Dois produtos destacados da IBOX
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A empresa IBOX apresentou dois novos produtos para sua linha de acessórios: as correias Linha Trends e o encordoamento EAV010 para violão

Linha Trend da Ibox
A linha de correias Trend da IBOX tem ponteiras de couro duplo e são confeccionadas em tecido especial brilhante com 5 cm de largura.
As cores são Prata, Preto, Azul Royal, Vermelho, Verde, Amarelo, Amarelo Fluorescente, Laranja Fluorescente, Pink, Vinho, Roxo e Ouro. Disponível também no modelo Quick Release.
Por outro lado, encontramos o Encordoamento IBOX EAV010 de aço para violão, bronze 85/15 calibre 0.010, 3ª corda G encapada.
Extra, uma corda 1ªE. Exclusivo tratamento Anti-rust de 2µ (micra) que prolonga a vida útil das cordas conservando o seu timbre.
As cordas são embaladas individualmente em pacote anti-corrosão dentro da caixa.

Encordoamento EAV010
CORDA – POLEGADAS – MM
E 1ª – 0.010 – 0,25
B 2ª – 0.014 – 0,36
G 3ª – 0.022 – 0,56
D 4ª – 0.031 – 0,79
A 5ª – 0.040 – 1,02
Músico
Quando trocar um driver de compressão
O driver de compressão nem sempre precisa ser trocado só quando para de funcionar. Esse é um dos erros mais comuns.
Em muitos casos, o componente continua emitindo som, mas já não rende como deveria. A caixa ainda toca, só que com menos brilho, menos definição e menos presença na faixa alta. Para o usuário, a sensação costuma ser bem clara: o sistema “soa estranho”, “fica apagado” ou “já não corta como antes”.
Um dos primeiros sinais costuma aparecer na voz. Se antes ela saía clara e agora está mais difícil de entender, vale prestar atenção. Também pode acontecer de pratos, teclados ou detalhes mais finos da mixagem perderem nitidez. Em vez de um agudo limpo, surge um som áspero, cansativo ou até meio rachado quando o volume sobe.
Outro indício muito útil é comparar uma caixa com outra do mesmo modelo. Se uma soa mais opaca, mais agressiva ou com menos ataque do que a outra, é possível que o driver esteja desgastado ou danificado. Essa diferença entre duas unidades iguais costuma ser um dos sinais mais fáceis de perceber, mesmo sem instrumentos de medição.
É importante entender que o dano nem sempre significa que o driver “queimou” de vez. Às vezes o diafragma já está comprometido, a bobina perdeu rendimento ou o componente sofreu desgaste por temperatura, clip ou uso excessivo. Nessa fase, ele ainda emite som, mas já não trabalha de forma correta. E, quando isso acontece, a qualidade geral do sistema cai, mesmo que o problema não pareça tão grave no começo.
Também há situações em que a falha aparece de repente. O driver para de emitir som, perde boa parte do nível ou começa a distorcer de maneira muito evidente. Quando isso acontece, a substituição costuma ser o caminho mais seguro. Mas, em muitos outros casos, a deterioração é gradual. Por isso, não vale esperar o silêncio total para agir.
Outro ponto importante é que o problema nem sempre nasce no próprio driver. Pode haver clipping na amplificação, crossover mal ajustado, corte muito baixo, potência em excesso ou uso fora da faixa recomendada. Até um sistema mal processado pode castigar essa via por bastante tempo sem que o usuário perceba logo de início. Por isso, trocar a peça sem investigar a causa real pode resolver o sintoma, mas não o problema.
Na prática, vale a pena revisar o driver quando a caixa perde clareza, quando a voz perde inteligibilidade, quando os agudos raspam mais do que o normal ou quando uma unidade responde de forma diferente de outra igual. Também, claro, quando deixa de soar de vez. Em todos esses casos, uma revisão técnica pode evitar que o sistema continue trabalhando abaixo do que deveria.
Sempre que possível, o ideal é usar reposição original ou recomendada pelo fabricante. Adaptações baratas ou peças genéricas podem até encaixar fisicamente, mas nem sempre mantêm a mesma resposta, sensibilidade ou confiabilidade. E, em áudio, essa diferença aparece.
Em resumo, não é preciso esperar o driver morrer por completo. Se o sistema perdeu definição, se o agudo mudou ou se uma caixa já não se comporta como a outra, provavelmente chegou a hora de revisar essa peça. Detectar isso cedo ajuda a recuperar o desempenho do sistema e evita problemas maiores.
