Instrumentos Musicais
Lectrosonics comemora 50º aniversário
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A Lectrosonics, fabricante de sistemas de microfones sem fio e produtos de processamento de áudio, completou 50 anos desde a sua fundação em março de 1971, em Albuquerque, Novo México.
Os produtos da Lectrosonics são usados em inúmeras transmissões, TV, teatro, cinema, apresentações ao vivo e produções musicais em todo o mundo.
Em sua fundação, o primeiro produto da Lectrosonics foi a série Voice Projector de sistemas de PA portáteis e suportes. Em 1975, o primeiro microfone sem fio da empresa foi adicionado à linha de produtos. Pouco depois, esses produtos foram vendidos sob a marca Freedomike.
Na década de 1980, a Lectrosonics teve sucesso no mercado de broadcast com seu transmissor com cabo e seu receptor compacto para a coleta de notícias eletrônicas e a produção de documentários. Por esse mesmo período, a equipe de engenharia da empresa começou a trabalhar em equipamentos de processamento de áudio destinados ao mercado de som instalado. O primeiro produto foi o MAP ou sistema de processador de áudio modular, que consiste em um projeto de caixa de cartão com uma variedade de módulos de controle lógico, processamento de sinal e mixagem automática. Os atuais processadores de áudio da série Aspen foram instalados em todo o mundo em salas de audiência, salas de reuniões e outras instalações AV.
O sistema sem fio IFB (ou foldback interruptível) foi introduzido no final de 1990 e tornou-se um produto “carro-chefe” na produção de filmes e radiodifusão. Em 2020, após 19 anos no mercado, o IFBR1a foi substituído pelo menor e mais moderno IFBR1b, que oferece carga em base, 10 presets e tamanho e peso “mais amigáveis”.
Em 2002, foi lançada a aclamada tecnologia Lectrosonics Digital Hybrid Wireless e a empresa cresceu drasticamente. Em 2017, a empresa recebeu o Prêmio da Academia por conquista técnica com essa tecnologia, uma vez que foi usada na maioria dos filmes por mais de uma década.
Em 2016, a empresa lançou o transmissor micro-bodypack SSM especificamente para o mercado teatral profissional. Este produto foi usado em numerosos espetáculos e turnês da Broadway, incluindo The Lion King, Pretty Woman, Beetlejuice, King Kong e Frozen.
Em 2017, o revolucionário sistema IEM/IFB digital Duet foi apresentado, o primeiro com conectividade Dante e a opção de criptografia AES256. 2016 marcou a introdução do Lectrosonics PDD (Portable Digital Recorder ou gravador digital portátil), seguido em 2018 pelo SPDR (Stereo Portable Digital Recorder, ou gravador digital portátil estéreo) e em 2020 pelo MTCR (Miniature Time Code Recorder, ou gravador de código de tempo em miniatura), os aclamados gravadores digitais discretos de tamanho micro.
E os produtos de microfones sem fio digitais apresentados recentemente, incluindo a linha D Square, o DCR822 e as unidades Digital Camera Hop oferecem desempenho sem precedentes, facilidade de uso e construção robusta, e encontraram rapidamente a aceitação em todo o mundo.
Hoje, todos os produtos da Lectrosonics ainda são fabricados 100% nos EUA, em Rio Rancho, Novo México, são ferramentas essenciais para as comunidades de broadcast e produção de filmes, e são encontrados regularmente em toda a indústria da música, além de mercados de reforço de som ao vivo para turnês profissionais, som instalado, teatro e igrejas.
“De suportes de madeira em 1971 até microfones sem fio ganhadores de prêmios da Academia hoje, os últimos 50 anos na Lectrosonics trouxeram incríveis mudanças tecnológicas em ambos os produtos que fabricamos e nos mercados que servimos”, diz Gordon Moore, presidente da Lectrosonics e funcionário da empresa durante os últimos 33 anos. “Avançamos de componentes de furo com montagem manual para tecnologia de montagem de superfície e máquinas CNC. Nossos funcionários tiveram liberdade para imaginar, desafiar e inventar com a recompensa que suas inovações se tornam parte integrante da gravação de som de filmes e televisão, a coleção de notícias, a transmissão, o teatro e o som instalado. Graças a todos os nossos incríveis parceiros e clientes. Que viagem divertida!“
No Brasil, você encontra na Audio Systems.
