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The Sphere em Las Vegas tem o sistema de áudio mais avançado do mundo
O Sphere Immersive Sound, projetado e personalizado pela Sphere Studios em associação com a Holoplot para Sphere em Las Vegas, promete revolucionar a experiência de áudio imersiva.
A Sphere Studios, que desenvolve tecnologias e conteúdos inovadores, fez parceria com a Holoplot, especialista em tecnologia de áudio 3D, para criar o Sphere Immersive Sound, o maior sistema de áudio de concerto totalmente integrado do mundo que promete revolucionar as experiências de áudio imersivas.
O local Sphere será inaugurado em Las Vegas em 29 de setembro, quando o U2 iniciará a primeira das 25 apresentações programadas de “U2:UV Achtung Baby Live At Sphere”.
The Edge, do U2, disse: “A beleza do Sphere não é apenas a tecnologia inovadora que o torna tão único, com o sistema de áudio mais avançado do mundo embutido em uma estrutura projetada com qualidade de som em primeiro lugar; são também as possibilidades em torno de experiências imersivas em paisagens reais e imaginárias. Resumindo, é uma tela com escala e resolução de imagem incomparáveis e uma oportunidade única em uma geração. Todos nós pensamos sobre isso e decidimos que ficaríamos zangados se não aceitássemos o convite.”
“O Sphere Immersive Sound é a pedra angular da tecnologia de engenharia personalizada que tornará o Sphere diferente de qualquer espaço, em qualquer lugar do mundo, oferecendo áudio com clareza e precisão inigualáveis a todos os convidados, não importa onde estejam sentados”, disse David Dibble, CEO da MSG Ventures, uma divisão da Sphere Entertainment. “Criar esta experiência nos exigiu ir muito além da tecnologia de áudio existente e, na Holoplot, encontramos um parceiro na vanguarda da inovação para ajudar a alcançar nossa visão e transformar verdadeiramente o que é possível com o áudio.”
“Desde o início, a Holoplot tem se concentrado em transformar radicalmente a tecnologia de áudio, repensando a física subjacente da reprodução de som como a conhecemos”, disse Roman Sick, CEO da Holoplot. “Trabalhar ao lado da Sphere Studios no Sphere Immersive Sound tem sido uma oportunidade verdadeiramente empolgante para nossa equipe, desafiando-nos a ultrapassar os limites de nossa tecnologia em uma escala sem precedentes e criar uma experiência de audição revolucionária.”

Do que se trata?
O Sphere Immersive Sound é considerado o maior sistema de áudio para concertos do mundo e foi desenvolvido especificamente para o interior curvo exclusivo do Sphere. O sistema consiste em aproximadamente 1.600 caixas permanentemente instaladas e 300 caixas móveis Holoplot X1 Matrix Array e inclui um total de 167.000 drivers amplificados individualmente. O sistema usa a síntese de campo de onda de última geração da Holoplot e a tecnologia de formação de feixe de áudio 3D para transformar a maneira como o áudio é entregue em locais de grande escala. De acordo com o comunicado oficial, isso resulta em um áudio de concerto controlado, consistente e nítido para audiências de até 20.000 pessoas, dando a cada membro do público uma experiência auditiva verdadeiramente excepcional e personalizada. Todo o sistema de som está completamente escondido atrás do plano interior de telas de LED de mais de 500.000 pés quadrados do Sphere. Qualquer perda de transmissão de áudio é totalmente compensada pelos algoritmos Holoplot no mecanismo de otimização, resultando em um som claro de alcance total praticamente sem coloração e uma superfície de LED visual completamente desobstruída que envolve, sobre e ao redor do público e é combinada com o Sphere Immersive Sound para criar um ambiente totalmente imersivo.

