Audio Profissional
Linha de microfones Artist Elite da Audio-Technica
Os microfones da série AE (Artist Elite da Audio-Technica) oferecem níveis de SPL extremos para gravações e aplicações de vozes ao vivo. São oito modelos disponíveis.
Os microfones da linha AE da Audio-Technica contam com um design robusto para suportar a vida na estrada, com refinada engenharia ani-vibração que permite baixíssimo ruído de manuseio.
Além disso, o padrão polar encontrado em cada um deles foi pensado para melhorar o isolamento da fonte sonora desejada.
Microfone condensador cardióide AE5400
Este real condensador apresenta o mesmo elemento de diafragma grande do renomado microfone de estúdio AT4050, garantindo a captação de cada nuance.
O transformador personalizado do microfone isola contra ruído e interferência de RF, e fornece características de saturação que contribuem para uma qualidade de som linear suave.

- Elemento: Condensador
- Padrão polar: Cardióide
- Resposta em frequência: 20-20.000 Hz
- Corte de baixas frequências: 80 Hz, 12 dB/oitava
- Sensibilidade de circuito aberto: –40 dB (10,0 mV) ref. 1V a 1 Pa
Microfone condensador cardióide AE3300
Este modelo oferece exacto detalhamento, clareza brilhante e realismo incolor, con filtro passa-alta chaveável de 80 Hz e atenuação de 10 dB.
Seu padrão polar cardióide reduz a capitação de sons laterais e traseiros.

- Elemento: Condensador permanentemente polarizado com placa traseira de carga fixa
- Padrão polar: Cardióide
- Resposta em frequência: 30-18.000 Hz
- Corte de baixas frequências: 80 Hz, 12 dB/oitava
- Sensibilidade de circuito aberto: –42 dB (7,9 mV) ref. 1V a 1 Pa
Microfone dinâmico hipercardióide AE6100
Se você procura ótimo destaque com excelente presença no monitor, este será seu modelo a escolher. Ele oferece máxima rejeição a realimentação com padrão polar hipercardióide.

- Elemento: Dinâmico
- Padrão polar: Hipercardióide
- Resposta em frequência: 60-15.000 Hz
- Sensibilidade de circuito aberto: –55 dB (1,7 mV) ref. 1V a 1 Pa
- Peso: 310 g
Microfone dinâmico cardióide AE4100
Som distinto que destaca-se no mix! Otimizado para o palco com excelentes propriedades de isolamento.

- Elemento: Dinâmico
- Padrão polar: Cardióide
- Resposta em frequência: 90-18.000 Hz
- Sensibilidade de circuito aberto: –55 dB (1,7 mV) ref. 1V a 1 Pa
- Peso: 310 g
Microfone de elemento duplo cardióide AE2500
Este modelo conta com um projeto revolucionário de elemento duplo, contendo dois elementos (condensador e dinâmico) instalados em corpo único.
O elemento dinâmico capta o ataque agressivo da baqueta enquanto o capacitivo as tonalidades mais suaves do casco.
Os elementos são posicionados em uma perfeita relação de fase, algo praticamente inatingível com dois microfones separados.

- Elemento: Condensador, dinâmico
- Padrão polar: Cardióide
- Resposta em frequência: 20-17.000 Hz (condensador) / 30-10.000 Hz (dinâmico)
- Corte de baixas freqüências: 80 Hz, 12 dB/oitava (condensador)
- Sensibilidade de circuito aberto: –51 dB (2,8 mV) ref. 1V a 1 Pa (condensador) / –54 dB (1,9 mV) ref. 1V a 1 Pa (dinâmico)
Microfone dinâmico cardioide para instrumento AE2300
Este microfone possui construção proprietária do diafragma de domo duplo que proporciona resposta em altas frequências e resposta a transientes que é de longe superior aos microfones dinâmicos típicos. Com um projeto rígido de baixo perfil e a capacidade de lidar com alta pressão sonora, o AE2300 é um artista versátil, capaz de captar som de amplificadores de guitarra, instrumentos de metal, sopro, bateria e percussão com igual nitidez e precisão.
A construção do diafragma de domo duplo permite ao AE2300 manter a direcionalidade em toda a faixa de frequência, introduzindo somente a mais leve coloração fora do eixo (a resposta em frequência é quase idêntica em 0°, 90° e 180°) para excelente coesão de fases em configurações com diversos microfones. O microfone também é equipado com um filtro para passa-baixa chaveável que corta o ruído desagradável de alta frequência, como assobios de um amplificador de guitarra ou vazamento do chimbau na caixa, sem afetar negativamente o tom geral de um instrumento – uma ferramenta especialmente útil em ambientes ao vivo para obter um som limpo e concentrado.