Audio Profissional
Argentina: Estádio Más Monumental moderniza áudio com Electro-Voice
Arena de Buenos Aires recebeu caixas da Electro-Voice, amplificadores da Dynacord e sistema de sonorização e alarme por voz.
O estádio Más Monumental, em Buenos Aires, concluiu uma modernização completa do sistema de áudio com equipamentos da Electro-Voice e da Dynacord para atender aos requisitos necessários à realização de jogos da Copa do Mundo de 2030, segundo a fabricante. O projeto também incluiu uma solução Praesensa de sonorização e alarme por voz, voltada a funções de segurança e evacuação.
Com capacidade para mais de 85 mil pessoas, o estádio é o maior da América do Sul e recebe os jogos do River Plate e da seleção argentina. Além do futebol, a arena também abriga partidas de rúgbi, shows e eventos corporativos. Ao todo, são cerca de 500 atividades por ano.
A atualização foi feita depois de décadas sem uma grande renovação no sistema de som. Segundo Maximiliano Valverde, gerente de áudio do River Plate, a estrutura anterior estava obsoleta e já não havia peças de reposição para manutenção.
A solução foi desenvolvida em parceria com a ARS Technologies, representante local da Electro-Voice e da Dynacord. De acordo com a empresa, o sistema principal do estádio reúne 46 alto-falantes EVH-1152, oito unidades EVF-1122D e 49 modelos EVC-1122. O projeto também incluiu mais de 100 sistemas EVID-S em áreas de circulação e hospitalidade.
A amplificação ficou a cargo de seis equipamentos IPX5:4 e quatro IPX10:8, da Dynacord, com potência máxima total de 70 mil watts. O controle é feito pelo software SONICUE, enquanto a plataforma Praesensa completa a estrutura de avisos e segurança.
Segundo Valverde, o novo sistema permitiu padronizar a cobertura sonora em todo o estádio. A empresa afirma que o resultado foi um som mais claro e inteligível em todos os setores da arena.
Iluminação
Elation lança KL FRESNEL IP
Nova série de Fresnel LED com proteção IP65 chega em versões de 6 e 8 polegadas para uso em palco, estúdio e áreas externas.
A Elation anunciou a expansão da linha KL “Key Light” com a nova série KL FRESNEL IP, uma família de luminárias LED Fresnel com classificação IP65 voltada a aplicações em palco, estúdio e ambientes externos. A nova linha será oferecida em modelos de 6 e 8 polegadas e busca levar o comportamento clássico de um Fresnel a situações de uso mais exigentes.
Segundo a empresa, os novos equipamentos preservam características tradicionais desse tipo de refletor, como bordas suaves, queda natural da luz e boa reprodução de cor. Ao mesmo tempo, trazem recursos de controle e proteção voltados a produções atuais, entre elas transmissões, teatro e eventos ao ar livre.
A série usa um motor LED RGBMA com ópticas personalizadas para oferecer reprodução precisa de cor em todo o espectro, de tons saturados a pastéis e brancos dinâmicos. A Elation afirma que as luminárias foram calibradas para trabalhar em conjunto com outras famílias da marca, como KL e FUZE, a fim de manter consistência cromática em sistemas mistos.
O modelo KL FRESNEL 6 IP usa uma fonte LED RGBMA de 250 W e supera 7.400 lúmens. Já o KL FRESNEL 8 IP emprega um motor de 500 W e entrega mais de 16.000 lúmens. Os dois modelos oferecem temperatura de cor ajustável entre 2400K e 8500K, além da função dim-to-warm, que simula o comportamento de fontes incandescentes.
Na reprodução de cor, a série alcança índices de CRI 94 e TLCI 95, voltados tanto à percepção visual quanto ao trabalho para câmera. Os aparelhos também incluem emulação CMY, biblioteca virtual de gels e ajuste verde-magenta para correção fina de cor.
No controle do facho, a série incorpora zoom motorizado interno de 8° a 60° e aletas ajustáveis de oito folhas para recorte mais preciso. O fabricante também destaca o funcionamento silencioso e a taxa de atualização LED de até 25 kHz, pensada para compatibilidade com câmeras de alta velocidade.
Para facilitar a instalação e a operação, os equipamentos incluem configuração por NFC, tela LCD traseira com duplo encoder, DMX sem fio Aria X2, controle DMX com suporte total a RDM e operação manual para ajustes diretos de zoom, intensidade, temperatura de cor e outros parâmetros.
A Elation informou que os modelos KL FRESNEL 6 IP e KL FRESNEL 8 IP já estão disponíveis por meio de revendedores autorizados em todo o mundo.
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