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Caixas e Line Array

JBL VTX B35: o subwoofer cardioide que expande a série VTX

JBL expande a série VTX com um subwoofer projetado para controlar graves sem comprometer o palco ao redor. O JBL VTX B35 subwoofer cardioide chega como a mais recente adição à família VTX, com foco declarado em controle direcional…

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JBL lança o VTX B35, subwoofer cardioide arrayável que reforça controle direcional de graves em palcos de grande porte. Veja specs e compatibilidade.
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JBL expande a série VTX com um subwoofer projetado para controlar graves sem comprometer o palco ao redor.

O JBL VTX B35 subwoofer cardioide chega como a mais recente adição à família VTX, com foco declarado em controle direcional de graves em aplicações de grande porte. O anúncio, feito pela JBL Professional e replicado pela controladora HARMAN Professional Solutions, posiciona o B35 como resposta a um problema crônico em produções de médio e grande porte: energia de baixa frequência escapando para trás do palco, contaminando o monitor e o ambiente de trabalho da equipe técnica.

A arquitetura cardioide não é novidade no mercado de áudio profissional, mas integrá-la a um subwoofer arrayável dentro de uma família consolidada como a VTX muda o cálculo para quem já opera com VTX A12, e é exatamente essa compatibilidade mecânica e de sistema que define o alcance comercial do lançamento.

O que a arquitetura cardioide do B35 resolve na prática do palco

Subwoofers convencionais em configuração end-fire ou broadside irradiam energia de baixa frequência em todas as direções, incluindo para trás do palco, onde músicos, monitores e estrutura metálica absorvem e refletem o som de forma imprevisível. O resultado prático é bem conhecido por qualquer locadora que já montou um festival de médio porte: graves espalhados, palco com acúmulo de pressão e mix de frente comprometido pela energia que retorna pelo chão. O JBL VTX B35 foi projetado para atacar exatamente esse ponto.

Segundo a ficha técnica e o comunicado oficial da JBL Professional sobre o lançamento do B35, o gabinete integra dois drivers de 18 polegadas em arranjo cardioide nativo, sem exigir caixas adicionais invertidas ou processamento externo para criar o padrão direcional. Isso muda o cálculo operacional de uma locadora: em vez de reservar quatro ou seis unidades para montar um array cardioide por subtração (a técnica clássica de inverter parte do stack), o integrador consegue o mesmo comportamento direcional com menos gabinetes no rider.

A compatibilidade mecânica com o VTX A12, documentada na spec sheet oficial do B35, permite que o subwoofer seja acoplado diretamente ao line array sem adaptadores intermediários. Para uma empresa de sonorização que já opera com VTX A12 no inventário, isso reduz tempo de montagem e elimina uma variável de erro em carga e descarga. Menos peças soltas no caminhão, menos risco de incompatibilidade no palco.

O ponto crítico para a decisão de compra ou locação está na escala de uso: o B35 é declarado para aplicações de grande porte, e o custo por gabinete reflete esse posicionamento. Para eventos menores, onde o espalhamento de graves não chega a comprometer a experiência do público, a arquitetura cardioide nativa pode não justificar o investimento frente a soluções de entrada de linha. O critério real é a frequência com que a empresa enfrenta palcos onde o controle direcional de graves é item de rider, e não apenas desejo técnico.

Compatibilidade com VTX A12 e o que isso significa para locadoras e integradores

Subwoofer sem compatibilidade mecânica com o restante do sistema é problema de rider antes de ser problema de som. Uma locadora que opera com VTX A12 como line array principal não pode adicionar um subwoofer que exige adaptadores, brackets customizados ou reconfigurações de voo, o custo de tempo em montagem cancela qualquer ganho acústico. É aí que o encaixe do B35 na família VTX vira argumento comercial concreto.

Segundo a ficha técnica oficial do VTX B35, o gabinete foi projetado para integração direta com o VTX A12, compartilhando hardware de montagem e permitindo configurações de array misto sem peças intermediárias. Para um integrador que já tem o A12 no inventário, isso significa que o B35 entra no sistema sem requalificação de estrutura, o que reduz o tempo de setup e simplifica o planejamento de carga para treliças e ground stacks.

O ganho mais direto está na configuração cardioide nativa: sem a necessidade de inverter gabinetes fisicamente ou programar delay manual para simular cardioide por software, o técnico de PA ganha consistência entre eventos. Dois drivers de 18 polegadas por gabinete, com arranjo cardioide integrado, entregam o padrão direcional já na saída de fábrica, o que padroniza o resultado independentemente de quem opera o sistema no dia do show.

O que também se deve considerar: gabinetes duplos de 18 polegadas em configuração cardioide nativa ocupam mais espaço em caminhão e exigem mais pontos de ancoragem do que soluções de 18 simples. Para locadoras com frota enxuta ou eventos em locais com restrição de carga no palco, esse é o critério que decide se o B35 entra no rider.

Redação
Autor: Redação

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