Músico
Saxofonista paraibano pode entrar para o Guinness Book com performance a mais de 11 mil pés de altura
Milson Azevedo tocou o tema de “Missão Impossível” durante salto de paraquedas nos EUA e aguarda reconhecimento oficial do Guinness World Records.
O músico paraibano Milson Azevedo, conhecido artisticamente como Mil Sax, pode se tornar o primeiro saxofonista do mundo a entrar para o Guinness World Records por uma performance no mínimo inusitada: ele tocou saxofone durante um salto de paraquedas a mais de 11 mil pés de altitude.
O salto aconteceu em dezembro de 2024, na cidade de Orlando, nos Estados Unidos, e foi registrado em vídeo. No dia 14 de maio, Milson enviou oficialmente toda a documentação ao Guinness World Records e agora aguarda análise para o possível reconhecimento como recordista mundial.
Natural de Patos, no sertão da Paraíba, Milson compartilhou o vídeo da façanha em suas redes sociais (@mil_sax no Instagram e TikTok), onde aparece tocando a icônica trilha sonora do filme Missão Impossível durante a queda livre. A ação chamou atenção não só pela ousadia, mas também pela precisão ao executar a música em meio a uma situação extrema. “Encarei o salto como uma das minhas metas pessoais. Enfrentei os desafios, venci os meus medos e fui. Acreditei em mim”, comentou o músico.
Segundo levantamento inicial, não há registros anteriores de alguém que tenha realizado uma performance musical com saxofone em queda livre. O Guinness já contabiliza recordes curiosos relacionados ao instrumento — como a maior maratona tocando saxofone, realizada na Índia em 2023 com duração de 26 horas e 23 minutos —, mas a ação de Milson pode inaugurar uma nova categoria que une música e esportes radicais.
Aguardando agora a validação do Guinness, Milson reforça sua intenção de expandir os limites da música e levar a arte para lugares onde poucos imaginam. “A música está em todo lugar, até no céu. O impossível é só uma ideia”, conclui.
O feito já repercute entre músicos, fãs e praticantes de esportes radicais, e marca um momento histórico para a música brasileira — literalmente, nas alturas.
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