Audio Profissional
Review: Monitores Edifier S880DB
Presente no mercado de áudio brasileiro e internacional há cerca de 20 anos, a Edifier sempre focou no item custo-benefício, e agora nos oferece sua linha S, da qual destacamos neste review o modelo S880DB.
São monitores com conversor analógico-digital XMOS, capaz de substituir uma interface de áudio com taxa de amostragem de até 192kHz, e nada menos do que 5 entradas de sinal, incluindo coaxial, ótica e Bluetooth, controle remoto e um visual atraente, aliado a detalhes técnicos eficientes.
O que são monitores de áudio
As conhecidas “caixinhas de som”, compostas por alto-falante – uma membrana acionada por uma bobina, interagindo com um campo magnético – e também elementos cerâmicos – ou de fita, que se modificam ao receber uma tensão elétrica, são periféricos muito usados na computer music, e vinham se proliferando sem qualidade, até que a Edifier resolveu investir em uma ampla quantidade de modelos, sem deixar de lado a qualidade.
Existem monitores de 2 vias (agudos e médio-graves) e os de 3 vias (agudos, médios e graves). Isto dentro de um recipiente, para evitar que a pressão sonora que sai por trás dos alto-falantes, cancele a pressão feita pela frente do cone. O alto-falante foi inventado pela dupla Rice & Kellog há um século, e vem sendo pouco modificado, razão pela qual o visual das tais caixas de som tenha se padronizado na mente dos usuários.
Mais recentemente os monitores de áudio passaram a incorporar seus próprios amplificadores. Isto resolveu um problema sério, que era o de usar amplificador com menor ou maior potência do que os monitores suportam, ocasionando até a perda total de alto-falantes por mau uso. Hoje predominam os monitores “ativos”, com amplificação embutida, em detrimento dos “passivos”, sem amplificação própria.
Em outra classificação, os monitores podem ser nearfield (de uso próximo do ouvinte), com alto-falantes pequenos, menores do que 4 polegadas de diâmetro. Monitores nearfield propriamente ditos são os que têm alto-falantes entre 4 e 8 polegadas, reproduzindo frequências graves a partir de 35 Hz, e em alguns casos a partir de 50 Hz. Este é o caso dos monitores S880DB da Edifier, nearfield e ativos.
Os simpáticos S880DB
O modelo usa um alto-falante de médio-graves com diafragma de metal de 3,75 polegadas. Um quadro de alumínio permite maior potência e vibração mínima, levando dinâmica nítida para o S880DB. Os agudos ficam a cargo de um driver/tweeter de 19 mm, construído em laminado de titânio polido. Este driver tem uma tela de proteção interna, mas o mesmo não ocorre com o falante de médios-graves, o que é dispensável para quem é minimamente cuidadoso.
Há vantagens práticas e desvantagens de qualidade com monitores ativos. Basta ligá-los à corrente elétrica – hoje quase todos são bivolt (110/220 Volts) – e conectá-los à saída ou do computador com placa de áudio interna, ou à interface, que é uma placa de áudio externa. Dentro do monitor ativo o dispositivo que separa os sons graves dos médios e agudos já está configurado, bem como a potência dirigida a cada alto-falante, seja um tweeter ou sub-grave. Você não tem placa de áudio? A S880DB tem conversor D/A.
O modelo, além de seu circuito de amplificação, vem com um sistema que opera a uma taxa de amostragem de 192kHz, quando se usam as entradas USB 2, coaxial ou ótica. Isso mesmo, o circuito que vem no monitor esquerdo, o ativo, funciona com um processador capaz de entregar sample rate da mesma qualidade de algumas interfaces de áudio profissionais, além da sua compatibilidade com Bluetooth 4.1, e oferece ainda duas entradas analógicas RCA.
O conversor de ligação USB das S880DB é um XMOS multi-core, assíncrono, capaz de responder a PCM até 384kHz/32 bits e DSD 2.8/5.6 MHz. Ele é o responsável pelo sistema da Edifier atender aos requisitos de Audio Hi-Res 2, com os primeiros alto-falantes certificados Hi-Res da Edifier. São alto-falantes compactos, mas capazes de alcançar algo em torno de 55/45 Hz devido à sua potência. O “880″ do modelo indica 88 watts RMS, 44 x 2 watts (grave-médio = 32w + agudos = 12w).
