Microfones
Lectrosonics lança novos transmissores
A Lectrosonics introduz os transmissores de banda larga SMWB e SMDWB na banda de frequência de 941 MHz, agregando mais opções à sua linha de equipamentos sem fio.
A Lectrosonics apresentou dois novos transmissores sendo a última geração de sua linha de produtos SM Digital Hybrid Wireless SM: o SMWB/E07-941 (uma bateria AA) e o SMDWB/E07-941 (duas baterias AA), que cobrem a faixa de frequência de 941,525 a 959,825 MHz. Eles têm as mesmas dimensões e recursos das unidades UHF SMWB e SMDWB anteriores, incluindo a capacidade de atuar como um transmissor ou um gravador para levar no corpo, conhecido como ”bodypack”.
Eles apresentam um conector TA5 padrão com entrada de microfone de polarização servo, como usado em todas as unidades da série SM existentes e todas as unidades bodypack TA5 atuais, como LT e LMb. Qualquer microfone de lapela com fio para esses outros transmissores Lectrosonics também funcionará nesses modelos mais recentes. Os acessórios para as séries SMWB/SMDWB existentes, incluindo bolsas, clipes de cintura e eliminadores de bateria, são totalmente compatíveis com os modelos mais novos.
As novas unidades podem ser configuradas como transmissor ou gravador, com arquivos armazenados na memória de um cartão Micro SD. Os arquivos de áudio são gravados no formato Broadcast Wave (.WAV) padrão da indústria, com uma taxa de amostragem de 44,1 kHz. O cartão de memória Micro SD também pode ser usado para atualizar o firmware durante o uso.
Audio Profissional
Maroon 5 migra para monitoramento digital com Spectera
Uso do sistema Spectera em turnê sinaliza mudança do áudio sem fio analógico para fluxos totalmente digitais em estádios.
A turnê de 2025 do Maroon 5 marcou uma mudança tecnológica importante no monitoramento ao vivo. O engenheiro de monitores Dave Rupsch implementou o sistema Spectera, da Sennheiser, uma solução sem fio digital de banda larga voltada a substituir sistemas in-ear analógicos tradicionais.
A decisão foi motivada pela crescente saturação do espectro UHF e pela busca por um fluxo de áudio totalmente digital, do console até os artistas no palco.


Do analógico ao digital no monitoramento pessoal
Durante a turnê, o sistema demonstrou vantagens ao eliminar artefatos comuns da transmissão analógica, como ruídos e interferências, oferecendo maior clareza nas mixagens de retorno.
O que começou como um teste limitado acabou sendo adotado por toda a banda após os primeiros minutos de uso, com destaque para a melhora na definição sonora e na imagem estéreo percebida pelos músicos.
Mudanças no fluxo técnico de produção
Além do ganho de áudio, o sistema trouxe alterações práticas no setup. A utilização de cabos Cat5 para antenas substituiu o tradicional cabeamento BNC, simplificando montagem e logística em produções itinerantes.
A configuração incluiu múltiplas antenas distribuídas entre palco, áreas laterais e backstage, garantindo conexão estável mesmo com grande movimentação dos artistas.
Esse modelo multiponto ajuda a manter cobertura contínua em ambientes complexos como estádios, reduzindo riscos de falha de sinal.