- Elemento: Dinâmico
- Padrão polar: Cardióide
- Resposta em frequência: 60 – 20.000 Hz
- Sensibilidade de circuito aberto: –57 dB (1,4 mV) ref. 1V a 1 Pa
- Peso: 138 g
Microfone Condensador Cardióide AE3000
Perfeito para aplicações de alto SPL como amplificadores de guitarra, tons caixas, tímpanos e overs, traz uma cápsula de diafragma grande combinada com a arquitetura aberta da cabeça, para oferecer um som aberto e preciso.
Seu projeto de baixo perfil lateral com tela perfurada, permite um ótimo posicionamento do elemento com relação à fonte sonora.

- Elemento: Condensador permanentemente polarizado com placa traseira de carga fixa
- Padrão polar: Cardióide
- Resposta em frequência: 20-20.000 Hz
- Corte de baixas freqüências: 80 Hz, 12 dB/oitava (condensador)
- Sensibilidade de circuito aberto: –43 dB (7,0 mV) ref. 1V a 1 Pa
Microfone condensador cardióide AE5100
Qualidade sonora fiel para violões, overs, percussão, cordas e outros instrumentos acústicos.
Sua cápsula de diafragma grande oferece precisão e uma resposta natural, e seu projeto de dimensões reduzidas permite opções de posicionamento inovadoras, nunca antes atingidas com um condensador de diafragma grande.