Aqui entra a polêmica entre as especificações técnicas de potência e frequência, que o leigo tem dificuldade em entender, e que os maus vendedores usam para enganá-lo. A primeira – PMPO – é a potência mais eficaz, pelo momento mais feliz de um sinal elétrico em um período de tempo. Claro que o melhor resultado em um momento do período de tempo não representa o valor calculado durante um período inteiro. A medida usada pela Edifier é honesta como sua filosofia comercial.
O valor real é expresso em watts RMS, cuja sigla se traduz por Room Mean Square, que representa a medição pela raiz quadrada da média dos quadrados de todas as ondas, de todas as frequências. Mas muitas vezes fabricantes alardeiam o valor chamado de “pico”, ou PMPO (Peak Maximum Power Out), que pode chegar ao dobro da medição RMS. Logo, um monitor com potência de 100 watts PMPO só tem na verdade cerca de 50 watts RMS, a grosso modo.
Não existe no mercado brasileiro nenhum sistema de monitores concorrente nesse patamar que disponha de tantas formas de entrada de sinal de áudio. Isso torna as S880DB extremamente atraentes para home studios de iniciantes que queiram ainda fazer uso de gadgets Bluetooth, seja em frente aos monitores, seja andando pelo ambiente, graças a um controle sem fio poderoso, com múltiplas utilidades, inclusive 4 opções de equalização: Classic (padrão), Vocal, Dynamic e Monitor.
O teste
Testei usando um iMac rodando OS X 10.13.6, com diversos aplicativos e DAWs: Logic Pro X 10.4, Studio One Pro 3.5 e 4, Ableton Live 10 e Fruit Loops 20, além das plataformas iTunes, Spotify e SoundCloud, dedicadas a áudio. Via Bluetooth, as S880DB responderam bem a iPhones e iPads (aceita Android também), se mantiveram estáveis em todas as conexões de entrada, inclusive entrando em modo de repouso junto com o iMac, e relembrando suas configurações ao voltarem a ser acionadas (no OS X).
Não existe nenhum sistema de áudio (ou vídeo) em que o uso de sistemas operacionais rodando Windows ofereça vantagens sobre o OS X. Com as S880DB o OS X suporta áudio a 192kHz sozinho, mas se você pretende usar Windows, do 7 ao 10, vai precisar baixar um driver (http:www.edifier.com/cn/zh/speakers/s880db), ou se contentar com a taxa de amostragem a 96kHz. Neste link, clique na foto das S880DB, e na página que se abrirá vá até embaixo e clique em “Download the Windows Drivers”. Windows rules.
No monitor ativo das S880DB há um led discreto indicando o modo de entrada, que pode ser alterado pelo controle remoto. O sistema 2.0 deve ter suas duas caixas posicionadas em triângulo com 30 graus à direita e esquerda do ouvinte. Este e as duas caixas ficam cada um em um vértice do triângulo. Devem ainda ficar à altura dos ouvidos, no máximo um pouco acima. Considerando que uma pessoa sentada fica com os ouvidos entre 1,20m e 1,30m, os monitores devem ficar entre 1,20m e 1,50m de altura.
Destaque para os 4 modos de equalização pré-programados. No teste reparei que o melhor ajuste é no modo Dynamic, que melhor atende ao ouvido exigente de quem lida com áudio pro: selecione este modo e aumente o controle de graves até o nível 11, e o de agudos até o nível 8, nos knobs traseiro do monitor ativo, para alcançar até menos do que 50 Hz. O modo Vocal é flat, e indicado para ouvir locuções não musicais, o padrão é o Classic, que, como o Monitor, não altera de modo explícito a equalização.
Não espere um potente equalizador no sistema, mas combinando os ajustes de agudos e graves na traseira do monitor ativo, os 4 modos de pré-equalização e os seus ouvidos (e não plug-ins “milagrosos”, conseguirá, com a ajuda do conversor A/D embutido, várias opções de equalização sem precisar de periféricos adicionais. Aliás, apenas o valor do conversor XMOS a bordo das S880DB, já equilibra a menor o seu preço de topo de linha da Edifier, para dizer o mínimo.
