FSA Percussion fecha parceria com Evans Drumheads para o Tajon Master
Tajon Master terá peles sintéticas da marca norte-americana Evans
Através de uma parceria estratégica a FSA Cajons, considerado um dos maior fabricante de cajon da América Latina e a Evans Drumheads, marca de pele de bateria do grupo D’Addario fecharam parceria. “A FSA Cajons está sempre em busca de melhorar a tecnologia de seus produtos, além de estar em constante atualização. É por isso que esta parceria está totalmente alinhada aos nossos objetivos”, destaca Victor Menezes, diretor da FSA Cajons.
O Tajon, instrumento que combina o formato e sonoridade da madeira do cajon com bateria, criação da FSA Cajons, usará na linha Master as peles Evans. De acordo com a empresa, a proposta é “conferir ainda mais qualidade sonora ao modelo que vem ganhando atenção e elogios no mercado de instrumentos musicais”, agora com duas configurações disponíveis. “O Tajon, criado e lançado pela FSA Cajons em 2016, já faz grande sucesso no mercado e a nossa intenção é ampliar ainda mais a sua qualidade e possibilidade sonora com a utilização dos produtos Evans. A ideia é potencializar os resultados em som conquistados com esse diferenciado instrumento de percussão”, ressalta Menezes.
As duas marcas, Evans e FSA, têm em seus históricos o forte compromisso com a qualidade. A Evans Drumheads, do Grupo D’Addario, tem mais de 40 anos de atuação no mercado da percussão com a produção de peles sintéticas que revolucionaram a área e ainda apresentam inovações constantes em design e tecnologia. Foi a primeira fábrica de peles a obter o Certificado ISO 9001, que reconhece produtos de padrão e qualidade destacáveis – o que indica um dos fatores da empresa ser referência mundial.
Perto de completar 10 anos, a FSA foi pioneira no Brasil em tratar o cajon como um produto de fabricação em larga escala, abrindo o nicho e popularizando o instrumento no País. Além das feiras e promoções nacionais, a empresa tem investido em feiras internacionais, recentemente a empresa fechou parceria na Europa com o Grupo Algam, responsável pela distribuição da marca nas lojas da Espanha, Portugal, França, Bélgica, Holanda e Luxemburgo.

Músico
Cena independente perde Michel Kuaker
Guitarrista, produtor e fundador do Wah Wah Studio, ele trabalhou com nomes da cena alternativa e seguia ativo à frente do selo Black and Roll Recordings.
O mercado de música independente perde não só um músico, mas uma peça de bastidor que ajudava a dar forma ao som de artistas, bandas e selos. Michel Kuaker, guitarrista e produtor musical com longa atuação em São Paulo, morreu nesta semana, segundo homenagens publicadas por pessoas e perfis ligados à cena underground e ao seu círculo profissional.
Kuaker construiu uma trajetória que passava por palco, estúdio e direção criativa. Ele iniciou a carreira nos palcos no começo dos anos 1990 com a banda Yo Ho Delic e, na sequência, tocou com a Vertigo, projeto ligado ao cantor Dinho Ouro Preto. Nos anos seguintes, consolidou seu nome principalmente como produtor e dono do Wah Wah Studio, em São Paulo.
O estúdio ajudou a moldar parte da sonoridade da cena alternativa
Ao lado do músico e produtor Mitar Subotic, Kuaker participou da criação do Wah Wah Studio, espaço que se tornou referência para artistas e projetos ligados ao rock, ao punk e a vertentes alternativas da produção paulistana. Seu nome aparece associado à produção, gravação ou mixagem de trabalhos de artistas e bandas como Edgard Scandurra, Supla, Blind Pigs, Inocentes e outros nomes do circuito independente.
Mais do que produtor de estúdio, Kuaker operava como articulador sonoro de uma rede criativa que unia artistas, selos e repertórios fora do centro mais comercial do mercado. Essa leitura se sustenta pelo volume e pela diversidade dos créditos públicos associados ao seu trabalho ao longo dos anos.
Black and Roll mantinha Michel Kuaker em atividade recente
Nos trabalhos mais recentes, Kuaker aparecia à frente da Black and Roll Recordings, selo paulistano fundado em 2024 e associado a lançamentos independentes.
Michel Kuaker deixa a esposa, Natascha, além de uma rede ampla de amigos e colaboradores que conviveram com sua atuação musical e humana.
O velório será hoje (09/04) entre as 16:00 e 20:00 no Funeral Velar Morumbi, sito na Av. Giovanni Gronchi, 1358.
Lojista
A onda do “pro-am”: sua loja está preparada?
Músicos amadores impulsionam a demanda por equipamentos de nível profissional para home studio e live streaming.
Nos últimos anos, o mercado musical vem consolidando um perfil de consumidor que desafia as categorias tradicionais: o pro-am (professional-amateur). Trata-se de músicos não profissionais — ou sem dedicação exclusiva — que investem em equipamentos comparáveis aos utilizados em estúdios, produtoras e palcos profissionais, tanto para produção musical em casa quanto para transmissões ao vivo.