- Elemento: Condensador permanentemente polarizado com placa traseira de carga fixa
- Padrão polar: Cardióide
- Resposta em frequência: 20-20.000 Hz
- Corte de baixas freqüências: 80 Hz, 12 dB/oitava (condensador)
- Sensibilidade de circuito aberto: –36 dB (15,8 mV) ref. 1V a 1 Pa
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Audio Profissional
Roland amplia linha móvel com GO:MIXER STUDIO
Interface portátil combina gravação multicanal, efeitos integrados e conectividade para produção em qualquer ambiente, para criadores de conteúdo e músicos.
A Roland apresentou o GO:MIXER STUDIO, mixer e interface de áudio portátil voltado a criadores de conteúdo, músicos e produtores que trabalham com dispositivos móveis e computadores.
O equipamento permite capturar áudio multicanal com resolução de até 24 bits/192 kHz, reunindo funções de mixagem e processamento em um formato compacto, pensado tanto para uso em estúdio quanto em aplicações móveis.
Entre os principais recursos, o GO:MIXER STUDIO oferece até 12 canais de entrada e diversas opções de conexão, incluindo duas entradas XLR com alimentação phantom, entrada dedicada para guitarra ou baixo, entradas de linha estéreo e conexão auxiliar compatível com dispositivos móveis.
O sistema também incorpora efeitos integrados — como equalização, compressão e reverb — que podem ser utilizados durante a gravação ou no monitoramento, reduzindo a necessidade de processamento externo em setups mais simples.
Em termos operacionais, o dispositivo permite salvar configurações em memórias de cena e oferece controle direto por meio de interface física, além de compatibilidade com softwares para edição e gerenciamento em computador.
Voltado aos fluxos atuais de produção, o GO:MIXER STUDIO também se integra a aplicativos como o GO:MIXER Cam, que possibilita capturar áudio multipista sincronizado com vídeo, ampliando seu uso em streaming, criação de conteúdo e produção audiovisual.
O lançamento atende à crescente demanda por soluções portáteis capazes de entregar qualidade de estúdio em diferentes ambientes, acompanhando a convergência entre produção musical, vídeo e plataformas digitais.
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Audio Profissional
Subwoofer CRMS-LFE18sl mkII da Alcons Audio com design ultrafino
Sistema LFE incorpora driver de 18” e resposta estendida para aplicações de alta exigência.
A Alcons Audio anunciou o CRMS-LFE18sl mkII, um subwoofer de perfil ultrafino desenvolvido para aplicações de alta exigência em ambientes de cinema, estúdios e espaços de mixagem profissional.
O modelo faz parte da série CRMS (Cinema Reference Monitor Systems) e foi projetado como um sistema LFE (Low Frequency Effects), com foco em oferecer reprodução precisa em baixas frequências, com controle de transientes e resposta linear.
O sistema integra um driver de 18 polegadas de alta excursão com dupla bobina de 3”, capaz de atingir deslocamentos de até 30 mm, o que permite maior faixa dinâmica em comparação com subwoofers convencionais.
Um dos diferenciais do CRMS-LFE18sl mkII é seu design compacto, com profundidade reduzida, o que facilita sua instalação em espaços limitados, permitindo configurações em parede, teto ou estruturas suspensas sem comprometer o desempenho acústico.
O subwoofer oferece uma resposta em ambiente que pode se estender abaixo de 10 Hz, juntamente com alta precisão na reprodução de impulsos, características essenciais para aplicações onde a fidelidade em baixas frequências é crítica.
Para sua operação, o sistema foi otimizado para trabalhar com controladores amplificados dedicados da marca, que integram processamento específico para ajuste de fase, otimização de resposta e compensação de cabeamento, com o objetivo de manter consistência em diferentes configurações.
O CRMS-LFE18sl mkII é voltado para estúdios de pós-produção, salas de mixagem, cinemas de alto padrão e ambientes onde se exige reprodução precisa de efeitos de baixa frequência, consolidando a tendência de soluções de alto desempenho em formatos mais compactos.
Audio Profissional
BandBox chega ao Brasil e inaugura categoria de amp portátil inteligente com IA que trabalha sem internet
Solo a R$ 1.699 e Trio a R$ 3.599 chegam ao mercado nacional com separação de instrumentos em tempo real, mixer de quatro canais e até 10 horas de autonomia
Existe um problema que todo músico que estuda, ensina ou cria fora do estúdio conhece bem. O cubo de prática básico não entrega o que o músico de hoje precisa. Montar um rig com pedalboard, amplificador e ferramenta de aprendizado custa espaço, peso e dinheiro. E os amplificadores portáteis com entrada para instrumento que existem no mercado, em geral, funcionam mais como alto-falante do que como equipamento de músico de verdade.
O JBL BandBox foi construído para atacar exatamente essa lacuna — e chegou ao Brasil no dia 7 de abril de 2026 com um lançamento que, por si só, já disse alguma coisa sobre a proposta do produto.
Um palco para quem usa instrumento de verdade
O evento aconteceu em São Paulo e foi conduzido por Fabiano Carelli, guitarrista do Capital Inicial há mais de duas décadas. Não um apresentador de palco, não um influenciador de tecnologia — um músico profissional que conhece a rotina de quem toca ao vivo e em estúdio.
Ao lado dele, uma lista que atravessou gerações e estilos: Clemente, fundador dos Inocentes e figura central da Plebe Rude; Charles Gavin, baterista da primeira formação dos Titãs; Rayane Fortes, cantora, guitarrista e multi-instrumentista cearense que virou todas as cadeiras no The Voice Brasil e hoje acumula projeção internacional; Thaide, nome do hip-hop nacional; e Felipe Vassão, produtor com múltiplos Grammy Latinos no currículo — responsável por álbuns de Emicida e Jota.pê, com mais de 400 mil seguidores no Instagram e um canal ativo sobre produção musical.
O evento foi lotado, com presença de jornalistas, lojistas de todo o Brasil, criadores de conteúdo e convidados do mercado. E o que aconteceu no palco não foi demonstração controlada: os músicos pegaram o BandBox ao vivo, sem ensaio prévio, e mostraram o equipamento em uso real. O resultado surpreendeu. Ver um instrumento sendo amplificado, efeitos sendo trocados em tempo real e a separação de elementos funcionando diante de uma plateia que entende de som é diferente de ver um vídeo institucional. É a diferença entre acreditar no produto e entender o que ele faz.
O que é o BandBox — e por que o enquadramento importa
A linha tem dois modelos. O BandBox Solo é compacto: até 30W de saída, uma entrada de guitarra ou microfone, reprodução de música via Bluetooth, afinador, metrônomo, looper, pitch shifter, modelos de amplificador e efeitos clássicos como phaser, chorus, tremolo e reverb. A bateria dura até seis horas. Conecta ao computador por USB-C e funciona como interface de áudio direta para o DAW — sem equipamento adicional.