Outro ponto positivo do sistema é a sua não interferência em outros equipamentos Bluetooth. Foram usados os teclado e mouse Bluetooh do iMac, sem nenhuma interrupção. Destaque-se que um dispositivo de um sintetizador de guitarra em hardware de outra marca costumava interferir com o funcionamento do mouse, muitas vezes desligando a conexão Bluetooth do OS X, e com as S880DB funcionando via Bluetooth por longos períodos isto não ocorreu nenhuma vez.
O Bluetooh só é ativado quando selecionado, ou pelo controle remoto, ou pelo knob de volume atrás do monitor esquerdo ativo, que além de controlar o volume no giro, controla as entradas sendo pressionado. Depois de emparelhado com o dispositivo que quiser usar, certificando-se de que ele suporta os perfis Bluetooth A2DP e AVRCP. Caso seja necessário, o código PIN para a ligação é “0000”. O controle remoto permite alternar entra faixas e alterar o volume também.
Em especial no uso em home studios, vamos precisar de monitores em uma faixa que vai de 20 a 20 mil Hertz, ou usando as abreviações, de 20 Hz a 20 kHz. Mas mesmo com os monitores de sub-graves mais acessíveis nos dias de hoje, é muito difícil reproduzir os sons entre 20 e 30 Hz sem abrir mão de duas condições: o tamanho do monitor, e/ou a potência necessária para reproduzi-los. As S880DB se aproximaram bastante das frequências mais graves, e entregaram todas as médias e altas.
Os sons dos instrumentos musicais na sua região média e aguda não encontram muitas dificuldades para serem ouvidos por monitores que vão de 70 Hz para cima. Já o bumbo da bateria produz frequências de 65 Hz, e a nota mais grave do contrabaixo – o “mizão”, produz 41 Hz. Então, monitores mais acessíveis, que costumam ser capazes de reproduzir a partir de uma faixa entre 70 e 100 Hz não servirão para monitorar instrumentos mais graves. Os S880DB deram conta do baixo e vários bumbos.
Para equipar o seu homestudio, você vai precisar de monitores de áudio que reproduzam sons a partir de 35/55 Hertz (Hz) e com uma potência em watts RMS que dependerá do tamanho e outros parâmetros da sala onde serão instalados. Se levarmos em consideração a mobilidade de entradas, controle remoto, peso (menos de 8 kg o par), e a capacidade de atingir os graves entre 55/45 Hz, o sistema é com certeza a porta de entrada na qualidade de áudio via taxa de amostragem.
Se seu equipamento vai ser usado em um quarto pequeno, entre 2 x 3 e 3 x 4 metros, monitores com 50 watts RMS (o par) de potência serão suficientes. 88 watts (o par) RMS das S880DB serão mais do que suficientes. Entra também neste cálculo a quantidade de móveis estofados, cortinas etc, que vão absorver o som. Um tratamento com placas acústicas, difusores e outros materiais podem otimizar a sonorização, mas você estará muito bem servido de monitores com a melhor relação custo-benefício do Brasil.
Resumo da ópera
Sempre tive bons resultados com vários modelos da Edifier, e na minha função de professor de computer music sempre os recomendei como primeiros monitores para os alunos que começavam a montar seu setup. Quando me vi morando por quase 2 anos em uma pousada onde tinha um saudoso “nano estúdio”, usava 2 pares de monitores Edifier bem menos potentes, mas como ótimos resultados como referência. E no meu primeiro home studio em Sampa, já usava um par de R1000. O salto qualitativo para a linha S me surpreendeu positivamente, por vários motivos:
-Processador A/D como alternativa ao uso de interface de áudio
-5 entradas de sinal: 2 analógicas RCA / coaxial / ótica / Bluetooth
-Controle remoto alternativo/inclusivo aos ajustes no painel traseiro
-Novo padrão de alto-falante & tweeter de melhor qualidade
-Cabo de conexão entre os monitores de fácil plugagem
-Compatibilidade com sistemas operacionais eficientes
Ficha técnica
Potência: 88W RMS
-R / L (agudos): 12W + 12W
-R / L (graves profundos) 32W + 32W
Resposta de frequência: 55Hz-20KHz
Sinal NOISE RATIO:
-R / L ≥85dB (A)
-Resposta de Frequência Delta≤1dB
-Noise ≤ 25dB (A)
Sensibilidade de entrada:
-PC: 800 ± 500mV
-AUX: 600 ± 50mV
-USB / Óptico / Coaxial: 400 ± 50m FFS
-Bluetooth: 600 ± 50m FFS
Tipo de entrada: USB, Bluetooth, Optical, Coaxial, PC e AUX (3.5mm)
Dimensões
Medidas do produto unitário: C 13 x L 16,6 x A 22,5 cm
Peso aproximado do produto sem embalagem (par): 7,76Kg
Peso aproximado do produto unitário: 3,88Kg
Ítens inclusos na embalagem
1-Monitor Passivo
1-Monitor Ativo
1-Cabo RCA / P2
1-Cabo RCA / RCA
1-Cabo de fibra ótica de áudio
1-Cabo de conexão entre as caixas
1-Controle remoto
1-Manual
Audio Profissional
Brasil: Allen & Heath amplia presença no Carnaval de Salvador com Avantis e dLive
Evento reuniu mais de 3 milhões de pessoas e exigiu soluções de mixagem para operação contínua em múltiplos palcos.
