Distribuição
CBorges disponibiliza Suhr Guitars no mercado brasileiro
Publicado
5 anos agoon
As guitarras personalizadas da Suhr estão disponíveis em nosso país por meio da CBorges, junto com amplificadores, pedais e captadores feitos nos EUA. Conheça mais a seguir.
A Suhr é uma marca americana. Suas guitarras, amplificadores, pedais e captadores são feitos em Lake Elsinore, Califórnia, por John Suhr e sua equipe de luthiers e artesãos, com uma experiência coletiva na construção de guitarras que se estende por décadas — muitos dos construtores trabalham com John há mais de 20 anos.
É importante saber que John Suhr começou sua carreira de construtor há mais de 35 anos, tocando com amigos em bares e fazendo seus próprios instrumentos para obter o som exatamente como desejava.
As guitarras e amplificadores são feitos à mão, seguindo altos padrões de qualidade, com extrema atenção aos detalhes, unindo a habilidade de artesãos experientes, o conhecimento tecnológico e o trabalho árduo de funcionários dedicados.
Nos anos 1980, John trabalhou para Rudy Pensa no Rudy’s Music Stop em Nova York, onde nasceram as guitarras, usadas por músicos como Mark Knopfler, Eric Clapton, Peter Frampton, Lou Reed e Eddie Martinez (Robert Palmer), por só nomear alguns.
Como realmente gostava do design de amplificador valvulado, John deixou Nova York para trabalhar com Robert Bradshaw em 1991, quando projetou os pré-amplificadores valvulados CAA 3+ e 3 + SE e CAA OD100. Quatro anos depois, ele voltou ao mundo das guitarras e aceitou um emprego como construtor principal sênior na Fender Custom Shop, fazendo guitarras personalizadas sob encomenda e atuando no desenvolvimento de novos produtos.
Foi em 1997 que ele decidiu abrir sua própria fábrica de guitarras personalizadas por encomenda, controlando todo o processo de construção.
Toda essa introdução é para explicar o tipo de produtos que estão disponíveis no mercado brasileiro desde 2019 por meio da CBorges. O reconhecimento e a presença da Suhr e seus designs personalizados estão crescendo no mundo todo. Quer saber por quê? Elton Borges do Nascimento, diretor da ONE Electronics (filial da Borges nos EUA) e Justin Shekoski, gerente de Marketing e Relações com Artistas da Suhr, explicam nesta entrevista.
M&M: A CBorges começou a distribuição oficial da Suhr em 2019. Como foi divulgar a marca no meio da pandemia?
Elton: Sim, começamos a distribuir os produtos da Suhr em 2019. Quando a pandemia começou, já tínhamos disponíveis vários itens para venda, tanto guitarras quanto amplificadores, pedais, captadores e os famosos simuladores de gabinete com reactive load. Com a força que a marca Suhr tem mostrado no mercado mundial, alavancada pela qualidade, acabamento e atenção aos detalhes na construção dos seus produtos, a tarefa de divulgar a marca no meio da pandemia foi menos árdua do que pensávamos.
M&M: As guitarras já estão disponíveis no Brasil?
Elton: Por conta do prazo de entrega um pouco mais extenso, já que as guitarras Suhr são feitas artesanalmente, é difícil manter um estoque delas. Mas ainda temos alguns modelos para pronta entrega, tais como o Classic S, que nasceu em 2018 e conta com um braço vintage estilo 1960 com diapasão em rosewood ou maple, seis opções de acabamento e captadores HSS ou SSS.
M&M: E os amplificadores?
Elton: Sim, além das guitarras, também os amplificadores da Suhr são reconhecidos pelo seu timbre excepcional. Já tivemos disponíveis modelos como o Bella, o Badger e o Peter Thorn PT15 I.R., sendo esse último um amplificador com Impulse Response já embutido para saída direta para gravação à mesa de som. Um amp fantástico! Além das guitarras e dos amplificadores, a Suhr também fabrica pedais, captadores, simuladores de gabinete com reactive loads (um dos modelos já com Impulse Responses embutidos e possibilidade de carregar seus próprios I.R.), buffers e muito mais. Pedais de guitarra como Riot, Shiba Drive e Eclipse caíram no gosto dos guitarristas por seu timbre e flexibilidade.
M&M: A Suhr está em alta no mercado de guitarras, certo? Qual o diferencial dessas guitarras?