O BandBox Trio é o modelo para grupos: 135W com woofer de 6,5″ e dois tweeters de 1″, quatro entradas simultâneas para instrumentos e microfones, mixer de quatro canais com tela LCD integrada, efeitos de microfone, bateria substituível e até 10 horas de autonomia. Dá para plugar guitarra, baixo, microfone e ainda ter canal livre. Ambos se conectam ao app JBL One para controle avançado de equalização, modelos de amp e cadeia de efeitos — mas os recursos básicos funcionam sem ele, direto no hardware.
O enquadramento correto não é caixa Bluetooth, não é cubo de prática, não é amp de palco. É uma categoria nova: amplificador portátil inteligente, com ferramentas de prática, criação e gravação no mesmo bloco.
A Stem AI: o diferencial que a imprensa internacional foi testar
O recurso central da linha é a tecnologia Stem AI: separação em tempo real de vocais, guitarra e outros elementos de qualquer música reproduzida via Bluetooth, sem necessidade de internet e sem upload prévio de arquivo. O músico escolhe o que quer remover ou isolar — a guitarra para aprender um solo, a voz para cantar por cima, a bateria para trabalhar o groove — e o processamento acontece direto no hardware.
Aplicativos como o Moises fazem algo parecido, mas exigem que o arquivo seja enviado antes. O BandBox faz isso enquanto a música toca. Essa diferença tem consequência prática real em sala de aula, em sessão de prática e no palco de um evento como o que aconteceu ontem em São Paulo.
A imprensa especializada testou e foi direta. O Guitar World classificou a ferramenta como uma das melhores que já viu para prática com IA. O Sound on Sound, referência técnica do setor de áudio, destacou que a inclusão de separação de stems em hardware autônomo, sem dependência de processamento em nuvem, é genuinamente significativa. A ressalva presente nos testes é que a separação não é perfeita em músicas com arranjos muito densos — mas o ponto relevante é que ela funciona bem o suficiente para uso prático real, e isso a imprensa confirmou com produto em mão.

O que isso inaugura para o ecossistema
Há uma geração de músicos — estudantes avançados, professores, produtores que trabalham em casa, criadores de conteúdo musical — para quem o setup ideal precisa ser compacto, completo e capaz de gravar. Esses músicos vivem hoje entre soluções parciais: o cubo básico que amplifica mas não tem recursos, o pedalboard que tem recursos mas ocupa espaço, a interface de áudio que grava mas não amplifica.
O BandBox tenta condensar tudo isso. Para professores e escolas de música, o Trio tem apelo direto: quatro entradas, ferramentas de acompanhamento com controle de elementos, looper e interface de gravação em um único equipamento portátil que substitui um rig inteiro em aulas individuais ou em grupo pequeno. Para o criador de conteúdo musical, a interface USB-C e a Stem AI são o argumento principal — gravar direto no DAW e montar acompanhamentos customizados em tempo real são funcionalidades com encaixe direto nesse perfil. Para o músico profissional que leva o instrumento de um lugar para o outro, o Solo é o equipamento que ele não encontrava nessa faixa.
E para as lojas de instrumento, o BandBox inaugura uma conversa nova. Não compete com o cubo de entrada. Compete com a decisão de não comprar nada — porque o músico ainda não encontrou um produto que fizesse tudo que ele precisava em um formato que coubesse na sua rotina.
O essencial
O JBL BandBox chega ao Brasil num momento em que o mercado de instrumentos carece de produtos que traduzam tecnologia de software em hardware portátil sem inflar o preço além do razoável. A separação de elementos em tempo real sem internet, combinada com amplificação, efeitos e interface de gravação em um só dispositivo, não tem precedente direto nessa faixa de preço e formato no Brasil — e o lançamento de ontem, com músicos de verdade mostrando o produto em uso real, foi a forma mais honesta de apresentar isso ao mercado.

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