O Carnaval de Salvador 2026 reuniu mais de 3 milhões de pessoas ao longo de seis dias em Salvador da Bahia, mantendo sua posição como um dos maiores eventos de música ao vivo do mundo.
Durante o evento, a Allen & Heath esteve presente com consoles Avantis e dLive, utilizadas em trios elétricos e camarotes, ambientes que exigem operação rápida e estável.
Entre os artistas da programação estiveram Bell Marques, Claudia Leitte, Leo Santana, Carlinhos Brown e Tomate.


Operação técnica em larga escala
As condições do carnaval —com palcos móveis e jornadas prolongadas— exigem consoles com flexibilidade, estabilidade e rapidez de operação.
Recursos como DEEP Processing, Dyn8 e RackUltra FX foram utilizados para processamento dinâmico e efeitos diretamente nas consoles.



Suporte e treinamento no local
A operação contou com o suporte da equipe da Allen & Heath na América Latina, em conjunto com o distribuidor Audio Systems Brazil, que realizou treinamentos e suporte técnico durante o evento.
A presença reforça o posicionamento da marca em produções ao vivo de grande porte na América Latina.



Audio Profissional
Brasil: Pro On e Bose Professional reforçam posicionamento com evento técnico
O Bose Experience Day reuniu integradores e especialistas em um momento de transformação para o áudio profissional no Brasil.
A aliança entre o Grupo Pro On e a Bose Professional deu mais um passo adiante no Brasil com o Bose Experience Day, um evento técnico focado em treinamento, demonstrações práticas e desenvolvimento do mercado de integração AV.
O evento reuniu integradores, engenheiros, consultores e empresas de locação em um contexto que, segundo o setor, demanda cada vez mais conhecimento técnico aplicado e soluções integradas. Profissionais de áreas como corporativa, hotelaria, educação, entretenimento e locais de culto participaram, refletindo a ampla gama de aplicações que atualmente impulsionam a demanda por sistemas de áudio profissional.
Mais do que uma apresentação de produtos, o evento foi concebido como um espaço para experiência direta. Durante o dia, os participantes puderam interagir com as soluções mais recentes da marca, como as plataformas Luna, Veritas e Forum, em cenários reais voltados para instalações fixas. O foco foi entender como essas tecnologias se comportam em termos de desempenho acústico, integração de rede e escalabilidade.
“Nosso objetivo é criar um ambiente onde os profissionais possam ouvir, testar e entender como o sistema se comporta em um projeto real. Isso é fundamental no áudio profissional”, explica Bruno Dantas, do Grupo Pro On.
O compromisso com eventos presenciais reflete uma característica estrutural do setor. Diferentemente de outros segmentos tecnológicos, a tomada de decisão em áudio ainda depende muito da experiência direta de audição. Para Dantas, esses encontros também desempenham um papel estratégico na construção do mercado: “Além do aspecto técnico, esses eventos fortalecem o relacionamento entre fabricantes, distribuidores e integradores, e geram oportunidades de negócios concretas”.



Desenvolvimento de marca e mercado
A Pro On é distribuidora da Bose Professional no Brasil há mais de dois anos, com uma estratégia que combina distribuição, suporte técnico e treinamento. O objetivo da empresa é posicionar a marca não apenas como fabricante, mas também como fornecedora de soluções completas para projetos de integração.
“O trabalho vai muito além das vendas. Investimos em treinamento, suporte a projetos e demonstrações para que os integradores possam aproveitar ao máximo as soluções”, afirma Dantas.