Elton: Sim, a Suhr é a marca do momento no mundo das guitarras! Atribuímos o grande sucesso da Suhr tanto no Brasil quanto no mundo à paixão da marca pela fabricação de instrumentos com timbre, acabamento, hardware e eletrônica que saem do padrão de instrumentos de linha e entregam, a cada guitarrista que adquire uma Suhr, um instrumento Custom Shop. Inclusive o guitarrista pode encomendar a sua Suhr com as especificações que desejar. É preciso aguardar um prazo para a fabricação do instrumento customizado, mas já pensou em ter uma Suhr exclusiva?
M&M: Conte sobre a distribuição no Brasil.
Elton: Já estamos trabalhando com algumas revendas pelo Brasil, mas abertos a negociar com novas revendas e aumentar ainda mais o alcance da Suhr em nosso país. Estamos trabalhando mais estreitamente com a fábrica para fortalecer ainda mais a Suhr no Brasil. Estamos confiantes de que, com o fim da pandemia e o reaquecimento do mercado como um todo, possamos executar ações físicas que trarão grande impacto ao mercado.
Mesmo assim, já estamos colhendo ótimos frutos dessa parceria com a Suhr. Temos em nosso time de parceiros empresas sempre atentas à qualidade e à confiabilidade de seus produtos. PreSonus, RCF, Marshall, Lewitt, Audix, entre outros grandes players do mercado da música fazem parte da nossa rede de distribuição, e agora se uniu à CBorges a marca mais comentada e elogiada dos últimos anos: a Suhr Guitars!
M&M: Conte sobre a parceria da Suhr com o guitarrista brasileiro Mateus Asato.
Justin: Em 2013, Mateus Asato recebeu sua primeira guitarra Suhr Classic Antique. Mal sabíamos na época que ele viria a se tornar um dos guitarristas mais inspiradores e requisitados do mundo. Ele já se apresentou com artistas como Tori Kelly e Jesse J, só para citar alguns.
A Suhr criou três guitarras exclusivas para Mateus, que atualmente estão disponíveis para encomenda. Ao longo dos anos de trabalho conjunto, John aprendeu os meandros da forma de tocar de Mateus e seu tom, e usou esse conhecimento para projetar o captador humbucker do guitarrista, o Asatobucker. Mais recentemente, John e Mateus se uniram novamente para projetar um conjunto de captadores para a mais nova guitarra signature do músico: a Classic T.
Esses novos captadores são chamados de M.A.T., para ponte e braço, e vêm instalados na Mateus Classic T. O futuro é muito promissor para Mateus e nós, da Suhr, estamos extremamente felizes em apoiar e colaborar com um artista tão incrível.
Elton: Sem sombra de dúvida, a Suhr Mateus Asato é o modelo de maior destaque da marca. Essa obra de arte que leva o nome do virtuosíssimo guitarrista brasileiro Mateus Asato é a nossa maior aliada na divulgação e fortalecimento da marca no Brasil.
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Distribuição
Sonotec celebra 55 anos conectando músicos brasileiros às melhores marcas internacionais
Publicado
5 dias agoon
23/01/2026
A Sonotec Music & Sound comemora em 2026 seus 55 anos de história, consolidando-se como uma das mais importantes distribuidoras de instrumentos musicais e equipamentos de áudio profissional no Brasil — com uma trajetória que começou em uma pequena loja e se transformou em referência nacional no setor.
Fundada em 21 de janeiro de 1971, em Presidente Prudente (SP), a Sonotec nasceu da visão empreendedora de Renato S. Silva, então técnico em eletrônica, que identificou uma oportunidade de negócio no segmento musical em expansão. Inicialmente um ponto de varejo com apenas 14 m², a empresa cresceu de forma constante ao longo das décadas, atendendo músicos, artistas e profissionais de áudio com marcas e produtos de alta qualidade.
Com o passar dos anos, a Sonotec expandiu sua atuação, passando a importar e distribuir instrumentos e equipamentos de marcas consagradas mundialmente. Desde os primeiros contratos exclusivos, como o da Takamine para o Brasil no início dos anos 1990, a empresa consolidou uma presença marcante nos palcos e estúdios brasileiros e latino-americanos.


Hoje, com mais de 20 marcas representadas — incluindo Takamine, Strinberg, Gretsch, Zeus, D One, Antares, Cadenza, LP, Orleans e muitas outras — o portfólio da Sonotec já supera mil itens, atendendo uma base ampla e diversificada de músicos, luthiers, lojas e integradores em todo o país.
