redes sociais ou produzir conteúdos simples são habilidades cada vez mais valiosas.
Investir com inteligência
Adotar o figital não exige grandes investimentos iniciais. É possível começar com ações simples e eficazes: otimizar o perfil no Google, responder mensagens em redes sociais, integrar um sistema de vendas com controle de estoque ou criar vídeos curtos destacando os produtos da loja.
Adotar uma estratégia figital não é uma tendência passageira, mas uma resposta direta ao comportamento do consumidor atual. Para as lojas de instrumentos musicais, trata-se de transformar o ponto de venda em um ponto de encontro — onde o físico e o digital se complementam para criar experiências memoráveis.
Áudio
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