Construído para refletir o som e o estilo das tradições musicais mexicanas, o 657ce Bajo Quinto combina um perfil de timbre completamente único com toques modernos da Taylor para oferecer um instrumento singular para músicos aventureiros.
O Bajo Quinto de 10 cordas é afinado em quartas em A-D-G-C-F, com A e D duplicados em oitavas e G, C e F afinados em uníssono. Fundo e laterais sólidas de maple Big Leaf e um tampo sólido em Sitka Spruce combinam com o formato do corpo dreadnought de ombros redondos de Grand Pacific da Taylor e reforço V-Class de aprimoramento de tom para produzir um caráter musical claro e ressonante que soa diferente de qualquer outra coisa que a empresa criou. As melhorias originais da empresa incluem uma nova configuração de pinos de ponte de rampa/deslocamento de cordas que permite que cada par de cordas cante com resposta tátil ideal sem interferir uma na outra.
O Bajo Quinto é visualmente inspirado nos estilos clássicos mexicanos, com um corte florentino afiado que oferece acesso ao registro superior, um impressionante pickguard duplo perolado branco com uma tampa de tensor combinando, incrustações Mission em madrepérola delineadas em marfim granulado e ponte de Ebony com pinos de abalone verdes e mini afinadores dourados. Inclui uma pastilha de boca Fishman Rare Earth e é enviado em um estojo rígido Western Floral de luxo.
Configuração de 10 cordas estilo mexicano com cinco pares de cordas duplas
Corpo de maple totalmente sólido com tampo em spruce para um tom rico
Corpo Grand Pacific e suporte Classe V para um som quente e complexo
Os detalhes visuais refletem a herança tradicional mexicana
Possui cutaway florentino, eletrônica Fishman e case rígido
O modelo combina alto desempenho, precisão para alta ganho e uma tampa de ébano Pale Moon de forte impacto visual.
A Cort Guitars apresentou a KX500 Pale Moon, guitarra elétrica desenvolvida para músicos que buscam desempenho técnico consistente e identidade visual diferenciada. O modelo já está disponível globalmente por meio de distribuidores locais e lojas online.
A KX500 Pale Moon possui corpo em mogno, gerando timbres quentes, com destaque para médios e graves definidos. A tampa de ébano Pale Moon confere visual marcante, acentuado pelo acabamento Natural Black Burst fosco de poro aberto, que valoriza o desenho natural da madeira.
O braço parafusado de cinco peças em maple torrado e nogueira melhora estabilidade e ressonância. O perfil em “D” mede 19,5 mm no primeiro traste e 21,5 mm no décimo segundo, com escala de 25,5″. A escala em ébano Macassar possui 24 trastes jumbo de aço inoxidável, raio de 15,75″, marcadores laterais luminescentes e inlays em formato de gota. O conjunto inclui nut Graph Tech Black TUSQ de 43 mm e tensor de dupla ação com ajuste tipo spoke nut.
Na parte eletrônica, o modelo traz humbuckers Seymour Duncan Nazgul (ponte) e Sentient (braço), voltados tanto para alta ganho quanto para passagens mais dinâmicas, com graves sólidos e definição nos limpos e solos. O controle é simples, com volume, tone e chave de três posições.
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O hardware inclui tarraxas com trava Cort e ponte hardtail Cort com string-through-body, contribuindo para sustain e transferência de vibração. De fábrica, a KX500 Pale Moon vem equipada com cordas D’Addario EXL110.
A Martin Guitar apresentou o Project 91, uma coleção histórica que recria fielmente as 91 guitarras D-45 originais fabricadas entre 1933 e 1942, consideradas alguns dos modelos acústicos mais valiosos e emblemáticos já construídos.
Cada instrumento da nova série está diretamente vinculado, por número de série, a uma daquelas peças pre-war, estabelecendo uma conexão tangível com a era dourada da companhia.
A linha da Martin utiliza fundo e laterais em jacarandá brasileiro e replica detalhes essenciais, como perfis de braço vintage, sistemas de escoras forward ou rear-shifted e ornamentação completa no estilo 45.
Os primeiros quatro modelos já foram finalizados:
D-45 1933 Project 91-1: corpo de 12 trastes, headstock ranhurado com filetes em madrepérola, torch inlay e escoras em X esculpidas.
D-45 1934 Project 91-2: corpo de 12 trastes, headstock sólido com filetes em madrepérola e estética clássica C.F. Martin.
D-45S 1936 Project 91-3: corpo largo de 14 trastes, inlays estilo snowflake e escoras avançadas (forward-shifted).
D-45S 1936 Project 91-4: especificações equivalentes, também com design special wide body.
Cada guitarra inclui um certificado de autenticidade e um pôster com a imagem do instrumento original, disponível mediante registro.
Uma homenagem quase um século depois
Entre 1933 e 1942 foram construídas apenas 91 unidades da D-45 original. “Estamos nos aproximando dos 100 anos desde a primeira D-45”, afirma Jason Ahner, responsável pelo museu e arquivos. “O Project 91 busca recriar, com a maior fidelidade possível, como eram construídas nos anos 30 e início dos 40.”