Ao longo de mais de cinco décadas, a Sonotec também expandiu sua infraestrutura: em 2009 inaugurou sua sede com 3.900 m² em Regente Feijó (SP) e, diante do crescimento contínuo, ampliou essa estrutura para cerca de 8.000 m², reforçando capacidade logística, estoque e atendimento.


“Nosso compromisso sempre foi trazer ao público brasileiro o melhor do mercado, com profissionalismo, estoque robusto e um olhar atento às necessidades reais dos músicos”, afirma a direção da empresa, destacando a importância de se manter atualizada e próxima do mercado nacional.
A Sonotec celebra seu 55 aniversário com o reconhecimento adquirido ao longo de anos de trabalho dedicado — conectando músicos a instrumentos e soluções que fazem parte do som do Brasil.
Audio Profissional
Multilaser compra operação da Sennheiser no Brasil em aposta de R$ milhões no mercado de áudio profissional
Publicado
5 dias agoon
23/01/2026
Grupo que fabrica eletrônicos populares assume distribuição exclusiva de marca alemã premium, enquanto ex-parceira CMV sobe para comando regional na América Latina.
A Multilaser, conhecida por produzir TVs, computadores e eletroportáteis para o varejo de massa, acaba de entrar no segmento de áudio profissional pela porta da frente: assumiu a distribuição exclusiva da Sennheiser no Brasil, uma marca alemã de 80 anos que equipa estúdios, emissoras e salas de reunião corporativas no mundo inteiro.
O movimento não é uma simples troca de distribuidor. É uma reorganização estratégica que revela como fabricantes globais estão repensando suas operações na América Latina — e como empresas brasileiras com infraestrutura robusta podem capturar oportunidades em mercados de nicho e alto valor agregado.
Da parceria local ao comando regional
Por mais de uma década, a CMV Audio Group foi a parceira nacional da Sennheiser no Brasil. Agora, foi promovida a Regional Partner para toda a América Latina, exceto México. A mudança libera a empresa para focar em desenvolvimento de mercado e alinhamento estratégico regional, enquanto a Multilaser assume importação, logística, gestão comercial e estoque local.
Não é uma saída — é uma divisão de papéis. A CMV sobe na hierarquia e amplia território. A Multilaser entra com músculo operacional.
Para garantir a transição, Daniel Reis, sócio da CMV e executivo responsável pela operação latino-americana da Sennheiser, passa a integrar o quadro executivo da Multilaser. Parte da equipe técnica da CMV acompanha o movimento.
Por que a Multilaser?
A escolha tem lógica empresarial clara. A Multilaser opera um complexo industrial em Extrema (MG), duas fábricas na Zona Franca de Manaus e mantém laboratório de engenharia na China. Distribui mais de 3 mil produtos em 40 mil pontos de venda. Já trabalha com marcas internacionais como DJI, Targus e Toshiba.
Ou seja: tem escala, capilaridade e experiência em importação e logística. Exatamente o que faltava para a Sennheiser expandir no Brasil sem depender de estruturas externas ou prazos longos de importação.
O portfólio que a Multilaser passa a operar inclui microfones sem fio, sistemas de conferência, equipamentos de monitoramento e soluções para produção musical. O público-alvo não é o consumidor final, mas o canal profissional: integradores, locadores, revendedores e subdistribuidores.
O que está em jogo
Para a Sennheiser, trata-se de ganhar velocidade em um mercado que cresceu e se sofisticou. Eventos ao vivo voltaram com força, empresas investiram em salas de conferência híbridas, igrejas e universidades modernizaram infraestrutura de som. A demanda existe — mas só com operação local é possível atendê-la com agilidade.
Para a Multilaser, é a chance de migrar para segmentos de margem mais alta. Fabricar eletrônicos de consumo é um negócio de volume e margem apertada. Distribuir equipamentos premium para canais B2B é outra história: margens melhores, clientes recorrentes, contratos de maior ticket médio.
Para a CMV, representa consolidação regional. Sair da operação brasileira para assumir a América Latina não é rebaixamento — é expansão de mandato.
O desafio da execução
A infraestrutura está montada. A equipe de transição, definida. Mas resta a pergunta estratégica: a Multilaser conseguirá traduzir a filosofia de uma marca construída sobre precisão técnica e atendimento consultivo?
