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Plataforma Deva da Powersoft no CC&E de Long Beach
O Centro de Convenções & Entretenimento de Long Beach está fazendo uso de diversas capacidades do Deva, enriquecendo a experiência sensorial para milhões de visitantes e convidados a cada ano

O Centro de Convenções & Entretenimento de Long Beach, no sul da Califórnia, é mais do que um espaço para eventos. É também um espaço cívico para os moradores de Long Beach, fazendo limite tanto com o distrito de compras e negócios da cidade quanto com o poderoso Oceano Pacífico. Quando o centro começou a atualizar o seu salão Pacific Ballroom para transformá-lo em um espaço para eventos de mais de 3.700 m2, chamaram a empresa de design de Los Angeles TheatreDNA Creative. Assim começou um relacionamento de vários anos que levou o trabalho da empresa à modernização das capacidades de áudio do complexo com a potência e a flexibilidade da inovadora plataforma Deva, da Powersoft.
O centro de convenções solicitou à TheatreDNA Creative que propusesse uma solução de áudio para seu Promenade Lobby & Plaza. “Um áudio de qualidade é realmente importante para criar o ambiente”, disse Michael Ferguson, diretor da TheatreDNA Creative. “Há muitos tipos diferentes de atuação que são realizados no local, e eles queriam poder reforçar uma performance antes mesmo de ela ser apresentada. Por exemplo, se se trata de uma apresentação da Sinfônica de Long Beach, eles queriam reproduzir um pouco de música clássica para as pessoas que passassem caminhando pelo lugar.”
Transmissão sem fio
Distribuir áudio ao longo do extenso complexo não era uma tarefa simples. Ferguson sabia que precisariam de uma solução inovadora para seus objetivos. “Estávamos procurando um produto novo que nos permitisse transmitir áudio via Wi-Fi ou outra RF”, comentou. “Descobrimos o Deva e vimos que nos possibilitaria distribuir áudio por toda a propriedade usando só a infraestrutura de energia existente para transmitir o sinal de áudio por Wi-Fi da nossa localização de controle, e isso era altamente interessante.”
A transmissão wireless provou ser mais que um fator de conveniência. O velho edifício de 50 anos onde fica o centro de convenções foi construído com cimento de até 35 cm de espessura — o que teria tornado a instalação de cabos tradicionais subterrâneos quase impossível e extremamente custosa. “Disseram-me que existem pistas de aviões na Califórnia que não têm tanta espessura”, declarou Damien Rozendal, diretor assistente de projeto da 4Wall Entertainment. A empresa de Rozendal se uniu ao projeto para integrar o design da TheatreDNA Creative ao espaço. “Os custos centrais requeridos para levar cabos de dados a cada um dos lugares da instalação teriam sido proibitivos, de modo que a conectividade wireless era essencial. Ter cada um dos alto-falantes conectado de forma wireless também nos dá a flexibilidade de reposicionar as unidades caso o layout inicial não se adapte às necessidades futuras do usuário, ou inclusive se for desejada uma reordenação temporária para um evento específico.”

Áudio multiponto para respeitar os vizinhos
Distribuir as tarefas de reforço de som ao longo das numerosas unidades Deva localizadas ao redor do centro permitiu a Ferguson atingir altos níveis de cobertura com graus modestos de pressão sonora, e nenhum se concentrou em um lugar só. “Um dos problemas que temos aqui é que há condomínios que ficam literalmente à beira da propriedade. Desse modo, necessitávamos poder distribuir o áudio em vez de manipulá-lo de um só lugar”, disse. “Inclusive, a tão baixo nível, pudemos obter um sinal de áudio realmente bom, com grande inteligibilidade. Até pudemos modificar parte da programação dos equalizadores dentro do app para trabalhar no som ambiental da fonte que fica no local e ter um nível que é perfeito para as pessoas na propriedade, e não tão alto para não incomodar os vizinhos.”
Controle da experiência
O controle do Deva é fornecido por meio do app Deva System Manager e por um computador pessoal implementando o Deva Director PDD OS. “Os controles proporcionados tanto pelo app quanto pelo controlador baseado em computador permitem muita flexibilidade para personalizar o sinal que viaja até cada alto-falante”, disse Rozendal. “Podemos silenciar um alto-falante durante um aviso momentâneo ou aportar reforço ao vivo por meio de capacidades de avisos orais. É altamente personalizável para o usuário final. Um sistema de controle diferente requereria fazer uma nova instalação de cabos e uma reconstrução total para mudar de um propósito para outro, mas isso é muito fácil.”
