Audio Profissional
Electro-Voice lança sistemas LRC (Line Radiator Column)
A série LRC expande o portfólio de som instalado da Electro-Voice com três modelos de caixas de coluna passivas: LRC-1060, LRC-1100 e LRC-2100.
Baseados em drivers de 2,5” especialmente projetados e na tecnologia patenteada de controle de dispersão PaSS, todos os modelos LRC da Electro-Voice fornecem dispersão vertical cuidadosamente controlada e resposta de frequência suave para ambientes onde qualidade de áudio e estética clean são necessárias.
Combinando com o ambiente
Disponíveis em caixas pretas ou brancas que podem ser pintadas, adequadas para ambientes em interiores ou totalmente exteriores, essas caixas se integram facilmente ao ambiente e oferecem desempenho de áudio geral. Elas são uma opção discreta e arquitetonicamente amigável para tarefas de reforço de som primário, de delay ou áudio distribuído em locais de culto, estruturas de performance ao ar livre, locais de hospitalidade, transporte público, interiores comerciais e muito mais.
O LRC-1060 e o LRC-1100 são certificados para IP56c e EN54-24 tipo B. O LRC-2100 é certificado para IP55.
O que oferecem
O conceito de design da linha LRC centra-se na instalação simples, com uma gama de funções fáceis de integrar. Designs passivos com transformadores integrados de 70/100 V + baixa impedância (LRC-1060 e LRC-1100) evitam a complexidade de adaptadores externos de alta impedância ou sistemas orientáveis ativos.
O sistema SwifTilt com patente pendente apresenta uma montagem multifuncional supercompacta embutida/giratória/inclinável que permite que todos os modelos LRC sejam montados o mais próximo possível da parede, em qualquer cenário, ao mesmo tempo que mantém cabos e hardware fora da vista.
Esta carga limite precisa também otimiza a reprodução de graves. Cada modelo também suporta montagem invertida e inclinação para cima, e todos estão equipados com múltiplos pontos de suspensão traseira, contribuindo ainda mais para o design amplamente adaptável dos LRC. O melhor de tudo é que todo o hardware SwifTilt está incluído na caixa.
LRC-1060
- 22.8” (580 mm) de altura
- 6 x drivers full-range 2.5” (63.5 mm)
- 2 x radiadores passivos 2.5” (63.4 mm)
- Cobertura vertical simétrica 20°
- Cobertura horizontal 130°
- 75 Hz-15 kHz
- SPL 119 dB (pico)
- Baixa impedância, 8 ohms, 200 W programa
- 70/100 V
LRC-1100
- 37.4” (950 mm) de altura
- 12 x drivers full-range 2.5” (63.5 mm)
- 3 x radiadores padsivos 2.5” (63.4 mm)
- Cobertura vertical 20°/40° (comutável)
- Cobertura horizontal 130°
- 65 Hz-14 kHz
- 126 dB SPL (pico)
- Baixa impedância, 8 ohms, 400 W programa
- 70/100V
LRC-2100
- 37.40” (950 mm) de altura
- 12 x drivers mid-range 2.5” (63.5 mm)
- 2 x woofers 6.5” / (165 mm) em band-pass
- Cobertura vertical 25°/45° (comutável)
- Cobertura horizontal 140°
- 45 Hz-16 kHz
- 129 dB SPL (pico)
- 8 ohms, 600W programa
Audio Profissional
Como posicionar monitores de estúdio corretamente
Posicionamento, altura e ambiente impactam diretamente na qualidade da escuta.
O posicionamento dos monitores de estúdio é um dos fatores mais importantes para garantir uma audição precisa. Em home studios, erros simples podem comprometer a percepção de graves, imagem estéreo e equilíbrio geral da mixagem.
Triângulo de escuta: base do setup
O ponto de partida é o triângulo equilátero:
- A distância entre os monitores deve ser igual à distância de cada monitor até o ouvinte
- Os monitores devem estar direcionados para os ouvidos
Esse posicionamento melhora a imagem estéreo e a definição do som.
Altura correta
Os tweeters devem estar na altura dos ouvidos na posição de trabalho.
Se estiverem muito acima ou abaixo, a resposta em frequência será alterada, principalmente em médios e agudos.
Distância das paredes
Monitores muito próximos de paredes ou cantos podem causar:
- Excesso de graves
- Problemas de fase
- Perda de definição
Como referência:
- Manter 20–50 cm de distância da parede traseira
- Evitar posicionamento em cantos
Em ambientes pequenos, monitores com ajuste para proximidade de parede podem ajudar.
Simetria do ambiente
A posição de escuta deve ser simétrica em relação às laterais da sala.
Isso evita distorções na imagem estéreo.
Evitar, por exemplo:
- Um lado com parede e outro aberto
- Diferenças grandes de móveis ou superfícies
Isolamento e apoio
Não é recomendado posicionar os monitores diretamente sobre a mesa.
O ideal é usar:
- Espumas isolantes
- Suportes dedicados
Isso reduz vibrações e melhora a resposta de graves.
Tratamento acústico básico
Mesmo sem um estúdio tratado profissionalmente, algumas soluções ajudam:
- Painéis absorventes nos pontos de reflexão
- Bass traps nos cantos
- Evitar superfícies muito reflexivas próximas
Volume de trabalho
Misturar em volumes muito altos pode prejudicar a percepção.
Níveis moderados ajudam a:
- Melhorar o equilíbrio da mixagem
- Reduzir a fadiga auditiva
- Tomar decisões mais consistentes
Ajustes práticos
Cada sala responde de forma diferente. Por isso:
- Teste diferentes posições
- Use músicas de referência
- Faça ajustes progressivos
Um bom posicionamento é o primeiro passo para uma escuta mais confiável e mixagens mais consistentes.
Audio Profissional
Brasil: Allen & Heath amplia presença no Carnaval de Salvador com Avantis e dLive
Evento reuniu mais de 3 milhões de pessoas e exigiu soluções de mixagem para operação contínua em múltiplos palcos.
O Carnaval de Salvador 2026 reuniu mais de 3 milhões de pessoas ao longo de seis dias em Salvador da Bahia, mantendo sua posição como um dos maiores eventos de música ao vivo do mundo.
Durante o evento, a Allen & Heath esteve presente com consoles Avantis e dLive, utilizadas em trios elétricos e camarotes, ambientes que exigem operação rápida e estável.
Entre os artistas da programação estiveram Bell Marques, Claudia Leitte, Leo Santana, Carlinhos Brown e Tomate.


