Músico
LDH anuncia time de artistas patrocinados
Publicado
4 anos agoon
A mais recente marca de peles da Luen, a LDH (Luen Drumheads), reafirma seu compromisso em atender com excelência os mais diferentes públicos e estilos e anuncia time de bateristas com quem está trabalhando.
Seguindo o conceito e o posicionamento da nova marca, a Luen anuncia importantes parcerias fechadas com bateristas que são referência no forró e no sertanejo. Confira esta entrevista com Tiago Rausini (marketing) e Tião (desenvolvimento de produtos) da Luen, junto com os mais recentes endorsers Riquelme, Paraíba e Marcelo Falcão, para saber um pouco mais da ação que vem movimentando diferentes cantos do Brasil.
Como surgiu o interesse em diversificar o foco de atuação de marketing?
Sempre seguimos uma linha mais tradicional e conservadora com as parcerias da Dudu Portes Drumheads, marca pertencente ao mesmo grupo, também produzida e comercializada por nós. Mas sempre soubemos do potencial e expressividade dessa geração de bateristas. Como o foco da marca LDH é mais ousado, dinâmico, variado e moderno, vimos que tínhamos tudo para darmos esse passo tão desejado. Então começamos a prospecção, testes e desenvolvimentos para atender às necessidades e características desses diferentes públicos.
Como funcionou a seleção dos artistas?
Fizemos um profundo estudo, levando em consideração os trabalhos realizados, a opinião de grandes produtores, o desempenho nas mídias sociais e principalmente o profissionalismo e a influência do meio. Então começamos a efetivar o plano de ação, o qual, para a nossa surpresa, superou completamente as expectativas em relação ao curto prazo e à resposta obtida.
Quem foi o primeiro a fechar com vocês?
Podemos dizer que começamos com o pé direito, fechando a parceria com ninguém menos do que um dos principais nomes do forró, Riquelme na batera. Ele é um fenômeno e uma das referências máximas do meio, até hoje serve como influência para a maioria dos bateristas do estilo. Riquelme já tocou e gravou com os principais artistas do ritmo, tornando-se extremamente reconhecido pelos anos em que tocou com os Aviões do Forró. Sua importância é tão grande que, em grandes shows e festivais, costuma ter um espaço dedicado somente a ele, com interação entre ele na bateria e o público.
Como foi a reação do Riquelme ao receber o convite?
Ele ficou muito feliz com a atenção e oportunidade, visto que o convite foi muito além para apenas usar os produtos, e sim para participar efetivamente do seu desenvolvimento para que o público possa ter produtos à altura de suas necessidades. E nada melhor do que ouvir a referência máxima para isso.
Riquelme: “Fiquei muito feliz e empolgado com a proposta. Eu já conhecia alguns produtos da marca, mas o que mais chamou a atenção foi a oportunidade de criar e somar. Muito além dos produtos, recebi o reconhecimento da indústria e o respeito de maneira única. Então, desde a primeira conversa em diante, mesmo antes de receber os produtos, já estava fechado. Sempre tive certeza de que a marca estaria disposta a me ouvir e com humildade para sempre melhorar a cada dia”.
Quais foram os outros artistas?
Em seguida, fechamos com o Paraíba na batera, artista que, com mais de 24 anos de carreira, foi fundamental para a continuidade e evolução do projeto. Ele superou todas expectativas, nos colocando em conversa com os demais artistas que tínhamos em mente, sem contar o maravilhoso trabalho de marketing e divulgação.
Paraíba na batera: “Fico muito feliz de fazer parte desse time de peso, podendo contribuir ativamente para a marca. Como estou em contato o tempo todo com os principais bateristas do Brasil, sinto muito orgulho em ver um produto nacional ganhando o gosto de todos com tanta qualidade e inovação. Sem contar o carinho e o relacionamento com os profissionais por trás da marca, os quais querem saber de verdade a minha opinião, me enviam produtos para testar e aprovar, e tudo aquilo que digo de fato é ouvido. Isso é raro de acontecer”.
