Audio Profissional
Shure lança microfones para instalação no teto MXA920
O novo produto de destaque na linha de microfones de matriz da empresa oferece a tecnologia Automatic Coverage e a arquitetura de matriz de próxima geração para proporcionar instalação simplificada e qualidade de voz superior.
Uma tecnologia simples e intuitiva é um elemento essencial para a colaboração no local de trabalho. Técnicos de AV e TI continuam reconhecendo a tendência de produtos que sejam fáceis de implementar em qualquer espaço e totalmente compatíveis com plataformas já existentes. Além disso, esses produtos devem oferecer captação de áudio confiável, estética elegante e capacidade de redimensionamento. A linha de Microfones de Matriz em Rede Microflex Advance da Shure vem definindo o padrão para a tecnologia de microfones de matriz de qualidade superior desde 2016, e o líder de mercado MXA910 difundiu o uso desse tipo de microfone em espaços de reunião corporativos, educacionais e governamentais. Agora, a Shure está pronta para surpreender até mesmo os integradores de AV, profissionais de TI e usuários finais mais exigentes.
A Shure inicia hoje uma nova era de tecnologia de microfone de matriz com o lançamento do Microfone de Teto MXA920. Com a tecnologia de cobertura automática Automatic Coverage, o MXA920 oferece captação de áudio pré-configurada com necessidade mínima de configuração que reduz consideravelmente o tempo e o custo de implementações para integradores. O MXA920 também emprega arquitetura de matriz de próxima geração para possibilitar mais direcionalidade na captação e som de fala mais natural. E o processamento de sinal digital (DSP) IntelliMix proporciona desempenho sem ruídos nem ecos, além de clareza e inteligibilidade de áudio inéditas para conferências audiovisuais em salas de todos os tipos e tamanhos, desde salas de diretoria executiva e salas de aula para ensino superior em modalidade híbrida até espaços de reunião corporativos e governamentais. Dois formatos (retangular e redondo) possibilitam a integração de design nos ambientes mais sofisticados.
“Uma boa conferência audiovisual depende da qualidade do áudio de seus participantes”, explica Doug Daube, Diretor de Sistemas de Microfones da Shure. “Mais do que nunca, estamos vendo hoje que nossos clientes precisam de soluções que captem a voz com naturalidade, combinem bem com a estética da sala e possibilitem que os participantes se conectem facilmente, estejam onde estiverem. Essas demandas modernas e em evolução são atendidas pelo MXA920, que assegura fácil implementação e captação de voz incomparável.”
Uma captação de áudio em rede que cubra os espaços acústicos mais desafiadores e permita aplicações personalizadas é considerada uma característica essencial para os profissionais de hoje. Com o MXA920, os profissionais de áudio podem realizar implementações com mais facilidade e atender melhor a aplicações exigentes como rastreamento de câmera, reforço vocal e sonorização.
“Nossa experiência com o MXA920 tem sido extremamente positiva”, conta Mark Lorenson, Líder de Tecnologia em Vendas de Equipamentos de Áudio e Vídeo Comerciais da Intereum. “Ao testarmos o MXA920 em nossas instalações, fica claro que a próxima geração de arquitetura de matriz melhora muito os recursos de direcionalidade do microfone e eliminam a distração do ruído ambiente. Ficamos muito impressionados com a qualidade do som e a excelente cobertura que o MXA920 oferece em uma de nossas salas de demonstração principais. E não é preciso fazer nenhuma configuração. É só instalar no teto e colocar para funcionar.”
Os principais recursos que diferencial o MXA920 são:
- Tecnologia Automatic Coverage. O MXA920 oferece captação de áudio pré-configurada superior que requer configuração mínima. O microfone é fornecido com capacidade para cobrir automaticamente uma área de até 9 x 9 metros (30 x 30 pés), o que reduz muito o esforço de instalação e permite que integradores economizem consideravelmente em tempo e mão de obra. A cobertura também pode ser personalizada de modo a atender a diferentes layouts de sala ou disposições de assento para captar somente os participantes da reunião desejados e evitar áreas não relevantes para o áudio.
