Músico
LDH anuncia time de artistas patrocinados
A mais recente marca de peles da Luen, a LDH (Luen Drumheads), reafirma seu compromisso em atender com excelência os mais diferentes públicos e estilos e anuncia time de bateristas com quem está trabalhando.
Seguindo o conceito e o posicionamento da nova marca, a Luen anuncia importantes parcerias fechadas com bateristas que são referência no forró e no sertanejo. Confira esta entrevista com Tiago Rausini (marketing) e Tião (desenvolvimento de produtos) da Luen, junto com os mais recentes endorsers Riquelme, Paraíba e Marcelo Falcão, para saber um pouco mais da ação que vem movimentando diferentes cantos do Brasil.
Como surgiu o interesse em diversificar o foco de atuação de marketing?
Sempre seguimos uma linha mais tradicional e conservadora com as parcerias da Dudu Portes Drumheads, marca pertencente ao mesmo grupo, também produzida e comercializada por nós. Mas sempre soubemos do potencial e expressividade dessa geração de bateristas. Como o foco da marca LDH é mais ousado, dinâmico, variado e moderno, vimos que tínhamos tudo para darmos esse passo tão desejado. Então começamos a prospecção, testes e desenvolvimentos para atender às necessidades e características desses diferentes públicos.
Como funcionou a seleção dos artistas?
Fizemos um profundo estudo, levando em consideração os trabalhos realizados, a opinião de grandes produtores, o desempenho nas mídias sociais e principalmente o profissionalismo e a influência do meio. Então começamos a efetivar o plano de ação, o qual, para a nossa surpresa, superou completamente as expectativas em relação ao curto prazo e à resposta obtida.
Quem foi o primeiro a fechar com vocês?
Podemos dizer que começamos com o pé direito, fechando a parceria com ninguém menos do que um dos principais nomes do forró, Riquelme na batera. Ele é um fenômeno e uma das referências máximas do meio, até hoje serve como influência para a maioria dos bateristas do estilo. Riquelme já tocou e gravou com os principais artistas do ritmo, tornando-se extremamente reconhecido pelos anos em que tocou com os Aviões do Forró. Sua importância é tão grande que, em grandes shows e festivais, costuma ter um espaço dedicado somente a ele, com interação entre ele na bateria e o público.
Como foi a reação do Riquelme ao receber o convite?
Ele ficou muito feliz com a atenção e oportunidade, visto que o convite foi muito além para apenas usar os produtos, e sim para participar efetivamente do seu desenvolvimento para que o público possa ter produtos à altura de suas necessidades. E nada melhor do que ouvir a referência máxima para isso.
Riquelme: “Fiquei muito feliz e empolgado com a proposta. Eu já conhecia alguns produtos da marca, mas o que mais chamou a atenção foi a oportunidade de criar e somar. Muito além dos produtos, recebi o reconhecimento da indústria e o respeito de maneira única. Então, desde a primeira conversa em diante, mesmo antes de receber os produtos, já estava fechado. Sempre tive certeza de que a marca estaria disposta a me ouvir e com humildade para sempre melhorar a cada dia”.
Quais foram os outros artistas?
Em seguida, fechamos com o Paraíba na batera, artista que, com mais de 24 anos de carreira, foi fundamental para a continuidade e evolução do projeto. Ele superou todas expectativas, nos colocando em conversa com os demais artistas que tínhamos em mente, sem contar o maravilhoso trabalho de marketing e divulgação.
Paraíba na batera: “Fico muito feliz de fazer parte desse time de peso, podendo contribuir ativamente para a marca. Como estou em contato o tempo todo com os principais bateristas do Brasil, sinto muito orgulho em ver um produto nacional ganhando o gosto de todos com tanta qualidade e inovação. Sem contar o carinho e o relacionamento com os profissionais por trás da marca, os quais querem saber de verdade a minha opinião, me enviam produtos para testar e aprovar, e tudo aquilo que digo de fato é ouvido. Isso é raro de acontecer”.
Em seguida, outro grande artista foi o Marcelo Falcão. Entre os diversos trabalhos realizados, podemos citar o atual, acompanhando a dupla Simone e Simaria.
Marcelo Falcão: “Desde o primeiro contato com a empresa, fui extremamente bem tratado, e é isso que a gente procura e preza. Assim que recebi as peles, fiquei impressionado com a qualidade técnica, sonora e visual. Posso dizer com certeza que essas peles vieram para revolucionar o mercado, não só nacional como internacional. Sou muito grato por poder fazer parte desse time e desejo que essa parceria não tenha data para terminar”.