Essa abordagem é especialmente relevante em um mercado que passa por um processo de profissionalização. Nos últimos anos, integradores e consultores têm aumentado a demanda por sistemas mais robustos, com maior capacidade de integração com redes de dados e ferramentas de gerenciamento remoto.



Instalações fixas impulsionam o crescimento
Nesse cenário, os projetos de instalações fixas estão ganhando destaque em comparação com o segmento de eventos ao vivo. Ambientes corporativos, hotelaria, educação e locais de culto representam grande parte da demanda atual, impulsionada pela necessidade de sistemas confiáveis, escaláveis e fáceis de operar.
“O crescimento mais consistente hoje é na integração. São projetos que exigem planejamento, design e soluções completas, não apenas equipamentos”, diz Dantas.
Mesmo assim, o mercado de eventos permanece relevante, principalmente no segmento de locação, embora com uma dinâmica diferente em termos de investimento e atualizações tecnológicas.



Custos, adaptação e demanda sustentada
O contexto econômico também influenciou o comportamento do mercado. Fatores como o aumento dos custos de importação, as flutuações cambiais e os ajustes logísticos impactaram a estrutura de preços.
No entanto, o setor demonstrou adaptabilidade. “Hoje, vemos empresas planejando seus projetos com mais eficácia e buscando eficiência técnica. Apesar dos desafios, a demanda por qualidade permanece forte”, explica Dantas.



Próximos passos e tendências
Para 2026, a Pro On planeja expandir sua presença com mais treinamentos, demonstrações e eventos técnicos, além de fortalecer sua rede de integradores no país.
Essa iniciativa está alinhada com tendências claras no mercado global: o avanço do áudio em rede, a integração com sistemas de TI e a crescente demanda por soluções que permitam controle remoto e gerenciamento centralizado.
“Há uma demanda crescente por sistemas que combinem qualidade de som com facilidade de operação e integração tecnológica. Esse é o caminho que o mercado está seguindo”, conclui Dantas.
Audio Profissional
Pleneo e Sennheiser anunciam kits inteligentes para salas de reunião
Soluções combinam áudio, vídeo e gestão centralizada para simplificar a implementação de ambientes corporativos de colaboração médios e grandes.
As empresas Pleneo e Sennheiser anunciaram dois novos kits para salas de reunião projetados para simplificar a instalação e permitir a padronização de ambientes corporativos de colaboração.
As soluções Pleneo Medium Room Kit e Pleneo Large Room Kit são voltadas para salas de até 50 m² e 90 m², respectivamente, e buscam resolver um desafio comum em reuniões híbridas: garantir captura de áudio clara e consistente para ferramentas baseadas em inteligência artificial.
Áudio pensado para reuniões inteligentes
Os kits incorporam os microfones de teto TeamConnect Ceiling Medium (TCC M) da Sennheiser, que utilizam tecnologia de beamforming automático para captar vozes em diferentes áreas da sala.
Esse tipo de captura de áudio é fundamental para aplicações como:
- reconhecimento de oradores
- transcrição automática
- análise de reuniões
- identificação de voz em plataformas colaborativas
Em salas maiores, essas funções dependem de um áudio estável e inteligível.

Implementação mais simples para equipes de TI
A arquitetura do sistema é baseada no Pleneo RoomHub, que conecta todos os dispositivos da sala e os gerencia através do Pleneo Room OS.
A plataforma permite:
- implantação automatizada das salas
- redução de ajustes manuais de áudio e vídeo
- padronização em múltiplos ambientes corporativos
A gestão centralizada é feita através do Pleneo Cloud, permitindo monitoramento e manutenção remota pelos departamentos de TI.
Vídeo com recursos de inteligência artificial
O sistema também inclui câmeras Pleneo RoomVision, que oferecem:
- acompanhamento automático do apresentador
- enquadramento inteligente dos participantes
Essas funções ajudam a tornar as reuniões híbridas mais naturais e organizadas.
Foco em escalabilidade corporativa
Segundo as empresas, os novos kits foram desenvolvidos para permitir que organizações implantem salas de reunião de grande porte de forma mais rápida, previsível e escalável, preparando os ambientes para fluxos de trabalho cada vez mais baseados em inteligência artificial.
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