Audio Profissional
Rayani Martins entra para a família Shure
Referência no setor gospel, a baterista Rayani Martins utilizará a linha PGA, além de ministrar workshops gratuitos no escritório da Shure no Brasil.
Conhecida como uma das maiores revelações na música gospel, Rayani Martins, 20 anos, entra para a família Shure — marca americana fabricante no setor de microfones e soluções de áudio.
A famosa baterista, nascida em São Bernardo do Campo, Grande São Paulo, em conversa no escritório da Shure, contou um pouco

Aprendendo sobre os produtos Shure nos escritórios da empresa
sobre sua carreira e história, além de comemorar a parceria com a marca.
Como foi o início da sua carreira? O que te atraiu no instrumento?
Eu realmente já nasci apaixonada pela bateria! Com 3 anos, chegava na igreja com meus pais e ia direto brincar com o instrumento, na realidade, fazer minha bagunça com o instrumento. Desde cedo, algo me atraía no mundo da música e hoje sei que é tocar bateria.
De onde veio apoio?
Sempre veio dos meus pais, principalmente meu pai, que percebeu desde cedo minha paixão pelo instrumento. Por isso, quando fiz 6 anos de idade resolveu me incentivar e me colocou para fazer aula com a professora Michelle Dias Forão. A minha mãe considerava a bateria um instrumento barulhento e masculinizado demais. Por isso, até tentei fazer aulas de teclado e outros instrumentos. Minha mãe só percebeu o meu amor pela bateria após o meu teclado ter sido roubado. Com a impossibilidade de comprar outro, tendo apenas um caminho, o apoio ao meu instrumento de paixão, começou a compreender e a incentivar o meu propósito.
Quando você percebeu que tocar bateria poderia virar profissão? Qual foi a primeira atitude para tornar possível esse sonho?
Comecei a tocar no grupo da igreja e, a partir disso, muitas oportunidades foram surgindo. Todas as oportunidades de alguma forma agregaram muito à minha carreira e ao meu crescimento profissional. Foi aos 15 anos que decidi começar a dar aulas particulares e acreditar no meu talento como profissão. Logo criei meu estúdio, que existe até hoje, e atualmente temos cerca de 40 alunos.
Você está envolvida em diversos projetos e sempre com a agenda lotada. Qual foi o trabalho que mais te marcou?
Com certeza foi quando toquei para mais de 2 milhões de pessoas pela primeira vez, em 2015, na Marcha para Jesus. Foi nesse momento que vi que meu sonho estava realmente sendo concretizado.
Em sua opinião, o que é preciso para ser um bom baterista?
Tem que ter dedicação e foco. Independentemente do exercício e das dificuldades, é preciso persistir e ter fé. Precisamos ser gratos até com os erros, pois é a partir deles que aprendemos e evoluímos. É o que falo para os meus alunos: Se eu consigo, vocês também conseguem. Nada é impossível!
Você é hoje uma referência expressiva no segmento gospel quando o assunto é bateria. Como se sente ao ver esse reconhecimento?
A palavra é gratidão! Trabalhei e me dediquei muito a tudo isso que está acontecendo hoje. A música é sentimento, amor, fé e emoção. Fico feliz de levar todas essas sensações para as pessoas.
Com quem está trabalhando atualmente?
Trabalho com a Priscilla Alcantara e venho aprendendo muito na estrada com ela. Mas já trabalhei com o produtor Dudu Borges, Elyon Shamah, Coral Kemuel, Caroline Rezende, Banda Hope Roots, na orquestra da Mupadesb, entre outros trabalhos realizados. Todos contribuíram muito para que eu chegasse ao patamar em que estou hoje.
A Shure é uma das marcas que te apoiam nessa jornada. Como surgiu esse relacionamento?
Sempre tive a marca muito presente na minha carreira. Já usava os produtos da Shure quando tocava na igreja e em outras bandas, mas os produtos não eram meus. Até que um dia um amigo me presenteou com um fone da marca, a primeira vez que tive um Shure só para mim, e foi o suficiente para me apaixonar!
Eis que um dia o Kadoka me viu tocar em um evento e veio conversar comigo. Marcamos um encontro no escritório da Shure, quando conheci a equipe inteira aqui no Brasil. Foram extremamente atenciosos e profissionais comigo, e no fim dessa reunião, para minha surpresa, fui presenteada com um PGA Drum Kit, para microfonar a bateira. Fiquei surpresa e feliz com o reconhecimento, principalmente porque vou ministrar workshops gratuitos no escritório da Shure!
Que linha ou produto da marca você mais indica?
Para os bateristas, com certeza o PGA Drum Kit, quero usá-lo por muitos anos! Ele atende a todas as necessidades e dá um retorno impecável. A marca é incrível e tem uma variedade gigantesca de produtos, fica até difícil indicar um só! Com relação a áudio, a Shure tem tudo o que é necessário para um músico. Tem para todos os gostos!
Quais são os próximos planos?
Plano é o que não falta. Estou trabalhando e correndo atrás de muita coisa. Não posso contar ainda, tenho colocado tudo na mão de Deus e, com certeza, vai dar tudo certo.
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Sennheiser lança DeviceHub, plataforma na nuvem
Solução permite monitoramento remoto, controle por níveis de acesso e operação escalável de dispositivos conectados.
A Sennheiser anunciou o lançamento do DeviceHub, uma plataforma em nuvem desenvolvida para centralizar a gestão de dispositivos AV em ambientes corporativos e educacionais.
Disponível em versão beta pública, a solução inicia com suporte para a linha TeamConnect Bar e faz parte de um plano de expansão com novos dispositivos ao longo de 2026.
Monitoramento e controle remoto
O DeviceHub permite acesso via navegador com recursos como:
- monitoramento em tempo real
- diagnósticos e alertas
- controle de acesso baseado em perfis
A proposta é oferecer visibilidade completa do sistema e permitir ações preventivas antes que falhas impactem reuniões ou aulas.
De acordo com Iain Horrocks, a plataforma representa um avanço na gestão de ecossistemas AV conectados.
Gestão em larga escala
A plataforma organiza os dispositivos por salas, prédios, campus ou regiões, refletindo a estrutura real das operações.
Com isso, equipes podem:
- gerenciar múltiplos ambientes em uma única interface
- navegar rapidamente entre locais
- visualizar o status do sistema de forma clara
O lançamento acompanha a demanda por soluções centralizadas em ambientes híbridos e distribuídos.
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México: Show de Shakira no Zócalo reúne mais de 400 mil pessoas
Evento em praça pública na Cidade do México exigiu projeto de som com cobertura uniforme em larga escala.
Mais de 400 mil pessoas acompanharam o show de Shakira no Zócalo de la Ciudad de México, em um dos maiores eventos recentes realizados em espaço público na capital mexicana.
Além da dimensão do público, a produção enfrentou um desafio central: garantir uniformidade sonora, pressão e inteligibilidade em uma área aberta de grandes proporções.
O sistema foi desenvolvido em parceria com Clair Global e Eighth Day Sound Systems, com tecnologia da d&b audiotechnik.