Tendência em grandes turnês
O caso reforça uma tendência crescente no mercado de áudio ao vivo: a adoção de ecossistemas digitais integrados para monitoramento e transmissão sem fio.
Após a experiência com Maroon 5, o engenheiro responsável confirmou o uso da mesma tecnologia em futuras turnês de grande porte previstas para 2026.
A transmissão digital de banda larga começa a se consolidar como alternativa para produções que buscam maior estabilidade de RF, clareza sonora e eficiência operacional em shows de grande escala.
(Imagem principal de Ricky Garcia)
Foto 1: O engenheiro de monitor Dave Rupsch supervisionando a mixagem atrás do console durante a apresentação do Maroon 5 no Tokyo Dome em 2025. (Foto de Trelawny Rose).
Foto 2: O vocalista Adam Levine no palco com seu sistema de monitoramento corporal e fones de ouvido intra-auriculares Spectera durante a turnê Love Is Like do Maroon 5. (Foto de Ricky Garcia).
Foto 3: Os membros do Maroon 5, PJ Morton, James Valentine, Jesse Carmichael, Jacob Scesney e Sam Farrar, juntamente com músicos da turnê (da esquerda para a direita), recebem seus sistemas de monitoramento corporal e fones de ouvido intra-auriculares Spectera do gerente de turnê Shawn Tellez (terceiro da esquerda) – Foto de Travis Schneider.
Audio Profissional
Neumann revive uma lenda com o retorno do microfone valvulado M 50 V
A Neumann anunciou o relançamento do M 50 V, uma reedição fiel de um dos microfones mais icônicos da história da gravação.
Apresentado originalmente em 1951, o M 50 tornou-se uma referência para captação de orquestras e foi fundamental no desenvolvimento da técnica Decca Tree, ainda hoje padrão em gravações de música clássica e trilhas sonoras.
O novo M 50 V mantém o conceito acústico original, incluindo a cápsula omnidirecional de pequeno diafragma montada em uma esfera de 40 mm. Como atualização, a Neumann adotou um diafragma de titânio, que melhora a estabilidade e a durabilidade sem alterar o caráter sonoro que consagrou o modelo.

O microfone combina o circuito original com uma válvula subminiatura de ruído extremamente baixo e um conector selado contra interferências de RF, adequado às exigências dos ambientes modernos de gravação. A fonte de alimentação NM V incluída se ajusta automaticamente à tensão da rede elétrica e é compatível tanto com o novo M 50 V quanto com unidades históricas do M 50.
Segundo a Neumann, cada unidade é fabricada à mão na Alemanha, sob encomenda, com produção limitada e controle individual de qualidade. O modelo é voltado principalmente para gravações orquestrais, música para cinema e produções em estéreo, surround e formatos imersivos, preservando a mesma resposta de graves, imagem espacial e comportamento transitório que tornaram o M 50 um padrão da indústria.
Além do uso histórico na música clássica, o M 50 também foi amplamente utilizado como microfone de ambiência em gravações de pop e jazz, especialmente para baterias, metais e conjuntos, graças à sua resposta omnidirecional e à sua característica presença nas altas frequências.
Microfones
NAMM 2026: Schoeps apresentará soluções para estúdio, ao vivo e aplicações imersivas
Marca exibirá as linhas Colette e CMIT e demonstrará sistemas de gravação espacial em Anaheim.
A Schoeps Microphones confirmou sua participação no NAMM Show 2026, que acontece de 22 a 24 de janeiro no Anaheim Convention Center. A empresa estará no ACC North 1, estande #14819, onde apresentará seu portfólio completo de microfones das séries Colette e CMIT para uso em estúdio e ao vivo, além de demonstrar aplicações práticas de seus sistemas de gravação imersiva.
Com quase oito décadas de história, os microfones Schoeps são presença constante em produções de estúdio e em gravações ao vivo, reconhecidos pela transparência, profundidade sonora e musicalidade. Durante o NAMM 2026, a equipe da marca vai mostrar soluções para diferentes cenários de uso, incluindo gravação musical, instalações fixas e arrays imersivos desenvolvidos sob medida.
De acordo com a empresa, a base de cada microfone Schoeps é a fidelidade absoluta à fonte sonora, oferecendo ao engenheiro de áudio um nível elevado de detalhe e precisão. Em um momento em que a mixagem imersiva ganha cada vez mais espaço na indústria, a SCHOEPS tem direcionado seus desenvolvimentos para microfones e técnicas de captação voltados ao áudio espacial, mantendo suas características de naturalidade e definição.
Além dos microfones, a Schoeps também destacará sua ampla linha de acessórios e soluções para instalação, que permitem configurações personalizadas para espaços como igrejas, salas de conferência, instituições governamentais e ambientes corporativos. Nos Estados Unidos, a marca conta com o suporte da Redding Audio, sua distribuidora há mais de 25 anos. O CEO da Redding, Scott Boland, estará presente no evento ao lado da equipe da Schoeps.
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