Destacamos alguns nomes e depoimentos para não alongar muito, mas contamos com outros importantes nomes em nosso time, como: Bruno Werner (baterista especializado em gravação, sendo internacionalmente requisitado para produções com os principais artistas e produtoras), Marcel Cardoso (entre muitos trabalhos, é baterista da banda Família Lima e possui um conhecimento técnico impressionante), Jean Michell (antigo integrante/fundador do grupo Preto no Branco, que possui o clipe gospel com maior quantidade de visualizações do mundo), Jhon Lira (baterista da dupla Matheus e Kauan), Ademir Batera (referência máxima no samba, baterista do Fundo de Quintal), Diego Freitas (baterista da Ivete Sangalo), Kayrone Reis (baterista do Mano Walter), Xaropinho Batera (baterista do Raí Saia Rodada), Sy Vasconcelos (baterista do Jonas Esticado), Pé de Pano (acompanha e grava com os principais artistas do forró e sertanejo do Brasil). Sem contar o segmento mais focado em educação, com Maick Souza e João de Paula, baterista referência nesse mercado que ficou nacionalmente reconhecido pelo seu trabalho no Cifraclub.
Como tem sido o retorno desse time de endorsers?
Podemos dizer que nem com o maior otimismo poderíamos esperar algo parecido. Ao todo, esses bateristas possuem a expressiva marca de 640 mil seguidores no Instagram e mais de 40 milhões de visualizações no YouTube, isso sem contar as visualizações dos artistas que acompanham, ou seja, são pessoas que consomem e acompanham os conteúdos próprios de cada um. Com tamanha expressividade, não tinha como ser diferente. O resultado vem sendo bastante expressivo tanto no B2B quanto no B2C.
Agora estamos aumentando os esforços para atender os lojistas, pois os consumidores estão procurando muito os produtos na loja, e não queremos que eles fiquem de fora. Assim como todos, eles devem ser beneficiados com o sucesso dessa nossa nova linha.
O que mais podemos esperar da marca LDH?
As constantes evoluções não vão parar. Já estamos preparando novidades e, inclusive, expansão do mix de produtos. Queremos que essa marca tenha uma grande importância no mix de faturamento dos nossos clientes.
Músico
Como evitar clipping em interfaces de áudio
Ajustes simples ajudam a preservar a qualidade da gravação e evitar distorções.
O clipping é um dos problemas mais comuns em gravações de áudio, especialmente em home
studios. Ele ocorre quando o sinal de entrada ultrapassa o limite que a interface de áudio consegue processar, resultando em distorção indesejada.
Apesar de ser frequente, o clipping pode ser evitado com ajustes básicos durante a captação.
O que é clipping e por que ele acontece
O clipping acontece quando o nível do sinal ultrapassa 0 dBFS (decibéis full scale) no ambiente digital. Quando isso ocorre, o sistema não consegue reproduzir o pico do áudio corretamente, “cortando” a forma de onda.
O resultado é uma distorção que não pode ser corrigida posteriormente.
Como identificar clipping
Alguns sinais ajudam a reconhecer o problema:
- LEDs vermelhos ou indicadores de “clip” na interface
- Picos constantes no medidor do software
- Som áspero ou distorcido na gravação
Se o medidor está encostando no máximo, o risco de clipping é alto.
Ajuste de ganho: o principal cuidado
O controle mais importante é o ganho de entrada (gain).
Boas práticas:
- Ajuste o ganho para que o sinal fique entre -18 dBFS e -6 dBFS
- Evite que o sinal chegue próximo de 0 dB
- Faça testes antes de gravar
Um sinal mais baixo é mais seguro do que um sinal alto demais.
Distância e posicionamento do microfone
O volume do sinal também depende da fonte sonora.
- Afaste o microfone de fontes muito altas
- Evite picos inesperados (gritos, ataques fortes)
- Ajuste a posição conforme a dinâmica do instrumento
Use o pad (quando disponível)
Algumas interfaces possuem botão PAD, que reduz o nível de entrada.
- Ideal para instrumentos com saída alta
- Útil em gravação de bateria, amplificadores ou vocais intensos
Monitore sempre durante a gravação
Gravar sem monitorar aumenta o risco de erro.
- Use fones ou monitores
- Observe o medidor em tempo real
- Ajuste conforme a performance
Headroom: por que deixar “folga”
Headroom é a margem de segurança antes do clipping.
No áudio digital, manter espaço evita distorção e facilita a mixagem.
Diferente do analógico, não há benefício em gravar “no limite”.
Erro comum: gravar alto demais
Muitos iniciantes acreditam que sinal alto significa melhor qualidade.
Na prática:
- Áudio digital funciona melhor com margem
- Plugins e mixagem compensam o volume depois
Evitar clipping não depende de equipamentos avançados, mas de atenção ao ganho, monitoramento e configuração básica.
Com ajustes simples, é possível garantir gravações limpas, com mais qualidade e maior controle na etapa de mixagem.
Audio Profissional
Problemas comuns em sistemas wireless e como evitá-los
Interferência, antenas e baterias estão entre as principais causas de falhas.
O uso de sistemas wireless é cada vez mais comum em shows, ensaios e produções audiovisuais. Ainda assim, falhas técnicas simples podem comprometer o desempenho quando alguns cuidados básicos não são adotados.
Entre os problemas mais frequentes estão interferência de radiofrequência (RF), posicionamento inadequado de antenas e uso de baterias com baixa carga.
Interferência RF: cortes e ruídos no áudio
A interferência ocorre quando outras transmissões utilizam a mesma frequência, causando falhas no sinal.