Guitarra
Nova KX600 Infinite da Cort
Nova guitarra elétrica da série KX chega com construção neck-thru-body, captadores Fishman Fluence Modern e foco em sustain, precisão e versatilidade.
A Cort Guitars anunciou o lançamento da KX600 Infinite, novo modelo da série KX de guitarras elétricas modernas. Segundo a marca, o instrumento foi desenvolvido para músicos que buscam mais sustain, timbre atual e desempenho consistente tanto no palco quanto no estúdio.
A KX600 Infinite usa construção neck-thru-body, solução voltada a melhorar sustain e resposta tonal. O corpo é de basswood, enquanto o braço de cinco peças combina maple torrado e walnut, configuração que, de acordo com a fabricante, oferece estabilidade, ressonância e maior durabilidade. O modelo tem escala de 25,5 polegadas e perfil de braço esculpido para favorecer execução rápida e confortável.
A guitarra também traz trastes jumbo de aço inoxidável, pensados para maior vida útil e para facilitar a tocabilidade técnica. A isso se somam pestana Graph Tech Black TUSQ de 43 mm, voltada a melhorar sustain e riqueza harmônica, e duas opções de acabamento: Orange Crush Satin e Black Satin.
Na parte eletrônica, a KX600 Infinite vem equipada com um conjunto de captadores Fishman Fluence Modern. O sistema de controles inclui apenas um knob de volume com função push-pull e chave seletora de três posições. Segundo a Cort, essa configuração permite acesso simples a uma paleta ampla de timbres para bases e solos.
O hardware inclui tarraxas com trava Cort Locking Tuners e ponte fixa Cort Hardtail. A marca afirma que esse conjunto ajuda a reforçar a estabilidade de afinação e o sustain, tanto no uso ao vivo quanto em gravações.
A Cort informou que a KX600 Infinite já está disponível em todo o mundo por meio de revendedores autorizados e lojas online.
Instrumentos Musicais
JHS Pedals lança Coyote
Fuzz de oitava inspirado em circuito raro e pouco conhecido.
A JHS Pedals lançou o Coyote, um pedal de fuzz com oitava que, segundo a empresa, parte de uma topologia que nunca havia sido replicada para produção até agora. O modelo custa US$ 149 e concentra três efeitos em um só controle: swell, fuzz e octave.
De acordo com a fabricante, o Coyote reproduz o Moonrock Fuzz, criado por Glenn S. Wyllie, um construtor da Carolina do Norte que fazia pedais de forma artesanal e em pequena escala. A JHS afirma que o circuito não deriva de famílias clássicas de octave fuzz, como Octavia, Super Fuzz e Tone Machine.
A empresa diz que um dos traços mais incomuns do pedal está no uso de um transformador de modo diferente do habitual nessa categoria. Nesse caso, o componente não gera a oitava, mas molda a resposta do estágio de fuzz e ajuda a formar a varredura entre swell, fuzz e octave.

Segundo a JHS, o controle principal percorre três zonas sonoras. Na regulagem mínima, o pedal entrega um efeito swell com ataque gradual e caráter recortado. No meio do curso, oferece um fuzz completo. No máximo, entra em um território mais agressivo de oitava acima. A marca também destaca a sensibilidade à dinâmica da palhetada e a capacidade de limpeza pelo volume da guitarra, algo que considera raro em fuzzes com oitava.
A fabricante recomenda usar o Coyote no início da cadeia de sinal e combiná-lo com outro overdrive ou com amplificador já saturado. Também informa que o efeito de oitava aparece com mais força na posição de braço e acima da 12ª casa.