Tecnologia da Holoplot
A tecnologia tradicional de caixas em espaços de grande escala pode resultar na diminuição da qualidade do áudio à medida que a distância das caixas aumenta, devido à natureza descontrolada da propagação das ondas sonoras. A tecnologia proprietária de formação de feixe de áudio 3D da Holoplot usa algoritmos de software inteligentes para criar ondas sonoras exclusivas e altamente controladas que são mais eficientes do que as caixas convencionais, garantindo que os níveis e a qualidade permaneçam consistentes do ponto de vista, da fonte ao destino, mesmo em longas distâncias. A tecnologia proprietária de beamforming da Holoplot também pode fornecer simultaneamente conteúdo de áudio exclusivo para locais específicos no local, criando o potencial para diferentes seções ouvirem conteúdo completamente diferente, como idiomas, música ou efeitos sonoros, oferecendo oportunidades ilimitadas para experiências de áudio verdadeiramente personalizadas e imersivas.
O Sphere Immersive Sound também usará os recursos exclusivos de síntese de campo de onda do Holoplot, uma técnica de reprodução de áudio espacial que tira proveito de ambientes acústicos virtuais. Com a tecnologia de áudio convencional, a origem percebida de um som tem sido tradicionalmente a localização da caixa. Com o Wave Field Synthesis, os designers de som podem criar um ponto de origem virtual, que pode ser colocado em uma localização espacial precisa. Isso permite que o áudio seja direcionado ao ouvinte para que soe próximo, mesmo que a fonte esteja distante; por exemplo, um membro da audiência pode ouvir um sussurro que soa como se alguém estivesse falando diretamente em seu ouvido.
Sphere Immersive Sound é apenas um aspecto das tecnologias do século 22 que trabalharão juntas no Sphere para criar experiências imersivas extraordinárias que ativam os sentidos. Além do som imersivo Sphere e do plano interno da tela de LED, o Sphere também apresenta tecnologias 4D patenteadas, como assentos hápticos de infra-som e vários efeitos atmosféricos e ambientais, como brisas quentes, aromas evocativos e mudanças de temperatura, para criar ambientes multissensoriais com experiências que levam você para longe, contando histórias para um nível totalmente novo. Sem esquecer o exterior que tem chamado a atenção desde que foi ativado nas últimas semanas!
Imagens de Rich Fury / Sphere Entertainment



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Roland amplia linha móvel com GO:MIXER STUDIO
Interface portátil combina gravação multicanal, efeitos integrados e conectividade para produção em qualquer ambiente, para criadores de conteúdo e músicos.
A Roland apresentou o GO:MIXER STUDIO, mixer e interface de áudio portátil voltado a criadores de conteúdo, músicos e produtores que trabalham com dispositivos móveis e computadores.
O equipamento permite capturar áudio multicanal com resolução de até 24 bits/192 kHz, reunindo funções de mixagem e processamento em um formato compacto, pensado tanto para uso em estúdio quanto em aplicações móveis.
Entre os principais recursos, o GO:MIXER STUDIO oferece até 12 canais de entrada e diversas opções de conexão, incluindo duas entradas XLR com alimentação phantom, entrada dedicada para guitarra ou baixo, entradas de linha estéreo e conexão auxiliar compatível com dispositivos móveis.
O sistema também incorpora efeitos integrados — como equalização, compressão e reverb — que podem ser utilizados durante a gravação ou no monitoramento, reduzindo a necessidade de processamento externo em setups mais simples.
Em termos operacionais, o dispositivo permite salvar configurações em memórias de cena e oferece controle direto por meio de interface física, além de compatibilidade com softwares para edição e gerenciamento em computador.
Voltado aos fluxos atuais de produção, o GO:MIXER STUDIO também se integra a aplicativos como o GO:MIXER Cam, que possibilita capturar áudio multipista sincronizado com vídeo, ampliando seu uso em streaming, criação de conteúdo e produção audiovisual.
O lançamento atende à crescente demanda por soluções portáteis capazes de entregar qualidade de estúdio em diferentes ambientes, acompanhando a convergência entre produção musical, vídeo e plataformas digitais.
Veja mais neste vídeo.
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Subwoofer CRMS-LFE18sl mkII da Alcons Audio com design ultrafino
Sistema LFE incorpora driver de 18” e resposta estendida para aplicações de alta exigência.
A Alcons Audio anunciou o CRMS-LFE18sl mkII, um subwoofer de perfil ultrafino desenvolvido para aplicações de alta exigência em ambientes de cinema, estúdios e espaços de mixagem profissional.