Em seguida, outro grande artista foi o Marcelo Falcão. Entre os diversos trabalhos realizados, podemos citar o atual, acompanhando a dupla Simone e Simaria.
Marcelo Falcão: “Desde o primeiro contato com a empresa, fui extremamente bem tratado, e é isso que a gente procura e preza. Assim que recebi as peles, fiquei impressionado com a qualidade técnica, sonora e visual. Posso dizer com certeza que essas peles vieram para revolucionar o mercado, não só nacional como internacional. Sou muito grato por poder fazer parte desse time e desejo que essa parceria não tenha data para terminar”.
Destacamos alguns nomes e depoimentos para não alongar muito, mas contamos com outros importantes nomes em nosso time, como: Bruno Werner (baterista especializado em gravação, sendo internacionalmente requisitado para produções com os principais artistas e produtoras), Marcel Cardoso (entre muitos trabalhos, é baterista da banda Família Lima e possui um conhecimento técnico impressionante), Jean Michell (antigo integrante/fundador do grupo Preto no Branco, que possui o clipe gospel com maior quantidade de visualizações do mundo), Jhon Lira (baterista da dupla Matheus e Kauan), Ademir Batera (referência máxima no samba, baterista do Fundo de Quintal), Diego Freitas (baterista da Ivete Sangalo), Kayrone Reis (baterista do Mano Walter), Xaropinho Batera (baterista do Raí Saia Rodada), Sy Vasconcelos (baterista do Jonas Esticado), Pé de Pano (acompanha e grava com os principais artistas do forró e sertanejo do Brasil). Sem contar o segmento mais focado em educação, com Maick Souza e João de Paula, baterista referência nesse mercado que ficou nacionalmente reconhecido pelo seu trabalho no Cifraclub.
Como tem sido o retorno desse time de endorsers?
Podemos dizer que nem com o maior otimismo poderíamos esperar algo parecido. Ao todo, esses bateristas possuem a expressiva marca de 640 mil seguidores no Instagram e mais de 40 milhões de visualizações no YouTube, isso sem contar as visualizações dos artistas que acompanham, ou seja, são pessoas que consomem e acompanham os conteúdos próprios de cada um. Com tamanha expressividade, não tinha como ser diferente. O resultado vem sendo bastante expressivo tanto no B2B quanto no B2C.
Agora estamos aumentando os esforços para atender os lojistas, pois os consumidores estão procurando muito os produtos na loja, e não queremos que eles fiquem de fora. Assim como todos, eles devem ser beneficiados com o sucesso dessa nossa nova linha.
O que mais podemos esperar da marca LDH?
As constantes evoluções não vão parar. Já estamos preparando novidades e, inclusive, expansão do mix de produtos. Queremos que essa marca tenha uma grande importância no mix de faturamento dos nossos clientes.

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Instrumentos Musicais
Cuidado com instrumentos acústicos em clima tropical
Publicado
7 dias agoon
01/01/2026
Como proteger madeiras, acabamentos e componentes em ambientes úmidos.
A conservação de instrumentos acústicos apresenta desafios específicos em regiões tropicais, onde a combinação de altas temperaturas e umidade constante acelera o desgaste de madeiras, cordas e partes estruturais. Dados citados por associações de luteria na América Latina indicam que níveis de umidade relativa acima de 70% podem causar deformações, perda de estabilidade tonal e falhas em colagens internas.
Umidade: o principal fator de risco
Em climas tropicais, a alta umidade afeta diretamente violões, guitarras acústicas, ukuleles, violinos, contrabaixos e instrumentos de percussão feitos de madeira. Entre os efeitos mais observados, luthiers destacam:
- Dilatação e retração das madeiras, causando trastejamento, abaulamento da tampa e alterações no braço.
- Enfraquecimento de colas e junções internas pela absorção de água.
- Envelhecimento acelerado das cordas e perda de definição tonal.