- Arquitetura de matriz de próxima geração. O MXA920 oferece captação mais direcional em todo o espectro de frequência para manter uma cobertura precisa de áreas específicas, aprimorar a qualidade da voz com um som mais natural e colocar menos foco em outros sons presentes na sala. Os algoritmos de DSP completamente novos permitem um som de fala mais natural para que os participantes sejam ouvidos com clareza e precisão.
- Mais flexibilidade de aplicação. O MXA920 envia a localização precisa de cada orador para que o sistema de controle de câmeras realize um rastreamento mais preciso. A tecnologia de orientação de cobertura Steerable Coverage™ com saídas de áudio individuais possibilita mais ganho antes da microfonia em aplicações de reforço vocal e sonorização.
O MXA920 possui certificação para Microsoft Teams quando utilizado como DSP IntelliMix P300 e o Alto-Falante em Rede Microflex MXN5C , simplificando ao máximo a conectividade para os usuários finais. O produto está disponível nos modelos retangular (somente na cor branca) ou redondo (nas opções de cores branca, preta e alumínio), e todos podem ser pintados para se adequar à decoração da sala.
Opções versáteis de instalação no teto de forma embutida ou não, sobre uma haste ou suspensa por cabo de aço facilitam a integração do MXA920 em salas de conferência formais de grande importância ou espaços modernos com apelo arquitetônico. O MXA920 vai estar disponível mais adiante em 2022.
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Roland amplia linha móvel com GO:MIXER STUDIO
Interface portátil combina gravação multicanal, efeitos integrados e conectividade para produção em qualquer ambiente, para criadores de conteúdo e músicos.
A Roland apresentou o GO:MIXER STUDIO, mixer e interface de áudio portátil voltado a criadores de conteúdo, músicos e produtores que trabalham com dispositivos móveis e computadores.
O equipamento permite capturar áudio multicanal com resolução de até 24 bits/192 kHz, reunindo funções de mixagem e processamento em um formato compacto, pensado tanto para uso em estúdio quanto em aplicações móveis.
Entre os principais recursos, o GO:MIXER STUDIO oferece até 12 canais de entrada e diversas opções de conexão, incluindo duas entradas XLR com alimentação phantom, entrada dedicada para guitarra ou baixo, entradas de linha estéreo e conexão auxiliar compatível com dispositivos móveis.
O sistema também incorpora efeitos integrados — como equalização, compressão e reverb — que podem ser utilizados durante a gravação ou no monitoramento, reduzindo a necessidade de processamento externo em setups mais simples.
Em termos operacionais, o dispositivo permite salvar configurações em memórias de cena e oferece controle direto por meio de interface física, além de compatibilidade com softwares para edição e gerenciamento em computador.
Voltado aos fluxos atuais de produção, o GO:MIXER STUDIO também se integra a aplicativos como o GO:MIXER Cam, que possibilita capturar áudio multipista sincronizado com vídeo, ampliando seu uso em streaming, criação de conteúdo e produção audiovisual.
O lançamento atende à crescente demanda por soluções portáteis capazes de entregar qualidade de estúdio em diferentes ambientes, acompanhando a convergência entre produção musical, vídeo e plataformas digitais.
Veja mais neste vídeo.
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Subwoofer CRMS-LFE18sl mkII da Alcons Audio com design ultrafino
Sistema LFE incorpora driver de 18” e resposta estendida para aplicações de alta exigência.
A Alcons Audio anunciou o CRMS-LFE18sl mkII, um subwoofer de perfil ultrafino desenvolvido para aplicações de alta exigência em ambientes de cinema, estúdios e espaços de mixagem profissional.
O modelo faz parte da série CRMS (Cinema Reference Monitor Systems) e foi projetado como um sistema LFE (Low Frequency Effects), com foco em oferecer reprodução precisa em baixas frequências, com controle de transientes e resposta linear.