Áudio profissional não é mercado de prateleira. É relacionamento, suporte técnico, conhecimento de aplicação. A Sennheiser atende engenheiros de som, diretores técnicos de TV, gerentes de TI corporativo. Gente que não compra pelo preço — compra pela confiabilidade.
A Multilaser tem escala. Agora precisa provar que tem expertise.
Sinais de um mercado maduro
O acordo Sennheiser-Multilaser-CMV é sintoma de algo maior: o mercado brasileiro de tecnologia atingiu maturidade suficiente para que marcas globais confiem em estruturas nacionais para operar segmentos sofisticados.
Não é mais sobre importar e revender. É sobre ter capacidade de gerenciar cadeias complexas, manter estoque técnico, treinar canais especializados e garantir suporte pós-venda em escala nacional.
Para empresas brasileiras com ambição de crescer além do varejo de massa, esse é o caminho: capturar operações de marcas internacionais que precisam de infraestrutura local, mas não querem construí-la do zero.
A Multilaser apostou nisso. Agora é entregar.
Distribuição
Yamaha Musical do Brasil assume distribuição de Line 6, Ampeg, Guild e Córdoba
Publicado
2 semanas agoon
12/01/2026
Movimento amplia portfólio da companhia no país e reforça estratégia global de aproximar marcas do mercado local.
A Yamaha Musical do Brasil Ltda. anunciou que passa a ser a representante e distribuidora oficial no Brasil das marcas Line 6, Ampeg, Guild e Córdoba a partir de 1º de janeiro de 2026.
A decisão integra a estratégia global da Yamaha de centralizar a gestão de marcas do grupo em suas subsidiárias locais, fortalecendo a presença regional e o relacionamento com o mercado.
As quatro marcas fazem parte da Yamaha Guitar Group Inc., subsidiária norte-americana da Yamaha Corporation, sediada no Japão, criada em 2014 após a aquisição inicial da Line 6. Para TJ Martin, vice-presidente de Vendas Mundiais da YGG, a transição é um passo natural dentro da estrutura do grupo. “Como subsidiária brasileira da Yamaha Corporation e empresa irmã da YGG, é uma progressão natural para a YMDB assumir o gerenciamento local de nossas marcas. A adição dos produtos da YGG permite que a Yamaha no Brasil avance para se tornar um dos principais fornecedores de soluções para guitarristas, violonistas e baixistas no país”, afirma o executivo.
Segundo Martin, as marcas agora sob gestão da YMDB são presença constante em palcos e estúdios ao redor do mundo. “Nossos produtos carregam legado e confiabilidade para músicos e bandas em turnê. Estamos muito felizes em trabalhar com a YMDB para continuar essa jornada e fazer história no Brasil”, completa.
Com a mudança, o portfólio da Yamaha no Brasil passa a reunir Yamaha, Line 6, Ampeg, Córdoba e Guild, ampliando de forma significativa sua oferta de instrumentos e soluções para guitarristas e baixistas. Para Kentaro Hayashi, presidente da Yamaha Musical do Brasil, o movimento reforça o posicionamento estratégico da companhia no país. “A Yamaha sempre foi reconhecida como líder global em instrumentos musicais e áudio profissional. Ao trazer marcas icônicas como Line 6, Ampeg, Córdoba e Guild para o Brasil, reafirmamos nosso compromisso em oferecer aos músicos brasileiros um portfólio ainda mais completo e diversificado”, destaca.
Hayashi também ressalta o peso histórico de cada uma das marcas. “A Guild é reconhecida por seus violões e guitarras, a Ampeg é referência mundial em amplificação de baixo, a Line 6 é pioneira em tecnologia digital para guitarristas, e a Córdoba é sinônimo de qualidade em instrumentos acústicos. Essa parceria reflete nossa visão de crescimento sustentável e nossa dedicação em celebrar a música em todas as suas formas no Brasil”, afirma.
Do ponto de vista do mercado, a mudança deve impactar diretamente revendedores e distribuidores, que passam a contar com o portfólio completo dessas marcas aliado à estrutura logística, comercial e de suporte da Yamaha no Brasil. De acordo com Hayashi, a transição segue uma diretriz global da companhia. “A transferência da distribuição dessas marcas para as subsidiárias locais da Yamaha tem sido uma tendência mundial, garantindo uma relação mais próxima com cada mercado e entregando o mesmo nível de excelência e suporte que músicos de todo o mundo esperam”, conclui.
Áudio
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