A umidade excessiva também favorece o surgimento de fungos, especialmente em instrumentos guardados por longos períodos em estojos fechados.
Controle ambiental: a medida mais eficaz
Especialistas recomendam manter a umidade relativa entre 45% e 55% como faixa segura para instrumentos acústicos. Para alcançar esse nível em regiões tropicais, as estratégias mais utilizadas incluem:
- Desumidificadores portáteis em salas de ensaio, estúdios e ambientes pequenos.
- Sacos dessecantes dentro de estojos rígidos.
- Evitar exposição direta a locais abafados, varandas ou ambientes sem climatização.
Ao contrário das regiões secas, o uso de humidificadores internos não é indicado, pois pode agravar o excesso de umidade na madeira.
Temperatura e incidência solar
As variações térmicas influenciam diretamente o comportamento estrutural dos instrumentos. Temperaturas altas podem amolecer colas e afetar acabamentos. As recomendações incluem:
- Não deixar instrumentos dentro de veículos.
- Evitar exposição prolongada ao sol em ensaios ao ar livre.
- Manter estojos afastados de fontes de calor e paredes externas.
Armazenamento seguro em regiões tropicais
A forma de guardar o instrumento tem impacto direto em sua estabilidade:
- Estojos rígidos oferecem proteção superior a capas, reduzindo a influência de variações ambientais.
- Armazenar o instrumento na posição vertical diminui a pressão sobre a tampa e o braço.
- Em áreas costeiras, técnicos recomendam revisão semestral de ferragens devido ao risco de corrosão salina.
Manutenção periódica
Um cronograma de manutenção ajuda a prevenir danos e prolonga a vida útil:
- Inspeção do ângulo do braço e do estado da ponte.
- Lubrificação discreta de tarraxas e verificação dos trastes.
- Limpeza com pano seco e produtos neutros, evitando ceras ou óleos inadequados.
- Troca regular de cordas, que se deterioram mais rapidamente em ambientes úmidos.
No caso de instrumentos de percussão, como congas e bongôs, o cuidado com peles naturais é essencial, já que absorvem umidade com facilidade.
Por que o clima tropical exige atenção constante
Luthiers de vários países observam que a degradação em climas quentes e úmidos ocorre de forma cumulativa. Pequenas variações diárias de temperatura e umidade modificam continuamente o comportamento das madeiras, exigindo monitoramento frequente e estratégias preventivas mais rigorosas do que em regiões de clima seco ou temperado.
A produção musical vive um dos momentos mais dinâmicos de sua história.
Nunca houve tantas ferramentas disponíveis, tantos criadores ativos nem tantas oportunidades para que uma música chegue a públicos globais. Mas, ao mesmo tempo, o mercado é competitivo, em constante mudança e exige habilidades que vão muito além de saber usar uma DAW.
Nesse contexto surge a pergunta: vale a pena estudar produção musical hoje? A resposta é sim, mas com nuances. E aqui exploramos o porquê.
A democratização do estúdio caseiro mudou o cenário
Há 20 anos, produzir uma música exigia estúdios caros e equipamentos inacessíveis para a maioria. Hoje, com um notebook, um par de monitores e um bom conjunto de plugins, qualquer pessoa pode começar a criar músicas do próprio quarto.
Isso gerou dois efeitos importantes:
- Mais oportunidades de expressão criativa, independentemente do orçamento.
- Maior concorrência, já que milhares de novos produtores sobem músicas todos os dias.
Estudar produção é hoje uma forma de se destacar em meio a uma multidão de criadores.
A formação profissional continua sendo uma vantagem
Embora muitos produtores sejam autodidatas, a educação formal — seja uma graduação, pós, curso especializado ou certificação — oferece algo que o YouTube não consegue entregar sozinho:
- Bases sólidas de teoria e áudio
- Ferramentas de análise crítica
- Metodologias de trabalho
- Feedback profissional
- Contatos importantes na indústria
Em um mercado saturado, conhecimento profundo ainda é um fator que abre portas.