A habilidade de ajustar ou silenciar a reprodução de cada alto-falante individual possui numerosas aplicações e vantagens para o espaço. “A possibilidade de silenciar permite ao usuário utilizar estrategicamente as unidades Deva em partes do centro sem se sobrepor ou entrar em conflito com o reforço sonoro local de várias atividades que possam estar acontecendo em qualquer momento dado”, explica Rozendal. “Isso pode ser útil para eventos como feiras, permitindo satisfazer as necessidades dos expositores, que podem ter seu próprio sistema de reprodução multimídia.”
A potência do Deva
Ferguson descobriu que o suporte da Powersoft, fabricante do Deva, é exemplar. “Trabalhamos com muitas companhias de todo o mundo”, disse, “mas foi agradável saber que a Powersoft tem uma ótima representação aqui nos Estados Unidos e todos estiveram muito atentos às nossas necessidades. Sempre que surgia alguma dúvida, se não podiam resolvê-la no momento, obtínhamos uma resposta em 24 horas. Uma vez que o sistema estava ativo, eles até nos ajudaram a configurá-lo e modificá-lo ainda mais para fazê-lo soar melhor.”
A implementação do Deva tem sido um benefício para a equipe de instalação, que tem de ajudar o Centro de Convenções & Entretenimento de Long Beach a operá-lo os 365 dias do ano, pois conta com uma infinidade de eventos diversos e convidados internacionais. “No ano passado tivemos uma quantidade inédita de 1,4 milhão de visitantes e convidados”, conta Charlie Beirne, gerente geral da LBPAC (LBC&EC)/SMG. “Queremos dar, tanto aos nossos visitantes quanto à comunidade, uma experiência que 
Deva: construindo uma ponte para o futuro
A próxima fase de instalação do Deva incluirá a distribuição de alto-falantes na nova ponte Rainbow, uma passarela elevada que conecta a rua vizinha Seaside Way com o Terrace Plaza, e que funciona também como um espaço para eventos e apresenta iluminação personalizada. Essa fase, programada para começar no verão de 2018, aproveitará algumas das outras capacidades do Deva, tais como sua câmera e a detecção de proximidade para maior segurança. “A habilidade de interagir com clientes remotamente é muito valiosa”, disse Ferguson. “Alguém pode caminhar para um alto-falante e o detector de proximidade avisa a um membro da equipe que tem alguém diante dele. Desse modo, eles podem ligar uma luz ou falar com a pessoa pelo microfone. Às vezes há muitas pessoas em um espaço muito aberto, então isso pode ser uma coisa realmente importante para a instalação no futuro.”
As novas unidades Deva têm mostrado sua força em eventos como a Cerimônia de Iluminação da Árvore de Natal anual, e outras oportunidades para brilhar se encontram no horizonte. “Acho que muitas pessoas anseiam ver o uso do Deva durante o Grand Prix, que será uma exposição enorme pelos tipos de capacidades que proporciona”, disse Rozendal.
Para Ferguson, a flexibilidade do Deva tem revolucionado o modo como um espaço pode ser administrado. “O Deva nos permite ter áudio que se comunica com os clientes desde o momento em que entram no local”, disse Ferguson. “Em alguns casos, isso ajuda a lhes dar boas-vindas de um modo que antes não era possível, mas também ajuda a que ninguém esteja na propriedade de forma insegura quando estiver fechada. Nada disso era possível antes do Deva.”
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Roland amplia linha móvel com GO:MIXER STUDIO
Interface portátil combina gravação multicanal, efeitos integrados e conectividade para produção em qualquer ambiente, para criadores de conteúdo e músicos.
A Roland apresentou o GO:MIXER STUDIO, mixer e interface de áudio portátil voltado a criadores de conteúdo, músicos e produtores que trabalham com dispositivos móveis e computadores.
O equipamento permite capturar áudio multicanal com resolução de até 24 bits/192 kHz, reunindo funções de mixagem e processamento em um formato compacto, pensado tanto para uso em estúdio quanto em aplicações móveis.
Entre os principais recursos, o GO:MIXER STUDIO oferece até 12 canais de entrada e diversas opções de conexão, incluindo duas entradas XLR com alimentação phantom, entrada dedicada para guitarra ou baixo, entradas de linha estéreo e conexão auxiliar compatível com dispositivos móveis.
O sistema também incorpora efeitos integrados — como equalização, compressão e reverb — que podem ser utilizados durante a gravação ou no monitoramento, reduzindo a necessidade de processamento externo em setups mais simples.
Em termos operacionais, o dispositivo permite salvar configurações em memórias de cena e oferece controle direto por meio de interface física, além de compatibilidade com softwares para edição e gerenciamento em computador.