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Chris Martin IV, chairman da empresa, destaca a relevância da iniciativa: “A 45 sempre representou o melhor do nosso trabalho. Recuperar aquelas 91 guitarras em um momento que considero outra era dourada para a Martin é algo emocionante.”
Detalhes que definem uma época
Algumas unidades do projeto incluirão particularidades históricas, como pestanas mais finas, tampas sombreadas, modelos para canhotos ou configurações incomuns de pickguards. Para Dick Boak, ex-diretor do museu e arquivos, a D-45 segue sendo uma obra-prima de detalhamento: “A quantidade de trabalho nas incrustações do corpo, braço e headstock as coloca em outra categoria.”
Os quatro primeiros modelos do Project 91 já estão disponíveis em distribuidores selecionados. Os demais serão construídos e lançados de forma sequencial nos próximos anos, replicando o som, a sensação e a estética de suas contrapartes históricas.
Análise para o leitor de Música & Mercado sobre o que está impulsionando o mercado global de guitarras e por que certos modelos se destacam.
O mercado mundial de guitarras continua em crescimento em 2025: o segmento de guitarras elétricas está especialmente forte, e o volume de vendas já movimenta bilhões de dólares.
Este artigo analisa quais modelos estão liderando as vendas, por que estão sendo tão procurados e quais tendências globais merecem atenção. A ideia é oferecer informação útil tanto para músicos quanto para distribuidores, luthiers e profissionais do setor.
Quais modelos estão entre os mais vendidos
Embora nem sempre sejam divulgados dados exatos de volume por modelo em todos os mercados, existem pistas consistentes:
Um relatório da Reverb indica que as marcas dominantes em vendas em 2024 foram Fender, Gibson, PRS e Epiphone.
Outra análise aponta que, em 2025, as guitarras elétricas estão vendendo ao dobro do ritmo das acústicas em nível global.
Sobre modelos específicos: entre os mais recomendados para 2025 aparece a PRS SE CE 24 Standard pela versatilidade, qualidade de construção e bom preço.
No segmento de entrada, a Squier Sonic Telecaster é outro exemplo de alta rotatividade devido à sua acessibilidade.
Fatores que explicam por que se vendem tanto
A seguir, alguns dos principais motivos por trás do forte desempenho do mercado de guitarras e dos modelos mais vendidos:
Domínio da guitarra elétrica
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Segundo diversos relatórios, em 2025 o segmento elétrico cresce mais rápido que o acústico: os dados sugerem uma relação de aproximadamente 2 para 1 nas vendas de elétricas em relação às acústicas. Isso ocorre por motivos como maior versatilidade tonal, demanda em gêneros populares e influência das redes sociais, que favorecem estilos elétricos.
Modelos de valor intermediário com alta qualidade
As marcas têm oferecido modelos de “nível médio” que entregam construção, som e desempenho muito próximos aos de linhas superiores, mas com preços mais acessíveis. Isso atrai iniciantes e músicos intermediários que desejam fazer upgrade. A PRS SE CE 24, por exemplo, destaca-se nesse segmento.
Influência da internet, redes sociais e ensino online
O interesse por tocar guitarra segue elevado graças aos tutoriais online, criadores de conteúdo e maior acessibilidade aos instrumentos. O crescimento do mercado também está ligado ao avanço da educação musical online.
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Mercados emergentes e produção globalizada
Países fora do eixo tradicional EUA/Europa já representam uma parcela significativa da demanda. Ao mesmo tempo, a fabricação e a distribuição global mais eficientes têm permitido reduzir custos e ampliar o alcance das marcas.
Tendência de estilos clássicos com releituras modernas
Modelos que resgatam designs icônicos (como Telecaster, Stratocaster, Les Paul) com atualizações modernas têm boa saída. Os consumidores buscam familiaridade somada a melhorias técnicas.
Mercado de usados e renovação constante
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Embora este artigo trate de vendas de instrumentos novos, é relevante notar que o mercado de guitarras usadas também cresce e impulsiona ciclos de troca.
Quais são as implicações para a indústria musical
Distribuidores e lojas: investir em modelos elétricos de valor intermediário e manter bom estoque com prazos curtos de entrega.
Fabricantes e marcas: apostar em versões de entrada, atualizar clássicos e acompanhar a expansão dos mercados emergentes.
Músicos e instrutores: entender que a demanda por guitarras elétricas continua a crescer, abrindo oportunidades para ensino, conteúdo online e serviços de manutenção.
Mercado latino-americano (e Brasil): muitas das tendências globais também se refletem localmente — modelos elétricos, preços acessíveis, ensino online e novas gerações buscando seu primeiro instrumento.
Em 2025, o mercado de guitarras vive um momento de consolidação elétrica, com modelos bem posicionados em preço e qualidade, forte influência digital e expansão global. Embora nem todos os dados de unidades por modelo estejam disponíveis publicamente, a combinação de relatórios e guias especializadas permite identificar quais instrumentos dominam as vendas e por quê.
Para quem atua em distribuição, fabricação, ensino ou está simplesmente buscando sua próxima guitarra, compreender essas dinâmicas é fundamental para tomar melhores decisões. A guitarra não é apenas um símbolo cultural — é também um produto extremamente vivo dentro da indústria musical global.