Longe de ser um fenômeno marginal, essa tendência está redefinindo a relação entre fabricantes, lojas especializadas e usuários finais.
O que impulsiona o consumidor pro-am
O crescimento do home studio e do live streaming musical responde a uma combinação de fatores. Por um lado, o acesso a plataformas de distribuição e monetização digital reduziu as barreiras de entrada para publicar músicas, oferecer aulas, realizar showcases ou transmitir apresentações a partir de casa. Por outro, os avanços tecnológicos em interfaces de áudio, microfones, controladores e softwares profissionais tornaram acessíveis ferramentas que antes eram exclusivas de ambientes corporativos ou de broadcast.
Nesse contexto, muitos músicos amadores já não buscam “produtos de entrada”. Buscam qualidade sonora, estabilidade e confiabilidade — atributos tradicionalmente associados a equipamentos profissionais.
Do hobby à mentalidade profissional
A mudança não é apenas técnica, mas também cultural. O consumidor pro-am adota rotinas, critérios e referências do universo profissional: compara especificações, pesquisa fluxos de trabalho, acompanha recomendações de engenheiros e criadores de conteúdo e prioriza marcas com reputação em ambientes exigentes.
O resultado é um músico que grava em casa com padrões próximos aos de estúdio, cuida de toda a cadeia de áudio e entende que a qualidade técnica faz parte de sua identidade artística, mesmo que a música não seja sua principal fonte de renda.
Impacto no varejo especializado
Para lojas de instrumentos musicais e áudio profissional, esse perfil representa oportunidades claras — e também desafios. O pro-am não compra por impulso nem apenas por preço. Ele valoriza orientação técnica, demonstrações práticas e soluções integradas.
Kits de gravação, pacotes para streaming, combinações de microfone, interface e software, ou sistemas compactos para uso ao vivo tornam-se mais atrativos do que produtos isolados. Além disso, esse consumidor evolui rapidamente: retorna para novas compras, atualiza e expande seu sistema com maior frequência do que o amador tradicional.
Educação e conteúdo como diferencial
Outro aspecto relevante do pro-am é a busca constante por conhecimento. Tutoriais, workshops, comparativos e conteúdos educativos influenciam diretamente a decisão de compra. Para o varejo especializado, isso transforma a educação do cliente em uma ferramenta estratégica: não apenas vender equipamentos, mas explicar por que e como utilizá-los melhor.
Lojas que oferecem clínicas, demonstrações ao vivo, conteúdo próprio ou suporte pós-venda fortalecem o relacionamento com esse público e se posicionam como parceiras técnicas, e não apenas como pontos de venda.
Um mercado que veio para ficar
Tudo indica que a onda pro-am não é passageira. A profissionalização do consumo musical, mesmo fora dos circuitos tradicionais, reflete uma mudança estrutural na forma de criar, compartilhar e monetizar música. Para fabricantes e varejistas, compreender esse perfil — suas motivações, expectativas e hábitos — será fundamental para sustentar o crescimento em um mercado cada vez mais híbrido entre o amador e o profissional.
Audio Profissional
Subwoofer CRMS-LFE18sl mkII da Alcons Audio com design ultrafino
Sistema LFE incorpora driver de 18” e resposta estendida para aplicações de alta exigência.
A Alcons Audio anunciou o CRMS-LFE18sl mkII, um subwoofer de perfil ultrafino desenvolvido para aplicações de alta exigência em ambientes de cinema, estúdios e espaços de mixagem profissional.
O modelo faz parte da série CRMS (Cinema Reference Monitor Systems) e foi projetado como um sistema LFE (Low Frequency Effects), com foco em oferecer reprodução precisa em baixas frequências, com controle de transientes e resposta linear.
O sistema integra um driver de 18 polegadas de alta excursão com dupla bobina de 3”, capaz de atingir deslocamentos de até 30 mm, o que permite maior faixa dinâmica em comparação com subwoofers convencionais.
Um dos diferenciais do CRMS-LFE18sl mkII é seu design compacto, com profundidade reduzida, o que facilita sua instalação em espaços limitados, permitindo configurações em parede, teto ou estruturas suspensas sem comprometer o desempenho acústico.
O subwoofer oferece uma resposta em ambiente que pode se estender abaixo de 10 Hz, juntamente com alta precisão na reprodução de impulsos, características essenciais para aplicações onde a fidelidade em baixas frequências é crítica.
Para sua operação, o sistema foi otimizado para trabalhar com controladores amplificados dedicados da marca, que integram processamento específico para ajuste de fase, otimização de resposta e compensação de cabeamento, com o objetivo de manter consistência em diferentes configurações.
O CRMS-LFE18sl mkII é voltado para estúdios de pós-produção, salas de mixagem, cinemas de alto padrão e ambientes onde se exige reprodução precisa de efeitos de baixa frequência, consolidando a tendência de soluções de alto desempenho em formatos mais compactos.
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