A indústria musical é maior do que nunca
O streaming impulsionou um crescimento recorde na música global. Isso abriu novas frentes para produtores:
- Música para artistas
- Música para games
- Publicidade e conteúdo digital
- Trilhas para cinema e TV
- Criação de samples e libraries
- Educação musical online
O produtor de hoje não trabalha apenas em álbuns: ele atua em ecossistemas de áudio.
A demanda por habilidades híbridas está aumentando
Estudar produção musical hoje não significa apenas aprender a gravar uma voz. A indústria precisa de profissionais que dominem várias competências:
- Beatmaking
- Mixagem e masterização
- Edição de áudio e correção vocal
- Programação MIDI
- Design de som
- Música para multimídia
- Gestão de projetos
- Distribuição e marketing digital
Quem se prepara bem pode ocupar múltiplos papéis e gerar renda diversificada.
Inteligência Artificial: ameaça ou ferramenta?
A chegada de ferramentas de IA generativa — como assistentes de mixagem, composição e masterização automática — gerou muitos debates.
Mas a realidade é clara: a IA não substitui produtores; substitui quem não agrega valor criativo.
Estudar, entender e dominar essas ferramentas permite:
- Trabalhar mais rápido
- Experimentar mais
- Melhorar a qualidade das demos
- Reduzir o tempo de edição
- Otimizar fluxos de trabalho
Quem aprender a integrar a IA ao próprio processo estará melhor posicionado.
E a parte econômica?
É uma pergunta legítima: dá para viver de produção musical?
Sim, mas nem sempre por um único caminho. Produtores bem-sucedidos normalmente combinam:
- Trabalho com artistas
- Serviços de mix e master
- Comissões para cinema, TV e publicidade
- Criação de beats e sample packs
- Conteúdo educacional (aulas, cursos, Patreon)
- Apresentações ao vivo
- Trilha e sound design para games
O erro é pensar que produção musical se limita a “fazer músicas para outros”. Hoje é uma profissão com vários modelos de negócio.
Então… vale a pena estudar produção musical hoje?
Definitivamente sim, desde que exista:
- Motivação real
- Disciplina para praticar
- Abertura para aprender novas tecnologias
- Disposição para se adaptar a diferentes mercados
- Paciência para construir uma rede e uma reputação
A produção musical é uma carreira criativa e técnica, mas também um caminho de aprendizado contínuo. Quem se capacita e se mantém atualizado encontra um espaço sólido em uma indústria em expansão.
Estudar produção musical é um investimento em um futuro criativo
A música continua sendo uma necessidade humana, e os produtores são quem dão forma a essa expressão.
Com a preparação certa, o produtor de hoje tem mais oportunidades do que nunca para deixar sua marca, viver da própria arte e construir uma carreira sustentável.
Instrumentos Musicais
A música que acolhe: O poder transformador da musicoterapia
Publicado
3 semanas agoon
19/12/2025
A música sempre fez parte da vida de Val Santos. Mas foi em um momento inesperado — e profundamente humano — que sua trajetória artística encontrou o caminho da musicoterapia.
Convidado para um simples show de voz e violão, Val chegou ao local e descobriu que o público era formado por pessoas neurodivergentes de um Núcleo Terapêutico. Em vez de apenas cantar, pediu um microfone, se aproximou e começou a fazer música com eles.
Foi o início de uma experiência coletiva que mudaria sua carreira. “Aí nasceu a Vivência Musical”, lembra. “Eu percebi como a música conecta, inclui e liberta. E quis entender isso profundamente.”
Hoje, Val une técnica, sensibilidade e propósito para transformar vidas por meio da musicoterapia — da infância à terceira idade.
A infância como terreno fértil para a música
A musicoterapia tem um impacto profundo no desenvolvimento infantil, especialmente no campo cognitivo e emocional. Val explica que, para as crianças, a música é mais do que entretenimento: é um espaço seguro para sentir, experimentar e se expressar. “Ela ajuda na autorregulação emocional, reduz ansiedade e fortalece a autoestima. Quando a criança percebe que participa ativamente, que consegue acompanhar um ritmo ou inventar uma melodia, ela se sente capaz.”