O modelo faz parte da série CRMS (Cinema Reference Monitor Systems) e foi projetado como um sistema LFE (Low Frequency Effects), com foco em oferecer reprodução precisa em baixas frequências, com controle de transientes e resposta linear.
O sistema integra um driver de 18 polegadas de alta excursão com dupla bobina de 3”, capaz de atingir deslocamentos de até 30 mm, o que permite maior faixa dinâmica em comparação com subwoofers convencionais.
Um dos diferenciais do CRMS-LFE18sl mkII é seu design compacto, com profundidade reduzida, o que facilita sua instalação em espaços limitados, permitindo configurações em parede, teto ou estruturas suspensas sem comprometer o desempenho acústico.
O subwoofer oferece uma resposta em ambiente que pode se estender abaixo de 10 Hz, juntamente com alta precisão na reprodução de impulsos, características essenciais para aplicações onde a fidelidade em baixas frequências é crítica.
Para sua operação, o sistema foi otimizado para trabalhar com controladores amplificados dedicados da marca, que integram processamento específico para ajuste de fase, otimização de resposta e compensação de cabeamento, com o objetivo de manter consistência em diferentes configurações.
O CRMS-LFE18sl mkII é voltado para estúdios de pós-produção, salas de mixagem, cinemas de alto padrão e ambientes onde se exige reprodução precisa de efeitos de baixa frequência, consolidando a tendência de soluções de alto desempenho em formatos mais compactos.
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BandBox chega ao Brasil e inaugura categoria de amp portátil inteligente com IA que trabalha sem internet
Solo a R$ 1.699 e Trio a R$ 3.599 chegam ao mercado nacional com separação de instrumentos em tempo real, mixer de quatro canais e até 10 horas de autonomia
Existe um problema que todo músico que estuda, ensina ou cria fora do estúdio conhece bem. O cubo de prática básico não entrega o que o músico de hoje precisa. Montar um rig com pedalboard, amplificador e ferramenta de aprendizado custa espaço, peso e dinheiro. E os amplificadores portáteis com entrada para instrumento que existem no mercado, em geral, funcionam mais como alto-falante do que como equipamento de músico de verdade.
O JBL BandBox foi construído para atacar exatamente essa lacuna — e chegou ao Brasil no dia 7 de abril de 2026 com um lançamento que, por si só, já disse alguma coisa sobre a proposta do produto.
Um palco para quem usa instrumento de verdade
O evento aconteceu em São Paulo e foi conduzido por Fabiano Carelli, guitarrista do Capital Inicial há mais de duas décadas. Não um apresentador de palco, não um influenciador de tecnologia — um músico profissional que conhece a rotina de quem toca ao vivo e em estúdio.
Ao lado dele, uma lista que atravessou gerações e estilos: Clemente, fundador dos Inocentes e figura central da Plebe Rude; Charles Gavin, baterista da primeira formação dos Titãs; Rayane Fortes, cantora, guitarrista e multi-instrumentista cearense que virou todas as cadeiras no The Voice Brasil e hoje acumula projeção internacional; Thaide, nome do hip-hop nacional; e Felipe Vassão, produtor com múltiplos Grammy Latinos no currículo — responsável por álbuns de Emicida e Jota.pê, com mais de 400 mil seguidores no Instagram e um canal ativo sobre produção musical.
O evento foi lotado, com presença de jornalistas, lojistas de todo o Brasil, criadores de conteúdo e convidados do mercado. E o que aconteceu no palco não foi demonstração controlada: os músicos pegaram o BandBox ao vivo, sem ensaio prévio, e mostraram o equipamento em uso real. O resultado surpreendeu. Ver um instrumento sendo amplificado, efeitos sendo trocados em tempo real e a separação de elementos funcionando diante de uma plateia que entende de som é diferente de ver um vídeo institucional. É a diferença entre acreditar no produto e entender o que ele faz.