Esse cenário é comum em locais com muitos dispositivos sem fio, como eventos e ambientes urbanos.
Como evitar:
- Fazer varredura de frequência antes de usar
- Trocar de canal ao perceber interferência
- Evitar múltiplos sistemas na mesma frequência
Na prática: Se o som começar a falhar, mudar a frequência costuma resolver rapidamente.
Antenas mal posicionadas: perda de sinal
A transmissão depende de um caminho livre entre transmissor e receptor. Obstáculos físicos podem bloquear o sinal.
Boas práticas:
- Manter linha de visada sempre que possível
- Evitar cobrir a antena com o corpo
- Posicionar o receptor em local elevado
Na prática: Se o sinal cai ao se movimentar, o problema geralmente está na posição das antenas.
Baterias: falhas simples de evitar
Baterias fracas ou inadequadas são causa frequente de interrupções.
Muitas vezes, a falha não está no sistema, mas na alimentação de energia.
Como prevenir:
- Utilizar baterias carregadas ou novas
- Ter sempre baterias reserva
- Não misturar baterias novas com usadas
Na prática: Trocar as baterias antes de apresentações evita imprevistos.
Outros fatores importantes
- Distância excessiva entre transmissor e receptor
- Presença de estruturas metálicas
- Uso de vários sistemas sem coordenação
Grande parte dos problemas em sistemas wireless pode ser evitada com ajustes simples. Verificar frequência, posição e bateria antes do uso é suficiente para garantir maior estabilidade.
Músico
Dessecantes e umidificadores: como controlar a umidade em instrumentos e equipamentos de áudio
O controle correto da umidade ajuda a evitar danos em madeiras, eletrônica e componentes sensíveis.
Em muitas regiões da América Latina —especialmente em países como Brasil, Colômbia e México— a umidade ambiental é um dos fatores que mais afetam a durabilidade de instrumentos musicais e equipamentos de áudio.
Guitarras que deformam, conectores oxidando, ruído em microfones ou falhas em equipamentos eletrônicos muitas vezes têm a mesma origem: variações de umidade no ambiente.
Para reduzir esses problemas utilizam-se dessecantes, sistemas anti-umidade e umidificadores. No entanto, o uso inadequado também pode gerar efeitos indesejados.
O fator mais importante: estabilidade
Mais importante do que atingir um número exato é manter a umidade estável.
De forma geral, os níveis considerados seguros são:
- Umidade relativa: entre 40 % e 55 %
- Temperatura: entre 20 °C e 24 °C
Quando o ambiente se mantém dentro dessa faixa, diminuem problemas como oxidação, desafinação e falhas eletrônicas.
Quando usar dessecantes ou anti-umidade
Dessecantes, como sílica gel ou absorvedores de umidade, são usados para reduzir o excesso de umidade.
Eles são úteis em:
- cases de instrumentos
- racks de áudio
- flight cases
- estúdios localizados em regiões costeiras ou tropicais
Entre os problemas que ajudam a evitar estão:
- oxidação de conectores
- condensação em microfones
- deterioração de falantes
- deformação de instrumentos de madeira
Em racks e cases de transporte, pequenos dessecantes ajudam a proteger equipamentos sensíveis.
Quando usar umidificadores
Em ambientes muito secos —ou em salas com ar-condicionado constante— pode ocorrer o efeito oposto: ar excessivamente seco.
Nesse caso, o uso de umidificadores pode proteger instrumentos de madeira como:
- violões
- guitarras acústicas
- violinos
- pianos
Baixa umidade pode causar:
- rachaduras na madeira
- trastes salientes
- instabilidade na afinação
Umidificadores de case ajudam a manter o equilíbrio do instrumento.
Quando evitar o uso
Um erro comum é utilizar esses produtos sem medir a umidade do ambiente.
O ideal é usar primeiro um higrômetro digital, que mede temperatura e umidade.
Entre os problemas frequentes estão:
- excesso de dessecantes ressecando madeira
- uso de umidificadores em locais já úmidos
- sílica saturada que perde eficiência
O objetivo não é eliminar a umidade, e sim mantê-la equilibrada.
Soluções práticas para cases, salas e racks
Cases de instrumentos
- usar sílica gel em regiões úmidas
- usar umidificadores em regiões secas
- evitar guardar instrumentos molhados após shows
Salas e estúdios
- monitorar o ambiente com higrômetro
- usar desumidificador em climas tropicais
- evitar fluxo de ar direto sobre instrumentos
Racks e equipamentos
- inserir pequenos dessecantes dentro do rack
- garantir ventilação adequada
- evitar armazenamento em locais fechados e úmidos
Pequenos cuidados, grandes resultados
Muitos problemas técnicos em instrumentos e equipamentos começam com condições ambientais inadequadas.
Controlar a umidade ajuda a:
- aumentar a vida útil dos equipamentos
- manter estabilidade de afinação
- evitar falhas intermitentes
- reduzir custos de manutenção
Em estúdios, lojas ou turnês, controlar o ambiente faz parte do sistema de áudio.
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