Do ponto de vista cognitivo, os benefícios são igualmente impressionantes: concentração, memória, organização de pensamento e raciocínio sequencial.
Ele cita o grupo de atendimento do projeto Vivência Musical — a Mari, o Dudu e o David — que apresentam uma memória musical extraordinária. “Eu toco a melodia e eles identificam a música. Isso estimula intensamente o cérebro”, destaca.
No ambiente escolar, a música também se torna ferramenta de inclusão. Fazer música em grupo — seja com instrumentos, voz ou até percussão corporal — convida ao respeito, à escuta e ao trabalho coletivo. A diversidade se transforma em harmonia.
A terceira idade e o reencontro com a própria história
Entre idosos, principalmente aqueles com Alzheimer ou outras demências, a música ganha o papel de “cápsula do tempo”. “Ela acessa memórias que outras terapias não alcançam”, afirma Val. Uma canção pode resgatar lembranças afetivas, despertar emoções profundas e até retardar o declínio cognitivo.
A musicoterapia também reduz ansiedade, agitação e isolamento — problemas comuns em quadros de demência. No grupo, o ato de cantar ou tocar gera acolhimento e reconexão.
O repertório ideal é aquele que respeita a história sonora do paciente, conceito que os musicoterapeutas chamam de ISO — Identidade Sonora.
Para muitos idosos brasileiros, músicas das décadas de 1940 a 1960, serestas, boleros e sambas da velha guarda são portais para momentos felizes. Francisco Alves, Lupicínio Rodrigues, Orlando Silva e Pixinguinha são presenças constantes nas sessões.
Musicoterapia como ferramenta de inclusão
Seja em escolas, instituições ou comunidades, a musicoterapia ajuda a construir pontes. Para pessoas com deficiência, a música estimula comunicação, expressão, criatividade e socialização — mesmo quando a linguagem verbal não está disponível.
Para quem tem deficiências físicas ou neurológicas, a música também atua como recurso motor e cognitivo, apoiando a reabilitação.
Mas trabalhar com grupos tão diversos é desafiador. Val destaca diferenças etárias, barreiras de comunicação, conflitos, gostos musicais distintos e necessidades individuais muito específicas.
Ainda assim, a música abre caminhos: “É ela que vence o preconceito, que aproxima, que traduz emoções que não cabem em palavras.”
Os desafios da musicoterapia no Brasil
Apesar de ser uma prática integrativa reconhecida pelo Ministério da Saúde, a musicoterapia ainda luta por maior compreensão e visibilidade.
Entre os obstáculos apontados por Val estão:
- Falta de reconhecimento público: Ainda há confusão entre musicoterapeuta, professor de música e músicos que atuam em espaços de saúde. A sociedade nem sempre entende que a musicoterapia tem bases científicas e não é apenas recreação.
- Questões com planos de saúde: Mesmo com avanços da ANS, há negativas de cobertura — especialmente em tratamentos para pessoas autistas. A burocracia e o custo privado das sessões também dificultam o acesso.
- Inserção limitada no SUS: Ainda que esteja prevista na Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares, a presença da musicoterapia no sistema público é pequena e desigual.
Uma mensagem de esperança
Para Val Santos, a musicoterapia é muito mais que uma técnica: é um encontro humano.
Sua mensagem final é clara e comovente: “Não desistam do tratamento. Investir em musicoterapia é investir no ser humano, em seu desenvolvimento e em seu bem-estar emocional. A música acolhe a todos, sem distinção. Ela não conhece preconceitos — ela convida à conexão e ao autoconhecimento.”
Em um mundo cheio de ruídos, a musicoterapia se torna esse espaço possível: onde cada som encontra significado, e cada pessoa encontra um lugar para ser ouvida.
Áudio
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