Configuração de áudio
O PA principal utilizou sistemas GSL com subwoofers SL-Subs, alimentados por amplificadores D90, oferecendo controle de graves e cobertura precisa.
Para garantir consistência ao longo da praça, foram instaladas quatro torres de delay com sistemas KSL e amplificação D40, mantendo sincronização e definição mesmo a grandes distâncias.


Referência em produção de grande escala
O projeto reforça a complexidade técnica envolvida em eventos de grande porte em espaços públicos, onde engenharia de áudio e planejamento acústico são fundamentais para a experiência final.
O show se consolida não apenas pela audiência, mas também como referência técnica em produção de eventos massivos na América Latina.
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Como posicionar monitores de estúdio corretamente
Posicionamento, altura e ambiente impactam diretamente na qualidade da escuta.
O posicionamento dos monitores de estúdio é um dos fatores mais importantes para garantir uma audição precisa. Em home studios, erros simples podem comprometer a percepção de graves, imagem estéreo e equilíbrio geral da mixagem.
Triângulo de escuta: base do setup
O ponto de partida é o triângulo equilátero:
- A distância entre os monitores deve ser igual à distância de cada monitor até o ouvinte
- Os monitores devem estar direcionados para os ouvidos
Esse posicionamento melhora a imagem estéreo e a definição do som.
Altura correta
Os tweeters devem estar na altura dos ouvidos na posição de trabalho.
Se estiverem muito acima ou abaixo, a resposta em frequência será alterada, principalmente em médios e agudos.
Distância das paredes
Monitores muito próximos de paredes ou cantos podem causar:
- Excesso de graves
- Problemas de fase
- Perda de definição
Como referência:
- Manter 20–50 cm de distância da parede traseira
- Evitar posicionamento em cantos
Em ambientes pequenos, monitores com ajuste para proximidade de parede podem ajudar.
Simetria do ambiente
A posição de escuta deve ser simétrica em relação às laterais da sala.
Isso evita distorções na imagem estéreo.
Evitar, por exemplo:
- Um lado com parede e outro aberto
- Diferenças grandes de móveis ou superfícies
Isolamento e apoio
Não é recomendado posicionar os monitores diretamente sobre a mesa.
O ideal é usar:
- Espumas isolantes
- Suportes dedicados
Isso reduz vibrações e melhora a resposta de graves.
Tratamento acústico básico
Mesmo sem um estúdio tratado profissionalmente, algumas soluções ajudam:
- Painéis absorventes nos pontos de reflexão
- Bass traps nos cantos
- Evitar superfícies muito reflexivas próximas
Volume de trabalho
Misturar em volumes muito altos pode prejudicar a percepção.
Níveis moderados ajudam a:
- Melhorar o equilíbrio da mixagem
- Reduzir a fadiga auditiva
- Tomar decisões mais consistentes
Ajustes práticos
Cada sala responde de forma diferente. Por isso:
- Teste diferentes posições
- Use músicas de referência
- Faça ajustes progressivos
Um bom posicionamento é o primeiro passo para uma escuta mais confiável e mixagens mais consistentes.
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