Voltado aos fluxos atuais de produção, o GO:MIXER STUDIO também se integra a aplicativos como o GO:MIXER Cam, que possibilita capturar áudio multipista sincronizado com vídeo, ampliando seu uso em streaming, criação de conteúdo e produção audiovisual.
O lançamento atende à crescente demanda por soluções portáteis capazes de entregar qualidade de estúdio em diferentes ambientes, acompanhando a convergência entre produção musical, vídeo e plataformas digitais.
Veja mais neste vídeo.
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Subwoofer CRMS-LFE18sl mkII da Alcons Audio com design ultrafino
Sistema LFE incorpora driver de 18” e resposta estendida para aplicações de alta exigência.
A Alcons Audio anunciou o CRMS-LFE18sl mkII, um subwoofer de perfil ultrafino desenvolvido para aplicações de alta exigência em ambientes de cinema, estúdios e espaços de mixagem profissional.
O modelo faz parte da série CRMS (Cinema Reference Monitor Systems) e foi projetado como um sistema LFE (Low Frequency Effects), com foco em oferecer reprodução precisa em baixas frequências, com controle de transientes e resposta linear.
O sistema integra um driver de 18 polegadas de alta excursão com dupla bobina de 3”, capaz de atingir deslocamentos de até 30 mm, o que permite maior faixa dinâmica em comparação com subwoofers convencionais.
Um dos diferenciais do CRMS-LFE18sl mkII é seu design compacto, com profundidade reduzida, o que facilita sua instalação em espaços limitados, permitindo configurações em parede, teto ou estruturas suspensas sem comprometer o desempenho acústico.
O subwoofer oferece uma resposta em ambiente que pode se estender abaixo de 10 Hz, juntamente com alta precisão na reprodução de impulsos, características essenciais para aplicações onde a fidelidade em baixas frequências é crítica.
Para sua operação, o sistema foi otimizado para trabalhar com controladores amplificados dedicados da marca, que integram processamento específico para ajuste de fase, otimização de resposta e compensação de cabeamento, com o objetivo de manter consistência em diferentes configurações.
O CRMS-LFE18sl mkII é voltado para estúdios de pós-produção, salas de mixagem, cinemas de alto padrão e ambientes onde se exige reprodução precisa de efeitos de baixa frequência, consolidando a tendência de soluções de alto desempenho em formatos mais compactos.
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BandBox chega ao Brasil e inaugura categoria de amp portátil inteligente com IA que trabalha sem internet
Solo a R$ 1.699 e Trio a R$ 3.599 chegam ao mercado nacional com separação de instrumentos em tempo real, mixer de quatro canais e até 10 horas de autonomia
Existe um problema que todo músico que estuda, ensina ou cria fora do estúdio conhece bem. O cubo de prática básico não entrega o que o músico de hoje precisa. Montar um rig com pedalboard, amplificador e ferramenta de aprendizado custa espaço, peso e dinheiro. E os amplificadores portáteis com entrada para instrumento que existem no mercado, em geral, funcionam mais como alto-falante do que como equipamento de músico de verdade.
O JBL BandBox foi construído para atacar exatamente essa lacuna — e chegou ao Brasil no dia 7 de abril de 2026 com um lançamento que, por si só, já disse alguma coisa sobre a proposta do produto.
Um palco para quem usa instrumento de verdade
O evento aconteceu em São Paulo e foi conduzido por Fabiano Carelli, guitarrista do Capital Inicial há mais de duas décadas. Não um apresentador de palco, não um influenciador de tecnologia — um músico profissional que conhece a rotina de quem toca ao vivo e em estúdio.
Ao lado dele, uma lista que atravessou gerações e estilos: Clemente, fundador dos Inocentes e figura central da Plebe Rude; Charles Gavin, baterista da primeira formação dos Titãs; Rayane Fortes, cantora, guitarrista e multi-instrumentista cearense que virou todas as cadeiras no The Voice Brasil e hoje acumula projeção internacional; Thaide, nome do hip-hop nacional; e Felipe Vassão, produtor com múltiplos Grammy Latinos no currículo — responsável por álbuns de Emicida e Jota.pê, com mais de 400 mil seguidores no Instagram e um canal ativo sobre produção musical.
O evento foi lotado, com presença de jornalistas, lojistas de todo o Brasil, criadores de conteúdo e convidados do mercado. E o que aconteceu no palco não foi demonstração controlada: os músicos pegaram o BandBox ao vivo, sem ensaio prévio, e mostraram o equipamento em uso real. O resultado surpreendeu. Ver um instrumento sendo amplificado, efeitos sendo trocados em tempo real e a separação de elementos funcionando diante de uma plateia que entende de som é diferente de ver um vídeo institucional. É a diferença entre acreditar no produto e entender o que ele faz.