O sistema integra um driver de 18 polegadas de alta excursão com dupla bobina de 3”, capaz de atingir deslocamentos de até 30 mm, o que permite maior faixa dinâmica em comparação com subwoofers convencionais.
Um dos diferenciais do CRMS-LFE18sl mkII é seu design compacto, com profundidade reduzida, o que facilita sua instalação em espaços limitados, permitindo configurações em parede, teto ou estruturas suspensas sem comprometer o desempenho acústico.
O subwoofer oferece uma resposta em ambiente que pode se estender abaixo de 10 Hz, juntamente com alta precisão na reprodução de impulsos, características essenciais para aplicações onde a fidelidade em baixas frequências é crítica.
Para sua operação, o sistema foi otimizado para trabalhar com controladores amplificados dedicados da marca, que integram processamento específico para ajuste de fase, otimização de resposta e compensação de cabeamento, com o objetivo de manter consistência em diferentes configurações.
O CRMS-LFE18sl mkII é voltado para estúdios de pós-produção, salas de mixagem, cinemas de alto padrão e ambientes onde se exige reprodução precisa de efeitos de baixa frequência, consolidando a tendência de soluções de alto desempenho em formatos mais compactos.
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BandBox chega ao Brasil e inaugura categoria de amp portátil inteligente com IA que trabalha sem internet
Solo a R$ 1.699 e Trio a R$ 3.599 chegam ao mercado nacional com separação de instrumentos em tempo real, mixer de quatro canais e até 10 horas de autonomia
Existe um problema que todo músico que estuda, ensina ou cria fora do estúdio conhece bem. O cubo de prática básico não entrega o que o músico de hoje precisa. Montar um rig com pedalboard, amplificador e ferramenta de aprendizado custa espaço, peso e dinheiro. E os amplificadores portáteis com entrada para instrumento que existem no mercado, em geral, funcionam mais como alto-falante do que como equipamento de músico de verdade.
O JBL BandBox foi construído para atacar exatamente essa lacuna — e chegou ao Brasil no dia 7 de abril de 2026 com um lançamento que, por si só, já disse alguma coisa sobre a proposta do produto.
Um palco para quem usa instrumento de verdade
O evento aconteceu em São Paulo e foi conduzido por Fabiano Carelli, guitarrista do Capital Inicial há mais de duas décadas. Não um apresentador de palco, não um influenciador de tecnologia — um músico profissional que conhece a rotina de quem toca ao vivo e em estúdio.
Ao lado dele, uma lista que atravessou gerações e estilos: Clemente, fundador dos Inocentes e figura central da Plebe Rude; Charles Gavin, baterista da primeira formação dos Titãs; Rayane Fortes, cantora, guitarrista e multi-instrumentista cearense que virou todas as cadeiras no The Voice Brasil e hoje acumula projeção internacional; Thaide, nome do hip-hop nacional; e Felipe Vassão, produtor com múltiplos Grammy Latinos no currículo — responsável por álbuns de Emicida e Jota.pê, com mais de 400 mil seguidores no Instagram e um canal ativo sobre produção musical.
O evento foi lotado, com presença de jornalistas, lojistas de todo o Brasil, criadores de conteúdo e convidados do mercado. E o que aconteceu no palco não foi demonstração controlada: os músicos pegaram o BandBox ao vivo, sem ensaio prévio, e mostraram o equipamento em uso real. O resultado surpreendeu. Ver um instrumento sendo amplificado, efeitos sendo trocados em tempo real e a separação de elementos funcionando diante de uma plateia que entende de som é diferente de ver um vídeo institucional. É a diferença entre acreditar no produto e entender o que ele faz.
O que é o BandBox — e por que o enquadramento importa
A linha tem dois modelos. O BandBox Solo é compacto: até 30W de saída, uma entrada de guitarra ou microfone, reprodução de música via Bluetooth, afinador, metrônomo, looper, pitch shifter, modelos de amplificador e efeitos clássicos como phaser, chorus, tremolo e reverb. A bateria dura até seis horas. Conecta ao computador por USB-C e funciona como interface de áudio direta para o DAW — sem equipamento adicional.