Nas especificações, o pedal oferece true bypass, alimentação de 9V DC com centro negativo e consumo de 5 mA. O gabinete mede 2,6 por 4,8 por 1,6 polegadas. A JHS alerta que o equipamento não deve ser usado com tensão superior a 9V DC, sob risco de dano e perda da garantia.
Veja mais neste vídeo.
Instrumentos Musicais
Williams leva Mike Terrana e Alexandre Aposan ao palco em São Paulo
Evento no Manifesto Bar acontece em 16 de abril e vem na sequência da entrada de Terrana no time global da marca brasileira.
A disputa por atenção no mercado de bateria não passa só por produto: passa por artista, demonstração e presença física no ponto de contato com a comunidade. É nesse terreno que a Williams tenta ganhar tração ao reunir Mike Terrana e Alexandre Aposan no Manifesto Bar, em São Paulo, em 16 de abril, poucas semanas depois de oficializar Terrana como parceiro internacional da marca.
Segundo a página de venda Clube do Ingresso, o evento terá ingressos a partir de R$50 e será realizado no Manifesto, na Vila Olímpia. A programação divulgada pela marca também inclui uma coletiva de imprensa com Mike Terrana antes da abertura ao público geral.
A ação transforma endorsement em vitrine de marca
A Williams já havia anunciado em março a entrada de Mike Terrana em seu time de artistas. No material divulgado pela própria empresa, o baterista afirmou estar animado com a parceria e destacou a “qualidade” e a “resposta sonora” dos produtos da marca brasileira — uma base autodeclarada que ajuda a explicar o peso simbólico do movimento.
No caso de Terrana, a credencial ajuda a sustentar esse avanço. O baterista construiu carreira em projetos e turnês ligados a nomes como Yngwie Malmsteen, Rage, Masterplan, Axel Rudi Pell e Tarja Turunen, o que mantém seu nome entre os mais reconhecidos do hard rock e do metal internacional. Do lado brasileiro, Alexandre Aposan amplia a conexão local da ação, com trajetória ligada a turnês, estúdio e nomes fortes do circuito nacional.
O que a Williams tenta mostrar ao mercado com essa parceria
Ao colocar Terrana e Aposan no mesmo palco, a Williams transforma um endorsement em ativação presencial. Mais do que promover um encontro entre artistas, a marca usa o evento para dar prova pública de posicionamento — algo que pesa tanto no branding quanto na conversa com varejo, representantes e público final.
Essa leitura aparece também no discurso da liderança da empresa. Segundo o release enviado pela marca, o CEO Silvio Toneli afirmou que “o Mike é um artista muito respeitado e com uma legião de fãs por todo o mundo” e que a parceria mostra ao mercado global que a Williams é “uma empresa séria e com produtos de qualidade, que atende perfeitamente desde os bateristas novatos até as grandes lendas como o Mike Terrana”. Por se tratar de declaração da própria companhia, essa fala funciona como posicionamento oficial da marca sobre o objetivo do movimento.
Quem do mercado pode tirar algo desse encontro
Para lojistas, distribuidores e representantes, o evento vale menos pelo caráter celebratório e mais pelo uso prático: artista conhecido continua sendo ferramenta de demonstração, geração de desejo e argumento comercial, especialmente em categorias nas quais confiança sonora e prova de uso pesam tanto quanto preço.
No caso da Williams, a combinação entre um nome global do metal e um baterista de forte reconhecimento no mercado brasileiro reforça essa ponte entre branding e canal. Quando a marca leva a parceria ao palco logo depois do anúncio, ela deixa de vender só produto e passa a vender percepção de relevância.
O essencial
A Williams não está apenas promovendo um encontro entre dois bateristas de peso. Está usando a chegada de Mike Terrana para transformar endorsement em presença de mercado, com impacto potencial em branding, demonstração e conversa comercial.
Para o canal, o sinal é claro: quando a marca coloca artista e discurso institucional na mesma ação, ela está tentando converter prestígio em posicionamento de mercado.
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