O que é o BandBox — e por que o enquadramento importa
A linha tem dois modelos. O BandBox Solo é compacto: até 30W de saída, uma entrada de guitarra ou microfone, reprodução de música via Bluetooth, afinador, metrônomo, looper, pitch shifter, modelos de amplificador e efeitos clássicos como phaser, chorus, tremolo e reverb. A bateria dura até seis horas. Conecta ao computador por USB-C e funciona como interface de áudio direta para o DAW — sem equipamento adicional.

O BandBox Trio é o modelo para grupos: 135W com woofer de 6,5″ e dois tweeters de 1″, quatro entradas simultâneas para instrumentos e microfones, mixer de quatro canais com tela LCD integrada, efeitos de microfone, bateria substituível e até 10 horas de autonomia. Dá para plugar guitarra, baixo, microfone e ainda ter canal livre. Ambos se conectam ao app JBL One para controle avançado de equalização, modelos de amp e cadeia de efeitos — mas os recursos básicos funcionam sem ele, direto no hardware.
O enquadramento correto não é caixa Bluetooth, não é cubo de prática, não é amp de palco. É uma categoria nova: amplificador portátil inteligente, com ferramentas de prática, criação e gravação no mesmo bloco.
A Stem AI: o diferencial que a imprensa internacional foi testar
O recurso central da linha é a tecnologia Stem AI: separação em tempo real de vocais, guitarra e outros elementos de qualquer música reproduzida via Bluetooth, sem necessidade de internet e sem upload prévio de arquivo. O músico escolhe o que quer remover ou isolar — a guitarra para aprender um solo, a voz para cantar por cima, a bateria para trabalhar o groove — e o processamento acontece direto no hardware.
Aplicativos como o Moises fazem algo parecido, mas exigem que o arquivo seja enviado antes. O BandBox faz isso enquanto a música toca. Essa diferença tem consequência prática real em sala de aula, em sessão de prática e no palco de um evento como o que aconteceu ontem em São Paulo.
A imprensa especializada testou e foi direta. O Guitar World classificou a ferramenta como uma das melhores que já viu para prática com IA. O Sound on Sound, referência técnica do setor de áudio, destacou que a inclusão de separação de stems em hardware autônomo, sem dependência de processamento em nuvem, é genuinamente significativa. A ressalva presente nos testes é que a separação não é perfeita em músicas com arranjos muito densos — mas o ponto relevante é que ela funciona bem o suficiente para uso prático real, e isso a imprensa confirmou com produto em mão.

O que isso inaugura para o ecossistema
Há uma geração de músicos — estudantes avançados, professores, produtores que trabalham em casa, criadores de conteúdo musical — para quem o setup ideal precisa ser compacto, completo e capaz de gravar. Esses músicos vivem hoje entre soluções parciais: o cubo básico que amplifica mas não tem recursos, o pedalboard que tem recursos mas ocupa espaço, a interface de áudio que grava mas não amplifica.
O BandBox tenta condensar tudo isso. Para professores e escolas de música, o Trio tem apelo direto: quatro entradas, ferramentas de acompanhamento com controle de elementos, looper e interface de gravação em um único equipamento portátil que substitui um rig inteiro em aulas individuais ou em grupo pequeno. Para o criador de conteúdo musical, a interface USB-C e a Stem AI são o argumento principal — gravar direto no DAW e montar acompanhamentos customizados em tempo real são funcionalidades com encaixe direto nesse perfil. Para o músico profissional que leva o instrumento de um lugar para o outro, o Solo é o equipamento que ele não encontrava nessa faixa.
E para as lojas de instrumento, o BandBox inaugura uma conversa nova. Não compete com o cubo de entrada. Compete com a decisão de não comprar nada — porque o músico ainda não encontrou um produto que fizesse tudo que ele precisava em um formato que coubesse na sua rotina.
O essencial
O JBL BandBox chega ao Brasil num momento em que o mercado de instrumentos carece de produtos que traduzam tecnologia de software em hardware portátil sem inflar o preço além do razoável. A separação de elementos em tempo real sem internet, combinada com amplificação, efeitos e interface de gravação em um só dispositivo, não tem precedente direto nessa faixa de preço e formato no Brasil — e o lançamento de ontem, com músicos de verdade mostrando o produto em uso real, foi a forma mais honesta de apresentar isso ao mercado.

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