O que é o BandBox — e por que o enquadramento importa
A linha tem dois modelos. O BandBox Solo é compacto: até 30W de saída, uma entrada de guitarra ou microfone, reprodução de música via Bluetooth, afinador, metrônomo, looper, pitch shifter, modelos de amplificador e efeitos clássicos como phaser, chorus, tremolo e reverb. A bateria dura até seis horas. Conecta ao computador por USB-C e funciona como interface de áudio direta para o DAW — sem equipamento adicional.

O BandBox Trio é o modelo para grupos: 135W com woofer de 6,5″ e dois tweeters de 1″, quatro entradas simultâneas para instrumentos e microfones, mixer de quatro canais com tela LCD integrada, efeitos de microfone, bateria substituível e até 10 horas de autonomia. Dá para plugar guitarra, baixo, microfone e ainda ter canal livre. Ambos se conectam ao app JBL One para controle avançado de equalização, modelos de amp e cadeia de efeitos — mas os recursos básicos funcionam sem ele, direto no hardware.
O enquadramento correto não é caixa Bluetooth, não é cubo de prática, não é amp de palco. É uma categoria nova: amplificador portátil inteligente, com ferramentas de prática, criação e gravação no mesmo bloco.
A Stem AI: o diferencial que a imprensa internacional foi testar
O recurso central da linha é a tecnologia Stem AI: separação em tempo real de vocais, guitarra e outros elementos de qualquer música reproduzida via Bluetooth, sem necessidade de internet e sem upload prévio de arquivo. O músico escolhe o que quer remover ou isolar — a guitarra para aprender um solo, a voz para cantar por cima, a bateria para trabalhar o groove — e o processamento acontece direto no hardware.
Aplicativos como o Moises fazem algo parecido, mas exigem que o arquivo seja enviado antes. O BandBox faz isso enquanto a música toca. Essa diferença tem consequência prática real em sala de aula, em sessão de prática e no palco de um evento como o que aconteceu ontem em São Paulo.
A imprensa especializada testou e foi direta. O Guitar World classificou a ferramenta como uma das melhores que já viu para prática com IA. O Sound on Sound, referência técnica do setor de áudio, destacou que a inclusão de separação de stems em hardware autônomo, sem dependência de processamento em nuvem, é genuinamente significativa. A ressalva presente nos testes é que a separação não é perfeita em músicas com arranjos muito densos — mas o ponto relevante é que ela funciona bem o suficiente para uso prático real, e isso a imprensa confirmou com produto em mão.

O que isso inaugura para o ecossistema
Há uma geração de músicos — estudantes avançados, professores, produtores que trabalham em casa, criadores de conteúdo musical — para quem o setup ideal precisa ser compacto, completo e capaz de gravar. Esses músicos vivem hoje entre soluções parciais: o cubo básico que amplifica mas não tem recursos, o pedalboard que tem recursos mas ocupa espaço, a interface de áudio que grava mas não amplifica.
O BandBox tenta condensar tudo isso. Para professores e escolas de música, o Trio tem apelo direto: quatro entradas, ferramentas de acompanhamento com controle de elementos, looper e interface de gravação em um único equipamento portátil que substitui um rig inteiro em aulas individuais ou em grupo pequeno. Para o criador de conteúdo musical, a interface USB-C e a Stem AI são o argumento principal — gravar direto no DAW e montar acompanhamentos customizados em tempo real são funcionalidades com encaixe direto nesse perfil. Para o músico profissional que leva o instrumento de um lugar para o outro, o Solo é o equipamento que ele não encontrava nessa faixa.
E para as lojas de instrumento, o BandBox inaugura uma conversa nova. Não compete com o cubo de entrada. Compete com a decisão de não comprar nada — porque o músico ainda não encontrou um produto que fizesse tudo que ele precisava em um formato que coubesse na sua rotina.
O essencial
O JBL BandBox chega ao Brasil num momento em que o mercado de instrumentos carece de produtos que traduzam tecnologia de software em hardware portátil sem inflar o preço além do razoável. A separação de elementos em tempo real sem internet, combinada com amplificação, efeitos e interface de gravação em um só dispositivo, não tem precedente direto nessa faixa de preço e formato no Brasil — e o lançamento de ontem, com músicos de verdade mostrando o produto em uso real, foi a forma mais honesta de apresentar isso ao mercado.

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