O BandBox Trio é o modelo para grupos: 135W com woofer de 6,5″ e dois tweeters de 1″, quatro entradas simultâneas para instrumentos e microfones, mixer de quatro canais com tela LCD integrada, efeitos de microfone, bateria substituível e até 10 horas de autonomia. Dá para plugar guitarra, baixo, microfone e ainda ter canal livre. Ambos se conectam ao app JBL One para controle avançado de equalização, modelos de amp e cadeia de efeitos — mas os recursos básicos funcionam sem ele, direto no hardware.
O enquadramento correto não é caixa Bluetooth, não é cubo de prática, não é amp de palco. É uma categoria nova: amplificador portátil inteligente, com ferramentas de prática, criação e gravação no mesmo bloco.
A Stem AI: o diferencial que a imprensa internacional foi testar
O recurso central da linha é a tecnologia Stem AI: separação em tempo real de vocais, guitarra e outros elementos de qualquer música reproduzida via Bluetooth, sem necessidade de internet e sem upload prévio de arquivo. O músico escolhe o que quer remover ou isolar — a guitarra para aprender um solo, a voz para cantar por cima, a bateria para trabalhar o groove — e o processamento acontece direto no hardware.
Aplicativos como o Moises fazem algo parecido, mas exigem que o arquivo seja enviado antes. O BandBox faz isso enquanto a música toca. Essa diferença tem consequência prática real em sala de aula, em sessão de prática e no palco de um evento como o que aconteceu ontem em São Paulo.
A imprensa especializada testou e foi direta. O Guitar World classificou a ferramenta como uma das melhores que já viu para prática com IA. O Sound on Sound, referência técnica do setor de áudio, destacou que a inclusão de separação de stems em hardware autônomo, sem dependência de processamento em nuvem, é genuinamente significativa. A ressalva presente nos testes é que a separação não é perfeita em músicas com arranjos muito densos — mas o ponto relevante é que ela funciona bem o suficiente para uso prático real, e isso a imprensa confirmou com produto em mão.

O que isso inaugura para o ecossistema
Há uma geração de músicos — estudantes avançados, professores, produtores que trabalham em casa, criadores de conteúdo musical — para quem o setup ideal precisa ser compacto, completo e capaz de gravar. Esses músicos vivem hoje entre soluções parciais: o cubo básico que amplifica mas não tem recursos, o pedalboard que tem recursos mas ocupa espaço, a interface de áudio que grava mas não amplifica.
O BandBox tenta condensar tudo isso. Para professores e escolas de música, o Trio tem apelo direto: quatro entradas, ferramentas de acompanhamento com controle de elementos, looper e interface de gravação em um único equipamento portátil que substitui um rig inteiro em aulas individuais ou em grupo pequeno. Para o criador de conteúdo musical, a interface USB-C e a Stem AI são o argumento principal — gravar direto no DAW e montar acompanhamentos customizados em tempo real são funcionalidades com encaixe direto nesse perfil. Para o músico profissional que leva o instrumento de um lugar para o outro, o Solo é o equipamento que ele não encontrava nessa faixa.
E para as lojas de instrumento, o BandBox inaugura uma conversa nova. Não compete com o cubo de entrada. Compete com a decisão de não comprar nada — porque o músico ainda não encontrou um produto que fizesse tudo que ele precisava em um formato que coubesse na sua rotina.
O essencial
O JBL BandBox chega ao Brasil num momento em que o mercado de instrumentos carece de produtos que traduzam tecnologia de software em hardware portátil sem inflar o preço além do razoável. A separação de elementos em tempo real sem internet, combinada com amplificação, efeitos e interface de gravação em um só dispositivo, não tem precedente direto nessa faixa de preço e formato no Brasil — e o lançamento de ontem, com músicos de verdade mostrando o produto em uso real, foi a forma mais honesta de apresentar isso ao mercado.

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