Operação técnica em larga escala
As condições do carnaval —com palcos móveis e jornadas prolongadas— exigem consoles com flexibilidade, estabilidade e rapidez de operação.
Recursos como DEEP Processing, Dyn8 e RackUltra FX foram utilizados para processamento dinâmico e efeitos diretamente nas consoles.



Suporte e treinamento no local
A operação contou com o suporte da equipe da Allen & Heath na América Latina, em conjunto com o distribuidor Audio Systems Brazil, que realizou treinamentos e suporte técnico durante o evento.
A presença reforça o posicionamento da marca em produções ao vivo de grande porte na América Latina.



Audio Profissional
Brasil: Pro On e Bose Professional reforçam posicionamento com evento técnico
O Bose Experience Day reuniu integradores e especialistas em um momento de transformação para o áudio profissional no Brasil.
A aliança entre o Grupo Pro On e a Bose Professional deu mais um passo adiante no Brasil com o Bose Experience Day, um evento técnico focado em treinamento, demonstrações práticas e desenvolvimento do mercado de integração AV.
O evento reuniu integradores, engenheiros, consultores e empresas de locação em um contexto que, segundo o setor, demanda cada vez mais conhecimento técnico aplicado e soluções integradas. Profissionais de áreas como corporativa, hotelaria, educação, entretenimento e locais de culto participaram, refletindo a ampla gama de aplicações que atualmente impulsionam a demanda por sistemas de áudio profissional.
Mais do que uma apresentação de produtos, o evento foi concebido como um espaço para experiência direta. Durante o dia, os participantes puderam interagir com as soluções mais recentes da marca, como as plataformas Luna, Veritas e Forum, em cenários reais voltados para instalações fixas. O foco foi entender como essas tecnologias se comportam em termos de desempenho acústico, integração de rede e escalabilidade.
“Nosso objetivo é criar um ambiente onde os profissionais possam ouvir, testar e entender como o sistema se comporta em um projeto real. Isso é fundamental no áudio profissional”, explica Bruno Dantas, do Grupo Pro On.
O compromisso com eventos presenciais reflete uma característica estrutural do setor. Diferentemente de outros segmentos tecnológicos, a tomada de decisão em áudio ainda depende muito da experiência direta de audição. Para Dantas, esses encontros também desempenham um papel estratégico na construção do mercado: “Além do aspecto técnico, esses eventos fortalecem o relacionamento entre fabricantes, distribuidores e integradores, e geram oportunidades de negócios concretas”.



Desenvolvimento de marca e mercado
A Pro On é distribuidora da Bose Professional no Brasil há mais de dois anos, com uma estratégia que combina distribuição, suporte técnico e treinamento. O objetivo da empresa é posicionar a marca não apenas como fabricante, mas também como fornecedora de soluções completas para projetos de integração.
“O trabalho vai muito além das vendas. Investimos em treinamento, suporte a projetos e demonstrações para que os integradores possam aproveitar ao máximo as soluções”, afirma Dantas.
Essa abordagem é especialmente relevante em um mercado que passa por um processo de profissionalização. Nos últimos anos, integradores e consultores têm aumentado a demanda por sistemas mais robustos, com maior capacidade de integração com redes de dados e ferramentas de gerenciamento remoto.



Instalações fixas impulsionam o crescimento
Nesse cenário, os projetos de instalações fixas estão ganhando destaque em comparação com o segmento de eventos ao vivo. Ambientes corporativos, hotelaria, educação e locais de culto representam grande parte da demanda atual, impulsionada pela necessidade de sistemas confiáveis, escaláveis e fáceis de operar.
“O crescimento mais consistente hoje é na integração. São projetos que exigem planejamento, design e soluções completas, não apenas equipamentos”, diz Dantas.
Mesmo assim, o mercado de eventos permanece relevante, principalmente no segmento de locação, embora com uma dinâmica diferente em termos de investimento e atualizações tecnológicas.



Custos, adaptação e demanda sustentada
O contexto econômico também influenciou o comportamento do mercado. Fatores como o aumento dos custos de importação, as flutuações cambiais e os ajustes logísticos impactaram a estrutura de preços.
No entanto, o setor demonstrou adaptabilidade. “Hoje, vemos empresas planejando seus projetos com mais eficácia e buscando eficiência técnica. Apesar dos desafios, a demanda por qualidade permanece forte”, explica Dantas.



Próximos passos e tendências
Para 2026, a Pro On planeja expandir sua presença com mais treinamentos, demonstrações e eventos técnicos, além de fortalecer sua rede de integradores no país.
Essa iniciativa está alinhada com tendências claras no mercado global: o avanço do áudio em rede, a integração com sistemas de TI e a crescente demanda por soluções que permitam controle remoto e gerenciamento centralizado.
“Há uma demanda crescente por sistemas que combinem qualidade de som com facilidade de operação e integração tecnológica. Esse é o caminho que o mercado está seguindo”, conclui Dantas.
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